Seven Seas

Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Sex 04 Ago 2017, 12:42

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Comunidade Samártica
Comunidade Samártica
  • Informação do Personagem


  • Nome do jogador: Yves
    Nome do Personagem: Gawel Hoonholtz
    Idade: 22
    Sexo: Masculino
    Nação: Comunidade Samártica
    Nação Atual: Comunidade Samártica
    Religião: Sincrético
    Reputações:
    Fortuna: 0
    Idioma: Todos
    Corrupção: 0
    Equipamento: Sabre (szabla) e arcabuz

  • Arcana



  • A Torre
    Humilde



    A Torre
    Arrogante



  • História

  • Nome: O Mar dos Revoltos
    Resumo: Samárcia sempre passou por conturbações sociais. Recentemente, navios mercantes que transitam nos domínios reino vêm sendo atacados como nunca antes visto. O caso é tratado como ataques de piratas e grupos insurgentes, mas na verdade não se sabe ao certo quem é o autor. Capitão Hoonholtz foi designado para cuidar desse caso.      
    Final: Hoonholtz resolve o problema e descobre a verdade por trás do incêndio que matou sua mãe e dos falsos rumores a respeito da morte de seu pai.
    Recompensa: Argúcia +1
    Passo 1: Reunir informações sobre os ataques

  • Formações



  • CAPITÃO DO MAR
    Você é o comandante de uma tripulação e singra os mares sob a bandeira da vez.



    ZYNYS (ADIVINHO)
    Você encontrou o Diabo na estrada, passou a perna nele e agora os poderes do demônio estão a seu serviço.



  • Atributos


  • Vigor: 1
    Finesse: 3
    Determinação: 2
    Argúcia: 2
    Panache: 2 (+1)

  • Perícias


  • Armas: 2 (+1)
    Arte da Guerra: 2 (+1)
    Atletismo: 1 (+1)
    Atuar: 0 (+1)
    Briga: 0
    Convencer: 0 (+2)
    Cavalgar: 0
    Empatia: 0
    Erudição: 0 (+1)
    Esconder(-se): 0
    Intimidar: 0
    Furto: 0
    Mirar: 0 (+1)
    Navegar: 0 (+1)
    Observar: 0 (+1)
    Seduzir: 0

  • Vantagens



  • DEVOTADO AO MAR
    Você tem acesso a uma Nau. Se você e seus aliados já tiverem acesso a uma Nau, então sua Nau receberá mais uma Formação. Consulte o capítulo “Navegação”, para obter mais informações.




    EQUILÍBRIO DE MARINHEIRO
    A bordo de um navio, você nunca é afetado pelo balanço da embarcação. Você ganha um Dado Extra em todos os Riscos Físicos enquanto estiver no mar e a bordo de um navio (por exemplo, cruzar espadas com alguém no convés inclinado ou subir o cordame durante uma tempestade).



    LIDERANÇA (K)
    Use um Ponto Heroico para motivar um grupo a agir. O grupo precisa estar em condições de escutar o que você diz, mas, se estiver e a disposição das pessoas for neutra ou melhor, o grupo fará o que você mandar desde que a ordem seja razoável (é improvável que se matem atirando-se de uma ponte alta, por exemplo).



    FEITIÇARIA - PACTO DE TEMPESTADE
    Favores Menores:
    - Criar um vento estável que sopra em uma direção de sua escolha por uma Cena.
    - Lançar um relâmpago para derrubar uma criatura (ou criaturas, se for um Brutamonte ou um Esquadrão de Monstros) até 3 metros de distância de você. Se a criatura atingir algo sólido (como uma parede), levará 3 Ferimentos pelo impacto. Independentemente, a criatura cairá no chão, atordoada, e terá de gastar sua próxima Ação se levantando.




    FEITIÇARIA - PACTO DE ERUDIÇÃO
    Favores Menores:
    - Achar a localização de um objeto que você deseja, com exatidão, tanto da construção onde o objeto se encontra como a posição do objeto dentro dela.
    - Apagar uma memória específica de um personagem. Você pode fazer com que uma pessoa esqueça que falou contigo, ou que esqueça o seu rosto ou fisionomia. Isso afeta a psíque do indivíduo, especialmente sobre memórias minuciosas.




    LINGUISTA
    Você fala, lê e escreve todos os idiomas de Théah. Até mesmo as línguas mortas.



