Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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Prêmios do Mês
Zesh
Narrador
Eponine
Herói
Persis
Missão
Francis
Interpretação
Aleksey
Vilania
Staff Online

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em Qui 22 Fev 2018, 10:11

A viagem para Persis andava em um bom ritmo, aqueles que decidiram ir junto com as delegação se espantou ao notar que a montaria deles do lado de fora do palácio eram elefantes. Com espaços para mais de uma pessoa na cabine que ficava presa no topo do animal, teanos que acompanhavam a delegação se dividiram entre os elefantes. Eram um total de 5 elefantes para 15 soldados e cada cabine ainda poderia caber um total de 7 pessoas.

Ir de Iskandar até Persis possa ter sido uma excelente ideia, pois para chegar até lá deve-se cruzar Anatol Ayh inteira, por isso membros teanos que decidiram acompanhar acabaram vendo muito mais do cenário do Império e conhecendo uma ou outra cidade que foi usada como ponto de descanso. Todos ali da tropa Ilman eram muito bem equipados com espadas e armas de fogo, algo que junto a suas armaduras e máscaras era terrível de se pensar em ter como inimigo.

Qualquer outro membro da Tropa Ilman permanecia calado, apenas Azar falou durante a viagem toda e mesmo assim apenas quando necessário, fora isso toda a viagem seguiu tranquila e nem um problema fora encontrado no caminho. O clima quente ainda era de causar certo problema, mas finalmente o grupo estava em Persis, na cidade de Ardasir. Os elefantes estacionados fora da cidade com serviçais tomando conta deles enquanto estavam dentro da casa do líder da cidade, os membros calados do lado de fora da casa e Azar dentro conversando com o líder local. Quem mais da delegação poderia também estar na casa, mas no momento estavam livres para caminhar pelas ruas de Ardasir.

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em Qui 22 Fev 2018, 22:00

Eponine mal havia esperado alguns segundos após chegar a delegação que iria para persis e ouviu o homem que havia convidado se apresentar a ela em tom baixo:

— Adalberth LaFrançois Plunderblood. Se importaria de me dizer o teu?

A moça ouviu e respondeu em um tom de voz semelhante:

-Fico feliz que tenha decidido me acompanhar, Eponine de Moivre (Mo-A-vre) muito prazer.

Após isso esperou ainda mais um tempo até que azar voltasse para que finalmente partissem, ao sair para fora palácio se espantou ao ver sua montaria, não era comum a esta usar elefantes como uma forma de transporte:
-Bem deve ser o costume local. pensava a jovem instigada

A viagem para persis andava até que em um bom ritmo, foi vantajosa por um motivo que nem pensara também a jovem pode conhecer toda a arquitetura local, claro que nada era tão impressionante quanto a fachada do palácio porém parecia ser algo realmente diferente de qualquer coisa que lembrava de ter visto em thea.

A única coisa que a incomodava era o calor que fazia com que sua testa e pescoço não estivessem secos nem por apenas um minuto durante a viagem.

Após algum tempo de viagem e muito suor chegaram finalmente a cidade de ardasir, onde os elefantes os deixaram na porta da cidade, enquanto estava lá pode ver azar entrando na casa do líder local, a moça  observou este entrando e se questionava o que conversariam?


No momento estava livre para caminhar pela cidade, ao passo que enquanto começou a caminhar virou-se para o homem que a acompanhava e disse:
- Eu acho que talvez vou procurar alguma biblioteca ou alguém que possa me dar alguma informação sobre as lendas antigas deste local, você vem comigo?meu leãozinho.

disse a última frase fazendo referência a máscara trajados pelo homem.

Após isso abordou um ou outro que passava por ali dizendo em theano antigo:

-Oi desculpa incomodar mais você poderia me dizer onde tem alguma biblioteca ou algum bom bardo por aqui?

