Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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em Sab 10 Mar 2018, 15:34


O Barco Escravista
RESUMO
Úrsula é designada para sua primeira missão como capitã-oficial da marinha, assim sendo, sua missão é originalmente zarpar e patrulhar a Los Grandes Bay por alguns dias. Em meio á sua patrulha, Úrsula se depara com um Navio Pirata adentrando a região e, assim que igualmente vista, um confronto é iniciado.
FINAL
Úrsula invade o návio e descobre que o mesmo estava sendo usado para transporte ilegal de escravos. Assim sendo, a mulher leva o grupo consigo para liberar-los; porém o líder do grupo fica fascinado pelas atitudes da Capitã, e clama para que o deixe intregar a tripulação.
RECOMPENSA
Vantagem COMPANHEIRO DE CONFIANÇA
PASSOS
Passo 1: Zarpar de Aldana

O breu-total; uma situação que de início pode parecer desesperadora, mas que para mim era sinônimo de sorte em meio á tantos pensamentos e sonhos ruins que atormentavam minha noite. Era manhã, e mais uma vez, eu não havia sonhado com nada ~ em meio á todo aquele breu, um forte avermelhado parecia transpor minha vista ainda que selada, aos poucos se tornando tão forte á entrar em estado amarelado. - Oque é? - Perguntei-me, virando meu rosto ainda na cama para uma região que tal fenômeno não pudesse me afetar. - Vamos, vamos! Úrsula, hoje é seu grande-dia, não pode se atrasar.

Aquela voz era a de minha mãe, que costumava abrir as cortinas de meu quarto quando já não mais conseguia me acordar com sua voz e empurrões. - Hm... - Resmunguei conforme me sentava sobre a cama e coçava os olhos para então abrí-los.

A minha primeira vista era a escrivaninha alguns metros de minha cama; ela estava aberta pois havia passado boa-parte da noite pensando como iria nomear minha tripulação. Sim - isto mesmo - MINHA tripulação; era a hora de levar o conto de Rodrigo di Aldana adiante.

Não se preocupe com o café da manhã, eu almoçarei no porto. - Avisei a mulher, conforme ao fim da frase parecia bocejar. - Certo, mas lembre-se de não se atrasar, Úrsula. - Apenas assinalei ''sim'' com a cabeça, conforme enfim me levantava da cama pela direita; dando de frente com meu armário. Abrindo ele, havia minhas roupas matinais e um baú mais abaixo; largo e alto. Enfiei a mão pela esquerda de minha calcinha, de onde retirei a chave e abri o compartimento com apenas uma girada; girar duas vezes iria quebrar a chave assim como combinado quando o encomendei; não ganhava bem o suficiente para comprar um cofre, se é isto que está pensando.

De lá retirei meu uniforme e o vesti, assim como o coldre de ambas as minhas pistolas, meu mosquete, sabre e alguns outros utensílios que iam sobre uma bolsa-de-couro presa em meu cinto na parte de trás, mas o principal deles, um cantil de rum. Após a retirada, tranquei novamente o baú e agachei-me ao chão esticando meu braço para pegar uma maleta que lá jazia. Esta por sua vez consistia de um código-serial para abrí-la, e após desbloqueado, abri o outro compartimento para retirar minha pistola e sua munição. - Ótimo, estou pronta. - Ditei conforme devolvia a maleta á seu respectivo lugar. E antes que pudesse esquecer, fechei o caderno que jazia sobre minha escrivaninha e peguei a pena e os lápis que lá haviam, colocando estes no interior do primeiro item e guardando-o num compartimento interior de meu casacão.

Eu lhe vejo daqui a algum tempo, mãe. - Conforme descia as escadas e dirigia-me até a porta, ditei; a mulher fez o mesmo antes de enfim ir-me. - Seu pai estaria orgulhoso da mulher que se tornou, Úrsula. - Disse a mulher, conforme apenas assenti com a cabeça e retirei-me pela porta da frente.

[...]

Em pouco tempo eu já havia chegado no porto de Aldana, e podia ver há quilômetros um Galeão que jamais havia visto por lá; e tive a conclusão rápida de que era a minha embarcação. Um breve sorriso de canto fora toda minha reação externa, mas não podia descrever o quanto estava feliz.