    SENSO DE DIREÇÃO
    Havendo um ponto de referência por perto, você nunca se perde. Não é a mesma coisa que sempre saber exatamente onde está. Se ficar inconsciente e acordar num calabouço, você não necessariamente saberá em qual cidade está, mas, se conseguir escapar da cela, você nunca vai zanzar a esmo pelos túneis tortuosos da masmorra.



    SOBREVIVENCIALISTA
    Se estiver no mato, você será capaz de caçar e coletar alimentos ou encontrar comida suficiente para você e até cinco outras pessoas. Em circunstâncias extremas – perdido num deserto ou abandonado na tundra ussurana, por exemplo –, você encontrará comida suficiente para você e até duas outras pessoas.



    O FAVORITO DO OCEANO
    Você deve possuir a vantagem "Devotado ao Mar"
    Enquanto for capitão de um navio:
    • Antes de rolar os dados no começo de um round, você pode gastar um Ponto heroico para reorganizar a sua tripulação.
    • Gastar um ponto heroico para ajudar um Herói a bordo de seu navio, dando a ela 4 Dados Bônus em vez de 3.
    • Você ganha 1 Dado Bônus para qualquer risco que toma a bordo do navio.




  • Pessoal


  • Características Físicas:

    Gawel tem uma aparência um tanto chamativa por ser diferente do usual. Possui cabelos loiros de uma tonalidade tão clara que chegam a ser considerados brancos, além de serem longos e se estendem até a base da coluna. Costuma usar uma vestimenta pesada, formada basicamente por um forage cap escuro que repousa sobre a cabeça e um uniforme militar coberto com um sobretudo passado de geração em geração para os membros da familia que se tornam capitães. Preso a sua bainha repousa um szabla de adornos rubro-dourados, as cores do brasão de Samárcia.

    Características Psicológicas:
    Transmite uma aura de autoridade àqueles que são submetidos às suas ordens, mas passa longe de ser considerado uma pessoa arrogante. Calmo, cauteloso e proativo, segue os ideais clichê de cavalheirismo: proteger os fracos, ajudar quem precisa, fazer justiça, etc. Não hesita em ser linha dura contra quem pratica o mal sabendo das conseguências de seus atos (sobretudo piratas). É um pouco imprevisível e às vezes contraria a imagem que passa a outrem de ser um indivíduo deveras sério/introvertido.

    Me conte um pouco sobre você:
    Gawel nasceu numa família comum. O pai, Anastazy,  um capitão que servia numa pequena frota da Comunidade Samártica, criou-o de uma forma rigorosa e regrada. Ele era treinado diariamente de acordo com a doutrina militar e sempre era incentivado  a desenvolver um sentimento de patriotismo pela nação. A família tinha a tradição de ocupar cargos nas forças armadas e era esse o futuro que o aguardava. Ele aparentemente não reclamava nem discordava sobre sua forma de criação, muito pelo contrário, achava que sua família não fazia menos do que ajudá-lo a realizar o sonho de comandar um navio e rasgar ondas mar afora em busca de aventuras e piratas. Por outro lado, sua mãe, uma comerciante oriunda de Castilha, discordava totalmente da forma como o filho era criado. Ela acreditava que viver nas forças armadas, e principalmente na marinha, só traria desgraças para eles, pois os mares nunca estiveram tão perigosos e seria um desastre perder seu filho único da mesma maneira como ele perdera seu bisavô numa batalha naval. Para ela, Gawel deveria herdar os negócios da família e se tornar um influente mercador. Gawel, contudo, não dava ouvidos e acabava deixando-a decepcionada. Ele enxergava a morte de seu bisavô de uma forma diferente: morreu com a maior honra que um homem conseguiria conquistar, a morte em prol de sua nação.