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em Sex 23 Fev 2018, 11:35

Eponine caminhava pelas ruas procurando alguém que a compreendesse e pudesse ajudá-la com sua busca, muitos de quem ela abordavam falavam em um idioma estranho, assim como para as pessoas abordadas era Eponine que falava em um idioma estranho. Mas felizmente havia alguém que ela conseguiu abordar e que entendia o que ela falava, Abdollah era seu nome,
um homem de idade já e com roupas simples.


- Oi oi, estou com dificuldades, eu entendo algo ou outra coisa. Não sou bom com idioma de Théah. Peço que fale devagar.

Com um pouco mais de atenção ele entendia o que Eponine queria, mas talvez a resposta não fosse o que ela esperava. - Sim, temos biblioteca, mas não acho que tem algo no seu idioma. E canções também não. Se quiser tentar... - Abdollah indicava a direção o melhor que pode e esperava que Eponine chegasse a seu objetivo.

A biblioteca disponível na cidade não era muito grande, mas servia seu propósito, livros ali estavam disponíveis para a venda e troca também, um sinal de que algo em seu idioma pudesse estar perdido no meio disso tudo. O atendente que ficava em um balcão próximo a porta apenas olhava quem entrava e saía, sempre com atenção para que ninguém levasse indevidamente o que havia por lá.

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em Sex 23 Fev 2018, 18:33

A moça caminhou ligeiramente confusa até encontrar um senhor com roupas simples, Abdollah era seu nome, ele lhe disse o que procurava apesar de não ser o que desejava:

Sim, temos biblioteca, mas não acho que tem algo no seu idioma. E canções também não. Se quiser tentar...

Ao ouvir a frase vieram alguns pensamentos em sua cabeça, primeiramente se lamentou mas logo em seguida voltou a seu estado normal e pensou:

-Bem presumo que não existem apenas canções aqui, talvez eu possa tentar achar algum poeta para me dizer algo caso minha expedição a biblioteca falhe.

Após a frase do homem e o pequeno pensamento Eponine agradeceu a Abdollah e seguiu o caminho que fora cuidadosamente indicado pelo homem em direção a biblioteca .

A biblioteca na cidade não era a maior que já havia visto mas parece que servia a seu propósito, ao entrar observou um atendente que ficava sobre um balcão apenas observando quem entrava e saia do local, a moça andou até este esperou com que este a olhasse e disse vagarosamente em theano:


-Você teria algum livro-disse enquanto fazia o formato de um livro com a mão- Na minha língua?-disse encerrando sua mímica apontando para a própria língua.

Após isso apoiu-se sobre o balcão enquanto pensou:

-Bem, caso não compreenda minha língua espero ao menos ter conseguido me fazer entender pela minha mímica.

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em Sab 24 Fev 2018, 11:12

Eponine na biblioteca realizava mímicas enquanto falava com o atendente para que ele a entendesse, e de fato isso possa ter ajudado. Com um olhar de pouco interesse o bibliotecário apontava para um canto da biblioteca, talvez esse seja o local mais empoeirado e sujo do estabelecimento. Havia uma placa pendurada no teto com alguns dizeres em katabico, mas para ela isso não fazia diferença.

Lá havia uma diversidade de livros, alguns feitos com papel como de costume, outros feitos com talvez pele de animais. Mesmo assim havia uma grande quantidade de livros por lá e que eram fáceis de notar se pegasse algo daquele sessão para comparar com o de qualquer outra, mas infelizmente parece que de relance nada parecia estar em seu idioma, ela teria que fazer uma busca melhor do que apenas checar as prateleiras por nomes nas capas ou algo assim.



Peço que role Argúcia+Observar, pode adicionar o dado extra de perícia Ímpar e qualquer vantagem que possa te ajudar.

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em Sab 24 Fev 2018, 13:27

Após fazer suas mímicas o homem lhe apontou um canto extremamente sujo e empoeirado.

-Faz sentido estar sujo,presumo que não deve haver muitos estrangeiros que venham aqui especificamente para essa biblioteca em ardasir- pensou a moça.

Apesar da visível falta de interesse de quem a atendera agradeceu mesmo assim e seguiu até o canto apontado.