Alguns guardas se encontravam na entrada do local, com mosquetes sobre seus ombros e observando minha aproximação. Eles me saudaram no momento em que me pus a cerca de 20m destes, batendo solados e erguendo seu palmo até a testa. - É uma bela manhã para se navegar, eh? - Correspondi conforme passava por tais, que apenas assentiam com a cabeça.

Eu dirig-me diretamente ao prédio da marinha construído sobre o local, entrando pela porta-da-frente e subindo as escadas até o último-andar onde se encontravam meus superiores. Diga-se de passagem, eu havia os deixado esperar por trinta e dois minutos. - Amém, Úrsula! Pensei de teria de enviar alguém até sua casa para acorda-la. - Pronunciou-se o homem sentado atrás de uma grande mesa que se encontrava no local. A sala era apenas um grande-quadrado com paredes em azul e branco, algumas estantes de livro e arquivos nas paredes laterais e uma grande janela atrás da mesa e cadeira já citados anteriormente.

Bom dia, Senhor. Úrsula Rodriguez di Aldana apresentando-se para o serviço. - Falei, após andar por mais alguns metros na sala e desviar meus olhares á uma linha-reta, sem necessariamente olhar para o homem. Bati minha sola direita sobre o chão e coloquei minha mão direita em frente á minha testa, como um sinal de reverência-militar.

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em Seg 12 Mar 2018, 17:52

Após sair e andar os seus primeiros passos pela rua Úrsula ainda pode ouvir os gritos de sua mãe que havia saído para fora da casa e aparecia com a postura uma orgulhosa mãe que leva  filha ao primeiro dia de aula:

-Boa sorte minha filha, que seu caminho seja iluminado.

Não demorou muito tempo a caminhar no escuro e já havia chegado ao Porto de Aldana onde parecia atrair olhares que rapidamente se afastavam de seu rosto após perceber a farda, escutou até comentários de alguns homens que pareciam querer brigar:

- Nós resolvemos isso depois que a militarzinha aí passar, não quero problemas.

Ao chegar à seu barco foi saúdada por alguns militares que correspondeu  dirigindo-se a sala de seu superior.

Após Úrsula se apresentar e bater continência  o homem a olhou em um tom sério quase solene enquanto tamborilava os dedos em cima de sua mesa disse:


-Você sabe que agora sua responsabilidades são outras não é? As vidas de seus homens e o mais importante a nossa segurança dependem de você. Você lembrou de trazer os suprimentos necessários?- Disse o homem enquanto começava com uma série assustadoramente grande de perguntas que a faziam lembrar sua mãe de tão excessivamente preocupadas- Enfim você foi escolhida para essa missão porque creio que seja capaz, quero que patrulhe a Los grandes bay por alguns dias mas antes vou querer um relatório de tudo que possa lhe dar desconfiança antes de partir, assim ao menos você saberá pelo que buscar enquanto patrulha.

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em Seg 12 Mar 2018, 19:27

Certamente que sei, senhor. Eu protegerei minha tripulação e Castilha até mesmo quando meu corpo sucumbir, protegerei esta terra até que nem mais um pedaço de alma me reste para vagar pelo mundo terreno. - Citei dado o trecho sobre minhas responsabilidades para que com a vida de meus companheiros e a vida daqueles que protegia.

[...]

Conforme o longo interrogatório se sucedia, parecia ficar inquieta conforme só podia me imaginar dando o grito final para zarpar em minha missão; mas enfim este me tocava um ponto em que poderia responder algo fora de ''Eu sei, senhor'', ''Positivo'' dentre outros variados; minhas expectativas e desconfiança para aquela missão. - Bom, senhor; é nítido que com a tragédia de alguns anos atrás, nossa marinha não esteja perto do que outrem já foi. E como nosso pais possui um território litorâneo muito vasto, uma marinha abalada resulta numa ''presa-fácil'' na visão dos piratas. Em suma, creio eu que muito provavelmente possa haver um combate nesta missão... - Concluí; era nítido que eu estava tensa, afinal, tinha noção dos riscos de zarpar na época atual que atingia Castilha. Mas ninguém precisa de heróis em tempos fáceis, e aquilo apenas me dava mais gás para provar meu valor e provar que Castilha, mesma que enfraquecida, não estava nem perto de uma presa fácil para os fedorentos.

