Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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em Seg 29 Jan 2018, 10:04

Tribos do 8º Mar
(Escolha 1: +1 Vigor ou +1 Determinação)


"Tudo do Império é do Mar. Todas as raízes
de árvores levam de volta ao deserto."
Antigo provérbio tribal

Ninguém pode sobreviver ao deserto escaldante do 8º Mar... Exceto as Tribos. Datados desde a época dos primeiros povos, tribos tem vivido no 8º Mar. A antiga sociedade Katab cresceu nessa terra e se espalhou para cada costa do agora Império do Crescente. Seu idioma é usado até hoje; seus costumes, rituais, ideais foram nascidos do deserto e as Tribos se lembram disso.

Com areias escaldantes e caprichosos Djinn, as Tribos do 8º Mar vivem iguais ao que seus ancestrais viviam. Ajudando a levar outros Alwarithli poelo Mar de ponta a ponta, água para areia, as Tribos sabem que o império não pode manter controle do vasto deserto sem eles, e nenhuma sábia imperatriz esquece desse fato.

O 8º Mar é repleto com inúmeras tribos pequenas, mas as três maiores decidem o rumo do poder no Mar — o Quabilat al-Jamal, a Tribo do Camelo; o Quabilat al-Hisan, a Tribo do Cavalo; e o Quabilat al-Thi'b, a Tribo do Lobo. As três tribos principais do 8º Mar tipicamente se confinam em suas próprias terras, mas a atividade recente dos Djinn e a fúria de Saghira, a grande serpente do deserto, tem perturbado a delicada paz que eles vivem.

Eventos Atuais

Al-Thi'b se encontram depostos de suas terras por Saghira, prole de Gōčihr — a serpente do deserto que dizem ter sua casa abaixo do 8º Mar. Saghira, com apenas um quilometro de comprimento, é minuscula em comparação com os contos de Gōčihr, e não gostou da descoberta do seu oásis favorito pelo al-Thi'b. Saghira enfurecida pelo ódio quando a tribo encontrou o Lago dos Mil Desejos, destruiu suas caravanas.

Os al-Thi'b se moveram para as terras dos al-Hisan, causando tensões já que a água é escassa e terras férteis são poucas. Ao mesmo tempo, a proximidade das duas tribos, que viveram com relativamente pouco contato, trouxeram algumas consequências indesejadas.

Obodas, o wali (plural "awliya"; líder) dos al-Hisan, estabeleceu sua tenda na terra que agora sobrepõe com a dos al-Thi'b. Ele esperou que os al-Thi'b não forçasse seus costumes e estabelecessem suas tendas longe dele. Se alguém coloca a tenda próximo de outro, é esperado que o mais forte proteja o mais fraco. Esse costume foi criado para mostrar caridade a poucas pessoas, não para a maioria da tribo. Entretanto um dos Xeiques de al-Thi'b, Mumtez, fez exatamente isso, e agora Obodas tem a responsabilidade de defender os membros do al-Thi'b em sua proximidade. O wali dos al-Thi'b, Abd ibn Alet, tem oficialmente repudiado a ação de seu povo, mas rumores dizem que a próxima vez que moverem suas tendas, um próximo líder surgirá entre as duas tribos.

Apesar de possuírem grande conhecimento em navegar o 8º Mar, al-Thi'b tem sido forçada a pedir ajuda a al-Jamal para atravessar as terras de Saghira. Para acrescentar à humilhação de pedir ajuda para evitar sua fúria, al-Thi'b também são forçados a compensar al-Jamal com as terras que eles desocuparam. Se al-Hisan se tornar ciente disso, eles podem buscar serem pagos também — ou guerra —pelos al-Thi'b por sua hospitalidade.

No meio de todas essas maquinações, Rahim, o filho de Mumtez, cresceu e conheceu o povo de al-Hisan dentro de sua vizinhança, e apesar de se esforçar, ele se apaixonou com Jamila, a filha única de Obodas. Separados por tribo e religião, eles parecem destinados a se separarficarem longe. Rahim, entretanto, está determinado a secretamente se converter a Ahurayasna para que possa se casar com Jamila. Ele tem visto a tolice de seguir al-Din em uma terra cheia de deuses antigos. Ele também viu a hipocrisia de seu pai e irmãos enquanto eles manipulam costumes para conseguirem o que quer. Ainda está para ver se Mumtez colocará suas ambições acima da vida de seu próprio filho.

No meio dessas pressões internas, as Tribos devem navegar intriga do resto do império. Persis tem secretamente feito campanha entre as três maiores tribos para ajudar a derrubar a imperatriz. Al-Thi'b pode ser os aliados ideias, devido a seu relacionamento histórico, mas até mesmo eles questionam se é sabia se mover contra ela. Além disso, eles estão mais focados em al-Hisan do que o império.

Por sua vez, al-Hisan sempre estão a postos para juntar aos ranques do exército Alwarithli... pelo preço certo. Apesar de não fazer parte de um exército permanente, al-Hisan recebe uma bolsa da coroa em caso deles precisarem ir à guerra. Por causa disso, al-Hisan são geralmente leais a imperatriz, mas eles eram tão leais quanto com o irmão dela. No final, al-Hisan pode escolher novamente se manter neutro, a não ser que um lado pague mais que o outro.

