Seven Seas

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em Seg 15 Jan 2018, 10:37

Sarmion
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“Sarmion lanetzach, l’sof haolam. Sarmion
para sempre, até o fim do mundo.”

— brinde popular de Sarmion

O reino de Sarmion pode ser uma pequena parte do Império do Crescente, mas sua influência mudou a face da Terra. Com o nascimento do Primeiro Profeta até a explosiva fuga dos antigos deuses, agora deuses deturpados que vagam pela região, ações tomadas pela pequena Nação e seus líderes mudaram em muito a forma do império. Em uma geração, Sarmion ajudou tanto a impedir ataques numanari como devolver a Imperatriz  ao seu trono por direito. O custo? A maioria de seu povo e sua maior cidade, a capital Salemoria.

Sarmion se manteve pacífico por centenas de anos, súditos leais da família real e fornecedores dos mais feroz exército de guardas da monarquia. Quando a princesa Safiye foi embora para viajar o mundo, muitos dos maiores guerreiros de Sarmion foram com ele. Poucos sobraram quando o antigo imperador morreu, e Príncipe Istani se tornou imperador no lugar de sua irmã. Rei Josiah e suas três filhas, Esther, Batya e Dinah mantiveram sua lealdade à Princesa Safiye, publicamente se opondo ao imperador.

Uma terrível Doença

Quando o Rei Josiah foi envenenado com uma doença mágica que ninguém pode curar, muitos acreditavam que o imperador era o responsável. As três princesas se prontificaram a ajudar a Nação. Esther ficou para ajudar seu pai doente a governar, Princesa Batya partiu em busca da Princesa Safiye e Dinah partiu para encontrar uma cura. Esther foi assassinada por agentes do Imperador Istani enquanto Dinah desapareceu em Théah, nunca para ser encontrada novamente. O rei continuou vivo, fraco e incapaz de encarar o poder do imperador, que não fez nada para ajudar Sarmion quando seu inimigo antigo, Numa, invadiu mais uma vez.

Em 1664 AV, Numa atacou Sarmion como retribuição por seu envolvimento com a invasão falha do Imperador Istani após Numa ter garantido sua independência. Sem uma poderosa liderança, Sarmion foi assolado por seus atacantes.

Retorno da Imperatriz

Apenas o retorno da legítima Imperatriz Safiye dau aos sarmianos a esperança da salvação. Quando Safiye reapareceu com a intenção de retomar seu trono, Rei Josiah enviou seus melhores  guerreiros, o Chavra, liderados pela princesa Batya, para ajudar a imperatriz a capturar o palácio. Após uma noite de lutas terríveis, o indigno Imperador Istani fugiu para o 8º Mar, e a imperatriz legítima sentou-se ao trono novamente. Mas a vitória veio com um preço terrível.

Em retaliação pela interferência dos chavras, Shah Jalil usou magia para liberar uma terrível maldição em Sarmion. Os numanari criaram um plano para acabar com o espírito rebelde do povo sarmiano. Apesar dos numanari nunca terem conseguido completar seu objetivo, Shah Jalil descobriu sobre o plano nefasto enquanto torturava um espião numanari. Com os sarmianos marchando no palácio para ajudar a imperatriz, Jalil usou sua magia maldita para enviar uma névoa negra por toda Sarmion e da noite para o dia nove das dezenove tribos de Sarmion desapareceram da terra. Apenas um punhado de pessoas de cada tribo foi poupado, deixados para trás enquanto o resto de suas tribos eram dizimadas.

A imperatriz, segura em seu trono, enviou guerreiros de Sarmion junto com 5000 grandes guerreiros de todo o império para recuar os numanari e ordenar as tribos do 8º Mar a atacar do leste. Mas tempestades no mar empurraram os navios para fora de curso. Chegando a tempo de ver os numanari bater em retirada.

