Seven Seas

Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Qui 27 Jul 2017, 11:29

  • Informação do Personagem


  • Nome do jogador: Toketo
    Nome do Personagem: Donagh O'Conall
    Idade: 25
    Sexo: Masculino
    Nação: Inismore
    Nação Atual: Castilha
    Religião: -x-
    Reputações: -x-
    Fortuna: 0
    Idioma: Teano Antigo, Inismore, Castilha
    Corrupção: 0
    Equipamento: Florete e Pistola

  • Arcana



  • A Guerra
    Vitorioso Acione sua Virtude na primeira vez que Ferir uma Vilã em combate para fazê-la sofrer um Ferimento Dramático acima e além dos Ferimentos que você causar normalmente.



    Os Tronos
    Teimoso Você ganha um Ponto Heroico quando seu Herói é cabeça-dura e se recusa a mudar de ideia mesmo diante de fatos que o contradizem.


  • História

  • Nome: Pistas do Passado
    Resumo: Donagh está ainda em busca da antiga tripulação de Ivan para descobrir quem foi que o matou.
    Final: Donagh descobre quem é o assassino ou alguém da antiga tripulação que tenha informações sobre isso.
    Recompensa: Atletismo +1
    Passo 1: Encontrar em Castilha um antigo membro da tripulação

  • Formações



  • CONTRAMESTRE
    Você ganha um Ponto Heroico ao resolver um problema para sua tripulação.



    ASSASSINO
    Você ganha um Ponto Heroico ao fazer de tudo para evitar a morte de um adversário ou ao se recusar peremptoriamente a tomar uma atitude que poderia levar à morte de outra pessoa.



  • Atributos


  • Vigor: 2
    Finesse: 3
    Determinação: 2
    Argúcia: 2
    Panache: 1(+1)

  • Perícias


  • Armas: 1(+1)
    Arte da Guerra: 1(+1)
    Atletismo: 0 (+1)
    Atuar: 0
    Briga: 0(+1)
    Convencer: 0
    Cavalgar: 0
    Empatia: 0(+1)
    Erudição: 0
    Esconder(-se): 0(+2)
    Intimidar: 0(+1)
    Furto: 0
    Mirar: 0(+1)
    Navegar: 1(+1)
    Observar: 2
    Seduzir: 0

  • Vantagens



  • HÁBIL (K)
    Use um Ponto Heroico para consertar um objeto quebrado, fazer uma gambiarra com uma pistola avariada, remendar um navio esburacado ou realizar  outros milagres, fazendo o objeto funcionar normalmente até o fim da cena. Quando a cena terminar, ou se o objeto sofrer nova avaria, o item ficará inutilizável até você ter tempo para consertá-lo como se deve e com as ferramentas adequadas.



    XÁ COMIGO! (K)
    Use um Ponto Heroico para, instantaneamente, abrir uma fechadura ou um cadeado, arrombar um cofre ou desativar uma armadilha.



    EQUILÍBRIO DE MARINHEIRO
    A bordo de um navio, você nunca é afetado pelo balanço da embarcação. Você ganha um Dado Extra em todos os Riscos Físicos enquanto estiver no mar e a bordo de um navio (por exemplo, cruzar espadas com alguém no convés inclinado ou subir o cordame durante uma tempestade).



    ESGRIMISTA
    Você recebe 1 Dado Extra ao correr um Risco com Armas usando uma rapieira, um punhal, alfanje ou arma semelhante com uma mão só.



    PSIU, CHEGA AÍ (K)
    Se ninguém tiver percebido sua presença, você poderá usar um Ponto Heroico para atrair um guarda, fazê-lo abandonar seu posto e botá-lo para dormir. Qualquer outro personagem nas imediações continuará alheio à sua presença.



    UMA SORTE DOS DIABOS (3 SE FOR ILHÉU DO GLAMOUR)
    Use um Ponto Heroico depois de correr um Risco e relance quantos dados quiser. Você terá de ficar com o novo resultado, a menos que tenha à sua disposição outro efeito que lhe permita relançar os dados. Você só pode usar esta Vantagem uma vez por cena.