A última tribo, al-Jamal, pode se provar a mais crítica. Se Persis se move, eles podem passar pelas terras de al-Jamal, exigindo sua escolta. Seu papel em um golpe de estado em potencial depende inteiramente do resultado das tensões entre al-Hisan e Al-Thi'b. Uma carta na mesa ainda permanece. As três tribos acreditam que uma delas possui um segredo: a localização do Imperador Istani. Quando ele desapareceu no 8º Mar, ele foi em direção as terras dos al-Thi'b que foram usurpadas por Saghira. Membros persistentes de al-Thi'b podem ter acolhido ele, ou al-Jamal podem ter descoberto ele ao tomar pedaços de terra. Istani também pode ter arranjado um encontro com os leais al-Hisan em caso de emergência. Se o imperador vive ou não, e com quem, é um segredo que talvez apenas um wali conheça.

História

As tribos do 8º Mar batalham para ganahr dinheiro na ponta da civilização, mas nem sempre foi assim. No passado distante, um clima mais úmido permitia uma região mais temperada. Gazelas, cavalos e avestruzes eram muitos. Grama nascia em volta de lagos agora secos. E em meio a essa relativa abundância, as primeiras tribos, os fundadores da cultura Katab, se juntavam em cidades e vilarejos, criando sistemas hídricos e inovando as rotas de comércio que seus descendentes agora dependem.

Apesar do clima úmido, os antigos Katabi talvez não tivessem sobrevivido ao deserto se eles não tivessem domesticado o camelo. "A nau do deserto", o camelo pode sobreviver ao calor por cinco dias sem água e pode frequentemente saciar sua cede comendo plantas na natureza. Com o camelo, os katabi forjaram caminhos pelo deserto, cavando os poços que permanecem até hoje. Eles conectaram oásis, estimulando o comércio e acesso a comida. Novas cidades cresceram no caminho das rotas de comércio, e o povo tribal criativamente coletou água para a população crescente.

Raqmu

Raqmu (RAK-mu) provou se a apoteose dessa habilidade. Entalhada em pedra bruta, Raqmu serviu como a antiga capita para os katabi. Localizada no caminho das rotas comerciais, o vale providenciava um alívio defensivo dos desafios do deserto. Os antigos criaram aquedutos e outros feitos da engenharia para pegar água de inundações, tornando o deserto rochoso em um oásis artificial. Alguns submetiam a agricultura, e os resultados do comércio tornaram o katabi uma força a ser reconhecida por toda a região. Contudo, os katabi não estavam sozinho no deserto. Os espíritos também caminhavam entre eles e ordenavam reverência. Raqmu se tornou o centro de adorações, com templos aos deuses.

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em Seg 29 Jan 2018, 16:47

A Chegada das Grandes Tribos

Após esse período de força, Raqmu caiu em declínio no primeiro e segundo século, enquanto Persis ganhava poder. As chuvas no deserto diminuíram, e a água a qual Raqmu dependia falhou. A agricultura morreu, e a grandiosidade dos Katab se tornou uma memória. Eles se dividiram em tribos e retornaram ao nomadismo.

Alguns dizem, que o sucesso de Raqmu que o levou para baixo. O povo se tornou arrogante em sua prosperidade e não realizou os rituais para os deuses. Os Djinn retaliaram, trazendo infortúnio para as Tribos. Na verdade, uma pessoa de al-Hisan acredita que os ancestrais dos Quabilat al-Jamal se desviaram do caminho dos deuses. Ele aponta que al-Jamal dependia de comércio e navegação, assim como o povoado falho em Raqmu. Além disso, as pedras em Raqmu mostram rachaduras em templos e túmulos. Ele acredita que as magias dos deuses atingiu a cidade, expulsando as tribos katab de lá. Ele cita esse momento como a cisma que separou o Quabilat al-Jamal de outras tribos.

Uma pessoa da tribo de al-Jamal afirma que a separação aconteceu mais tarde no quinto século, devido a influência de Persis. O cavalo tem sido uma parte da existência da tribo, frequentemente usado em casos de guerra. A dessecação do deserto e o esforço para encontrar água e comida levou algumas pessoas ao banditismo. Eles começaram a atacar oásis que ainda sobreviviam, assim como vizinhos na antiga Ashur e Sarmion. As tribos, uma vez conhecidas por comerciantes pacíficos, agora recebiam uma reputação totalmente diferente. Eles atacavam caravanas, roubando o que podiam, e rapidamente galopavam de volta para o 8º Mar. Tribos saqueando tribos. Ele acredita que seu povo se separou das tribos principais para formar o Quabilat al-Jamal, escolhendo continuar a focar em comércio pacífico no lugar de terror e guerra.

Membros do al-Hisan também acreditam que o Império Haxāmanišiya, em busca de expandir seu poder, subornou as tribos na fronteira para se juntarem. Enquanto o império espalhava sua influência, esquadrões de cavalaria tribal marchava em seus ranques do exército. As tribos ganharam mais do que essa reputação na guerra. Uma nova era de relativa prosperidade varreu o 8º Mar. Com moeda persa, o Quabilat al-Hisan construiu acampamentos de caça no deserto. A nobreza de Persis viajava para participar de caças de gazelas nas planícies semidesertas, assim como muitos aqliya, líderes de Tribos.

Chegada de Novos Deuses

Enquanto o deserto se tornava ainda mais inabitável devido ao agravamento do clima, outra mudança tornou o 8º Mar ainda mais agourento para aqueles de fora da Tribo. Com o prevalecimento de al-Din espalhado por todas as áreas do Império do Crescente, os Djinn, uma vez venerados como deuses por toda a região, perderam sua idolatria. Esses chamados deuses buscaram fiéias na única terra que eles ainda tinham domínio: o 8º Mar.

