Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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Hiruma
Narrador
Eponine
Herói
Missão
Francis
Interpretação
Kristopher
Vilania
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em Qui 08 Fev 2018, 23:04

Havia atracado na noite anterior, pagou a taxa do cais e dormiu em sua embarcação. Era agora manhã bem cedo, levantou e arrumou suas coisas, sendo uma delas, colocar sua máscara de leão.
Pensou consigo mesmo
— Hmm, então é aqui que minha mamãe morava huh? Realmente, logo de primeira vista já é notável a diferença entre aqui e Montaigne...
Desceu de sua Nau e procurou alguém que pudesse lhe ajudar com seus objetivos. O principal era: Tripulação. Enquanto os secundários eram: Dinheiro e comida. Qualquer um desses lhe seria ótimo nesse momento.

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em Ter 13 Fev 2018, 11:29

Era de manhã bem cedo quando decidira descer da nau, era tão cedo que os primeiros raios de sol mal haviam surgido e os primeiros trabalhadores do cais mal haviam chegado.
Quando desceu algumas coisas não puderam deixar de lhe chamar a atenção,o primeiro que viu foi um homem sendo jogado para fora  da taberna pelo que lhe parecia ser um taberneiro bem irritado e fora jogado em meio a aplausos tão fortes dos que estavam dentro da taberna que pudera ouvir dali mesmo em frente de onde sua nau  ficara aparcada.
Em segundo viu nos postes  um cartaz a procura de trabalhadores este dizia algo sobre um grande comerciante do porto que estava contratando trabalhadores para retirar os produtos que havia encomendado,aquele não era um serviço glorioso mas o pagamento anunciado parecia apesar de modesto justo.
Ao procurar ajuda e perguntar para os trabalhadores dali obtivera respostas rápidas e desinteressadas dos que perguntou, lhe  disseram basicamente que se procurava pessoal que fosse a alguma agência de mercenários com dinheiro e se quisera algo para comer que fosse a Donzela Caolha pois ali conseguiria o melhor ensopado da cidade.

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em Sex 16 Fev 2018, 20:57

Agradeceu aos trabalhadores ainda assim, enquanto caminhava viu o homem ser jogado para fora da taberna e foi correndo ao seu encontro, porém no meio do caminho ele viu um dos cartazes no poste e com uma pequena pausa, produziu um "Hum!", arrancou um deles e guardou em seu bolso, voltando seu caminho para o homem.
— O que houve aqui? Estou interessado em sua história de aplausos e ser chutado para fora da uma taberna. Principalmente aqui na Comunidade Samártica!
Estava sinceramente curioso, parecia ter sido um feito e tanto para conseguir ouvir aquilo do cais. Procurou um banco ali por perto para se sentar e ouvir o homem falando.
— Ah sim! Perdão. Meu nome é Adalberth LaFrançois Plunderblood!