E antes, gostaria de confirmar algumas informações com o senhor. Quero reforçar que tenho liberdade para ir até o mais extremo ponto da Los Grandes, certo? Penso que caso eu fique em águas mais longínquas, poderia ver o curso naútico para as cidades de San Teodoro conforme igualmente poderia ver, mesmo que poucos, navios que utilizassem de uma rota mais próxima da costa para viajar até San Felipe. E fora isto, gostaria saber quantos dias de comida e água tenho, quantos barris de munições para armas portáveis e para canhões tenho. Gostaria de saber tudo que me é possível faltar em meio de minha missão, até pregos para reparos. - Prossegui com um breve-discurso, demonstrando que eu levava aquela missão como vital acima de tudo, embora supostamente fosse um ato rotineiro de um membro da marinha ''vigiar'' as suas águas.

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em Ter 13 Mar 2018, 15:23

O homem estufou o peito orgulhosamente enquanto ouvia Úrsula recitar o trecho com suas responsabilidades.

Após isso e seu interrogatório ouviu atentamente o comentario da moça sobre seu pedido de um relatório, ao passo em que assentiu com a cabeça quando foi mencionado a possibilidade de um combate.

O homem calmamente levantou-se da mesa ficando com o corpo inclinado para frente enquanto mantinha apoiando o peso deste sobre seus braços que ainda mantinham-se na mesa:


- Ótimo adoraria isso por escrito, e vou querer que registre qualquer coisa que fuja do normal, se você ver uma gaivota não registrada vou querer isso em seu relatório,entendido?

Úrsula questionou o homem sobre sua permissão para ir ao extremo de Los Grandes ao passo em que este rapidamente assentiu positivamente com a cabeça respondendo a questão, ao questionar sobre seus suprimentos o homem começou a mexer em sua gaveta de onde retirou um papel timbrado e entregou a Úrsula.

Naquele papel tinham todos os dados que necessitava, Tinha 7 dias e 6 noites de comida e 8 dias de água, tinha 30 barris de munições para armas portaveis e cerca de 20 barris para canhões, além disso o documento citava sobre uma fragilidade devido a um reparo emergencial presente na popa do barco a estibordo.

O homem então sentou-se e em tom mais calmo por perceber o comprometimento disse:

-Parta assim que sentir que estiver pronta, mas devo avisar que você tem no máximo três dias para senti-lo.

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em Ter 13 Mar 2018, 18:06

Creio eu que cinco segundos é o suficiente para que eu esteja pronta. - Ditei ao mesmo com um breve sorriso em rosto, basicamente dizendo que eu estava pronta para aquilo desde que havia ingressado na marinha. Após ler os detalhes sobre a embarcação, falei ao homem. - Senhor, irei gastar os suprimentos providos por nosso porto para patrulhar da forma mais eficiente possível; gostaria então de uma carta que me permitisse reabastecer em San Felipe antes de voltar á Aldana, em estimativa, a viagem toda levaria cerca de uma semana ou uma semana e meia, mas aceito e entendo caso este pedido me seja negado.

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em Ter 13 Mar 2018, 18:55

Ao ouvir o questionamento sobre os suprimentos olhou Úrsula nos olhos e com as mãos espalmadas disse:

- Eu não posso autorizar o reabastecimento de seu navio porém acho que os seus suprimentos são realmente estão escassos, seria necessário o Almirante para tal autorização, pelo que já falei com ele este é um homem razoáve então ele talvez lhe de o que precise, agora ele está  seu horário de descanso então você deve encontra-lo na sala ao lado em algumas horas nessa sala caso decida esperar, ou pode escolher partir imediatamente e correr os riscos, bem você tem algumas horas.

Retirou um carimbo oficial além de um papel em branco e uma pena de sua gaveta e disse:

- Então caso queira você tem tempo para fazer uma requisição oficial de abastecimento, não esqueça de assinar. Entendo que não tenha se tornado capitã pela burocracia porém é a parte chata do trabalho-disse o homem enquanto esboçou um rápido sorriso.

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em Ter 13 Mar 2018, 23:36

São os ossos do ofício, heh.
- Falei conforme lhe retribuía o sorriso e tomava o assento de sua mesa, trazendo os objetos por ele retirados até mim e por fim fazer um pedido formal de abastecimento para então posteriormente entregar ao Almirante.