A presença deles transformou o deserto mais uma vez. Ao sul da pedra de Raqmu, uma batalha entre ginnayê e os afārīt tornaram o deserto negro. Rochas vulcanicas e areia enegrecida agora predominam, com pedras pontiagudas tornando traiçoeiro até para camelos atravessarem. Djinn de todos os tipos assombram os alojamentos de caça do Deserto Negro e atormentam viajantes. Um tribal, mesmo seguindo al-Din, aprende os truques para espanta-los. Mesmo assim, ninguém nunca sai da trilha demarcada tão facilmente.

Uma Nova Fé

Esse período coincidiu com a propagação de al-Din, mas as tribos carregaram a religião sem aceita-la. Apenas aqueles como guarda-costas especiais do Xá, e que receberam acesso às poucas mesquitas persas eventualmente se converteram e aceitaram a fé. Eles até mesmo se estabeleceram em Persis, mas logo a cisma ocorreu.

Parte da tribo acreditava em seguir o decadente estilo de vida persa, enquanto outros acreditavam que o modo persa só levaria a amolecer a triboe a linhagem. Diversos líderes retornaram ao 8º Mar. Esses pródigos são os ancestrais do Quabilat al-Thi'b, apesar deles afirmarem que a linhagem de seu povo foi quem construiu os alojamentos de caça.

Como Anatol Ayh venceu em força, a habilidade de Persis em comprar a lealdade das Tribos diminuiu. Enquanto isso, o deserto ficou ainda mais seco, tornando incrivelmente difícil de manter as caçadas no deserto. Persis deixou sua influência sobre as Tribos ficar em controle nominal.

Hoje, diversas tribos desdobram ao 8º mar, mas apenas três governam. As três tribos geralmente participam em batalhas e intrigas do império em troca de moeda. Na verdade, a neutralidade das Tribos na jornada da imperatriz para depor seu irmão apenas foi segurada quando suas forças interceptaram pagamentos de Istani para as Tribos.

Governo

As Tribos servem sob a bandeira do império do Crescente, mas elas funcionam mais como estados aliados. Apesar de devagar para reagir quando o império invade países vizinhos, a não ser que dinheiro esteja envolvido, eles não se intrometem quando o império estão sendo atacados por forças exteriores. Onde um membro de sua "família extensa" está envolvido, as tribos são os guerreiros mais ferozes.

Um wali está na liderança de cada tribo. Assim como o Bei, o wali arbitra qualquer disputa dentro da tribo, desde direitos por água e trocas de cameço até casamento, divórcio e veneração. O papel é muitas vezes hereditário e o herdeiro é escolhido pelo wali atual. Em al-Hisan, hereditariedade do ofício pode ser anulado se outro desafiar com sucesso o novo wali em sua maestria com cavalos. Em um dia mediano, um wali apenas ordena sua própria vizinhança ou família extensa, se movendo com as estações assim como o resto da sua tribo. Por isso ele é rarmente visto por toda a tribo, por isso uma visita do wali pede por um grande mansef (um prato delicioso de carne cozida) para ser feito em sua honra. Um tribal na vizinhança muitas vezes toma esse momento para tentar petições e apelos para resolver qualquer problemas que ele enfrente. O tempo para fazer esses apelos são limitados por costumes e realidade, e ganhando a atenção do wali pode involver fazer acordos com seu anfitrião para garantir uma audiência.

Abixo do wali existe uma mudança contínua de líderes vizinhos, chamados Xeiques. Um membro tribal escolhe sua tenda e se move para uma nova localização rotineiramente, embaralhando as tendas que estão nas proximidades. QUando uma coleção de tendas existem com a distância do arremesso de uma lança, elas se tornam conectadas em um grupo de defesa. Um Xeique emerge como líder de sua vizinhança, normalmente escolhido por senioridade e experiência.

O Xeique é responsável por garantir a segurança do grupo, seja de invasores, clima adverso ou de Djinn que vagam pelo 8º Mar. Se duas vizinhanças com Xeique se tornam conectadas por uma Tenda com a distância de um arremesso de lança de ambos os grupos, eles se tornam um grupo extenso com um Xeique. A inconveniência de forçar essa responsabilidade em um Xeique geralmente previne vizinhanças estendidas de se formarem.

Assim como o wali, o Xeique resolve conflitos na vizinhança com rapidez e com cuidado para preservar as tradições e a vizinhança sobre qualquer regra ou lei. Ele passa o julgamente com a ideia de que o ofensor vai se manter no grupo. Entretanto, o wali pode também promulgar julgamentos, então um tribal pode desejar evitar seu próprio Xeique. Já que um wali não é necessário ouvir qualquer petição, chegar até ele muitas vezes envolve ardil e fazer apelos baseados na emoção.

Punições podem incluir pagamento em comida ou camelos, exílio no deserto ou um tipo de servidão por uma período assim como a lei Alwarithli, apesar da última sentença ser usada mais comumente por um wali do que por um Xeique. A maioria das leis tribais modernas seguem as regras do império, mas são simplesmente administrada pelos 'awliya' e xeiques.

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em Ter 30 Jan 2018, 11:25

O Festival dos Ahura

Os 'awliya' também se encontram uma vez por ano em Raqmu para resolver qualquer problemas, durante o Festival dos Ahura. Enquanto os membros da tribo acampam perto das antigas ruínas, os 'awliya' e seus entes mais próximos se reúnem para um dia longo de reunião. Eles passam metade do dia participando de rituais e recitais de poesia e costumes sociais para fortalecer seus laços. Eles então discutem suas diferenças, sobre direitos por água, comércio, pensão do divórcio, relações com os Djinn e problemas comuns do 8º Mar.

