Seven Seas

Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Dom 27 Ago 2017, 15:53

Cada tripulação tem um contrato único que providencia guias de comportamento, divisão dos espólios e punições. Cada membro da tripulação assina ou jura manter o contrato com um ritual. Alguns usam uma caveira humana ou pistolas cruzadas, e outros até colocam os membros da tripulação para sentar no canhão mais velho do navio. O ritual varia de contrato para contrato.

Independentemente, cada membro assina co Contrato. Sempre. Sem exceções. Seria uma azar horrível navegar no mar aberto com membros que ainda não assinaram o mais importante documento do navio. Em alguns casos algumas assinaturas são anotadas sob pressão. Isso pode salvar esses membros da forca se o navio e a tripulação dorem capturads. Membros habilidosos, como médicos e carpinteiros, são muitas vezes garantidos uma dispensa especial quando assinando um Contrato; se suas habilidades são desesperadamente necessárioas, eles podem algumas vezes encontrar um acordo com o resto da tripulação.

O Código do Pirata
Muitas tripulações piratas vão além de um contrato simples para fazer uso do código pirata, um contrato específico assinado pelo Capitão González e o Diabo Jonah. Todos os piratas, em algum ponto, sentem-se ligados a essas tradições, mas nem todas as tripulações desejam seguir os antigos métodos quando se diz em jurar um ritual.

Dito isso, o Código Pirata é algo maior que apenas superstição. Mãe Oceano irá favorecer aqueles que manterem o Código e aqueles que trais o Código terão o olhar do Diabo Jonah sob ele. Se comprometer ao Código Pirata é uma ação que não deve ser considerada leviana. Isso pode levar um marujo a forca se for pego, mas pode garantir fortunas inimagináveis. Piratas são um bando supersticioso, com muitos contos e taboos.
O código pirata, como codificado no Contrato original, contêm três princípios: o Momento da Verdade, Negociação e o Voto para Capitão.

O Código Original

Nós piratas, servos da Mãe Oceano, cumprimos o seguinte Código, se desonrarmos Mãe Oceano e amaldiçoar nossos irmãos que a má sorte caia enquanto estivermos em suas águas.

I. No momento da verdade, mostre suas verdadeiras cores. Se perguntado, admita que você é uma pirata, pois se você negar o código, o código irá nega-lo. Quando você começar o ataque, remova qualquer cor falsa que estiver usando e mostre suas verdadeiras cores.
II. Nunca recuse a tripulação o voto para Capitão. Quando a tripulação está contra a alão proposta pelo Capitão, eles podem convocar um único voto por um novo Capitão, ou o capitão pode conceder a demanda deles.
III. Negociação. Nunca recuse negócios com qualquer grupo que peça por isso. Nós somos Irmãos e Irmãs do mar.
IV. Não veleje quando o amanhecer for vermelho. Um nascer do sol vermelho é um aviso da mãe oceano para ficar em casa em segurança ou enfrentar a sua fúria.
V. Não irrite os cidadãos do mar. O mar é a cada deles e você é o visitante.
VI. Dê o primeiro tesouro de um prêmio para Mãe Oceano. Ela será a fonte de todas as suas recompensas e não podemos ignora-la.
VII. Ese puxar um marujo do mar quando está calmo, pague ao mar uma recompensa de igual valor.
VIII. Não volte por um marujo que caiu ao mar em uma tempestade. Mãe Oceano e reivindicou e resgata-lo só servirá para irritá-la e trazer sua fúria para o navio.
IX. Não salve um marujo ao mar. Isso seria má sorte e vai traze-la a bordo do seu navio.

Irmandade da Costa

Cada navio da Irmandade da Costa carrega uma cópia do Primeiro Contrato, apesar de que cada tripulação possa adicionar seus próprios artigos tornando algo único para seu navio e objetivo. Artigos comuns incluem como oficiais e marinheiros devem se comportar a bordo. Resolução de disputas, duração das vigias e turnos, e até mesmo proibir apostar a bordo do navio. Cada membro da tripulação assina o contrato com seu próprio sangue.

Contrato da Irmandade
I. Todos tem direito a voto nos assuntos do navio, direitos iguais às provisões e bebidas e podem usa a seu prazer, a menos que escassez torne necessário votar para racionar comida.
II. Cada membro deve ser colocado justamente em turnos, por listagem, para trabalhar a bordo.
III. Se alguém enganar a Irmandade ao valor do Guilder no saque, será jogado ao mar como punição.
IV. Nenhuma pessoa a bordo pode jogar cartas ou dado por dinheiro.
V. Todos a bordo de um navio capturado devem ser soltos e determinar entre eles o curso que sua embarcação irá depois de saqueada.
VI. Ninguém pode ser ferido se escolheu se render sem violência
VII. Cada membro deve manter seus pertences, pistolas e armas limpas e aptas pra o serviço.
VIII. Abandonar o navio ou alojamentos em batalha é punido com morte ou andar na prancha.
IX. Sem atacar uns aos outros a bordo, mas qualquer disput deve ser resolvida em terra de forma justa, com punhos, ou espadas ou pistolas.
X. Se em serviço da Irmandade, qualquer membro que perder uma parte do corpo ou se tornar alejado deve receber 600 Guilders, ou 500 Guilders por um membro ou 100 Guilders por um olho ou dedo.
XI. O capitão e o Imediato recebem duas partes, o timoneiro, contrameste e o artilheiro recebem uma parte e meia e os outros oficiais uma parte e um quarto.

