Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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em Ter 11 Jul 2017, 12:00

“Chispem, campanhas, e tratem de içar todo o pano!
Se aquela nau de guerra nos pegar, as sereias vão
cantar nossos ossos antes do fim do dia!”
Supostas últimas palavras do
capitão Aaron Guy, pirata avaloniano

Centenas de piratas singram os Sete Mares, mas cinco bandos bem conhecidos são os mais famigerados.

Os Bucaneiros de La Bucca
Antiga ilha prisional bem ao largo da costa castilhana, La Bucca se transformou numa chama de liberdade que atrai todo tipo de gente. Os prisioneiros de La Bucca – hoje chamados de os Bucaneiros – recuperaram a liberdade perdida, surrupiando-a das garras de seus carcereiros ao encenar uma falsa epidemia da peste, que lhes permitiu capturar a ilha em meio ao pânico que se seguiu.

Os boatos sobre os saqueadores da ilha acabaram levando castilhanos, vodatianos e vesteneses a enviar navios de guerra, um de cada nação, o que levou a um impasse quádruplo. Os três capitães estrangeiros viram seu suprimento de água doce desaparecer inesperadamente – há quem diga que foi sabotado por feitiçaria ou truques ardilosos – e, quando o líder dos Bucaneiros ofereceu a vodatianos, castilhanos e vesteneses a opção de assinar um tratado ou morrer de sede, os comandantes estrangeiros capitularam.

O líder dos Bucaneiros é um homem chamado Allende. Graças a algumas “ocorrências extraordinárias”, segundo se diz, muitos acreditam que ele seja um feiticeiro. Por exemplo, um guarda da prisão conta que encostou um pistola no peito de Allende e apertou o gatilho. Ele viu Allende tombar de costas e, em seguida, voltar a se levantar, perfeitamente ileso. Allende e seus Bucaneiros hoje recebem todas as esquadras de braços abertos ou a fio de espada.

Todos que avistam a ilha têm liberdade para atracar em suas angras seguras. Ali encontram água doce, carne de porco moqueada, comércio livre de mercadorias e segredos, além de um bando de bucaneiros prontos para assinar as cartas de corso de quem quiser contratá-los. Para além do horizonte de La Bucca, em toda a Théah e no Novo Mundo, esses mesmos bucaneiros percorrem as ondas, com as facas sempre afiadas e os canhões preparados, de olho nos navios cujos nomes não aparecem em suas inúmeras cartas de corso.

A Caveira Carmim
Este “grupo” de piratas é formado por um único navio, chamado a Caveira Carmim. São criminosos brutais e sanguinários, liderados por um capitão igualmente temível. Não oferecem clemência às suas vítimas e nunca fazem prisioneiros. Os piratas simplesmente atacam e matam todos que encontram. Os navios que levam artefatos syrneth parecem correr maior perigo, como se a tripulação da Caveira Carmim pressentise a presença desses objetos.

O único relato a respeito desses piratas feito por uma testemunha ocular vem do capitão da nau Amada de Sua Excelência, um bergantim mercante que conseguiu escapar da Caveira Carmim depois de um outro navio de sua flotilha, o Cão Gris, ter sido saqueado. No combate, os piratas usaram artefatos estranhos, possivelmente de origem syrneth. O capitão era um homem alto, de cabelos negros e encaracolados, a brandir uma estranha segadeira que cortava a carne e a madeira das embarcações com a mesma facilidade.

Enquanto a Amada se afastava, em pânico, o capitão misterioso berrava: “Fujam, seus cães, e digam ao mundo que viram a Caveira Carmim e o capitão Reis! Da próxima vez que nos encontrarmos, vou rachá-los todos da cabeça aos pés!”. O capitão do bergantim ficou tão aflito com essa ameaça que se aposentou e nunca mais quis sair ao mar. Pelo jeito, seu pressentimento estava correto: em menos de um mês, seu antigo navio desapareceria no mar. O capitão seria encontrado em seu estúdio uma semana mais tarde, partido ao meio por alguma arma terrível. Na parede, escrita com sangue, uma palavra: “Reis”.

A rainha Elaine de Avalon ofereceu uma recompensa de 8 mil guilders a quem lhe trouxesse uma prova de que Reis estaria morto. Presume-se que essa prova inclua sua extraodinária segadeira.