    NEGOCIANTE (K) (1 SE FOR ILHÉU DO GLAMOUR)
    Use um Ponto Heroico para convencer alguém a fechar um acordo com você, dar-lhe um disconto razoável ou garantir para uma outra pessoa que conheça você que “você sempre paga suas dívidas”.



    SENSO DE DIREÇÃO
    Havendo um ponto de referência por perto, você nunca se perde. Não é a mesma coisa que sempre saber exatamente onde está. Se ficar inconsciente e acordar num calabouço, você não necessariamente saberá em qual cidade está, mas, se conseguir escapar da cela, você nunca vai zanzar a esmo pelos túneis tortuosos da masmorra.



  • Pessoal


  • Características Físicas:
    Donagh tem por volta de 1,77 de altura e aproximadamente 73 kg, seu corpo físico quando jovem mostrava que ele possui mais músculos que qualquer outro teria para sua idade, mas agora mais velho não aparenta tanto, algo como parece que seu corpo se desenvolveu completamente com 16 e parou ali. Seu rosto antigamente possuía uma feição de alguém que parecia sempre estar bravo ou de alguém com cara de poucos amigos, passado o tempo e descobrindo coisas novas sua feição mudou completamente, para o que mesmo com a cara de antigamente queria transmitir, tendo uma feição despreocupada e até mesmo provocativa para certas pessoas, seus olhos de cor alaranjada parecem estar sempre olhando algo à frente, como se estivesse enxergando além do horizonte. Donagh possuía um cabelo castanho, bem escuro e comprido, atualmente ele cortou seu cabelo deixando ele bem curto e retirando da sua face um aspecto selvagem que tinha. Donagh agora possui tatuagens em ambos os braços, nas mãos e nos dedos.
    Características Psicológicas:
    Havia visto familiares morrerem desde que ele era uma criança, já havia lutado contra vários oponentes e odiava receber conselho de qualquer pessoa. Resumindo: Donagh é alguém arrogante, imbecil e cabeça-dura, tendo um lado que ainda é brincalhão e que não pode levar a sério, pois suas brincadeiras são de acordo com o que ele acha engraçado podendo assim gerar conflitos com outros, pois raramente alguém entende o senso de humor dele. Donagh possui certa arrogância, pois não gosta de ser liderado, ele é dono dele mesmo e ponto final, assim como possui uma disciplina que fora passado por seu pai e por seu mestre quando criança, sua parte imbecil é devido a um orgulho que tem e que fora passado a ele pelo seu pai e por seu mestre e acreditando nisso até hoje sem mudar de convicção ou abrindo a mente para algo novo, portanto, cabeça-dura.
    Me conte um pouco sobre você:
    Eu, Donagh, nasci no mar e talvez isso explicasse minha afixação pelo oceano e por navegação. Minha Mãe, Catlin O'Mailey, havia dado a luz em pleno mar, numa noite tempestuosa, onde os marinheiros e meu pai, que era o dono do barco brigavam contra as ondas para que o barco não virasse. Minha mãe havia morrido naquele dia, e eu havia nascido. Cresci e aprendi sobre navegação com meu pai, naquela época eu não queria muito saber sobre isso, afinal se você deixasse uma criança escolher entre aprender a arte da espada ou aprender a remar é claro que ele escolheria a espada. Eu e meu Pai, Brady MacConall, vivíamos em Inismore e ele comandava uma pequena frota, ele queria que eu seguisse seus passos e assim como ele quando eu fosse mais velho, comandasse a frota, ele me ensinava pouco sobre outras coisas, e tanto que a única coisa que sabia além de Inismore até aquele momento era sobre Avalon e Terras Altas que ficam ao lado de Inismore, mas nunca havia visto outras nações, e muito menos sabia como eram seu povo. Quando eu tinha 10 anos a embarcação de meu pai sofreu um ataque de uma navegação, que mais tarde descobri pertencer a piratas Vesten. Meu pai havia me acordado no meio da noite, ele me dera uma espada curta e falou para que eu ficasse no fundo do navio, hoje em dia eu tento lembrar como estava estrelado o céu naquela noite, pois eu não precisara de Iluminação para enxergar o que havia acontecido naquele dia.