Os Piratas Carmesim
Os temíveis Piratas Carmesim também carregam um Contrato. O Pacto deles é escrito na pele de alguém já até esquecido, suas costas agindo como a tela, marcado com artigos e coberto de digitais em sangue. O Pacto é simples. Jure lealdade a Capitã Reis tanto na vida quanto na morte e os espólios do mar serão seus. É dito que a Capitã Reis exigiu a inclusão de um último artigo. "Caso perecer a serviço da Capitã, sua família recebera sua parte mais uma quantidade igual ao seu serviço a capitã."

O Pacto do Pirata Carmesim
Nós, a tripulação dos Piratas Carmesim, juramos lealdade a Capitã Reis na vida e na morte. Se nós trairmos ou desobedece-la, que nossas almas queimem no mais escuro poço do Abismo para sempre. Nos iremos fazer o que ela comandar sem hesitação, até mesmo se ela colocar nossas vidas em perigos, pois as suas ordens são para o bem da tripulação. Em troca disso, Eu, Capitã Reis, prometo uma parte justa no saque, que vocês não serão punidos sem razão, e que sua família receberá sua parte caso você seja morto cumprimento do dever.

Carta de Corso de La Bucca
Os bucaneiros frequentemente carregam consigo uma Carta de Corso. Essas tripulações são reconhecidas como corsários. Uma Carta de Corso providencia um apoio do estado para tomar o tesouro de embarcações inimigas. É uma fina tentativa de tentar ser legítimo. Tripulações podem ter múltiplas Cartas de outras nações, trocando elas dependendo das cores que um navio inimigo aparece. Os embaixadores teanos residindo em La Bucca assinam esses decretos e cartas assim como despachantes negociam por tesouros e bens retornados a La Bucca. Regras específicas a respeito de engajar navios a menos de um dia de navegação da ilha também estão incluídos, assim como a neutralidade reconhecida de La Bucca. Cartas de Corso contêm linguagem específica a respeito da validade e comportamento da Tripulação. As Nações de Théah providenciam Cartas de Corso para corsários navegando nos portos de Théah também, apesar de que a grande maioria das Cartas são assinadas em La Bucca.

Jaragua
As tripulações que zarpam das costas de Jaragua juram a um Contrato específico. Os mawons são uma organização informal fundada no princípio de liberdade, uma filosofia que você encontra refletida nos artigos de seu Contrato. Tripulações Mawon não mostram piedade a embarcações que carregam escravos ou pessoas em servidão. Escravos libertos são dados a escolha de se juntar a tripulação, assim como uma parte justa do tesouro saqueado do navio que estava. Essas tripulações frequentemente são uma chance de nova vida e oportunidade de aprender novas habilidades longe de casa. Desde que a liberdade de Jaragua foi garantida, o número de tripulações Mawon cresceu dramaticamente. A Companhia de Trocas Atabeana tem ordens de destruir embarcações Mawon se avistadas, mas até agora teve pouca sorte em acabar com os homens e mulheres que zarpam de Jaragua.

O Contrato Mawon
I. Cada Homem e Mulher ganham uma parte igual da recompensa. Ao capitão é permitido duas partes. Oficiais uma parte e meia. Aquele que avistar o Alvo primeiro pode escolher primeiro algo pequeno ou o equivalente em Guilders.
II. Nenhum Homem ou Mulher independente da origem deve ser tomado como recompensa. Se alguém é escravizado, contratado ou servo em um Alvo, eles devem ser libertos e dado uma porção justa do tesouro para começar uma nova vida de Liberdade.
III. Um Homem ou Mulher escravizado, contratado ou em servidão pode escolher se juntar a Tripulaão, mas deve jurar a esse Contrato. Se eles escolherem não se juntarem a Tripulação, eles serão transportados a um Porto Seguro e passados a alguém de confiança para serem livres.
IV. Nenhum Homem ou Mulher é permitido apostar a bordo do navio enquanto estiver no mar. A punição é um turno adicional e uma perda de parte considerável ditada pelo Imediato.
V. Cada Homem e Mulher que assinou esse contrato é permitido a votar em assuntos no que diz respeito ao bem estar do Navio, desde que a embarcação não esteja enfrentando um inimigo, nessa hora a palavra do Capitão é Lei até o final do embate.
VI. Todos os Homens e Mulheres devem ser Justos e Honestos, e Oficiais devem ser exemplos dessas virtudes. Liderar é um dádiva cedida por aqueles que te seguem e pode ser revogado se abusado. Revogar um cargo é decidido por dois votos. O inicial de colegas oficiais, e a maioria da tripulação. O oficial infrator não deve ser punido a menos que suas ações ditem o contrário.

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