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Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Qui 06 Jul 2017, 14:11

Inismore
(Escolha 1: +1 Panache ou +1 Argúcia)
Não se pode simplesmente falar da história
inismorita. É preciso cantá-la.
Maggie O’Connor

Inismore (I-nich-MÓR) fica logo a oeste da ilha de Avalon e, apesar de, culturalmente, as duas serem muito parecidas, as diferenças são mais marcantes. Durante séculos, os inismoritas se submeteram ao domínio de Avalon e a monarcas cruéis e intolerantes que baniram a língua materna da ilha, subjugaram o povo com impostos pesados e preservaram a ordem a ferro e fogo. O ódio e a desconfiança seculares dos inismoritas pela monarquia avaloniana ainda persistem, apesar de Elaine ter o Graal em suas mãos.

Contudo, mais do que qualquer outra das chamadas “ilhas avalonianas” (que nenhum inismorita pegue você dizendo isso), os habitantes de Inismore estão cientes da importância e do poder do Graal. Somente um monarca digno pode possuí-lo. Elaine o possui. E, portanto, ela é digna. E, sim, os impostos baixaram. E, sim, não é mais ilegal falar sua própria língua. E, sim, não são mais governados pela força das armas. E, sim, a ilha tem seu próprio rei (por mais louco que ele seja). O mais importante, porém, é que os inismoritas conhecem a fragilidade do glamour. Basta uma decisão equivocada para Elaine perder o Graal e as “ilhas do Glamour” sucumbirem ao caos e à carnificina mais uma vez. Não é a lealdade a Elaine que faz os inismoritas apoiarem a rainha. É a lealdade a Inismore. Pois, assim que Elaine deixar a desejar, o terror estará de volta. E os inismoritas farão qualquer coisa para impedir que isso aconteça. Qualquer coisa.

O Povo
Os inismoritas são ligeiramente menores que o teano médio. Apesar das famosas “cabeleiras de fogo”, a maioria dos inismoritas tem cabelos pretos e olhos escuros. Dizem que, quando o mundo veio à luz, os maiores feiticeiros existentes lançaram um gesa (GUES-sa, um feitiço de penhor) sobre Inismore. Esse feitiço criou um código de conduta que acompanha as estirpes inismoritas há quase 2 mil anos, um código que parece estranho para quem não nasceu lá. Basta alguém pôr os pés na Ilha Esmeralda para começar a entender. Tem tudo a ver com reputação.

Um inismorita prefere cortar a própria garaganta a cometer um ato que possa envergonhá-lo publicamente. Claro que a definição de atitude “honrada” ou “desonrada” foi rigorosamente enunciada pelo gesa lançado sobre Inismore e sua gente. Ninguém está acima do gesa, nem mesmo o rei. Na verdade, os inismoritas veem o rei como “aquele que mais se destaca entre iguais”, uma concepção nada teana.

O gesa dos feiticeiros criou as Três Grandes Leis de Inismore: a Lei da Hospitalidade, a Lei da Bravura e a Lei da Lealdade. Existe uma quarta lei, mas esta só é invocada quando as três primeiras são violadas. Vamos discuti-la no fim desta seção.

Hospitalidade
À semelhança de seus primos avalonianos, os inismoritas dão muita importância à hospitalidade dirigida a amigos e desconhecidos. De fato, é tão importante que, nas estradas reais, os viajantes podem dormir e comer nas estalagens do rei sem pagar nada. E, como as estalagens são propriedade do monarca, invoca-se a “Paz do Rei”. É proibido portar qualquer tipo de arma no interior da estalagem e todo ato violento é considerado um crime para o qual o único castigo é a morte. O anfitrião que recusar ou maltratar os hóspedes corre grande risco de perder a boa reputação. As notícias correm rápido entre os inismoritas, principalmente quando há um bardo por perto. Da mesma maneira, quem abusa da hospitliade dos anfitriões também corre sério perigo.

Um outro aspecto da hospitalidade é a generosidade. De várias maneiras, julga-se um homem pela bondade de seu coração e pela generosidade de sua bolsa. Aqueles que têm poucas necessidades têm a obrigação de assistir os mais carentes, e ai do homem de bolsos cheios que não dispense uma moeda para ajudar o homem que nada tem. Inúmeros contos populares inismoritas tratam dessas questões e da sina que toca às pessoas que ignoram os necessitados.