    Meu pai comandava o barco, e eu apenas assistia na parte de baixo dele, os homens remando até que ouvi um barulho e pude perceber que as 2 embarcações haviam se chocado, elas pareciam estar grudadas, e então todos que estavam no remo começaram a subir, e eu fora obrigado a ficar ali, parado, esperando que a luta acabasse e eu e meu pai voltasse para casa. Nunca havia visto uma batalha antes, e acho que foi nesse dia que percebi o quão terrível pode ser uma batalha, ainda mais quando não se sabe contra quem você irá lutar. Eu, uma criança com a curiosidade de saber como que era de perto preferi sair do que ficar ali esperando o resultado, mas pensara em um plano, e então fazendo uso do meu tamanho naquela época passei de um dos buracos do remo do navio do meu pai, para o outro, não havia ninguém ali, todos estavam do lado de fora lutando e eu iria lutar também, apareceria do lado do navio deles, onde os tripulantes do meu pai deveriam estar e se já não tivessem matados todos daquele navio, eu tentaria a sorte com a espada que meu pai havia me dado. Eu subi pela escada que havia ali, para chegar ao convés e apenas com a cabeça para fora, podendo ver o que havia acontecido, percebera que ali aconteceu um massacre, a tripulação do meu pai que estava naquele barco estava toda morta, e eu mesmo com medo não desci de volta, eu iria voltar para o navio de meu pai, mas dessa vez subia para o convés do barco. Não sie o que pensei naquela hora, apenas que iria ajudar meu pai, mas ao subir e chegar onde ficava o leme do barco um homem, Ivan Svensen, um sujeito de cabelo cor de ouro, comprido e solto que balançava no vento daquela noite, havia arrancado a cabeça de meu pai com um golpe de espada.

    Naquela hora eu vi meu pai ser morto dei um berro que alertou o pessoal do navio de Ivan, assim como o próprio que me vira com uma espada curta na mão, eu que naquela época era uma criança burra e que era facilmente movido pela emoção fui de encontro com Ivan e dei um golpe com a espada, que fora aparado pela espada dele, enquanto a minha que nessa situação havia se entortado. Ivan então começava a rir sem parar de mim, que com a espada torta o tentava atacar de novo, ele então havia terminado o serviço e quebrado minha espada, Ivan continuava rindo e então eu, com lágrimas nos olhos, fui pego por ele e fora posto em seu barco dizendo para sua tripulação que já valera a noite, havia conseguido um bom navio, armas, escravos, e eu o qual ele parecia ter gostado de mim, eu havia sido pego por Ivan para ser criado por ele, e foi assim que conheci Ivan Svensen, o Intrépido.