A batalha era brutal. Guerreiros Quabilat al-Hisan do 8º Mar encheram as fronteiras de Sarmion, afastando o exército numanari de volta a costa. A desesperada, e desolada população sarmiana, enfurecida pela perda de seus irmãos, utilizou sua mais poderosa magia para transformar seus próprios corpos em armas vivas contra o numanari. Pior, eles usaram sua magia para violar sua própria lei contra criar vida e animar guerreiros de pedra, usados desde antigamente como armas de último recurso, para eliminar qualquer inimigo que encontrassem.

Desafiando até o fim, os numanari colocaram fogo na capital de Salemoria, queimando o Grande Templo Yachidi e assassinando o Rei josiah antes de fugir do império.

Com esse resultado, Sarmion foi salvo, mas o que sobrou não seria mais o mesmo.

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em Seg 15 Jan 2018, 12:01

História

Sarmion começou como uma Nação de tribos individuais guerreando aos desejos de seus deuses. Nos dias seguintes ao Acordo da Noite mais longa, a Nação se dividiu em dis grupos: os seguidores de Elohah, governados pela linhagem de Isaak, chamada de Yachidi, e a família de Ishamal e os restantes das outras tribos que viviam  nas terras em volta.

A dedicação do país pela paz criou uma breve era de ouro sob Yakob, filho de Isaak. A nova dinastia convidava todas as tribos a se juntar em Salemoria, uma cidade redescoberta pelos Yachidi, para criar uma corpo diretivo e unir as tribos, Yachidi ou não, em um único e pacífica Nação. No quarto século, o filho mais forte de Yakob, Yedha, deveria ser coroado como primeiro rei a unida Sarmion. Em vez disso, Numa invadiu. Quando o contigente da embaixada numanari atracou, Yedha comprimentou eles como amigos. Para o horror de todos, eles o cortaram pela insolência e os numanari marcharam para Salemoria

A cidade provavelmente seria destruída se não fosse pelo irmão mais novo de yedha, Yousef, que negociou por um assentamento. Os numanari colonizaram Sarmion, mas não mataram todas as suas pessoas. Ao invés disso, eles espalharam as tribos, saquearam Salemoria e transformaram uma grande parte da sua população em escravos para financiar a invasão de Numa para o Império Haxāmanišiya. O filho e filha de Yousef, Manashe e Ephraya, eventualmente lideraram uma revolta contra Numa após seu pai morrer, mas foi rapidamente silenciado. Soldados numanari assassinaram a inteira família de Ephraya, e em desespero, Manashe se matou, acabando por um tempo com a liderança Yachid em Sarmion.

A Revolta dos Escravos

Sarmion permaneceu com território ocupado até um século depois quando um líder Yachidi, Moesh ben Amram, conseguiu liderar uma revolta dos escravos em Numa e trouxe de volta os escravos para acabar com o império em Sarmion. Rei David foi o primeiro rei livre após a invasão numanari e seu filho, Solomon, se tornou o mais sábio e mais poderoso rei na história da Nação, um estudante de magia cujo poder de prender demônios se tornou conhecido por todo o mundo.

Como o Império do Crescente e Numa lutaram pelo controle das terras numanari no oitavo século, Samion ainda viu mais duas invasões de Numa, levando a uma inimizade entre as duas Nações. Essas invasões viram mais do povo de Sarmion sendo levados a escravidão e Salemoria ocupada mais uma vez. Ainda assim na fortaleza de Hatriza localizada nas montanhas ao sul, a Rainha Yachidi Elisheva liderava uma rebelião mesmo após seu marido e filha serem levados para Numa acorrentado. Eventualmente a filha da rainha, Ruth, fora enviada de volta ao país onde ela levou seu povo a liberdade mais uma vez. Eles eventualmente quebraram o núcleo da invasão numanari, com Sarmion recebendo a gratidão dos seus vizinhos em Persis e Anatol Ayh.