Bravura
Para os inismoritas, é melhor morrer de maneira dolorosa, horrível e valente do que levar a vida longa e feliz de um covarde. Para o inismorita, a coisa mais importante é como ele será lembrado depois de morrer, pois ele só será imortal enquanto for lembrado. São muitas as histórias de heróis que deram sua vida com um gargalhada ou um sorriso nos lábios porque sabiam que seriam lembrados.

Os inismoritas são um povo altivo, orgulhosos demais para demonstrar que sentem dor, dúvida ou medo. Esse aspecto de sua cultura às vezes se espelha em sua atitude despreocupada em relação à violência. Uma troca de socos é sempre um acontecimento solene e, às vezes, até mesmo amistoso. Basta um homem dizer a coisa errada (ou talvez a coisa certa), pisar no calo de alguém ou meramente trocar olhares para irromper uma briga. Nada de armas, apenas dois homens e seus punhos. Os murros prosseguem até um dos homens não se aguentar mais em pé; aí o oponente estende a mão, ajuda-o a se levantar e paga-lhe um caneco de cerveja. O vencedor sempre paga uma bebida para o oponente: é um sinal de respeito. Afinal, o sujeito lutou até cair, mas não desistiu. Trata-se de um componente importante da briga, pois mostra que ele estava disposto a lutar até não aguentar mais. Seu corpo pode ter cedido, mas não sua vontade de lutar.

Lealdade
A lealdade é importante para os inismoritas: quando um homem faz uma promessa, ele a mantém a todo custo. No entanto, não se espera que nenhum homem mantenha uma promessa que possa comprometer sua honra, ou seja, que possa fazê-lo violar as Três Leis.

Um homem pode dever lealdade a seu senhor, mas, antes de mais nada, deve ser leal à sua própria honra. Muitos teanos estranham essa ideia – afinal, o conceito de vassalagem vem da época da Velha República –, mas ela é importíssima para os inismoritas. A primeira e principal preocupação de um inismorita é sempre manter sua honra intacta. Outras culturas podem considerar esse atributo inoportuno, mas os inismoritas só estão tentando preservar sua honra e a posição de sua família. Num mundo de servos e criados, esse brado vigoroso de individualismo é visto por muitos teanos como arrogância, mas, na verdade, é o atributo que define melhor o orgulho inismorita.



Última edição por Teach em Sex 04 Ago 2017, 14:07, editado 1 vez(es)

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em Qui 06 Jul 2017, 14:20

Justiça
A Quarta Lei, aquela que só é invocada quando as outras três são violadas, é a da Justiça. O direito inismorita (como veremos a seguir) não foi concebido para proibir o crime, e sim para castigá-lo. O gesa lançado sobre Inismore acionou uma força que leva os injustos à justiça, por mais que corram, por mais longe que cheguem. “Aqui se faz, aqui se paga” não é um ditado inismorita, mas bem poderia ser. A justiça pode não ser ligeira, mas é inevitável. Quando veem essa força agir, as pessoas de fora da ilha a chamam de “coincidência”, mas os inismoritas sabem que não é nada disso.

Os inismoritas encaram a justiça como uma responsabilidade. Ao testemunhar uma transgressão, consideram ser seu dever corrigi-la. Afinal, dizem eles, já bastam as pessoas que dão as costas ao problema, dizendo que não é da conta delas. A única maneira de retificar uma injustiça é a expiação, uma demanda para limpar o nome do ofensor. Muitas vezes, a demanda abrange três tarefas impossíveis, e todo inismorita de bom coração está mais do que disposto a tentar cumpri-las, mesmo que isso o leve à morte. Na verdade, a melhor maneira de morrer é tentando limpar o próprio nome.

Vestuário
A moda inismorita não mudou muito com o passar dos séculos. Ainda usam calças – uma imagem estranha para o soldados invasores do Antigo Império, com suas togas e túnicas –, camisas de mangas compridas e mantos pesados, todos feitos de lã. Botas e cintos de couro são comuns, mas não os botões. As joias, porém, são muito populares entre os inismoritas. Broches e alfinetes são onipresentes, bem como braceletes, tornozeleiras, anéis e colares, todos enfeitados com os tradicionais desenhos de nós complicados que se tornaram característicos da moda inismorita.