O canto tinha alguns dizeres aparentemente naquela língua estranha mas para ela aquilo não fazia a mínima diferença, havia uma diversidade de livros, ao bater o olho não pode ver nada que parecesse estar em seu idioma então decidiu realizar uma busca mais cuidadosa.

Começou retirando da prateleira alem de um pouco de pó os livros que achou que seriam mais antigos os de capa de couro, olhava cuidadosamente cada livro e separava no canto aqueles que talvez fossem lhe servir de algo.

Após fazer isso com os livros de couro, devolveu os que não achou interessantes para a prateleira, e repetiu o mesmo processo para os livros de papel.


Off: Argúcia(3)+ Observar (1)+ Perícias ímpar(1)



Última edição por Char_Chair em Sab 24 Fev 2018, 13:28, editado 1 vez(es)

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em Sab 24 Fev 2018, 13:27

O membro 'Char_Chair' realizou a seguinte ação: Rolar dados


'd10' : 8, 5, 8, 10, 6

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em Dom 25 Fev 2018, 11:39

Eponine buscava com mais afinco os livros empoeirados e após certo tempo ela encontrava algo deixado para trás por ali, era um diário de viagens escrito em castilhano. Algo sobre um tal de Consuelo Eladio Ramirez que aventurou pelas terras do Império a fim de explorar o que eles podiam oferecer e como era sua cultura. O diário parecia incompleto, talvez isso tenha sido roubado ou quem sabe seu dono tenha já perecido e alguém deixou esse diário aqui em troca de um dinheiro fácil.

Uma ou outra passagem chamava sua atenção, mas nada lá falava explicitamente do tesouro, talvez tudo fosse realmente apenas para explorar a região e conhecer os costumes locais, até um momento que ela acha a seguinte sentença: Em minhas viagens encontrei um viajante local, seguimos juntos por um tempo e assim como eu mantinha um diário sobre suas jornadas, mas com um foco diferente, ele buscava tesouros e já havia visitado alguns lugares. Me disse que esse diário se tornaria um livro, estou ansioso para ler se ele publicar um dia.

Esse viajante poderia muito bem ser Rashid. Eponine havia descoberto o diário de alguém que encontrou Rashid em vida, mas enquanto lia algumas passagens do diário e sobre sua viagem, ela notava outra coisa peculiar, outra pessoa também estava ali naquele corredor olhando alguns livros. Essa pessoa parecia ser alguém da região pela aparência e vestes, mas agia de maneira suspeita, olhando para o dono da biblioteca e de volta para a estante e após repetir isso uma três vezes ele pega um dos livros e corre em disparada a uma janela ao fim do corredor, ele se impulsiona em uma prateleira e a alcança se jogando para o outro lado. O dono da loja parecia não ter notado nada enquanto seguia lendo o que quer que fosse em sua mesa.



Acabou as apostas, 1 foi para achar o livro, 1 para achar algo de interesse no livro, e a última para notar esse estranho que fugiu pela janela.

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em Dom 25 Fev 2018, 17:07

Após algum tempo buscando por entre os livros finalmente encontrou algo que talvez ajudasse no que procurava um diário de viagens escrito em castilho que pertencia a um aventureiro chamado Consuelo Eladio Ramirez, infelizmente parecia estar incompleto.

Leu com um pouco de atenção o achado porém seu foco só pode ser realmente atingido pelo diário na seguinte passagem:


Em minhas viagens encontrei um viajante local, seguimos juntos por um tempo e assim como eu mantinha um diário sobre suas jornadas, mas com um foco diferente, ele buscava tesouros e já havia visitado alguns lugares. Me disse que esse diário se tornaria um livro, estou ansioso para ler se ele publicar um dia.

Após ler a passagem Eponine esfregou algumas vezes os olhos,será que era verdade? Poderia aquele homem ter trabalhado junto com Rashid?