    Talvez sua mãe estivesse certa em parte, talvez devesse ter dado ouvidos a ela. O destino é sempre cruel e inexorável com o pobre ser humano. Gawel levou anos para aperfeiçoar-se como um marinheiro, mas bastou apenas um dia para que a desgraça recaísse sobre sua vida. Era um dia como outro qualquer. O jovem se preparava para partir para uma escolta de um navio mercante até Castilha junto com o pai. A fragata zarpou assim que o sol raiou e velejou ao sabor da brisa fraca da manhã. Uma névoa densa repousava sobre o mar calmo e dificultava a visualização até mesmo dentro do navio. A tripulação era habilidosa e conseguiu localizar rapidamente o galeão que solicitou a escolta. A embarcação estava lá, mas o problema era que não estava sozinha. Havia um total de quatro bergantins recheados de piratas cercando-a. A fragata imediatamente abriu fogo e os piratas reagiram. Canhões não paravam de rugir e a água respingava ininterruptamente com a chuva de balas. A tripulação conseguiu a proeza de deixar três navios desamparados sem sofrer nenhum dano em troca. Restava ainda um último navio pirata, mas as balas dos canhões da fragata haviam se esgotado por completo. Como consequência da névoa densa, o navio pirata teve de se aproximar deles para atingi-los com melhor precisão e foi nesse movimento que a tripulação encontrou uma oportunidade. Com cordas, escadas e a própria âncora do navio, os marujos invadiram o último bergantim e derrotaram com ferocidade os piratas remanescentes. A partir daí, foram só comemorações. Todos os tripulantes gritaram, levantando suas armas para o alto e batendo os punhos contra o próprio peito. Entretanto, Anastazy não participou da euforia. Gawel conhecia muito bem o pai a ponto de perceber que o velho pressentia algo de errado. Ele foi para perto do pai, observando seu rosto que fitava imóvel as ondas do mar. Gawel puxou conversa para saber o que ele estava pressentindo e o velho, em vez de respondê-lo, ordenou que todos voltassem para o navio e partissem dando meia volta imediatamente. Sem entender nada, os marujos recolheram os pertences da embarcação que haviam sido usados para a invasão e acataram as ordens. O galeão desapareceu do mapa, continuando seu caminho para Castilha. Para trás, ficaram os navios piratas à deriva.

    Os homens ficaram confusos com a atitude do capitão. Anastazy era conhecido por levar suas missões até o final independentemente do risco. Ainda estavam na metade do percurso e o galeão seguia desprotegido até seu destino enquanto eles voltavam para Samárcia. O capitão tinha fama de ser louco, mas sua loucura era diferente de covardia.  Alguns se aproximaram do capitão a fim de obterem uma explicação. Ao mesmo tempo, uma onda gigantesca vinha em direção a popa do navio, obrigando-os a se segurarem para não serem lançados ao mar. A embarcação solavancou para a frente e depois para trás ao final da onda.

    Um dos homens que havia se posicionado na gávea deu um grito que paralisou a todos.

    LEVIATÃÃÃ!!!

    Se há alguns segundos eles estavam gritando de alegria, agora gritavam por outro motivo. A fragata foi tomada por uma agitação total. Marujos atônitos vinham de lá para cá o tempo todo. Alguns jogavam carga fora e faziam amarras, outros preparavam um arpão grande.

    Outra onda gigante vinha até a popa. Dessa vez foi possível ver a criatura em seu interior. Seu tamanho era imensurável e fazia jus às histórias que os marinheiros contavam.

    - Marujos! Olhem! Contemplem! Presenciem um deus! Este não é leviatã. Vejam com atenção - todos olharam para a direção que o capitão apontou. De fato, a criatura não condizia com as descrições. Ela tinha escamas como as de uma serpente. - Sim! Contemplem Estallio, a grande serpente das profundezas!
       
    Depois disso, um forte baque atingiu a embarcação. Tudo ficou embaçado. Gawel ficou desacordado por alguns segundos. Acordou sobre um pedaço de madeira ao lado de seu pai, que estava acordado e sangrando. O resto da tripulação estava sobre o navio desamparado. Aos gritos de "capitão", os marujos chamavam os dois para que ficassem juntos a eles. O enorme arpão que haviam preparado estava em suas mãos. Gawel começou a dar braçadas enquanto carregava Anastazy que agonizava de dor. De súbito, seu pai segurou-o pelo braço, impedindo-o de continuar a nadar. O jovem olhou para ele com raiva, e quando olhou de volta para o navio, presenciou a boca da criatura fechando em volta dos marujos. Gawel gritou de pavor. Seria impossível sair dali. Só restava rezar, mas mesmo assim, nenhum deus conseguiria salvá-los daquela situação.