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em Sex 16 Fev 2018, 22:08

Quando chegou finalmente próximo ao homem pode alem de encontrar o banco que desejara ouvir o resmungo deste que enquanto se levantava com dificuldade levantou o dedo indicador e em tom sério disse:
- Vocês todos ainda vão ver um dia eu vou ter muitos dinheiros -disse enquanto dava um rápido soluço- e vou ser mais rico que todos vocês isso eu prometo.
Aquele era um homem de cabelos pretos e olhos castanhos, tinha as maçãs do rosto avermelhadas típicas daqueles que consomem muito álcool, ao finalmente levantar-se completamente dirigiu-Se a Adalbert e ainda resmungando um pouco e ameaçando ao taberneiro que não se encontrava lá disse:
- Esse povo aqui da comunidade samártica é exagerado, tudo isso meu rapaz ocorreu por causa de um exagero e de um pequeno equívoco -disse o homem enquanto parecia que tentava apoiar o seu corpo sobre um banquinho imaginário que apenas este via- Enfim vou contar minha história eu cheguei aqui e fiz algumas apostas eu perdi elas porque pegaram minha ferradura da sorte semana passada, enfim e eu não consegui pagar a elas, os apostadores queriam me jogar fora do bar porém o taberneiro não deixou pois eu paguei todas minhas bebidas a vista e na hora em que elas chegavam a minha mesa. Porém você acredita que por causa de um pequeno equívoco o taberneiro quis me jogar para fora do bar, acredite você ou não só porque eu achei que a filha dele que estava usando um longo vestido vermelho era uma prostituta e ofereci a ela 10 moedas ele se zangou comigo e me jogou para fora. É um exagerado, isso mesmo E-XA-GE-RA-DO. Quanto ao restante que aplaudiu, acho que eu talvez tenha dado em cima da mulher de um ou outro antes de decidir contrar um prostituta. Como eu disse exagero e equívocos.
Disse o homem enquanto começou a rir sozinho provavelmente reparando somente agora o caos que havia causado no local.
-Mas enfim eu estou bem não é a primeira vez que me expulsam de uma taberna estou bem obrigado, você não é daqui é?e me desculpa a pergunta mais qual é a do chapéu de leão ai?
disse o homem enquanto apontava para o  que chamara de chapéu com sua mão direita.
- Ah sim perdão mas eu não me apresentei me chamo Afonso Gasparetto di salsaero IV prazer.

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em Qua 21 Fev 2018, 08:26

Coçava a pouca barba que tinha como se estivesse prestando atenção naquilo que o homem dizia, não estava certo aquilo que o homem havia feito, mas muito menos o que o taberneiro havia feito.
Então abaixou-se para fazer sua típica reverência montenha que fora adaptada para seus próprios gostos,
estufando o peito no final.

— A máscara simboliza a força de superar desafios, a capacidade de liderança e assertividade, um espírito dificil de ser controlado.
Havia inventado aquilo tudo, mas gostava da idéia do que havia dito.
— E não, eu não sou daqui. Porém, minha mãe era e eu decidi vir para cá por conta das histórias dela.
Evitava falar de seus pais, não lhe trazia mágoas mas lhe trazia desconforto. Então prosseguiu com sua voz animada de sempre.
— E por acaso você pediu desculpas para a dama e ao taberneiro? Não conheço as "mulheres" daqui para saber como se vestem ou onde ficam, mas suponho que não seja freqüente na situação onde você se encontrava.

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em Qua 21 Fev 2018, 20:41

O homem escutou a resposta que o homem havia dado sobre a sua máscara, sentou-se no chão em frente ao banco onde Adalbert se sentava o olhou e disse:

-Interessante você me parece ser alguém bem determinado,boa sorte com isso ai.

Após isso o homem inspirou fundo enquanto ouvia a frase que confirmava sua suspeita sobre a pessoa com quem falava não ser dali, ao passo que expirou e disse:
-Bem caso queira eu posso te mostrar lugares que não mostram, também ou seja o melhor da cidade.

Ouvindo o questionamento sobre ter pedido desculpas ao taberneiro e a filha o homem levantou-se e coçou a cabeça como se não tivesse entendido metade do que este falara devido ao efeito de álcool e disse:

-Com certeza teria pedido desculpas a dama se tivesse tido chance,porém eu jamais pediria desculpa ao taberneiro, não gosto dessas pessoas que tomam ofensas aos outros para si principalmente quando foram incidentais. disse enquanto levava a mão ao bolso como se procurando alguma garrafa e a fechando após realizar-Se frustrado que não havia comprado mais nenhuma bebida antes de atirado do bar.

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em Sab 24 Fev 2018, 10:32

— Agradeceria se pudesse me mostrar esses lugares
Fez uma menção de aceno com o rosto
Mostre o caminho.
Se levantou e respirou fundo, se espreguiçando
— Estou em busca companheiros de viagem, já faz um tempo que tenho meu navio mas tenho seguido sozinho por um tempo. E talvez eu precise também de um pouco de dinheiro, estou nas minhas reservas.