Desde que os Djinn abandonaram as terras povoadas onde al-Din prevaleceu, muitos chegaram ao 8º Mar. Eles habitam as paredes de pedras durante o festival. Usuários de magia servem como oráculos, interpretando seus desejos e ajudando com os procedimentos. Entretanto, esses oráculos não estão além de serem influenciados por pedidos privativos ou explorar contatos sociais por trás das cenas.

Enquanto essa reunião acontece dentro das ruínas, fora dela ocorre comércio, de materiais, parceiros e rumores do Império do Crescente. Muito da espionagem por parte das Tribos, mas também por parte das Nações do império, acontece aqui. Alianças se formam e acabam entre as tendas a cada ano do festival.

Asya bint Faatin al-Masri, uma proeminente capitã da tribo costeira al-Marsi, tem um importante papel no festival desse ano. Um dos piores segredos de sua tribo é que a jovem capitã contrabandeia sortílegas para fora de Vodacce, e esse ano seu navio possui um carregamento especial. Greta Schiavone, uma sortílega idosa fugindo de sua casa, que concordou em usar sua magia para encontrar um modo de derrotar a temível Sarghira para os al-Thi'b. Agora, tudo que Asya tem que fazer é desviar de qualquer pirata da costa e fazer a longa viagem da costa até o deserto para entregar Greta ao festival, o que é mais fácil dizer do que fazer.

Religião

Todas as Tribos antigamente seguiam Ahurayasna. Por séculos, eles usavam os festivais sazonais como deixa para aproveitar a mudança de clima e mover suas tendas. O maior desses festivais, o do Ahura, celebra os Djinn com banquetes, façanhas com fogo e procissões aos locais sagrados: as ruínas dos templos. Templos improvisados, repletos pelo deserto, frequentemente perto de poços, dão aos membos tribais a oportunidade de facilmente fazer oferendas e rezar enquanto viajam. Essas oferendas tem se tornado importantíssimas com a presença dos Djinn, e até alguns al-Thi'b seguidores de al-Din tem deixado presentes, apenas por precaução.

As Tribos combinam a aprender a navegar o deserto com aprender o conto dos Djinn. Para um Tribal, uma formação rochosa incomum representa Sanaea e seu cavalo no local onde ele avistou sua esposa, al-Iza, pela primeira vez. O próximo poço contém um pequeno templo para al-Iza, marcando onde ela pousou pela primeira vez no deserto. A história dos Ahurayasna está escrita nas areias... e também nas estrelas. Quando a noite cai, o Tribal pode ler uma nova história, a qual o conecta com os espíritos e ajuda ele a encontrar seu caminho para casa. Até mesmo um membro do al-Thi'b aprende as antigas histórias para atravessar o deserto. Contudo, as Tribos que seguem Ahurayasna esforçam-se para parar e reconhecer o nascer e o pôr do sol.

Nessa mistura, um membro do al-Thi'b, e um das muitas tribos menores que abraçaram al-Din, se encontram em uma desvantagem distinta. Para continuar fiéis a al-Din, ele deve ignorar os rituais que muitos membros tribais secretamente acreditam mantê-los a salvo. Para rezar diariamente, ele esboça a parede de uma mesquita com pedras. Em vez de lavar as mãos antes de rezar, ela a lava com areia. Fazendo o seu melhor para adaptar sua fé ao deserto que chama de casa.

Culturas e Costumes

Um Tribal do 8º Mar sobrevive ao deserto devido ao seu conhecimento da terra e dos caminhos para os reservatórios escondidos de água. Ele mantêm um balanço precário entre a brutalidade do deserto e a responsabilidade de encontrar suas próprias necessidades. Ele ter feito tão bem por tanto tempo testemunha sua cultura e tradição, passada por séculos.

Sobrevivência

Para um leigo, o 8º Mar é um deserto ameaçador e inabitável. Para um membro tribal, o deserto possui uma infinidade de rastros, dotados com poços e termas improvisadas, conectando pessoas, comércio e antigas ruínas. Termas podem ser tão surpreendentes e naturais quanto uma nascente no meio de uma montanha, ou um cantil amarrado entre pedras para coletar o pouco de água da chuva que o deserto provê. Ele pode também conhecer os antigos aquedutos que ainda servem seu propósito. Mas domínio da água é apenas uma parte da equação no 8º Mar. Os Djinn, rejeitados pela surgimento dos Profetas, tomaram aqui como residência e trouxeram junto a influência de sua magia. Um tribal consegue prever o tempo, conhecendo que tipo de vendo possa soprar para trazer chuva, e qual possui feitiçaria.

As Tribos dependem de pastoreio para prover. Cada tribo se mantêm em suas próprias terras, se movendo pelas estações em um círculo. Eles rotacionam para explorar as melhores termas e arbustos que possam alimentar seu rebanho, muito parecido como um fazendeiro rotaciona plantações. Uma família se estabelece em um local até seu rebanho esgotar o pasto. Eles se movem para pastos mais verdes, apenas para retornar denovo no ano seguinte depois que os arbustos cresceram novamente.

Relações Tribais

Uma tribo não funciona como uma única unidade. Famílias se movem em seu próprio ritmo. Escolhendo a próxima localização para suas tendas requer ponderação não apenas em termos de clima e proximidade aos recursos, mas também proximidade a vizinhos. Qualquer tenda que estiver a um arremesso de lança de outra deve se juntar em um grupo tribal. Um Xeique pode ter mais responsabilidade se ele se estabelecer próximo demais de outro grupo, já que ele tem que protegem tanto seu próprio grupo assim como outro.

Responsabilidade para essa vizinhança não se estende apenas a família. Se um visitante ou viajante sofre um gerimento enquanto no território da tribo, a família tende a medicar e cuidar da pessoa. Se o dano foi severo o suficiente, um Xeique pode aceitar a pessoa em sua casa como se fosse um de sua família para cuidar dela pelo resto da vida.