Porém enquanto estava em meio a questionamentos pode ver algo interessante um homem aparentemente da região agia de maneira suspeita ele olhava rapidamente para um livro na mesma localidade em que estava e depois para o rapaz no balcão como se para notar se seria pego furtando.

Após alguns segundos a suspeita de Eponine foi concretizada com o homem pegando o livro e rapidamente pulando pela janela ao fim do corredor.


Para que se importar em pular da janela? o homem estava tão distraído lendo que poderia tê-lo feito saindo pela porta da frente -pensou Eponine.

Após o pensamento porém lembrou rapidamente da passagem do livro, e algo em suas veias começou a lhe dizer se Rashid escreveu realmente um livro provavelmente era aquele que o homem levara com sigo, o pensamento fez com que Eponine devolvesse o que lia a prateleira e fosse até a metade do corredor da janela para tentar ver se conseguiria ver a direção para qual o homem foi.

Poderia até apontar para o homem trabalhando a janela quebrada mas com sua sorte era capaz de que este pensasse que fosse ela e a fizesse pagar,então para que arrumar problemas gratuitamente? pensava.

Apos checar na janela simplesmente saiu do local, seguiu nas ruas para qualquer direção que a desse uma luz enquanto começou a xingar e murmurar e por sua frustração, ela já chamaria atenção de qualquer maneira por ser estrangeira então simplesmente não lhe custava nada chamar um pouco mais, ao menos aquilo lhe serviria de terapia ou talvez de distração enquanto procurava por algo melhor do que seguir o homem como pista.

Enquanto passava o tempo xingando refletiu e percebeu que poderia encontrar algumas respostas caso encontrasse o dono do diário e percebeu que no fim toda sua frustração se resumia a uma pergunta que repetiu para não esquecer:


-Estaria Consuelo Ramirez vivo?

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em Seg 26 Fev 2018, 11:01

Perdido em seus pensamentos sobre Consuelo estar vivo ou não,
Eponine se vê de volta à casa do Líder local em um momento ideal.
Azar estava saindo de lá e se pronunciava para seus soldados e convidados
- Está na hora, não iremos dormir aqui, temos que seguir caminho. Convidados podem dormir sem problema nos elefantes, meus soldados revezarão em turnos e seguiremos sem descanso por um tempo.

Os soldados presentes apenas aceitam sem questionar ou emitir algum som, todos ali preparam suas coisas, soldados carregavam bolsas novas com suprimentos, parece que a viagem não seria tão tranquila quanto antes e por algum motivo a pressa era necessário.
Azar não havia passado mais nenhuma informação e se preparava para partir da cidade de volta a seu elefante.

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em Seg 26 Fev 2018, 14:14

Não passou tanto tempo naquele palácio quanto gostaria, apesar de ser um pouco demais para ele, e quando saiu se surpreendou um pouco. Sabia que usavam elefantes de montaria, mas não que ele andaria em um por longas horas.

Desceu do elefante e estendeu a mão para a senhorita para ajudá-la a descer.

— Sim, claro. Mas não planejo passar muito tempo lá.

Apenas seguia a mulher enquanto observava o local, nunca tinha ido para o Império Crescente antes, e de certo modo ficava impressionado com o local, desde a arquitetura até a cultura.

Notou que a mulher tinha abordado um senhor na rua, ouviu o homem falar algo, mas não prestou muita atenção. Algo relacionado a biblioteca, então continuou seguindo ela até ela entrar na biblioteca.

Lá dentro viu ela conversando com o atendente, se não soubesse o que ela estava falando, presumiria que ela queria comer um livro.

Ajudava ela a procurar algum livro, mas acabava se perdendo em meio a palavras que não conhecia. Quando notou que a mulher do seu lado havia encontrado um livro de viagens e cultura, ficou extremamente curioso com o livro, só iria esperar ela terminar de ler ele. Apesar de não saber Castilhano, pelo menos poderia tentar interpretar algumas palavras.
Quando ele vai pegar o livro que ela havia colocado de volta na prateleira, nota que a mulher havia se virado e notou apenas um par de pernas sumindo atrás da janela.