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em Sab 24 Fev 2018, 16:50

Após a frase do homem este olhou Adalbert e disse:

- Então você é um capitão?- disse o homem enquanto era possível ver o seu sorriso começar a sumir de seu rosto, quando o sorriso terminou de sumir completamente o homem olhou catatonicamente para o mar durante cinco a dez segundos antes de chacoalhar a cabeça e voltar com um sorriso obviamente falso aparentemente recobrando a consciência.

-Muito bom, boa sorte para você, bem eu até conheço alguns trabalhos mas você não me parece do tipo que aceitaria eles - disse o homem enquanto seu uma rápida risada- Mas chega de enrolar vamos la, talvez você ache alguém para sua tripulação o primeiro lugar é um local chamado O Beco , vamos me siga.

O homem após dizer isso saiu do Porto e começou a dirigir-se para a cidade que tinha ruas de paralelepípedos Bem polidos, caminharam por mais um tempo até chegar a um cruzamento.

-Bem me siga com discrição- disse enquanto começou a caminhar cuidadosamente por debaixo das sacadas das casinhas e outros estabelecimentos de dois andares que tinham por aquele local.

Entrou em um beco, o local cheirava a álcool e cigarros, as paredes estavam cobertas de musgo e a maior parte das pedras do chão de paralelepípedos estavam quebradas, no chão no canto daquele local havia uma tampa de madeira presa por um trinco de ferro, o homem caminhou até o canto, retirou o trinco e levantou a tampa, Adalbert pode ver naquele local uma pequena escadinha de madeira, os primeiros apoios da escada estavam quebrados e esta parecia servir para descer ao fundo do local.

O homem olhou para Adalbert, apoiou o pé próximo a entrada do local que abrira e disse:

-Tem coragem?

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em Seg 26 Fev 2018, 14:26

Notou o olhar do homem para em direção ao mar e ficou curioso, gostaria de saber o motivo por de trás daquela maneira de ver o horizonte azul.

— Um capitão precisa de uma tripulação, atualmente eu sou apenas um homem com um navio. Hah!

Ouviu então o homem comentando sobre trabalhos que ele não aceitaria, e contanto que não ferisse a lei, não teria problemas com aquilo... Mas sempre se perguntava qual era o limite da lei e do bem. E então voltou a prestar atenção no que o homem estava falando e o seguia.

— Belo lugar que você tem aqui... Me faz lembrar dos meus tempos de criança.
Dizia enquanto andava pelo beco, até chegar no ponto onde tinha uma tampa da madeira com trancas e embaixo dela uma escada.
— Coragem não me falta. Bem, não quero ser rude apenas entrando assim. Logo após você.
Faz um sinal com as mãos, pedindo para que o homem entrasse primeiro da maneira mais sincera possível.

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em Seg 26 Fev 2018, 19:04

Após o comentário de Adalberth no beco sobre sua infância Afonso o olhou e enquanto dava um sorriso disse:

-Bem você realmente deve ter tido uma infância traumatizante, bom lugar de qualquer maneira me lembra da minha adolescência em castilha.

Após isso viu o sinal de Adalberth e desceu apoiando primeiramente suas mãos na lateral da escadinha e depois no degraus assim que começaram os que não estavam quebrados.

Após isso foi a vez de Adalberth descer, ao chegar ao chão sua primeira impressão foi que era um local abandonado de depósito de esgoto e a primeira coisa que pode ver foi duas lamparinas que se encontravam iluminando porcamente uma espécie de porta de madeira com uma ogiva de pedra sobre essa.

Afonso abriu a porta que revelou um corredor escuro,a única iluminação do local era algumas velas penduradas em pequenos suportes nas paredes.

Seguiram algum tempo por aquele corredor, naquele local era possível ouvir fortemente o som dos passos das pessoas que caminhavam na parte de cima da cidade.