Carta:
Eu, Úrsula Rodriguez di Aldana, exercendo meu papel como capitã-oficial da marinha de Castilha, através desta carta solicito permissão para o Almirante do Porto de Aldana para o abastecimento geral de minha embarcação, com mais uma semana de suprimentos gerais para que consiga retornar á cidade-de-partida sem preocupações.

Enfim, está escrita. Aliás, onde minha tripulação se encontra? Quero aproveitar este tempo para conhecê-los e saber com quem estarei lidando... E preciso que algum deles me pague o almoço, saí com tanta pressa que me esqueci do dinheiro. - Dei algumas risadas diante da situação, que por mais que cômica, fosse verídica.

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em Qui 15 Mar 2018, 20:31

O homem pegou a carta e fez um sinal de dispensa para Úrsula porém não sem antes responder seu questionamento sobre sua tripulação:

- Ah sabe como são marinheiros, devem estar se afogando em cerveja em alguma pocilga aqui perto ou então lhe esperando no barco excitados para a menor chance de aventura, eu tentaria o bar primeiro. Enfim após o almoço o Almirante já deve estar aqui e poderei lhe dar sua resposta, a menos que você queira voltar rapidamente de seu almoço para pedir algo a este pessoalmente.

- Disse enquanto sorriu rapidamente antes de voltar os olhos sobre a papelada em sua mesa.

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em Sab 17 Mar 2018, 14:06

Era algo que de fato eu esperava de tais, embora nunca houvesse participado tanto daquelas atividades enquanto sendo mera membra da tripulação. - Até mais ver. - Ditei ao homem conforme me levantava da cadeira e abria a porta do estabelecimento, fechando-a assim que feita a passagem.

[...]

Eu não demoraria muito para chegar á porta do Bar mais próximo, conhecia o ambiente daquele local, portanto adentrava com meu palmo aberto e apoiado sobre o final do cabo de meu sabre para demonstrar que não era uma donzela á ser conquistada. Entrando no local, me perguntava oque iria encontrar.

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em Sab 17 Mar 2018, 16:07

Chegou a porta do bar, a fachada era uma simples placa de madeira em frente ao local com o nome do bar que pelo fato de estar em um porto era um clichê ambulante,jóia do oceano.

Ao entrar no local Úrsula se deparou com um chão simples de madeira com alguns pisos soltos, a parede também não estava completamente rebocada, haviam tantos que fumavam no lugar que alem do cheiro de fumaça esta se espalhava para fora pela porta onde havia entrado.

No centro do local haviam algumas mesas por onde passavam extremamente rápido anotando pedidos um homem e uma mulher de cabelos castanhos com cerca de 20 anos e aparentemente irmãos , no fundo havia um homem já mais velho com uma barba grisalha que parecia ser o dono do estabelecimento, na lateral esquerda havia algumas poucas mesinhas onde estavam os apostadores inveterados e na lateral direita havia alguns homens vestindo trajes oficiais da marinha conversando e rindo alto.

Ao ser vista pela mulher de cabelos castanhos esta rapidamente mostrou a Úrsula uma mesa que estava vazia em algum lugar no centro e disse:


-Seja muito bem vinda, gostaria que eu a levasse a aquela mesa ou veio acompanhar alguém?

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em Sab 17 Mar 2018, 19:37

Eu gostaria de perguntar á quanto tempo aqueles homens estão aqui,
se não se importa.
- Questionei a mulher que á mim se dirigia, conforme aguardava por sua resposta. Quando respondida a questão e nenhuma obstrução por parte da mulher, segui meu caminho até os homens que riam e conversavam alto em pleno bar.

Céus, por favor digam que não são minha tripulação. - Falei quando próximo o suficiente, observando-os ainda com o palmo sobre meu sabre; eu tinha confidência de que haviam lhes informado quem era sua capitã e como era sua aparência física, principalmente por ser mulher, pulando assim a etapa de apresentar-me.

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em Sab 17 Mar 2018, 20:21

A moça prontamente respondeu a capitã:

- Não sei acho que deve fazer pouco mais de uma hora e meia.