    Anastazy usou o pouco de energia que ainda tinha e se separou do filho, nadando alguns metros e subindo num destroço grande. De pé ele levantou os braços ao céu e gritou "Óh, maldita serpente, é a mim que tu queres. Leva-me e afasta-te daqui!
    Gawel sabia que restava pouco tempo para a hemorragia matar seu pai, tanto é que sua mente já estava sendo afetada. O melhor a se fazer no momento era tentar amenizar seu sangramento com roupas. Assim, ele começou a dar braçadas até onde seu pai foi. As  consequências do acidentes também recaíam sobre seu corpo, que estava fraco. A cada braçada, ficava mais cansado. Nadar alguns metros parecia uma eternidade.

    Uma sombra negra passou por baixo dele e parou logo abaixo de Anastazy. A criatura emergiu e abocanhou-o. O velho pereceu com um sorriso enorme cravado em seu rosto repleto de cicatrizes de guerra.

    Sim, todos morreram e agora só restava um, que não passava de um jovem tolo. A criatura submergiu e ficou circundando-o. Gawel  não tinha mais nenhuma reação, não conseguia nem mais gritar. A serpente emergiu novamente e ficou imóvel bem próxima dele. Dava para senti-la olhando-o em sus olhos.
    Após isso, a criatura submergiu para a escuridão das profundezas e não tornou a voltar. Gawel  não tinha mais forças para ficar acordado e desmaiou.

       
    Gawel lembra que acordou já a salvo. Havia sido encontrado em terra, na margem do rio Sejm por um misterioso losejai, que ofereceu comida e alojamento. De inicio, Gawel recusou, afinal ainda possuía família. Foi imediatamente para casa dar a triste notícia para a mãe, mas ao chegar lá viu a casa destruída. Foi dito a ele que a mãe morreu num incêndio. Foi dito também que circulavam rumores negativos a respeito de seu pai. Diziam que ele desertou, se juntou a piratas e que morreu em confronto. Gawel tentou desmenti-los, mas sabia que nem um álibi faria o rumor desaparecer. Muitas pessoas amaldiçoaram-no e Gawel começou a supor que o incêndio em sua casa foi um ato criminoso.  

    Muitas pessoas, quando frente a uma situação como essa, se revoltariam imediatamente contra todos. Gawel , por outro lado, fez o contrário. A morte de seu pai fez com que corresse ainda mais atrás do seu sonho. Ele aceitou morar com o Losejai, aceitando-o como mestre na arte de Sanderis. Além disso, deu o melhor de si como marinheiro, subindo rapidamente os degraus da hierarquia militar até enfim ganhar a oportunidade de comandar um navio, que a propósito era a Imperatriz Fortuna, a fragata que seu bisavô utilizava em suas caçadas épicas a piratas. O jovem conseguiu realizar seu sonho, mas isso foi apenas o fim do começo. De agora em diante, ele deveria se preocupar em resgatar o prestígio que seu sobrenome outrora tivera, e para isso ele contava com a ajuda da família real, cujos membros tinham uma boa (e misteriosa) relação de longa data com os Hoonholtz e deram bastante atenção para a resolução do caso do incêndio supostamente criminoso, bem como também da origem dos falsos rumores. E claro, Gawel  ainda se lembra de tudo o que ocorreu naquele maldito dia em que Estallio devorou quem ele considerava precioso. Essa cena se repete com frequência em seus sonhos, tornando-os pesadelos terríveis. Ele espera um dia sujar sua szabla com o sangue dessa criatura que até então é considerada apenas uma lenda.

    Como seu personagem morre?
    Gawel Hoonholtz não dá tanta importância para a morte, mas se pudesse escolher, pereceria como a última refeição da vida de Estallio



Última edição por Yves em Sab 05 Ago 2017, 22:29, editado 3 vez(es)

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em Sex 04 Ago 2017, 13:58

Sei que ainda faltam a parte de aparência, psicológico e história, porém quero dizer que há um pequeno erro nos atributos.

Comunidade Samártica
(+1 Vigor ou +1 Panache)

Você deve escolher entre +1 de Vigor ou +1 de Panache e não os dois atributos.

(percebo que quase todos deixam isso passar, vou ver de clarificar isso melhor para evitar mais confusão)

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em Sab 05 Ago 2017, 22:35

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Comunidade Samártica
Comunidade Samártica
@Teach escreveu:
Comunidade Samártica
(+1 Vigor ou +1 Panache)

Culpa minha, sou muito distraído... :D::

Ficha terminada, pode avaliar.

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em Dom 06 Ago 2017, 15:55

Desculpe a demora, Ficha aceita

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