O Segundo Profeta

Após um inédito período de paz em Sarmion, o surgimento do segundo profeta e sua eventual morte desestabilizou uma grande parte da região. O surgimento de al-Dīn converteu muitos e rapidamente diversas tribos pararam de venerar os deuses antigos. Isso levou a uma crise, já que os espíritos dos deuses antigos se agitaram mais uma vez quando os descendentes de Ishamal abandonaram suas partes no Acordo da Noite mais Longa.

Quando a tribo de Epher converteu-se em 650 AV, os deuses antigos se libertaram e trouxeram caos para a Nação inteira. Rei Zedekiah e seus guerreiros Chavras conseguiram prender muitos de volta em cativeiro em uma catacumba abaixo de Salemoria, mas o rei foi morto nessas tentativas. Os espíritos que escaparam, deturpados por sua captura, fugiram para todos os cantos do império para juntar poder e seguidores enquanto planejam sua vingança contra Sarmion.

A Invasão Vodatiana

Logo após, o reino de Vodacce em Théah viu a instabilidade na região e tentou uma invasão. Eles aportaram em Sarmion com a intenção de usa-la como uma base de operação para os reinos vizinhos, como muitos outros fizeram no passado. Eles nunca imaginaram que os sarmianos lutariam tanto. Enquanto os invasores vodatianos lançavam ataques em Persis e Anatol Ayh em 705AV, e até mesmo conseguiram avançar para o 8º Mar, os sarmianos quebraram sua linha de suprimento por terra.

Quando Persis e Anatol Ayh se uniram sob a mesma bandeira do Império do Crescente eles convidaram Sarmion para se juntar como um vizinho honrado apesar das diferenças religiosas, e Sarmion aceitou. A Nação seguiu o império pouco tempo depois em sua invasão a Numa e Castilha. Apesar de muitos, incluindo a Rainha Atara, não desejar ver Sarmion envolvido em uma guerra estrangeira, as antigas disputas contra Numa os levaram a buscar vingança contra seus inimigos distantes. Os anos de guerra levaram muitos sarmianos a morrer em costas estrangeiras, e muitos nunca retornaram para casa, se estabelecendo ao norte de Théah, espalhando o que ficou conhecido como a Diaspora. A força combinada do recém formado Império do Crescente levou ao colapso de Numa, que caiu ao controle do Império.

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em Seg 15 Jan 2018, 15:07

Governo e Forças Armadas

Sarmion é uma monarquia representacional, com um rei ou rainha governando com a ajuda do Moatrat Achim, o Conselho de Irmãos. O conselho , comumente chamado de Moatzra, consiste de líderes de cada tribo de Sarmion, com um participante a cada 300 na tribo. O Moatzra também aconselha a monarquia em todos os assuntos do estado, incluindo relações com outras Nações no Império do Crescente.

A monarquia também designa governadores regionais dentro de cada tribo para agir como ligações com a monarquia e o Moatzra, cumprindo as leis e mantendo o paz dentro de cada território tribal. O Moatzra pode chamar chayalim (guerreiros) tribais para formar um exército nacional em horas de dificuldade, apesar de que é a família real que lidera eles em batalha.

Quando o imperador ajudou Shah Jalil de Persis estabelecer um registro de todos os usuários de magia pelo império, por exemplo, o Moatzra declarou a lei assur, completamente proibida pela prática religiosa, encorajar seu povo a publicamente e privadamente defender usuários de magia em Sarmion. A Nação baseia essa lei nas éticas Yachidi, com liberdade de religião, como dado por todo o país. Proselitismo é ilegal em Sarmion assim como é assur na fé Yachidi.

A monarquia de Sarmion se manteve descendente dos ancestral Yachidi Abraão desde que sua liderança foi estabelecida após o Acordo da noite mais Longa. Apenas uma criança nascida de uma mãe Yachidi pode sentar no trono, apesar de que casamento com pessoas de outras fés acontecem com frequência nas casas poligâmicas de Sarmion.