Ao ver Úrsula ao longe chegar próximo um homem rapidamente empurrou com o pé garrafas vazias de bebida para a mesa ao lado na esperança de que a moça não visse, aos homens estes rapidamente perceberam que  Úrsula era sua capitã e fizeram silêncio enquanto tentavam manter a compostura, um dos homens obviamente embriagado levantou-se e disse:

-Como quiser capitã! senhora.

Outro homem o puxou para o lado e disse:

- Por favor ignore o Juan ele está bêbedo porque sua namorada o deixou.

Juan olhou para seu amigo socou um local na parede do bar e com uma expressão triste disse:

-Obrigado por me lembrar daquele maldito almofadinha que esta com minha Julia.

Um dos homens apagava um cigarro na parede enquanto dirigia-se a capitã:


- Bem eu ao contrário destes aí não vou tentar causar uma boa impressão, Ed prazer, aceita um?- disse retirando um cigarro do bolso- Enfim garota venha aqui- disse chamando a garçonete- quer algo capitã? Eu pago.

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em Sab 17 Mar 2018, 21:41

Não se preocupe, marujo. O seu chifre será o menor de seus problemas daqui a algumas horas. - Citei ao homem que havia sido traído, eu não o ameaçava, apenas o avisava; embriaguez e navios sempre terminavam em sujeira. - E você será o responsável para limpar os vômitos dele quando estivermos em alto-mar, amigo-do-chifrudo. - Citei ao homem que havia o puxado e apresentado-me ao mesmo.

Eu não fumo, e caso pense em fumar em alto-mar, que seja sentado no Gurupés. Não quero morrer em minha primeira missão por causa de um fumante perto da pólvora. - Respondi ao homem; eu poderia parecer ríspida e exigente demais para um primeiro momento,
mas era necessário, daqui a algumas horas estariamos no mar e o minimo que eu podia esperar era que estivessem fazendo uma re-re-rechecagem no navio antes de zarpar. - Vocês servem comida aqui? Se servirem, apreciaria bastante se pudessem organizar o prato mais nutritivo que há e um copo de água.

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em Seg 19 Mar 2018, 12:05

O homem que havia apresentado Juan a capitã acentiu com a cabeça apesar de ser visível uma obvia expressão de descontentamento em seu rosto.

Após a referência de Úrsula a Ed para fumar no guarupés, o homem acendeu o outro cigarro calmalmamente puxou e disse sorrindo calmamente enquanto soltava a fumaça para cima:


-Creio que sou guarda de guarupés então?

A garçonete veio algum tempo depois com a água de Úrsula e um prato com os mais variados vegetais além de arroz e um magro pedaço de carne:

- Espero que goste da comida, senhorita - Disse a moça enquanto discretamente olhava os dedos da mão esquerda de Úrsula procurando um anel para ver se deveria chamar a ela de senhora ou senhorita-

Os homens esperavam Úrsula acabar de comer sentados ansiosos para qual seria seu comando.

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em Seg 19 Mar 2018, 18:57

Providencie um copo de leite e uma banana para o rapaz, o quero no barco o menos bêbado possível. - Falei conforme cortava uma folha de alface antes de juntá-la ao arroz e enfiar na boca. Minha sobrancelha se erguia ao ver os homens observando-me á comer, conforme apenas aguardava o momento de engolir para falar novamente. - Com exceção de juan, seu amigo e aquele que vai pagar o nosso banquete, não precisam ficar aqui. Chequem o estado da avaria que há no barco, façam uma verificação minuciosa, se qualquer coisa passar os nossos olhos poderemos estar afogando daqui a algumas horas. - Finalizei colocando outro pedaço de comida na boca; conforme observava Juan. - Não se preocupe, há muitas outras sereias na vida de um marujo.

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em Ter 20 Mar 2018, 18:22

A garçonete ouviu o pedido de Úrsula e trouxe o mais rápido possível o leite e a banana, após as instruções de Úrsula os outros homens saíram rapidamente fazendo uma reverência e dizendo em alto e bom tom:

-Sim,senhora capitã

Juan havia começado a comer a banana enquanto ouviu o comentário de Úrsula e respondeu choramingando:

- Você não entende, nós nos gostávamos e conhecíamos desde a infância e agora acontece isso eu simplesmente não consigo entender.

Ed: - Hora rapaz menos responsabilidades tanto para você como para nós já pensou o trabalho que daria explicar para Julia que você morreu em combate?