Alimentação
Graças às chuvas regulares e a um verão quente e longo, Inismore tem um dos períodos de cultivo mais prolongados do norte de Théah. Na verdade, no sul de Inismore, é possível manter as lavouras durante o ano todo. As terras cultiváveis abrangem dois terços de Inismore. As culturas mais importantes são a cevada, os derivados do leite, o feno, batatas, aves, beterrabas, trigo e alguns dos animais de criação mais admiráveis de Théah: vacas, cavalos e ovelhas. A pesca também é muito importante para a economia de Inismore. Os pescadores inismoritas apanham bacalhaus, arenques, lagostas, cavalas, salmões e pescadas nas águas rasas de Inismore.

Arte e Música
“Todas as canções inismoritas falam de uísque ou de uma moçoila chamada Nancy. As melhores são as que falam das duas coisas.” Os inismoritas adoram cantar. Um estudioso pode aprender tudo que precisa saber a respeito da história, dos costumes e das tradições inismoritas a partir das canções da ilha. Os temas variam de canções “rebeldes” (contra a tirania, seja a de Avalon ou a de Montaige), passando por canções de guerra e amor, até as canções do “uísque” (que cantam a complicada relação de amor e ódio que os inismoritas sempre tiveram com a bebida).

Mas a tradição musical mais importante de Inismore é o bardo. Os bardos fazem parte da classe culta de Inismore (mais informações sobre os bardos na seção sobre os druidas, p. 50). Os bardos são tão peculiares a Inismore que não existe nada comparável a eles em outras culturas. São encontrados nos palácios da nobreza, contando histórias do passado e compondo canções que serão entoadas por centenas de gerações ainda por vir. São a história viva da cultura inismorita, e a maneira como um homem ou uma mulher trata os bardos afetará profundamente como ele ou ela será lembrado(a).

Religião
A religião materna de Inismore continuou relativamente intacta frente à Igreja dos Profetas. Os inismoritas reconhecem a sabedoria nas palaras dos Profetas, mas nunca abandonaram seus deuses, principalmente porque seus deuses nunca os abandonaram. Até mesmo nos momentos mais tenebrosos da invasão montenha, os inismoritas sabiam que O’Bannon ainda voltaria. E ele voltou mesmo, e banhou a Ilha Esmeralda com o sangue rubro dos montenhos.  Os deuses inismoritas habitam mundos muito além de Théah. É possível chegar a esses Mundos de Sombras por meios mágicos, mas os portões estão fechados há muitos séculos. Os inismoritas não se preocupam muito com seus deuses. Sabem que é preciso venerá-los nos momentos certos, nas noites em que as estações se encontram, mas, fora isso, os deuses inismoritas pouco se intrometem no dia a dia das pessoas.

A coisa mais importante que você precisa entender em relação aos deuses inismoritas é que qualquer pessoa poderá se tornar um deles se seu glamour for forte o bastante. Os inismoritas acreditam que a reputação (glamour) tem relação direta com o pós-vida. Quanto mais lendária for a pessoa, mais ela será abençoada com o glamour do país. Algumas das divindades mais poderosas dos inismoritas foram outrora pessoas comuns cujos nomes continuaram a ser pronunciados muito depois de terem deixado este mundo mortal, conferindo- lhes acesso ao País das Sombras... e à condição divina. É essa fé que garante a enorme dedicação dos inismoritas ao conceito de reputação, e é por isso que chamar um inismorita de covarde é sempre um erro: você acabou de lhe dizer que ele terá de provar que não é.

Druidas
Os guardiões das tradições inismoritas são seus santos e santas, ou druidas. Os druidas guardaram silêncio no último século, praticando seus ritos sob o manto da escuridão. Mas, com o retorno de O’Bannon, seus rituais e ensinamentos voltaram aos campos abertos e ensolarados. Os druidas não são necessariamente feiticeiros, e sim educadores e sábios que compreendem as verdades mais secretas do mundo. Graças a essa compreensão, eles reconhecem padrões globais recorrentes e são capazes de evitar armadilhas e aproveitar oportunidades.