Com a morte do Rei Josiah, o Mastzra tem caído em sectarismo e brigas. Muitos líderes não-Yachidi pedem que a monarquia seja abolida de uma vez em favor de um governo representativo e independente. Enquanto isso, líderes tribais lutam para preencher os assentos vazios. Com nove tribos a menos, a voz do Moatzra caiu para uma mera fração do que já foi. Eles dividiram os recursos restantes para gerenciar as enormes extensões de terra deixadas vazias pela última maldição do imperador.

Forças Armadas

As forças armadas de Sarmion são poderosos. Formada por chayalim de cada tribo, o exército consiste de uma infantaria com guerreiros ágeis armados com espadas curtas chamadas sica, adagas, bastões, lanças e escudos leves. A maioria possuem armaduras leves, treinados em combate corpo a corpo usando lechima, uma estilo de guerrilha nascido para enfrentar numanari. A unidade de cavalaria é fortemente armadurada, e um arqueiro, conhecido por se jogar da montaria para o campo de batalha, saindo de cima do cavalo ou carruagem. Um guerreiro sarmiano é devastador no chão, passando por cima de qualquer terreno e subindo paredes com com o mínimo para se segurar. E isso é antes mesmos de usaram sua magia.

Cada parte das forças armadas aloca um feiticeiro em sua unidade. Treinados para usar sua magia para aumentar seu corpo e usar a natureza contra seus inimigos, muitos desses soldados se tornam casualidades da sua própria dedicação à vitória. Os veteranos da ultima batanha numanari quebraram a lei Yachidi e usaram magia kishuf (proibida) para mudar seus corpos em algo grotesco para defender sua Nação.

Chamados de Lokkem. "Os Guerreiros", muitos desses veteranos não podem mais se transformar em suas formas antigas e acabaram para sempre marcados. Apesar de seus sacrifícios, muito Yachidi mais religiosos, rejeitam os Lokkem e os expulsam de seus assentamentos, deixando o governo com uma poderosa população mágica sem lugar para ir e muito ressentimento.

Religião

Desde os dias das tribos combatentes cada uma venerava o seu deus patrono até sua unificação em uma única Nação, Sarmion tem sido primariamente um país Yachidi. Desde que os Yachidi mediaram o Acordo da Noite mais Longa a tempos atrás, eles aceitaram governar a terra e prosperaram com seus moradores promovendo a paz, aceitação da magia, respeito e cooperação com seus vizinhos e dedicação para melhorar o mundo como um todo.

Apesar dos Yachidi serem a população dominante em sarmion, sua religião é de maneira alguma a única praticada por lá. As tribos Ishamali que veneram os deuses antigos são aceitos como guardiões do Acordo, com Nako venerando a deusa da vida Naana-Astarte, o Shuar venerando os deuses gêmeos do amanhecer e anoitecer Shachar e Shalim, e os Midean venerando o deus da fartura Baal-Hammon, e metade de Essa-Edomi venerando o deus da morte e fogo Mot-Melok.

Esses deuses são muito parecidos com os Ahurayasna Ahuras, ou também chamados de Djinn, mas o Acordo manteve as tribos em paz e os deuses venerados e satisfeitos. Cada uma dessas tribos reconhece a existência de Theus como um criador, mas servem aos deuses como patronos e protetores mais do que seres supremos.

As outras tribos Ishamali, Epher, Jokshaar, Massa-Dumah e metade de Essa-Edomi converteram-se a al-Dīn, e a prática prospera em Sarmion, apesar da conversão ter sido uma fonte de tensão para aqueles que acreditam no Acordo estar mantendo os antigos deuses felizes e em paz.