    Para muitos quando conto minha história, eles me perguntam por que eu não busquei vingança pelo meu pai e não tentei matar Ivan, mas eu com o tempo comecei a gostar daquele lugar, pois ele era alguém que em minha opinião fora melhor que meu pai jamais fora um dia, Ivan me ensinava sobre lutas, mas também me explicava varias e varias coisas e contava suas histórias sobre o mundo e por onde já havia passado. Naveguei por cada canto de Théah com sua tripulação e ele deixava eu fazer o que quisesse em seu barco, uma liberdade que nunca tive atrelado a Inismore, e foi na tripulação dele que conheci Conaugh. Ele sabia que eu também era um inismorita, pois é claro, esse nome não era nem um pouco vestenês e ele então havia me contou mais sobre minhas raízes, me explicava sobre como funcionava a ordem do navio, e por fim, me ensinou e demonstrou várias vezes que não é só do capitão que se faz um navio, e acho que foi então que percebi que responsabilidade para comandar nunca foi o que eu queria ou como meu pai desejava, mas se um contramestre até tinha seu charme. Ao remar eu comecei a ganhar músculos e meu peitoral foi ficando mais largo, eu cada vez mais me tornava alguém com um físico maior do que alguém da minha idade. Não tinha mais nada que eu poderia querer, vivia com Ivan e sua família, aprendi a navegar, a lutar usando espada, tinha um mestre que me ensinava sobre técnicas inismoritas e vivia feliz. Porém em uma noite, enquanto estávamos em terra e eu havia escapado de casa para se encontrar com um romance da juventude eu vi fogo, alguém havia botado fogo na casa onde eu morava que era a casa de Ivan e sua família, todos naquela noite haviam morrido. Ivan, sua esposa, seus filhos, todos estavam mortos e apenas eu sobrevivera, mais tarde eu descobri que quem havia feito isso fora um de seus tripulantes, alguém do mesmo navio havia matado um companheiro e eu achava isso impossível, pessoas do mesmo navio não deviam se matar, algo que só mais tarde fora descobrir que eu era um dos poucos ali que pensava assim e que a ganância muitas vezes é maior que muita lealdade. Sem casa e sem família, eu corri naquela note pelas florestas do lugar onde estávamos até chegar em uma vila, e foi ali que eu decidi morar por hora, minha nova casa seria na vila mais próxima da casa de Ivan, ou pelo menos da casa que havia existido dele, para que eu me aperfeiçoasse enquanto jurava vingança em quem havia feito isso, para que eu um dia pudesse entrar novamente em uma tripulação e além de vingar a morte de Ivan, se tornar alguém tão forte quanto ele.

    Anos se passaram durante essa época, para ser mais exato, 9 anos, e eu continuo me achando Orgulhoso, imbecil e cabeça-dura, talvez até pior. Talvez algumas influências dessa época e com quem eu andei por lá. Eu, Donagh, cresci com os ensinamentos do meu mestre e aprendi com ele que a Tripulação vem em primeiro lugar, pois sem tripulação não tem como o Capitão comandar o Navio, enquanto na vila me ensinaram que tudo bem se a situação apertar você pode correr o mais rápido que puder. Meu mestre me ensinava a lutar na frente de batalha e proteger o resto da Tripulação, na vila diziam que tudo bem se alguém morrer, não era problema meu mesmo, meu mestre me ensinou sobre Bom Senso e moral, na vila me ensinaram que se você bater em alguém na rua e ganhar, você pode levar o dinheiro dele.

    Após vários ensinamentos e da mistura do que aprendi quando jovem no barco e adolescente nas ruas daquela vila, eu percebi que minha vida apenas complicou, estava preso por lá, trabalhando e vivendo apenas para o próximo dia e a liberdade e meu sonho de vingança parecia muito mais longe do que quando eu chegara por lá, mas eu consegui ter a minha liberdade e com o tempo e um dinheiro suficiente decidi então sair de lá para realizar o que eu queria, encontrar uma embarcação e voltar aos mares.

    6 anos se passaram disso e pistas sobre a antiga tripulação de Ivan, o Intrépido não foram das melhores notícias, nesse período eu consegui ter um Navio para chamar de lar, uma tripulação com quem eu pudesse contar e um capitão respeitável. Em viagens para lá e para cá do mundo talvez algo tenha me atraído para uma próxima pista em minha trilha de vingança, mas isso eu não posso ter certeza, infelizmente eu tive que deixar a tripulação, pois parece que minha próxima aventura está em terra dessa vez ou talvez seja isso que eu creio que me trará mais próximo da minha vingança.
    Como seu personagem morre?
    Com a certeza e saber de que sua vingança fora comprida e o assassino de sua segunda família morto por suas próprias mãos.

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