Após algum tempo ali o barulho tornavasse quase que ensurdecedor, e o caminho que percoriam seguiu relativamente simples e normal até que avistou um homem um rapaz magro de túnica preta encostado na parede, suas mãos estavam vermelhas manchadas com algum sangue que provavelmente não era seu.

Enquanto passavam pelo homem Afonso acenou para este e disse:

-Como vai rato tem visto a J por aí?

O magro homem olhou para Afonso e Adalbert e disse abrindo a boca que acabava mostrando os dois dentes da frente que eram grandes e pontiagudos lembrando um roedor:

-Olha só parece que fez um novo amigo, prazer Rato- disse levantando uma das mãos para cumprimentar Adalberth- bem ela está no final do corredor como sempre você conhece ela sempre metódica com planos novos e malucos.

Afonso acenou com a cabeça e seguiu o caminho pelo corredor que tinha as mais diversas bifurcações e se encerrava em uma porta de madeira enegracida,enquanto andavam até esta advertiu Adalberth:

-Nós só podemos chegar até a porta,regras da J.

Após isso caminhou até a porta e a abriu, a sala era escura,a única iluminação que tinha era lateral e iluminava apenas metade de uma mesa que se encontrava cheia de papéis no centro desta.

Ao ver os dois na porta, pode ver surgir na metade iluminada da mesa uma mão feminina que gesticulava com um gancho que se encontrava no lugar da outra mão os dizendo para esperar.

Após alguns segundos além da mão pode ver surgir sobre a iluminação o final do que deveria ser uma cabeleira longa, e após esta passar a mão rapidamente na ponta visível do cabelo pode ouvir uma voz feminina dizer:


-Qualquer amigo do Afonso é muito bem vindo aqui,então rapaz o que você busca? E o mais importante o quanto quer?

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em Qua 28 Fev 2018, 12:04

Observava o local, era bem diferente do que estava acostumado com Montaigne, mas aqui era definitivamente diferente.

Enquanto passava por pelo homem que se apresentou como Rato, Adalberth retribui o cumprimento e se apresenta também.

— Adalberth, prazer.
Faz um aceno com a cabeça e continua seu caminho atrás do homem, definitivamente se perderia ali se estivesse sozinho.

— Entendo.
Em resposta a só poder ir até a porta, parando na lateral um pouco atrás do homem que parava em frente a porta.
Viu aquela cena toda dentro do local e ficou impressionado com as longas madeixas da mulher.


— Busco tripulantes.
Respondeu sem hesitar e então seguiu com a outra resposta.
— E não preciso de muito, apenas o suficiente para pagá-los e comprar mantimentos para passar possíveis meses no mar.

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em Qua 28 Fev 2018, 18:36

A mulher parecia ter ouvido atentamente a resposta do homem porque manteve o silêncio por algum tempo até este ser que quebrado por uma frase que foi dita vagarosamente e em tom frio quase solene:

- Não falava de valores monetários mas sim o quanto você deseja de verdade a sua tripulação.- após isso começou a passar a mão em seu gancho e disse- sabe as vezes as pessoas querem as coisas mas raramente tem a coragem de fazer o que for necessário para isso.
Bem vou te fazer uma proposta que tal promovermos um pequeno torneio de lutas para você se apresentar para o pessoal daqui, coisa simples sem armas apenas os bons e velhos punhos. caso você consiga ir bem pode pegar qualquer um que queira ir com você aceita?

Eu até poderia te sugerir alguns trabalhos que temos aqui mas somos mercenários, não necessariamente o que é feito é "legal".

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em Qua 28 Fev 2018, 22:29

Ouviu atentamente a proposta e não pensou muito sobre, logo expressou sua opinião
— Bem... Eu não sou muito bom com meus punhos, então evito combates assim. Mas posso recorrer ao fio de minha lâmina.