Relações sociais entre as Tribo ecoam a importância da honra e costumes através do império. Ao se aproximar de uma tenda, um visitante deve parar alguns passos antes da entrada, sobre o pretexto de arrumar a sandália ou parar seu camelo, para que o chefe da casa possa sair e cumprimenta-lo. Enquanto um convidado é tratado como realeza, ele deve tomar cuidado para não explorar a hospitalidade do anfitrião. Tradicionalmente um convidado não permanece por mais de três dias. Ele deve evitar perguntar sobre algo que o anfitrião não expressou interesse em conversar. Em alguns casos, o anfitrião, ansioso para dar ao convidado o que ele quer, pode inventar histórias para contar.

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em Ter 30 Jan 2018, 11:26

O Festival dos Ahura

Os 'awliya' também se encontram uma vez por ano em Raqmu para resolver qualquer problemas, durante o Festival dos Ahura. Enquanto os membros da tribo acampam perto das antigas ruínas, os 'awliya' e seus entes mais próximos se reúnem para um dia longo de reunião. Eles passam metade do dia participando de rituais e recitais de poesia e costumes sociais para fortalecer seus laços. Eles então discutem suas diferenças, sobre direitos por água, comércio, pensão do divórcio, relações com os Djinn e problemas comuns do 8º Mar.

Desde que os Djinn abandonaram as terras povoadas onde al-Din prevaleceu, muitos chegaram ao 8º Mar. Eles habitam as paredes de pedras durante o festival. Usuários de magia servem como oráculos, interpretando seus desejos e ajudando com os procedimentos. Entretanto, esses oráculos não estão além de serem influenciados por pedidos privativos ou explorar contatos sociais por trás das cenas.

Enquanto essa reunião acontece dentro das ruínas, fora dela ocorre comércio, de materiais, parceiros e rumores do Império do Crescente. Muito da espionagem por parte das Tribos, mas também por parte das Nações do império, acontece aqui. Alianças se formam e acabam entre as tendas a cada ano do festival.

Asya bint Faatin al-Masri, uma proeminente capitã da tribo costeira al-Marsi, tem um importante papel no festival desse ano. Um dos piores segredos de sua tribo é que a jovem capitã contrabandeia sortílegas para fora de Vodacce, e esse ano seu navio possui um carregamento especial. Greta Schiavone, uma sortílega idosa fugindo de sua casa, que concordou em usar sua magia para encontrar um modo de derrotar a temível Sarghira para os al-Thi'b. Agora, tudo que Asya tem que fazer é desviar de qualquer pirata da costa e fazer a longa viagem da costa até o deserto para entregar Greta ao festival, o que é mais fácil dizer do que fazer.

Religião

Todas as Tribos antigamente seguiam Ahurayasna. Por séculos, eles usavam os festivais sazonais como deixa para aproveitar a mudança de clima e mover suas tendas. O maior desses festivais, o do Ahura, celebra os Djinn com banquetes, façanhas com fogo e procissões aos locais sagrados: as ruínas dos templos. Templos improvisados, repletos pelo deserto, frequentemente perto de poços, dão aos membos tribais a oportunidade de facilmente fazer oferendas e rezar enquanto viajam. Essas oferendas tem se tornado importantíssimas com a presença dos Djinn, e até alguns al-Thi'b seguidores de al-Din tem deixado presentes, apenas por precaução.

As Tribos combinam a aprender a navegar o deserto com aprender o conto dos Djinn. Para um Tribal, uma formação rochosa incomum representa Sanaea e seu cavalo no local onde ele avistou sua esposa, al-Iza, pela primeira vez. O próximo poço contém um pequeno templo para al-Iza, marcando onde ela pousou pela primeira vez no deserto. A história dos Ahurayasna está escrita nas areias... e também nas estrelas. Quando a noite cai, o Tribal pode ler uma nova história, a qual o conecta com os espíritos e ajuda ele a encontrar seu caminho para casa. Até mesmo um membro do al-Thi'b aprende as antigas histórias para atravessar o deserto. Contudo, as Tribos que seguem Ahurayasna esforçam-se para parar e reconhecer o nascer e o pôr do sol.

Nessa mistura, um membro do al-Thi'b, e um das muitas tribos menores que abraçaram al-Din, se encontram em uma desvantagem distinta. Para continuar fiéis a al-Din, ele deve ignorar os rituais que muitos membros tribais secretamente acreditam mantê-los a salvo. Para rezar diariamente, ele esboça a parede de uma mesquita com pedras. Em vez de lavar as mãos antes de rezar, ela a lava com areia. Fazendo o seu melhor para adaptar sua fé ao deserto que chama de casa.

Culturas e Costumes

Um Tribal do 8º Mar sobrevive ao deserto devido ao seu conhecimento da terra e dos caminhos para os reservatórios escondidos de água. Ele mantêm um balanço precário entre a brutalidade do deserto e a responsabilidade de encontrar suas próprias necessidades. Ele ter feito tão bem por tanto tempo testemunha sua cultura e tradição, passada por séculos.

Sobrevivência

Para um leigo, o 8º Mar é um deserto ameaçador e inabitável. Para um membro tribal, o deserto possui uma infinidade de rastros, dotados com poços e termas improvisadas, conectando pessoas, comércio e antigas ruínas. Termas podem ser tão surpreendentes e naturais quanto uma nascente no meio de uma montanha, ou um cantil amarrado entre pedras para coletar o pouco de água da chuva que o deserto provê. Ele pode também conhecer os antigos aquedutos que ainda servem seu propósito. Mas domínio da água é apenas uma parte da equação no 8º Mar. Os Djinn, rejeitados pela surgimento dos Profetas, tomaram aqui como residência e trouxeram junto a influência de sua magia. Um tribal consegue prever o tempo, conhecendo que tipo de vendo possa soprar para trazer chuva, e qual possui feitiçaria.