A melhor maneira de exemplificar o saber secreto de um druida é compará-lo a um agricultor. O homem que cresce numa fazenda sabe quando virá a tempestade por causa da calmaria e do cheiro da chuva. Ele sabe que as raposas atacam o galinheiro logo após a primeira geada porque não há mais comida. Sabe quando colher raízes e ervas no auge da potência, porque o avô de seu pai aprendeu a fazer isso centenas de anos atrás e passou o conhecimento adiante. Para quem vê a coisa de fora, esse saber – sem uma explicação razoável que o acompanhe – pode parecer mágico. Na verdade, trata-se apenas de intuição e experiência. O que vale para o agricultor, vale também para o druida.

Os druidas principiantes são chamados de bardos. Os bardos passam a vida toda aprendendo o conhecimento secreto que seus mestres já obtiveram e o adquirem vagando pelos campos, contando histórias e recolhendo novas narrativas. Em suas viagens, eles enxergam os mesmas padrões em diferentes condados, o que aos poucos vai ajudando o druida a compreender o mundo. Também atuam como mensageiros entre os distantes vilarejos inismoritas, caminhando com suas “botas de sete léguas” – calçados mágicos capazes de percorrer a ilha toda num só dia – pelos bosques e brejos de Inismore.

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em Qui 06 Jul 2017, 14:27

O País
Inismore fica logo ao sul e oeste da Grã-Avalon. Divide-se em 26 condados, cada qual com um representante no parlamento do país. O grande rei de Inismore – chamado árdri (OR-dri) – governa na capital, Donega. Numa colina alta, nos arredores da cidade, fica a Pedra Fål, um artefato sagrado que derrama lágrimas e canta toda vez que o árdri a beija.

Uma boa parte de Inismore é composta de terras baixas, pontilhadas por florestas densas e um mar ondulante de terras cultiváveis. Salpicando as terras baixas, temos as turfeiras, pântanos cobertos por vegetação agonizante. Mas as regiões montanhosas de Inismore se estendem por todo o centro da ilha, culminando nas Terras Altas de O’Bannon. Dizem que nenhum ponto da ilha fica a mais de 150 quilômetros da água. Barcos e atracadouros são muito importantes para os inismoritas. As três maiores cidades – Donega, Dunkeen e Darwah, nessa ordem – são portuárias. Inismore tem clima ameno e úmido, e os invernos são mais quentes do que seria de esperar. No entanto, o calor relativo também é acompanhado por um bocado de chuva.

A precipitação média fica entre 1.500 e 2.500 milímetros de chuva por ano e, portanto, as enchentes são um problema grave em toda a ilha. Graças a tantos rios e às enchentes, Inismore tem um bocado de pontes e vaus. Nenhum exército inismorita jamais represou ou bloqueou um rio: tal coisa só faria atrair consequências terríveis, dispensadas pelos sidhe que habitam as águas. Além dos vários rios e riachos, Inismore também tem muitos lagos, e todos são considerados sagrados. Os lagos mais sagrados são aqueles que têm uma ilha no centro, pois todo inismorita sabe que são passagens para o país dos sidhe.

O estranho é que os edifícios mais conspícuos de Inismore foram construídos por invasores. Castelos e fortes estrangeiros salpicam o litoral da ilha, e hoje todos pertencem às pessoas que eles foram construídos para manter do lado de fora.

Governo
O’Bannon pode ser o grande rei de Inismore, mas ele ainda precisa tratar com o parlamento inismorita, o órgão governamental estabelecido pela ocupação avaloniana há centenas de anos. O’Bannon já deixou bem claro que não tem tempo nem paciência para discutir bobagens com a nobreza. Ele é o O’Bannon, e sua autoridade é inquestionável.

Economia
Faz séculos que a economia de Inismore está ligada à de Avalon. Libras e shillings são vistos corriqueiramente nos mercados públicos e nas oficinas das guildas em Inismore. As guildas de Vendel não marcam em Inismore a mesma presença que têm em Avalon, mas a quantidade de sedes que se podem encontrar em suas cidades aumenta a cada dia.