Dá uma olhada melhor no local, apenas para gravar aquela cena na sua cabeça e então prossegue

— Já sujei minhas mãos antes. Não é algo que eu faria para viver, mas infelizmente é algo que eu sou bom em... — suspira, abaixa o rosto e sussurra para si mesmose meu mestre soubesse disso...
E olhando para frente novamente, tenta identificar melhor a aparência daquela mulher a sua frente enquanto esperava uma resposta dela.

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em Qua 28 Fev 2018, 23:33

Vendo o olhar do homem aproximar-se a mulher rapidamente foi mais para trás se afundando ainda mais no breu que era aquela parte da sala, a única coisa que Adalberth pode ver com clareza foi seu nariz, era um nariz fino, de tamanho normal e delicado na ponta, como o nariz de uma bela estátua de mármore após o acabamento.

Após a atitude do homem a mulher disse:


- Você não vai me forçar a por uma mascara em minha própria sala vai? Além do mais essa curiosidade não é saudável, olha se você me visse você não poderia sair daqui.... vivo. Então creio que é melhor para ambos ficarmos assim. Mas vou mentir para mim mesma e fingir que estou errada e presumir que você olhou em minha direção a procura de uma garantia de pagamento, nesse caso - disse enquanto retirou uma grande bolsa de moedas com a sua mão e a jogou na mesa- elas são suas caso aceite o trabalho para mim. A única coisa que posso te dizer antes que aceite minha proposta é que eu preciso de uma cabeça na minha mesa, nada muito difícil apenas isso. Além do mais vou ser legal, se fizer discreto e bem feito também te deixo levar qualquer um daqui que queira ir com você que tal?

Off: Caso queira tentar ver algo na direção dela ainda você pode rolar, argúcia+ observação.

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em Qui 01 Mar 2018, 05:57

— Perdão!
Rapidamente Adalberth dá uma pequena recuada, não se movendo muito mas sim por ter notado ter feito algo, então faz uma pequena reverência com a cabeça
— Não foi minha intenção, é instintivo quando não consegue ver bem algo ou alguém, tentar focar mais sua visão nisso. E... — Segue-se uma pausa curta, como se estivesse colocando os pensamentos no lugar — Eu não sou daqui, muito menos sei quem você é... Então não faço a mínima idéia de como ganhar algo com isso, além de chantagens serem algo que eu não faço. É um dos meus princípios.

Suspira fundo, endireita sua postura novamente e retoma sua pose natural para responder a pergunta da mulher a sua frente
— Bem, eu poderia fazer isso sim. Só preciso do nome, descrição e onde ele possa estar.

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em Qui 01 Mar 2018, 17:41

Após as frases justificativas do homem pode ouvir um uhum desinteressado e insincero.
Na pequena frecha de luz apareceu uma pasta, e a moca disse jogando essa no chão de maneira que deslizasse até próximo ao pé de Afonso:


- Bem aí vai ter um desenho de quem eu quero a cabeça é apenas um nobre comerciante deveras irritante, seu nome é Aleksander kuroshov não deve ser ruim acha-lo.
Deve estar em alguma mansão por aí esbanjando dinheiro ou algo do tipo.

Afonso recolheu a pasta que deslizou até proximo a porta e prontamente a entregou para Adalberth dizendo:

- Olha talvez não vá ser tão fácil quanto a J fez parecer ela tem essa horrível mania de dizer que coisas difíceis são simples disse retirando um dos bolsos um charuto daqueles bem baratos e terminando com um convite:

-Você fuma?

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em Qui 01 Mar 2018, 22:38

Ele vê a pasta deslizando e fica curioso para saber quem era seu alvo. Não gostava desse tipo de trabalho, mas era ou isso ou carregar caixas nas docas.

Ouviu ela dando informações de seu alvo, e ficou levemente aliviado. Era apenas "mais um", não iria fazer tanta falta.

— Entendo, obrigado. — Abaixou a cabeça, acenando um sincero cumprimento para mulher — Peço perdão novamente por ter invadido sua privacidade.