As Tribos dependem de pastoreio para prover. Cada tribo se mantêm em suas próprias terras, se movendo pelas estações em um círculo. Eles rotacionam para explorar as melhores termas e arbustos que possam alimentar seu rebanho, muito parecido como um fazendeiro rotaciona plantações. Uma família se estabelece em um local até seu rebanho esgotar o pasto. Eles se movem para pastos mais verdes, apenas para retornar denovo no ano seguinte depois que os arbustos cresceram novamente.

Relações Tribais

Uma tribo não funciona como uma única unidade. Famílias se movem em seu próprio ritmo. Escolhendo a próxima localização para suas tendas requer ponderação não apenas em termos de clima e proximidade aos recursos, mas também proximidade a vizinhos. Qualquer tenda que estiver a um arremesso de lança de outra deve se juntar em um grupo tribal. Um Xeique pode ter mais responsabilidade se ele se estabelecer próximo demais de outro grupo, já que ele tem que protegem tanto seu próprio grupo assim como outro.

Responsabilidade para essa vizinhança não se estende apenas a família. Se um visitante ou viajante sofre um gerimento enquanto no território da tribo, a família tende a medicar e cuidar da pessoa. Se o dano foi severo o suficiente, um Xeique pode aceitar a pessoa em sua casa como se fosse um de sua família para cuidar dela pelo resto da vida.

Relações sociais entre as Tribo ecoam a importância da honra e costumes através do império. Ao se aproximar de uma tenda, um visitante deve parar alguns passos antes da entrada, sobre o pretexto de arrumar a sandália ou parar seu camelo, para que o chefe da casa possa sair e cumprimenta-lo. Enquanto um convidado é tratado como realeza, ele deve tomar cuidado para não explorar a hospitalidade do anfitrião. Tradicionalmente um convidado não permanece por mais de três dias. Ele deve evitar perguntar sobre algo que o anfitrião não expressou interesse em conversar. Em alguns casos, o anfitrião, ansioso para dar ao convidado o que ele quer, pode inventar histórias para contar.

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em Ter 30 Jan 2018, 14:16

Família

A unidade familiar centraliza em volta da tenda, o qual pode ser empacotada e movida de manha. A tenda é feita de cabelo de cabra, cortado em tiras de 20 metros. Uma vez armada, a área pública da tenda consiste da entrada, a área da cozinha de um lada e uma área repleta de travesseiros coloridos onde a família pode sentar, conversar e entreter convidados. A área para casais dormir é separada por cortinas para privacidade, apesar de vozes passarem facilmente pela tenda. As tendas do xeique, ou do líder da família na área, tendem a ser grandes. Ele poe ter uma segunda tenda exclusivamente para os animais.

Após um longo dia no sol, pessoas relaxam com entretenimento, conversações e narguilés. Narguilés são tubos com água, que filtram  fragrâncias de ervas como tabaco pela água. Entretenimento podem consistir de canções de amor acompanhadas por um Rebab, ou uma recação passional de poesia. Alguns feiticeiros são conhecidos por usar a fumaça dos tubos para ilustrar poemas históricos, assim como para criar figuras dançantes para acompanhar o rebab.

Um tribal tipicamente se casa com alguém de seu grupo tribal, apesar de casamentos entre al-Hisan e al-Jamal também ocorrerem. Al-Thi'b proíbe casamento com as outras tribos, a não ser que esse membro voluntariamente se junte aos al-Thi'b e aceite al-Din.

Alimentação

Para as Tribos do 8º Mar, comida precisa ser em primeiro lugar prática e saborosa em segundo. As tribos não tem a luxúria de passear pelo soco (mercado) para escolher iguarias. A vida no 8º Mar significa que você come o que está disponível e você não desperdiça água, nunca!

Cabras e ovelhas são uma parte importante na alimentação das tribos. Eles provêm carne e leite para fazer manteiga e queijo. As Tribos punem o roubo da cabra de uma família à morte porque tal ato condena a vítima ao mesmo destino.
Um anfitrião dá boas vindas a um visitante, mesmo um estranho, como um convidado de honra em sua casa, e realizar um banquete, chamado de mansef. O anfitrião abate um belo cordeiro, então permite a gordura a se misturar com o arroz, criando um saboroso prato de arroz com carne. Todos os vizinhos se juntam para aproveitar o banquete, mas o convidado deve ser o primeiro a comer. o anfitrião não participa até que todos tenham se alimentado. Anfitriões que servem as comidas mais saborosas tem a melhor reputação entre a tribo, e alguns viajantes se esforçam para garantir que seus caminhos cheguem até sua tenda.

Vestuário

Vestimentas tribais são baseadas inteiramente em funcionalidade e durabilidade. No deserto, os dias são extremamente quentes e as noites frígidas. Pessoas usam vestes longas e resistentes feitas de algodão ou lã de ovelha conhecido como t'ob. Essas vestes possuem alguns poucos metros a mais que a altura da pessoa e são amarradas na altura da cintura por um cinto. A cor da veste da muitas vezes depende de onde a tribo pertence, mas marrom e preto são as cores comuns para todos.