— O que foi aquilo?
Arqueou uma sobrancelha e foi até a janela também, mas não viu nada de especial.

Tentou acalmar a dama com alguns pequenos tapinhas no ombro enquanto saíam da biblioteca. Andando mais um pouco,
nota Azar se preparando para partir e ouve ele falando.
Viu algumas pessoas se arrumando para partir, e ficou aliviado de certa forma por não precisar se preocupar com suas coisas. A qualquer momento podia voltar para seu navio para pegar o que precisasse (apesar de saber que não deveria abusar de seus portais).
Antes de Azar subir, Adalberth foi até ele e fez um rápido comentário

— Senhor, caso algum de seus soldados precise descansar eu posso tentar tomar seu lugar nas rédeas.
Na verdade, ele queria sim ajudar, mas queria mesmo era controlar um elefante. Deveria ser muito diferente de um cavalo.
Esperou a resposta, fez um aceno com a cabeça e subiu no elefante. Novamente estendendo a mão para ajudar a moça a subir.

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em Seg 26 Fev 2018, 18:21

Eponine estava tão distraída em seus pensamentos que sequer foi capaz de notar em seu caminho que acabava por retornar a casa do líder.

Chegou no melhor momento o possível,Azar acabara de sair e estava fazendo um discurso a seus soldados:


Está na hora, não iremos dormir aqui, temos que seguir caminho. Convidados podem dormir sem problema nos elefantes, meus soldados revezarão em turnos e seguiremos sem descanso por um tempo.

Os soldados pareciam muito bem treinados e obedientes,pois aceitaram sem questionar as ordens dadas por seu superior e começaram a carregar bolsas novas com suprimentos provavelmente preparando-se para uma tarefa mais difícil.

Enquanto via a cena Adalbert avançou para oferecer ajuda a Azar e depois ofeceu ajuda a Eponine para subir no elefante.

Eponine antes de aceitar subir no elefante olhou para Azar e disse:


- Se não for incomodar a pergunta, há algo de errado Monsieur?

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em Ter 27 Fev 2018, 09:33

Adalbert se oferecia para controlar um dos elefantes na jornada para que os soldados de Azar pudessem também descansar, mas ele logo recusou - Não se preocupe, meus soldados não se cansam tão facilmente - Todos então montavam nos elefantes, em cima da enorme caixa que havia em cima deles que servia como cela e apoio.

A viagem prosseguia em Ritmo acelerado, eles iam de dia e de noite, as paradas que aconteciam era apenas para que o animal descansasse e/ou bebesse e comesse algo. O caminho por Persis mostrava uma arquitetura similar, mas um povo com vestes diferentes daqueles de Anatol Ayh. Mesmo assim tudo seguia até chegarem perto de um povoado.

Azar: Esperem um momento

Era o que o líder dizia para que todos parassem, não muito longe era possível avista um povoado com não mais que meia dúzia de tendas, Azar se prontificava e começa a passar ordens para seus soldados. Os teanos presentes obviamente escutavam tudo.

Azar: É isso, chegamos ao local onde recebi uma informação. Inimigos do Xá estão nesse povoado todo. Acabem com eles sem que ninguém sobreviva. Esses Teanos já esperaram demais e ainda tivemos que mudar de rota. Não deixem eles e nosso Xá esperando mais do que deviam.

As tropas Ilman desmontam de seus elefantes que com um comando ficam lá a espera de seus donos, Azar se dirige aos teanos e faz uma pergunta a eles - Tivemos uma missão de emergência e tivemos que desviar de nosso destino um pouco, assim que acabar isso iremos direto para Siphon a capital da Gloriosa Persis. Se quiserem se juntar a meus soldados para um pouco de ação, fiquem a vontade. - Azar oferecia a eles para que fossem atacar as pessoas do povoado juntamente com as tropas Ilman, caso alguém quisesse se juntar seria muito bem vindo pelos soldados.