Alguns seguidores da Igreja do Vaticínio também chegaram a Sarmion para aprender mais sobre a casa do Primeiro Profeta. Um Yachidi, frequentemente ficam perplexos com os membros da Igreja, eles não conseguem imaginar como um de seus rebbeim, seu professor sacro, conseguiu causar um impacto tão estranho no resto do mundo. Mesmo assim, ele respeita o direito da Igreja do Vaticínio de praticar com exceção nas que diz as crenças da igreja a respeito de feitiçaria. Um Yachidi também se opõe veementemente às ações da Inquisição na Igreja. Muitos Yachidi que viajaram ao norte em Théah relataram repressão por agentes da inquisição, e rumores chegaram de volta ao Império sobre Yachidi desaparecendo em Nações como Castilha e Eisen.

Os conflitos religiosos mais difíceis são entre os Yachidi e os Yasnavan, que desaprovam da prática ritualística de sacrifício animal dos Yachidi. Enquanto a prática é feita com o maior respeito pelo animal e recentemente tem sido deixada de lado por muitos da população sarmiana, ainda assim não é o suficiente para abater as antigas rixas entre os dois grupos.

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em Ter 16 Jan 2018, 10:16

Cultura e Costumes

Sarmion é uma terra rica em tradição cultural antes mesmo até do nascimento do Primeiro Profeta. As tribos de ambos Yachidi e Ishamali abrange uma crença de que a vida é nada sem as tradições do passado, enraizado em cada aspecto do dia a dia e suas ações.

Família

Toda vida em Sarmion é baseada na identidade tribal e familiar. Dizer que a vida sarmiana é centrada na família é errôneo. Famílias sarmianas são a base, com um filho criado para ser leal a Elohah, a sua família, a sua tribo, seu país e a Monarquia, nessa ordem. A sociedade sarmiana permite múltiplos parceiros, com o chefe da casa tendo multiplas esposas. Famílias criam todos os filhos juntos com o mais velho como o sucessor natural não importando o gênero.

Todos os sarmianos vivem por muito tempo graças a magia, medicina e equilíbrio, com muitos ultrapassando facilmente 100 anos, famílias podem ser grandes e extensas. Uma criança traça sua identidade tribal por sua mãe, apesar do pai dentro da família reivindicar ela e agir como mentor e guia na vida. Cada criança na casa é conhecido como o
filho de uma união, mesmo que todos os adultos ajudaram a cria-la, e essa criança herda o que for de seus pais. A herança constitui de qualquer dinheiro, objeto, negócio, lote de terra ou rebanho que seus pais tinham em vida, todos mantidos dentro da tribo sempre que possível. Apesar de casamentos entre tribos e até mesmo fora das tribos ocorrerem, os negócios de linhagens e heranças significam que qualquer um vindo a uma família sarmiana trás algo de valor para contribuir com a prosperidade de todos.

A Terra

É quase impossível separar a identidade de Sarmion com a de sua terra. Das suas colinas em volta de Salemoria, para o deserto de Gilead, qualquer sarmiano irá declarar que ele é um só com a terra prometida a ele por direito de seus ancestrais e nascimento. Um sarmiano adora seu país com uma dedicação quase que sem igual, cantando sobre e dedicando orações para sua preservação e proteção. Tribos, consequentemente, protetores de suas terras, muitas vezes brigam por causa da mais simples mudança de terra, como se cada pedaço do país é importante de proteger e cultivar para uma Sarmion melhor.

Irmandade
O coração da paz em Sarmion é os lanços de afinidade tribal mantendo os Yachidi e as tribos Ishamali de acordo. O Acordo da Noite mais longa decidiu o governante do país e trouxe as tribos à paz em tempos antigos, mas se não fosse pela tradição da Irmandade nessa terra, antigas rixas poderiam ter dividido o país ao meio. Em vez disso, todas as tribos reconhecem a conexão que eles possuem como herdeiros de Sarmion e vêem uns ao outros como queridos vizinhos e uma família extensa honrada. Cada tribo trata uns aos outros com respeito, oferecendo ajuda e conforto para qualquer sarmiano que precise. Esse respeito também se estendem a reconhecer e honrar as práticas religiosas de cada um e muitas vezes compartilhando delas juntos.