Levantou seu rosto e se virou para Afonso, prestando atenção no que ele falava sobre ser mais difícil do que ela havia dito, então tira um charuto do bolso e lhe oferece.
— Já experimentei, não é de meu gosto. Mas obrigado... — Adalberth estende a mão, como se estivesse pedindo para ver a pasta — Sobre a J, o que pode me falar sobre ela? ... eu sei que essa minha curiosidade vai acabar me matando um dia...

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em Sex 02 Mar 2018, 00:30

Após a recusa  Adalberth pelo charuto, Afonso  caminha até uma das velas no corredor e acende este olhando para Adalberth enquanto dava de ombros:

- melhor assim

Após isso o homem viu Adalberth estendendo a mão e o entregou, na pasta havia apenas um desenho que descrevia o homem ,o homem era loiro, de olhos castanhos e com um queixo forte, havia sido desenhado com uma joia em seu peito, um topázio azul que ficava na ponta de um colar talvez uma relíquia de família.

Após isso olho o rapaz que questionava sobre a J e começou a coçar a cabeça enquanto o guiava no caminho de volta:


- Bem ninguém sabe muito sobre ela, essa organização já está aqui a uns anos mas ninguém nunca pergunta nada para ela, ela não gosta de responder perguntas nesse aspecto. Olha nas vezes que ela apareceu em público com a máscara, eu pude notar que ela tem diversas cicatrizes pelo corpo e uma bem grande no braço bom, presumo que ela deva ser ex-militar ou algo do tipo. Ela basicamente vive para esse lugar aqui, raramente ela sai e não tem amigos ou família pelo que eu saiba. Sinceramente nunca vi moça mais capaz de ser cruel e obstinada na vida.
Mas porque a pergunta os belos cabelos dela te encantaram?- disse dando um sorriso.

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em Ter 13 Mar 2018, 10:16

— Sou curioso — Sorriu e deu de ombros

No caminho de volta, ia perguntando sobre quais eram os locais nobres da cidade se ele tinha mais alguma informação sobre o paradeiro do homem.
Acenou com a cabeça para Rato, sinalizando que estava partindo.


— Tem problemas você vir junto? Não conheço a cidade, você me mostra ela. Quando eu encontrar meu alvo, você pode se separar.

Põe a mão no queixo e pensa um pouco.

— Talvez eu devesse passar no meu navio para pegar minhas armas.

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em Ter 13 Mar 2018, 14:59

- Entendo sua curiosidade - disse coçando o queixo

Na volta o Afonso citou sobre uma famosa casa de shows, um prostibulo e disse que lembrava de já ter visto aquela joia em algum lugar porém poderia ser apenas o álcool afetando sua cabeça, passaram por rato que acenou de volta e desejou sorte.

Ao saírem quando questionado se poderia guiar Adalberth o homem parou deu de ombros e disse:


- Posso te mostrar onde os lugares ficam porém a partir de uma distância não terei como ir, algo sobre os seguranças dos nobres não gostarem de mim enfim alguma baboseira qualquer.

Andaram por mais um tempo até que o homem parou subitamente com se houvesse tido um estalo em sua cabeça:

- Adalberth, hoje vai ter um baile de máscaras na casa de um dos nobres, se você tiver coragem o suficiente pode procurar um convite para entrar e assassinar o homem ou pode esperar e fazer de maneira segura.

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em Ter 13 Mar 2018, 17:06

Esboçou um sorriso quando Afonso disse que poderia lhe mostrar a cidade.

- Triste não poder ser aproximar, mas sem problemas...

Estavam perto da saída quando o homem para e fala palavras que poderiam mudar completamente os seus planos, e para melhor.