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em Ter 27 Fev 2018, 18:42

 Parece que Azar havia ignorado completamente a sua pergunta,bem é de se esperar pensou o homem parecia tão ansioso que provavelmente sequer havia ouvido a pergunta feita por esta.

A viagem seguiu em ritmo acelerado até que Azar mandou esperarem um pouco, enquanto esperavam este falava uma informação sobre a situação:


Azar: É isso, chegamos ao local onde recebi uma informação. Inimigos do Xá estão nesse povoado todo. Acabem com eles sem que ninguém sobreviva. Esses Teanos já esperaram demais e ainda tivemos que mudar de rota. Não deixem eles e nosso Xá esperando mais do que deviam.

Após isso o homem fez um convite aberto a quem quer que quisesse se juntar a expedição e ajudar, ao ouvir isso Eponine não pode aguentar andou até a frente deste e disse:

-Mas que exagero, são apenas pessoas tentando viver suas vidas,  não deixar ninguém vivo isso não é um exagero ou estupidez no mínimo? O que essas pessoas fizeram de tão mal?
Sinceramente quando vejo gente agindo dessa maneira isso esquenta a pistola que carrego no bolso, quanto tempo você é militar? Talvez muito mas saiba que nada é capaz de derrotar uma Montaignesa irada. Se você for atacar esse povo sem nenhuma razão nada me faria mais feliz do que ver seus miolos estourados no chão. Disse enquanto retirou sua pistola e apontou para este.



Última edição por Char_Chair em Ter 27 Fev 2018, 20:12, editado 3 vez(es)

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em Ter 27 Fev 2018, 18:49

Off:Método: Determinação(2)+ Intimidação(3)

A reputação se encaixaria (protetora) ou é algo local apenas?

A sim caso de ruim, estou ativando minha húbris o esquentadinho que me da um ponto heroico quando me meto em confusão ou ponho os outros numa.



Última edição por Char_Chair em Ter 27 Fev 2018, 18:50, editado 1 vez(es)

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em Ter 27 Fev 2018, 18:49

O membro 'Char_Chair' realizou a seguinte ação: Rolar dados


'd10' : 8, 4, 2, 6, 1

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em Qua 28 Fev 2018, 10:49

Sempre teve os elefantes como animais grandes e poderosos, mas apesar disso seu caminhar era mais suave do que achou que fosse. Ou talvez fossem os assentos mesmo. Pensando nisso, deu de ombros sozinho e continuou.

Então ouviu o Azar se pronunciar e desceu do elefante para prestar atenção no resto do que ele dizia, e então notou Eponine ficando full putaça com o homem e apontando para a cara dele com sua arma.
Com calma, ele se aproximou da mesma, colocou sua mão direita em cima de sua arma como se estivesse fazendo um sinal para que ela entendesse que era para abaixar a arma.


— Você não é daqui, você não sabe se são realmente inocentes ou não, isso também me incomoda, mas não posso ter certeza. Se sua busca é pelo tesouro e essa cena te incomoda, feche os olhos. Se você quer justiça, eu não ficarei na sua frente, porém muito menos ao seu lado...

Se vira, pondo-se entre a arma de Eponine e Azar, fazendo uma aceno como a cabeça como se fosse um pedido de desculpas.

— Senhor, se importaria de me contar a história sobre os inimigos de Xá para que eu possa saber se devo lhe ajudar ou apenas observar?



OFF
Convencer contra Eponine
Todas as apostas vão contra ela.
Panache 3 + Convencer 2



Última edição por Taletreader em Qua 28 Fev 2018, 11:00, editado 8 vez(es) (Razão : eu sou indeciso)

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em Qua 28 Fev 2018, 10:49

O membro 'Taletreader' realizou a seguinte ação: Rolar dados


'd10' : 7, 8, 8, 5, 3

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em Qua 28 Fev 2018, 12:13

O homem entrara na frente de Eponine, colocando a mão sobre sua arma, apesar de ter ficado tentada a disparar contra o homem que se intrometera em sua decisão a moça simplesmente esperou as palavras do homem:

Você não é daqui, você não sabe se são realmente inocentes ou não, isso também me incomoda, mas não posso ter certeza. Se sua busca é pelo tesouro e essa cena te incomoda, feche os olhos. Se você quer justiça, eu não ficarei na sua frente, porém muito menos ao seu lado...