A tradição sarmiana de irmandade também se estende a suas Nações amigas do Império do Crescente. Um sarmiano vê seus vizinhos nacionais como ligeiramente controversos e membros familiares difíceis de lidar, mas protegem o resto do império ferozmente. Sendo especialmente leal e dedicado a monarquia e a imperatriz em particular.

Vestuário
A modestia de um sarmiano está enraizado em uma tradição desde os tempos de Abraão, que ensinou seus filhos que a inveja fomenta cada conflito, e encorajar inveja nos outros devido a ação de alguém convida a discórdia para dentro de casa. Por isso, se mostrar é considerado uma vergonha. Um sarmiano prefere suas ações e intenções falarem por si mesmos e evita ostentação, até mesmos os mais ricos.

Um sarmiano exerce a modéstia em sua vestimenta também. Ele acredita que cada corpo, não importa o tamanho, é apenas um único componente de uma pessoa. Por isso, ambos os homens e mulheres vestem túnicas e vestidos fluídos, com homens usando protetores na cabeça ou turbantes e mulheres usando lenços e xale.
Uma área onde um sarmiano se entrega à ostentação é em suas jóias. Jóias são vistas como uma medida de riqueza tribal e usadas para indicar seus status. Nenhum sarmiano faria um comentário sobre a elegância de outro, ou arriscar ser considerado invejoso, mas o sistema permite a um sarmiano de reconhecer a riqueza de outro e se mostrar sem nada ser dito.

Dibre

Um único idioma que une as pessoas de sarmion. Falado desde os primórdios do país, Dibre é talvez uma dos mais antigos idiomas no mundo. O idioma, imerso em um profundo significado espiritual e místico não só alimenta a reza Yachidi, mas também a prática mágica de Sarmion, Chozeh.

Um sarmiano acredita que todas as palavras possuem um significado e por isso, escolhe com cuidado suas falas. Uma crença cultural diz que todas as pessoas nascem com apenas certa quantidade de palavras em sua vida, apesar do número variar de pessoa para pessoa, por causa disso sarmianos não desperdiçam palavras. Porque o idioma é sagrado, sarmianos também consideram mentir o insulto mais grave, se for pego. Usar Dibre com intenções vis profana o idioma e requer uma penitência apropriada.

Dibre possui diversas diferenças com outros idiomas, em particular, um único som muitas vezes traduzido ou pronunciado erroneamente: o som do "ch". O "ch" em palavras como Yachidi é pronunciada com um do fundo da garganta. Enquanto muitos viajantes acham essa pronúncia confusa, viajantes familiares com a pronúncia do "j" em nomes castilhano como Jorge ou a antiga palavra "loch" das Terras Altas podem se aproximar ao som mais fácil.

Celebrações

Historicamente os sarmianos passaram por muito. Mesmo assim apesar de todas as dificuldades, um sarmiano aceita sua história de dificuldades com paixão pela vida e apreciação pelos bons tempos. Tomando cada oportunidade para celebrar, tornando cada feriado em um evento para reuniões familiares enormes, banquetes e festas. Beber é o passatempo favorito de muitos sarmianos, a não ser que sua religião diga o contrário, e brindes são grandes acontecimentos trazendo toda a boa sorte que alguém pode notar.

Isso não é dizer que um sarmiano não reconhece seu passado difícil. Na verdade, conhecidos por seu irônico senso de humor sobre suas tragédias, eles frequentemente fazem piadas sobre suas habilidades de sobreviverem e brindam não importam quantas vezes seu povo chegou perto de se extinguir. Celebrações muitas vezes duram por horas, senão dias de música, comida, dança, canto e contos, com adultos ficando até tarde da noite partilhando tudo de bom quea vida tem a oferecer.