- Huh... - Abriu um sorriso de canto de boca - Tive um idéia, preciso comprar outra máscara e um par de luvas. - Estendeu os braços e estalou as costas - Como ele é um nobre, eu suponho que ele deva ter praticado a arte do duelismo como todos os outros. - Fez uma pausa e olhou determinado para Afonso - Por favor, me diga que ele é orgulhoso ou fica estressado com facilidade, alegre meu dia.

Jogou a cabeça para trás levemente e riu baixo para si mesmo, em seguida se virando para Afonso.
- Eu vou para o baile.

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em Ter 13 Mar 2018, 18:44

Após o sorriso de Adalberth finalmente retornaram a escadinha quebrada que os levaria de volta ao beco, e Afonso começou a conversar enquanto subia:

- Sério? você faria o maior sucesso com o chapéu de leão-disse enquanto esboçava um sorriso escalando os primeiros degraus da escadinha- Olha não sei se orgulhoso mas para irritar a J no mínimo arrogante deve ser.

Após terminar de subir Afonso esperava Adalberth terminar de subir sentado e  enquanto olhava as nuvens se formando no céu no que deveria ser uma chuva que parecia que iria durante até a noite.

Após este terminar a subida pelas escadinhas o homem retirou do bolso um papel com as dobras amareladas, estava dobrado de maneira tão cuidadosa que sequer era possível ver qualquer amassado, enquanto Afonso o olhou e disse:


- Você teria algum lugar para guardar isso sem que o molhe? Aliás tem uma loja de roupas na próxima esquina caso precise.

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em Qua 14 Mar 2018, 15:24

- Quero deixar uma mensagem, só não com o meu rosto estampado nela. - Pensou melhor por um segundo - Digo, minha máscara.

Riu baixo, mais para si mesmo do que para Afonso ouvir.
Quando subiu de volta no beco notou que o homem olhava para o céu, Adalberth viu então as núvens tornando-se mais densas e escuras.
Voltando seu olhar para Afonso, este lhe entregava um papel dobrado, pedindo-o para guardar bem. E com cuidado, Adalberth colocou o papel dentro do bolso frontal de sua camisa.
- Alguma idéia de onde posso conseguir um convite? - Soava meio confuso, não tinha idéia de para onde ir primeiro. Então apertou as mãos do homem e agradeceu a "ajuda" antes de partir.

Porém, alguns passos à frente ele se vira novamente para o beco para fazer uma pergunta, talvez a última que perguntaria a aquele homem.

- Onde posso te encontrar caso precise?

E tomou de volta seu caminho para em direção à loja de roupas.

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em Qui 15 Mar 2018, 20:46

Após ser questionado por Adalberth se sabia como entrar o homem colocou sua duas mãos na cintura adotando uma postura imponente enquanto disse calmamente:

-Ora meu rapaz vejo algumas opções para você, como tudo na vida você pode tentar roubar um ou contratar alguém que faça para você, mas acho que você não quer o segundo já que está com pouco dinheiro, você também pode tentar fazer amizade com algum nobre ou - Disse dando um sorriso malicioso- O quão Don Juan você é? Existem baronesas solteiras que você poderia convencer a te convidar, caso não queira que saibam quem você é, pode usar uma mascara elas adoram esse lance de mistérios ou alguma porcaria do tipo.

Alguns passos a frente Adalberth perguntou a Afonso onde poderia encontra-lo, a medida que o homem disse:

-Ora vou estar em alguma taberna próxima ao local caso ache uma que não fui expulso por ali, caso contrário estarei nas ruas passando o tempo, mas não se preocupe o que você está guardando é precioso para mim vou te encontrar para pegar após a chuva passar nem que tenha que buscar seu espírito.

Adalberth via uma loja chique com belíssimos vestidos e trajes de gala na porta, dentro do local havia uma atende morena que com suas roupas simples de plebéia certamente nunca havia sequer provado qualquer um daqueles vestidos embora trabalhasse no local.
Enquanto estava na porta ouviu a moça dizer em tom solícito:


-Posso ajuda-lo senhor?

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