O almoço seguia e parecia se aproximar do horário que o almirante estaria presente.

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em Ter 20 Mar 2018, 18:33

Primeiro teria de se explicar á mim por ter saído de minha tripulação. - Cortei Ed no final de sua frase, dirigindo-o um olhar seco em sua direção; minhas palavras redirecionavam-se ao mesmo rumo de dizer que ele não morrerria enquanto estivesse conosco. - Ela não gostava tanto de você se teve disposição para lhe trair. - Não podia ir tão a fundo naquele assunto, pois em tese, nunca havia tido um relacionamento sério. O meu prato já se encontrava pela metade, então não restava muito tempo até irmos embora.

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em Ter 20 Mar 2018, 18:45

Ed recebeu o olhar seco da capitã então parou sua frase no meio terminando de tragar o seu cigarro que agora se resumia basicamente a um pequeno pedaço que tentava segurar com os dois dedos, enquanto deu de ombros e redirecionou sua frase:

- Bem se a moça acha que você não vai morrer tudo bem, você ainda vai ter muitas noites antes que seu alcoolismo crônico te mate- disse o homem enquanto vasculhava os bolsos para ver se ainda haviam lhe restado cigarros.

Após ouvir a resposta da capitã Juan smplesmente a olhou calmo e disse:

- Não fui traído antes fosse, ela simplesmente veio até mim e disse que ela havia se  por aquele imbecil por isso iríamos terminar, se ao menos ela tivesse me traído eu teria o direito de xingar ela de todos os nomes possíveis infelizmente porém ela sempre foi a garota ideal- disse enquanto suspirava profundamente.

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em Ter 20 Mar 2018, 21:16

Hm, bom, talvez ela veja o seu valor lhe perdendo por algum tempo. - Finalizei; não queria continuar num assunto que não tinha noção. Aguardava Juan terminar sua refeição, se é que já não tinha o feito, para dar o fora dali. Quando todos os afazeres estivessem feitos e nada me impedisse de sair dali, rumaria de volta ao porto curiosa se meu pedido havia sido acatado e se minha tripulação estaria fazendo o ordenado.

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em Sab 24 Mar 2018, 23:00

Após a frase da capitã, o homem deu um suspiro profundo enquanto dava as últimas garfadas, após terminar de comer, houve por alguns segundos um silêncio fúnebre que foi quebrar por Ed pedindo a conta para a garçonete, está veio entregou a ele um papel, e o homem retirou um maço grande de notas do bolso e e enquanto se levantava disse entregando a jovem:

- Aqui está, pode ficar com o restante como gorjeta pelo bom serviço prestado.

Os olhos da garçonete brilharam com a enorme gorjeta dada pelo marinheiro:

- Muito obrigado meu senhor.

Ed chamou Juan da mesa e dirigiu-se a capitã:

- Estarem esperando você para zarpar.

Úrsula saiu dali e enquanto rumava ao Porto junto com Ed e juan foi abordada por um marinheiro que carregava um papel timbrado:


- Você é Úrsula Rodrigues? O almirante acatou seu pedido aqui está o que você precisa.

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em Qua 04 Abr 2018, 22:12

Ótimo. - Em um breve momento pensei alto, conforme pegava o papel e puxava-o até mim conforme o lia para confirmar se estava tudo em ordem. Caso não houvesse nenhum outro relato, continuaria meu caminho até o porto. Esperava que uma vez já conversado com o Almirante, o superior estaria me aguardando nas proximidades do Navio para algumas últimas palavras, se é que fossem necessárias.

Caso não estivesse por lá, cessaria o movimento brevemente conforme desviava meu olhar ao Ed. - Comunique para os homens lá de cima que estamos nos preparando para zarpar, confirme que não hajam coisas que me faltem ser ditas antes de estarmos em auto-mar. - Ditei ao homem.

Feito o pedido e caso não houvesse empecilhos, continuaria meu rumo até o Galeão. Em específico, até minha tripulação; esperava encontrá-los ou do lado de fora do navio ou dentro dele finalizando as inspeções. Em todo caso, dirigia-me á Juan. - É tolice perguntar á um bêbado, mas você sabe quem é meu contra-mestre nesta tripulação? Preciso de alguém responsável por vocês para conversar alguns pontos.

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