Homens e mulheres cobrem suas cabeças com lenços segurados na cabeça por um anel feito de lá de camelo. Igualmente, máscaras de couro são muitas vezes usadas enquanto viajando ou quando visitantes vem ate a tribo. Adotado após a propagação de al-Din, as mascaras são uma forma de modéstia, revelando respeito aos membros tribais. Entretanto, elas também são funcionais, mantendo areia e detritos longe do rosto das pessoas enquanto viajam.

Nomes

Nomes Tribais consistem de um nome; então ibn "filho de", ou bint, "filha de"; o nome do progenitor de mesmo gênero/ e finalmente o nome de sua tribo. Por exemplo, Basit ibn Faud al-Jamal é Basit filho de Faud da Tribo do Camelo. Como confusões de nomes podem acontecer, não é incomum para pessoas recitarem nomes até seus avós, tataravós e assim vai. Por exemplo, Nahid bint Raha bint Talah bint Ghazal al-Thi'b é Nahid filha de Raha filha de Talah filha de Ghazal da Tribo do Lobo.
Nomes Femininos Comuns: Amshah, Badra, Dunya, Falak, Hudun, Ithar, Judi, Kifah, Mahasin, Rasha
Nomes Masculinos Comuns: Asif, Bushr, Dirar, Falih, Ghiyath, Hashim, Ishaq, Jawad, Kaliq, Lufti, Nimr, Sinan

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em Ter 30 Jan 2018, 15:53

Quabilat al-Jamal, a Tribo do Camelo

Os Quabilat al-Jamal acreditam ser a tribo mais antiga e pura, dependentes do camelo, os deuses e mais ninguém. Apear de não ser a maior tribo, a área que eles possuem é o maior território das três tribos, especialmente após o recuo de al-Thi'b.

Um tribal de al-Jamal subsiste com pastoreio, mas também é reconhecido pelos camelos que cria, fazendo jus ao nome da tribo. Seus camelos são valorizados entre as três tribos por sua resistência e senso de direção. Enquanto a maior dos camelos parecem ter um instinto narutal para se juntar a outros camelos, camelos do al-Jamal seguem os rastros das termas sem precisar de intervenção humana. Esse traço adaptativo se provou incrivelmente útil em horas de tempestades de areia que obscurecem meios tradicionais de navegação.

Para o Qabilat al-Jamal, dominar cada rota do 8º Mar é essencial para filiação tribal completa. Os rituais de maioridade envolvem atravessar o deserto sozinho apenas com um camelo e um pouco de comida na idade dos 13. Uma vez que um iniciado tenha completado sua provação, ele retorna com o camelo e passa pelo ritual de iniciação, o qual invoca o Djinn. O iniciado então recebe as rédeas, que ele carrega pelo resto da vida.

Um membro do al-Jamal aproveita de uma ampla porção do comércio que chega ao 8º Mar. Ele comercia o queijo que faz com leite de cabra por tâmaras e frutas que crescem em Ashur, e trás muitas das jóias e moedas para a economia do 8º mar. Além disso, com a enfurecida Sarghira, os poucos mercadores ou viajantes que ousam atravessar o mar muitsa vezes os contratam para que isso seja possível. Ainda assim, um membro do al-Jamal, assim como as outras tribos, confia em sua família primeiro e em estranhous por último. Eles não são fáceis de serem enganados, e são difíceis de barganhar.

Apesar dessa natureza desconfiada, um membro do al-Jamal tipicamente não entra em guerra. Diferente dos seus primos al-Hisan, eles preferem cavalgar para a guerra montado em um camelo. Esse camelo de guerra pode carregar seu soldado a longas distâncias para encontrar seu inimigo. Ele então avança em seu alvo no deserto. Aqueles incapazes de lutar se reúnem em volta do camelo, emitindo um som terrível, para protege-lo durante o combate. Um guerreiro al-Jamal não leva prisioneiros e não guarda mágoa contra seus inimigos derrotados. Eles normalmente mantam o líder e deixa o resto para encontrar seu caminho pra casa.

Os mais ricos al-Jamal, como o wali e xeique, são permitidos terem mais de uma esposa. Enquanto esse costume permite mais pessoas se beneficiarem de riquezas, o lado obscuro dessa tradição significa que o wali e xeique provavelmente banem seus competidores românticos. Além disso, um usuário de magia que não realiza mágicas para seu líder é excluído também, apesar dos deses da imperatriz. O vasto deserto controlado por al-Jamal contem mais do que sua parte de nômades, andando em um pequeno grupo e mal sobrevivendo.

Quabilat al-Hisan, a Tribo do Cavalo

O Quabilat al-Hisan são a maior tribo guerreira, que criam e cavalgam a maioria dos cavalos do 8º mar. Esses cavalos são vendidos para todo o mundo, recebendo assim o nome de sua tribo. Enquanto outras tribos possuem seus próprios cavalos, os al-Hisan sozinhos criaram o cavalo que possa aguentar o deserto e prosperar. Com isso, seu estilo de luta único garantiu a eles a reputação que beneficia a todos que chamam o deserto de casa.

Apesar de todas as Tribos terem uma história de guerra, apenas os Quabilat al-Hisan tornam o treino para guerra uma parte integral de suas vidas. Uma criança aprende a cavalgar desde cedo, incluindo as façanhas que são o cartão de entrada de suas invasões. Um guerreiro é treinado para avançar, entrar em combate e rapidamente se retirar, ou focar em suporte a distância com alguns usuários de magia a seu lado. Ele chama pelos feitos épicos dos homens e mulheres que vieram antes dele, chegando até aos Katab de Raqmu. Embora não seja inédito para guerreiros que dominaram ambos os estilos, é surpreendente. A família extensa se reúne anualmente para testar essas habilidades uns com os outros, assim como para arranjar casamentos e vender cavalos.