Alimentação
Você é o que você come; talvez não literalmente, mas para um Yachidi, comida é algo importante da sua identidade religiosa. Como parte de seu acordo com Theus, ele não como carne e laticínios juntos. Essa regra e uma tendência de raramente comer carne levou eles a criações inovativas para a cozinha do Império.

Muitas pessoas em Sarmion apenas comem animais que receberam uma vida boa. Isso significa que um fazendeiro mantêm uma quantidade limitada de gado, que cuida com grande carinho e bondade. Muitos pratos vegetarianos feitos com grão-de-bico, lentilhas e outros tipos de legumes tem substituído a galinha, cordeiro e a carne bovina encontradas no resto do Império do Crescente. Molhos feitos com grão-de-bico ou berinjela e sem o uso de laticínios são populares já que eles podem ser combinados com carne se desejado.

Nomes
Um nome sarmiano é baseado na sua ancestralidade, recitado como evidencia e legado da família e da tribo. Uma criança sarmiana recebe um primeiro nome, assim como qualquer nome do meio, geralmente escolhido em homenagem a um parente morto. Uma garota é identificada por seu nome, "bat" e então o nome de sua mãe, enquanto um garoto é identificado por seu nome, "ben" e então o nome de sue pai, com ambos recitando o nome de sua tribo no final com um "M'Shevet" (da tribo de) antes do nome de sua tribo. Por exemplo, uma garota chamada Yael da tribo de Yedha seria conhecida como Yael bat Hana, M'Shevet Yedha: Yael filha de Hana da tribo de Yedha. Um garoto chamado Gidon de Daana seria Gidon ben Yakob, M'Shevet Daana: Gidon, filho de Yakob da tribo de Daana.

Enquanto as convenções dos nomes entre Yachidi e Ishamali são as mesmas, os nomes se diferenciam um pouco. A influencia de al-Dīn nas tribos Ishamali retirou muitos nomes tradicionais aos Ishamali, enquanto os Yachidi manteve as convenções originais dos nomes.

Nomes Masculinos Yachidi: Akiva, Barak, Benyamin, Chaim, David, Efram, Elijah, Gavriel, Hillel, Isaiah, Kalev, Matityahu, Shai, Yonatan, Zev.
Nomes Femininos Yachidi: Ahuva, Batsheva, Chaviva, Dalia, Elisheva, Gavriella, Hadassah, Kayla, Meyrav, Nechama, Orli, Sigalit, Tamar, Yehudit, Zahava.
Nomes Masculinos Ishamali: Asad, Essa, Farad, Haamid, Imram, Jalal, Kareem, Maalik, Nasir, Omar, Rahim, Raza, Tahir, Waheed, Zahir.
Nomes Femininos Ishamali: Amani, Basma, Dania, Fatima, Hala, Isani, Jadara, Kalima, Midha, Nadira, Rihanna, Suraya, Thana, Yasmeen, Zahira.

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em Ter 16 Jan 2018, 14:43

As Tribos de Sarmion

Além da identidade sarmiana como membro de uma família, a segunda maior parte de sua identidade é sua tribo. O país de Sarmio é dividio em dezenove tribos separadas, doze tribos Yachidi e sete tribos Ishamali que veneram vários deuses ou aqueles que tem convertido para al-Dīn. Cada uma dos dezenove dividem o território estabelecido a muito tempo durante a criação do Moatzra, e cada um tem sua própria história e lugar em um reino maior.

Cada tribo é descendente dos filhos de Yakob ou do filho de Abraão, Ishamal. Cada uma dessas tribos tem sua própria estrutura e identidade cultural, e suas leis diferem pouco. Todos seguem as leis básicas do Império, apesar de que eles resistiram às leis que iam contra a tradição sarmiana durante o reinado do Imperador Istani.

