Seven Seas

Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Dom 20 Ago 2017, 21:18

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Comunidade Samártica
Comunidade Samártica
Dentro dos becos sujos, em uma vila qualquer no meio de Avalon, uma figura negra surgia entre os detritos desse local. Atordoado este ser enigmático, trajado em seus hábito negro, numa máscara prestes a quebrar, tenta recobrar sua consciência deturbada e lembrar do que acontecera. Ele se lembra de estar protegendo alguém, de estarem fugindo de algo poderoso. Nieznane tem a certeza que sua ama, Julia de Hauke, da casa dos Hauke, saiu daquele lugar sã e salva, porém quase estava a pedir um grande favor a um dos Sandires que estão lhe acompanhando. Foi impedido por um poder sinistro que levara para esse lugar. As sombras desse lugar tremeluziam, junto com a fumaça que vinha de uma fogueira perto dali, mas a forma que faziam eram, de certo modo, suspeito.

"Droga..." — pensou Nieznane, vendo que não estava mais na Samárcia.

Após alguns segundos, levantando sua cabeça do chão, aqueles elementos do cenário decadente tomavam formas distintas: a fumaça tomava o corpo de uma mulher desnuda, de pele cinza, atributos abundantes e escondidos por uma fumaça serpenteante que surgia do que parecia ser um pedaço da mesma sendo fumado. Do fogo, surgia uma pequena chama, que crescia exponencialmente até se tornar um incêndio ambulante, que onde anda queima um pouco. Por fim, das sombras desse lugar, uma delas se levantava, revelando-se um ser maleável, uma gosma negra e viscosa, que aumentava de tamanho até se tornar maior que a Nieznane. Eram eles: os Dievai contratados por este Nieznane. Estes seres sinistros estavam querendo retirar satisfações do último acontecimento e também para manipulá-lo a fazer favores. A Dievas cinzenta começa, já cobrando o que é por direito dela.

— Ora, ora... Parece que a nossa coisa linda sem personalidade pediu a minha ajuda. Que fique claro entre vocês dois: um favor legítimo e sem trapaças! Maravilha, haha! — dizia a mulher cinzenta, que tragava um pouco e espalhava na direção de Nieznane. Ele tenta desvencilhar seus olhos da dievas, pois ela era a versão nua de sua ama, algo perturbador para Nieznane.
— Ha, ha. Muito engraçado, sua besta cinzenta e desnuda que fuma a si mesma. Essa coisa estava a um passo de ceder á mim e aquela criatura de merda jogou essa bosta de contratante pra cá. Mas que droga! AAAAH! — o incêndio ambulante se tonara uma massa de fogo flutuante na frente de Nieznane e depois surgiu numa criatura dos infernos pequenina, com cauda, chifres, cascos e pele vermelha. Ele esperneava e jogava bolas de fogo ao seu redor.
— Sim, irmão. De fato, é uma grande decepção para você... — a sombra viva enrolava-se em Nieznane, na forma de uma sucuri, prestes a espremê-lo. — Mas o fato que enfrentamos aqui é como esta, que nas palavras de minha irmã, coisa linda fará para voltar a sua amada Julia. E é aí que nós entramos...
— Na-na-ni-na-não, sua sombra de coqueiro fajuta. Antes dela considerar respirar, vai ter de concluir o acordo, o meu favor. — a dievas dizia isso enquanto voltava sua atenção ao Nieznane á sua frente. — Entendido, seu Loseja sem graça? — Nieznane se levantava sem a ajuda das mãos presas pela dievas sombrio.

Seguia em frente o membro da seita de criados, enquanto checava sua máscara. Estava com um rachadura bem no meio dela e só se sustentaria por algumas horas. Nieznane precisa realmente encontrar seus contatos nesse lugar. Os dievai continuavam sua discussão enquanto Nieznane avançava em silêncio para o centro dessa vila. Vasculharia essa vila para encontrar algum outro membro da seita Nieznany nas famílias ricas e de renome daqui. A dievas cinzenta acompanha Nieznane e conclui, antes de virar uma névoa suja:

— Você sabe o que tem de fazer. Estou de olho em você, coisa linda, hahahaha!

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em Seg 21 Ago 2017, 09:39

 Atordoado e cambaleando Nieznane caminha para fora do beco escuro, se não fosse por sua máscara, o brilho do sol teria o cegado por possívelmente alguns longos segundos. Forçando a vista e tentando focar sua visão, acaba notando que agora se encontrava na saída de um beco que ficava de frente para uma das mais movimentadas ruas da cidade, que funcionava como delimitador entre uma parte do distrito urbano e o começo do distrito comercial.
 Carroças passam à sua frente, carregando desde simples verduras até pessoas que demonstravam ter um poder aquisitivo alto. Aldeões caminham de um lado para o outro, conversando, carregando cestos, gritando para chamar a atenção das pessoas que passam em frente às suas barracas e lojas. Nieznane nota algumas poucas pessoas acelerando o passo ao vê-lo, outras apenas olham curiosas ou com desaprovação, afinal, uma criatura coberta por vestes pretas e escondendo o rosto saindo de um beco escuro ao meio dia é no mínimo suspeita.
 Exausto, começava a caminhar. À sua esquerda começam a surgir moradias que se estendem no que sua visão distorcida parecia ser uma rua de pedras paralelepípedo que subia noventa graus para cima e curvava-se para trás como se descesse uma colina. À sua direta, incontáveis lojas dos mais diversos produtos, inúmeras barracas de calçadas das mais variadas mercadorias, e de ambos os lados haviam pousadas e tavernas de todos os tamanhos.

 Dando seus primeiros passos, sente alguma coisa chocando contra suas costas e por impulso Nieznane coloca as mãos no local onde ficariam as bainhas de suas duas armas, e sente também que todas, por exceção de uma de suas facas, sumiram junto de suas kukris. Ao se virar ainda com mão escondida por debaixo do hábito, acaba se deparando com uma criança jogada de cócoras no chão. A mesma se levanta apressadamente e faz uma reverência rápida.

Criança: — Perdão senhor!

  E volta a correr, sumindo em direção a multidão. O impacto quase fez com que derrubasse sua máscara, mas ao se recompor, nota a sua frente uma estalagem com o nome "Aconchego dos Perdidos" e em baixo segue escrito em letras miúdas "Ciepło Zagubionych", não tem certeza se é a tontura ou o brilho do sol, mas poderia jurar que aquelas letras lhe eram de algum modo familiar. E se não fosse pela criança, provavelmente talvez nunca tivesse visto e lido o entalhe de madeira pendurado ao lado da porta.

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