Após ouvir as palavras do homem com o sangue ainda fervendo disse:

- Se te incomoda então porque protege esse tipo de gente? Sinceramente esperava mais de você do que simplesmente proteger tiranos. Eu não vou atirar em você mas eu vou garantir que a justiça seja feita, eu estou aqui não pelo tesouro, não me importam riquezas mas sim pela chance de conseguir algo para ajudar o simples povo de Montaigne, então eu não vou ficar aqui sem fazer nada enquanto os grandes vão oprimir esses coitados.
Se você tem dentro de si o mínimo ideal de justiça, você deveria saber que os inimigos do xá devem ser os soldados não uma população.

E outra peça desculpas por si, você não fala por mim entendeu?

Off: Vontade indômita eu gasto um ponto heroico e resisto a seu convencer.
(Me avisem depois para tirar ele)

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em Qua 28 Fev 2018, 14:03

O membro 'Hiruma' realizou a seguinte ação: Rolar dados


#1 'd10' : 6

--------------------------------

#2 'd10' : 9

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em Qua 28 Fev 2018, 14:58

VONTADE INDÔMITA (K) (1 SE FOR NUMANARI)
Depois de um outro personagem tentar intimidar, seduzir ou provocar você de alguma maneira, use um Ponto Heroico para resistir automaticamente.

Como foi usado Convencer e ele não intimidou, seduziu ou provocou você não considero que tenha dado certo.

Eponine: 5 dados + Protetora + Perícia Impar + Dado Narrativo
8, 4, 2, 6, 1, 6, 1, 9
Total: 8+2, 4+6, 1+9

Adalbert: 5 Dados + Perícia Impar + Dado narrativo
7, 8, 8, 5, 3, 9, 5
Total: 7+3, 8+8, 5+5

Ambos tem 3 Apostas. O Convencer Falhou, mas todas as Apostas de Eponine foram juntas.



Azar observava a briga entre os dois ali presente, ele se movimentava para ficar o lado para que os dois pudessem olhá-lo de frente. Em seguida ele respondia o que Eponine perguntava como se estivesse realizando uma boa ação ao mundo - Estamos nos livrando desse lixo mágico que há em nossa grande Persis. Onde já se viu, feiticeiros vagando por nossas terras como se fossem deles. Esses impuros merecem uma outra chance, mas em uma outra vida que não nasçam com magia. Agora guarde essa pistola, se não for ajudar não faça nada. - Ele aproximava seu rosto para proferir algumas última palavras para a jovem em um tom mais baixo, porém ríspido. - Essa mão ainda não foi cortada por causa dessa carta de Anatol Ayh.

Ao longe gritos começavam a ser escutados dos soldados que já haviam partido e um princípio de fumaça preta começava a subir aos seus do povoado.

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em Qua 28 Fev 2018, 15:46

Eponine não pode perceber o começo do ataque devido ao tempo que passara discutindo com Adalberth, notou apenas que este havia começado quando começou a ouvir gritos dos soldados.

Enquanto isso ouvia Azar falando da bondade que ele achava que fazia, após ele terminar aproximou seu rosto e proferiu em tom mais baixo e ríspido:


 Essa mão ainda não foi cortada por causa dessa carta de Anatol Ayh.

Após ouvir a ameaça do homem Eponine foi um passo para trás riu olhou para este e disse em tom irônico:

-Hora nem precisa se preocupar com isso, eu vou lutar ao lado desse povo você com certeza vai ter a chance de cortar minha mão isso é claro considerando que você possa fazer isso com os miolos no chão, então apenas seja honrado e não me ataque por trás enquanto vou me juntar ao meu lado.