Nomes
Os nomes inismoritas têm duas partes: um primeiro nome e um sobrenome, conhecido em Inismore como o “nome de clã”. Graças às ocupações avaloniana e montenha, o sistema extremamente complicado de nomes clânicos foi abandonado e substituído por um sistema simplificado. Entre os inismoritas, a maioria dos nomes de clã apresenta o prefixo “O’” ou “Mac”, como em O’Blaind ou MacMárín. O “O” significa “neto(a) de”, ao passo que “Mac” indica “filho(a) de”. Portanto, um Herói pode se chamar Keelan O’Keelan, ou seja, “Keelan, o neto de Keelan”.
Nomes Masculinos Comuns: Abbán, Ádhamh, Aidan, Barrfind, Barrie, Brady, Carey, Ceallach, Donagh, Dónal, Dubhán, Enda, Ennis, Fearghal, Finn, Keelan, Lochlainn, Mannix, Riordan, Séaghdha, Teige, Torin, Uilleag
Nomes Femininos Comuns: Aideen, Aignéis, Bébhinn, Blaind, Brígh, Catlín, Clodagh, Dáríne, Deirdre, Éabha, Eavan, Ena, Fionnuala, Gobnait, Íde, Keelan, Léan, Maeve, Máirín, Mór, Neassa, Nóra, Órlaith, Siobhán

Aldeias e Cidadezinhas
Em comparação com o resto de Théah, as maiores cidades de Inismore não passam de vilas e aldeias. A capital, Donega, é pouco mais que um distrito e tem um décimo do tamanho de Carleon, em Avalon, ou de Charouse, em Montaigne.

Donega
Donega é a maior das cidades de Inismore, graças, principalmente, à pesca e ao comércio com Avalon. É onde fica a Pedra Fål. A cidade foi amaldiçoada em 600 AV, mas, ao voltar anos mais tarde, O’Bannon romperia a maldição derramando seu próprio sangue sobre a Pedra Fål. A cidade tem muralhas que chegam a dezoito metros de altura, cercadas por fossos e outras fortificações.

Dunkeen
Sede do governo avaloniano durante muito tempo, Dunkeen hoje é uma cidade comercial. A cidade abriga muitas rotas mercantis antigas, entre elas algumas que começam e terminam em Montaigne e Vodacce. Donega pode ser a capital de Inismore, mas é indiscutível que Dunkeen é a cara que o país mostra ao resto do mundo.

Darwah
Darwah é a segunda maior cidade de Inismore e mantém relações comerciais quase exclusivamente com as Highland Marches. Está sob a jurisidção da família O’Toole, a dinastia que o O’Bannon tirou do trono ao voltar. Não é segredo que os O’Toole nutrem “sentimentos conflitantes” em relação à volta do O’Bannon, mas nada fizeram para sabotar seu reinado. Até agora.

Forças Armadas
“Temam não o exército de lobos liderado por um cordeiro,
e sim o exército de cordeiros liderado por um lobo.”
Provérbio inismorita
A composição das forças armadas de Inismore é de noventa por cento de soldados não treinados e dez por cento de profissionais. São esses dez por cento que preocupam os inimigos de Inismore. O típico exército inismorita é um bando de loucos de olhos esbugalhados e liderados por alguns fanáticos devotos que usam táticas que os generais menos convencionais teriam dificuldade para prever. Todo general que confronta um exército inismorita sabe que, sem dúvida alguma, terá a superioridade numérica, mas também sabe que perderá pelo menos metade de seu contingente para a horda sanguinária e imprevisível.

Os inismoritas não têm uma Marinha permanente, mas já contribuíram com centenas de marujos para os Lobos do Mar de Elaine. Munidos de um conhecimento da navegação que atravessa gerações e de sua reputação feroz, os marinheiros inismoritas são o perigo dos mares.

Relações Exteriores
No que diz respeito ao resto de Théah, Inismore é a irmã caçula e desbocada de Avalon. Não passa de um apêndice de Avalon. Não tem marinha, nem exército ou economia independente e, portanto, não representa grande ameaça militar ou econômica. Não existem embaixadas para diplomatas, mas, mesmo que houvesse alguma, quem ia querer visitar o país, sendo o rei grosseiro como é?

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