Entre os al-Hisan, casamento é concordado e realizado quando duas famílias trocam um cavalo. Esse cavalo representa o respeito mútuo um pelo outro. Esses animais são tão importantes para a vida dos Al-Hisan, que eles também são usados para decidir quem lidera a tribo. Um wali recebe sua posição quando ele desafia o wali hereditário para um duelo a cavalo. Quando o wali morrer, seu filho mais velho ascende ao trono e assim vai até que o herdeiro seja desafiado mais uma vez.

Os al-Hisan seguem a religião Ahurayasna. A crescente atividades dos Djinn no 8º Mar apenas melhorou para os al-Hisan. Suas habilidades em enfrentar inimigos perigosos se provou útil em protege seus rebanhos. Um de seus usuários mágicos até mesmo reportou um aumento no poder, sugerindo que um ginnaya possa ter abençado os al-Hisan. Mesmo assim, os al-Hisan tem enfrentado alguns dos Djinn sombrios que estão no deserto, e nem todos retornaram.

Um tribal de al-Hisan é Próspero e tende a desprezar os al-Thi'b que se moveram para suas terras. Ele também pode ressentir os al-Thi'b forçando a usar suas habilidades guerreira para protege-los de perigo. Apesar de que ele, assim como o resto das Tribos, coloca sua família antes de tudo, ele deve seguir as regras de prosperidade acima de tudo.

Quabilat al-Thi’b, a Tribo do Lobo

O Quabilat al-Thi'b se destacam por serem seguidores de al-Din. Um tribos dos al-Thi'b acredita ter descendidos dos caçadores dos passados, que aceitaram primeiro al-Din. Hoje, eles ainda sentem orgulho em suas habilidades de pastoreio e caça, apesar das gazelas terem a muito tempo deixado o Mar. A menor tribo, os al-Thi'b sobrevive de pastoreio e ganha entalhando inscrições de al-Din em ossos e pedras e vendendo como material exótico para o império. Em geral, membros tendem a ser mais pobres que seus vizinhos, e a tomada de seus territórios por Sarghira tem restringido seu acesso aos recursos que eles precisam para prosperar. Por causa disso eles tem forçado a entrada nas terras dos al-Hisan. Um membro do al-Thi'b é uma verdadeira contradição.

Versados nas tradições antigas, eles mantem os princípios de al-Din acima de tudo. Pobres e batalhando para sobreviver ao deserto, eles são mais educados e letrados que os membros das outras tribos que não precisam da palavra de um profeta. Embora leal à imperatriz como líder de al-Din, sua conexão histórica com Persis sugere que possam mudar de lado pelo preço certo.

No momento, entretanto, al-Thi'b segue a maioria dos decretos da imperatriz. As mudanças que ela tem encorajado a seus súditos, muitos dos al-Thi'b começaram a implementa-las. Contudo, os al-Thi'b abraçaram o Sihirbazların Kaydı quando foi decretado e ainda mantêm usuários de magia na ponta da lança. Um usuário mágico que se revela é expulso da tribo. O wali continua com seus próprios planos, sem se importar para o que sua tribo ou imperatriz desejam.

Os al-Thi'b tem uma conexão que as outras tribos não tem: eles tem primos em Persis. A tribo que permaneceu em Persis não vive mais o estilo de vida tradicional, já que eles se estabeleceram em busca de agricultura e até a coisas maiores como, secretamente, magia. Suas reputações de uma conexão mística com o misterioso 8º Mar tem servido bem. Eles continuam tendo bastante em comum com os al-THi'b do deserto para eles continuarem a se comunicar por mensagens que as outras tribos nunca aprenderam a ler. Esse relacionamento permanece desconhecido por todoz, exceto pelo Xá de Persis.

Relações Exteriores

Anatol Ayh
As tribos juram lealdade a imperatriz, desde que o império pague para lutarem em qualquer conflito. Muitas das tribos são neutras a ela e suas reformas. Al-Thi'b especialmente seguem seus ensinamentos, tentando adaptar as mudanças que ela ordena. Ao mesmo tempo, as Tribos suspeitam que seu irmão traidor achou abrigo no 8º Mar e estão ambos ansiosos e atentos para provarem o certo.

Ashur
As tribos já tiveram um fácil relacionamento com o povo de Ashur, trocando queijos caseiros por figos das florestas de Ashur. As tribos nunca tiveram muito respeito por eles, olhando suas capacidades de fazer guerra com desdém. Agora que as figueiras estão morrendo, os al-Hisan se tornaram corajosos para invadir suas fronteiras e pegar os figos que usam para alimentar seus cavalos.

Persis
As Tribos gostam de Persis pelos bens e dinheiro que enviam em esperança de ganha-los para seu lado, mas ao contrário eles não sentem nenhuma lealdade em particular. Inclusive as relações internacionais entre as Tribos e Persis começaram a se desfazer devido ao grande fluxo de refugiados yasnavani entrando no 8º Mar. Cidades Tribais fronteirças a Persis sentem a tensão de ajudar mais pessoas do que pode sustentar, e muitos 'awliya' exigiram a oficiais persas para aderirem as ordens da Imperatriz e diminua o influxo de refugiados.

Sarmion
As Tribos tem historicamente mantido uma opção neutra de Sarmion. Após a invasão Numanari em Sarmion, os relacionamentos entre eles tem aumentado. Sarmion tem ajudado as Tribos em relação a refugiados entrando no 8º Mar, oferecendo abrigo e terras em suas fronteiras para pessoas fugindo do regime persa.

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