A Irmandade da Costa
A princípio, a Irmandade da Costa era um bando de piratas e contrabandistas desesperados que se organizaram em resposta aos cruéis caçadores de piratas conhecidos como a Esquadra da Mancha Negra: piratas, assassinos e salteadores desumanos, pagos pela nobreza castilhana para localizar e abater sua própria gente.

Os primeiros integrantes da Irmandade, todos vítimas da cruzada implacável dos Manchas Negras, uniram forças e assinaram um estatuto de proteção mútua. Sob o comando de seu primeiro rei – o lendário capitão Roberts –, a Irmandade derrotou seus inimigos e salvou os mares das tramas dos nobres castilhanos. Hoje, cada navio da Irmandade é um estado: as tripulações elegem os capitães como representantes de uma República Pirata livre. Mas todos sabem que sua república teria se desfeito ao vento não fosse o Pirata Cavalheiro, capitão Gosse. Famoso por sua cortesia, Gosse foi eleito rei dos piratas depois que o próprio Devil Jonah matou o capitão Roberts. Gosse trabalhou sem descanso para criar um alicerce permanente para a Irmandade, aí se aposentou, arranjando tudo para que a capitã Bonaventura conquistasse os votos necessários para se tornar rainha.

A capitã Bonaventura – rainha da Irmandade da Costa – declarou guerra ao mundo desde que obteve a coroa. Se os governantes de Théah se recusarem a reconhecer a Irmandade, a organização continuará a tomar suas embarcações, cargas e vidas.

Os Lobos do Mar
Operando ao largo das costas setentrional e ocidental de Théah, os Lobos do Mar concentram seus ataques nos navios montenhos e castilhanos. Esses piratas velejam em chalupas pequenas e manobráveis e nunca incomodam as embarcações avalonianas. Há quem diga que existe uma relação entre esses homens e a rainha Elaine, mas ela nega patrocinar os Lobos do Mar. Os soberanos de outros países não acreditam em sua sinceridade.

Vários Lobos do Mar agem independentemente uns dos outros, ao que tudo indica, mas o mais famoso deles é Jeremiah Berek, o capitão da Aurora Negra. O capitão Berek é um homem bonito e vistoso, e sua tripulação está disposta a segui-lo até o Abismo. Comentários cínicos de outros capitães sugerem que Berek usa o Glamour para cultivar a lealdade de seus homens, mas não há prova alguma de que ele faça tal coisa.

O capitão Berek e outros Lobos do Mar apareceram durante a batalha com a Armada Castilhana. A engenhosidade e a liderança de Berek no decorrer do combate contribuíram incomensuravelmente para a vitória de Avalon. Isso só reforça as alegações de que ele trabalha para a rainha Elaine.

Os Rapineiros Vesteneses
Os Rapineiros vesteneses assombram os mares de Théah e atacam todos os navios mercantes que cruzam seu caminho. Os Rapineiros, que costumam sair dos nevoeiros densos e enregelantes em seus dracares movidos a remos para surpreender os mercadores desavisados, têm à sua disposição os poderes dos escaldos de Vestenmennavenjar e arrojados mercenários aisenianos. Para os mercadores, poucas coisas são mais aterradoras que o toque constante de seus tambores graves, que marcam o ritmo dos remos enquanto as velas de sua presa se esvaziam.

Ao surgir no horizonte, os Rapineiros Vesteneses fazem soar três vezes uma corneta. A presa, então, tem duas opções: baixar as velas e se render... ou lutar até o último marujo. Os vesteneses não gostam de fazer prisioneiros, pois a tripulação dos barcos é mais confiável no manejo dos remos do que um bando de escravos agrilhoados. Contudo, apesar dessa política de “não fazer prisioneiros”, os vesteneses tomam o cuidado de deixar um sobrevivente em cada tripulação que lhes dá combate, para espalhar aos quatro ventos a história de seus feitos.

Começaram a circular narrativas histéricas sobre navios com figuras de proa cobertas de runas e que cospem relâmpagos, sobre Rapineiros tomados pelo frenesi da batalha, portando elmos adornados com chifres e ignorando pancadas que deveriam tê-los deixado mortos no chão. Os mercadores sensatos ignoram esses contos estimulados pelo rum, mas não resta dúvida de que os Rapineiros Vesteneses representam uma ameaça grave a todos os navios mercantes que não estão a serviço da Liga de Vendel.

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