Terminou a frase andando rápido e encaminhando-se para o lado inimigo de batalha.

Off: Eu gastei o ponto de vontade indômita assim mesmo?
Caso eu chegue lá a tempo vou usar investida temerária gastando meu último ponto heroico.

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em Qua 28 Fev 2018, 16:14

Adalberth vê Eponine começar a se virar para partir para o lado dos "inimigos", segura o braço dela e se aproxima do rosto do mesma, falando agora em um tom sério e uma voz baixa.

— Você sabe que isso é suicídio, certo? Não te julgo por defender seus ideais, mas morta você não conseguirá fazer nada.
Aproxima um pouco mais o rosto e sussurra no ouvido dela:
— Mas isso também me deixa incomodado, mesmo que eu fique aqui, você tem meu apoio moral.
Deixa um leve beijo na bochecha dela perto da orelha, e dá um tapinha no ombro de Eponine, inspirando ela a fazer o que achasse certo.

Então, com um peso no coração, ele se vira e caminha para longe da confusão. Agora, apoiado atrás do elefante, ele olha para o céu e fecha os olhos. Esperando aquilo tudo acabar...



Última edição por Taletreader em Qua 28 Fev 2018, 16:27, editado 1 vez(es) (Razão : Alaska que mandou)

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em Qua 28 Fev 2018, 17:01

Adalberth segurou o braço de Eponine que ouviu as palavras do homem com quem havia acabado de discutir a pouco:
Você sabe que isso é suicídio, certo? Não te julgo por defender seus ideais, mas morta você não conseguirá fazer nada.

Olhou para o homem e com um sorriso obstinado disse:

-Sim eu sei que provavelmente é,se for a minha vez que seja todos vamos morrer um dia para mim não importa se hoje ou daqui a 100 anos, eu quero pelo menos ter a chance de faze-lo com honra e pelos meus ideais. Antes de morrer quero ao menos ter vivido.

Após isso o homem deu um beijo em sua bochecha e lhe desejou sorte.

O beijo causou em Eponine uma rápida feição de estranhamento, porém deve ter sido apenas um jeito amigável de lhe desejar sorte.

A moça seguiu então seu caminho mais rapidamente  e dando um rápido cumprimento para Adalberth ao longe.


Off: haha...de boas cara.



Última edição por Char_Chair em Qua 28 Fev 2018, 21:19, editado 2 vez(es)

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em Qua 28 Fev 2018, 17:02

[OFF] @Char_Chair você não perdei o ponto heroico lá, não considerei que foi usado, só vou considerar o da Investida Temerária agora. Além disso você recebe uma Ferida Dramática.

Adalbert avisava para que Eponine não fizesse nada, mas seu lado protetor era maior, achando isso uma barbaridade ela sai dos elefantes e vai até a cidade ajudar a combater as tropas Ilman. Fazendo isso ela se tornaria uma inimiga, mas suas preocupações eram outras agora.

Azar respeitou o prometido e não atacou ela pelas costas, enquanto isso se aproximava de Adalber que ficava ali sozinho. - O que foi? Não gosta de guerras? Não tolera ver sangue?

Eponine se mergulha no campo de batalha, mulheres e algumas crianças já estavam caídas no chão, outros ainda gritavam por suas vidas, os homens de lá lutavam para sobreviver, com a esperança de fazer a diferença ela investe contra um grupo das Tropas Ilman que estava mais próximo, eles não esperavam que alguém se juntasse ao lado do oponente, ainda mais uma teana que veio junto com sua delegação. Ela rapidamente apagava esse grupo, mas ainda haviam outros. assim como haviam mais pelotões prontos para atacá-la como inimiga também.

Homens com asas de anjo, morcego, ou em chamas voavam e lutavam contra as tropas, vendo a ajuda de Eponine eles a encaram como aliada.



Um Pelotão de 3 foi derrotado, ainda á 2 Pelotão, um de Força 7 e outro de força 5

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