As Tribos Yachidi: Aysher, Ben-Ephraya, Daana, Gaad, Levis, Manasha, Nephelen, Raam, Shimean, Yedha, Yesekar, Zevulon
As Tribos Ishamali: Epher, Essa-Edomi, Jokshaar, Massa-Dumah, Midaen, Nakor, Shuar Yachidi Tribes of Note

Gaad
O melhor vinho e azeite de oliva são produzidos nas terras de Gaad. Casa de açgumas das mais prósperas vinícolas de todo os Império do Crescente, as terras de Gaad são férteis a extremo. Localizadas na base das Montanhas Aranat no que é conhecido como Galilee, os gaadinos comerciam pelo Mar de Galill e seus rios para dentro do país. Eles são ávidos exportadores e trabalha junto com Daana e Ben-Ephraya para espalhar seus bens ao redor do mundo.

Levis
Descendentes da filha profetiza de Yakob, a tribo de Levis a muito tempo atrás se dedicaram a um chamado maior quando os líderes espirituais aprenderam dos Yachidi. Todos os sacerdotes que estão no Grande Templo em Salemoria são da tribo de Levis, e servem como líderes religiosos. Membros dessa tribo são conhecidos por ser dotados de sonhos proféticos, e rumores dizem que o atual Sumo Sacerdote Gidayon profetizou a perda das tribos que sumiram.

Raam
A tribo Raam era destinada a herdar a liderança dos Yachidi, mas quando Raam se tornou obcecado com magia, seu direito de nascença foi dado ao seu irmão Yedha. Seus territórios ao sul fazem fronteiras com o deserto de Gilead onde eles ensinam treinamento marcial e educação. Sua líder, Kanah bat Mirah, a primeira mulher a governar Raam, misteriosamente não desapareceu junto com a maioria de sua tribo, levando muitos a acreditar que ela se cercou de magia em sua mansão na agora cidade vazia de Beer-Maat.

Yedha
Quando Raam perdeu seu direito, o filho mais valente de Yakob, Yedha recebeu o controle das terras. Seu governo quase acabou pelas mãos dos numanari durante a primeira invasão, mas graças ao retorno de Moesh à terra e a dinastia do Rei David e seu filho Salomão, Sarmion tem tido uma linha de monarcas desde então. COm o Rei josiah morto e as princesas restantes no exterior (ou desaparecidas), a Rainha e viúva, Peninah, sena ou trono e protege o filho de Esther, Príncipe Amon, esperando coroar o próximo líder de seu povo.

Yesekar
Uma tribo prática e pragmática, Yesekar é o centro de produção de comida por toda Sarmion. Junto com a Ishamali Jokshaar, Yesekar mantém a mais fértil terra ao sul de Salemoria, cheias de vales perfeitos para cultivo. A terra de Yesekar provém o país com trigo, cevada, romãs, tâmaras, figos e vegetais que fazem parte da alimentação sarmiana, seu trabalho também garante que os resto de seus vizinhos possam comer.

Tribos Ishamali Notáveis

Essa-Edomi
O Essa-Edomi são descendentes de Essau, filho bastardo de Issak, e Edomi, uma tribo que venerava o perigoso deus do fogo Mot-Melok. Sempre contente e violento, os Essa-Edomi vagaram pelo deserto de Gilead, atacando vizinhos por suprimentos até que metade da trib se tornou sacrifícios humanos. A outra metade se converteu para al-Dīn e se mudou para o norte fazendo as pazes, deixando suas contrapartes para saquear viajantes e vizinhos, os Manasha, no deserto.

Midaen
Descendentes da filha de Ishamal, Midaena, a tribo pacífica de Midaen tem a muito tempo conexões com a família governante dos Yachidi assim como seus colegas da tribo de Aysher. Juntos com os Aysher, os Midaen pastam seus rebanhos no centro do país sob a proteção de seu deus, Baal-Hammon. O Midaen são uma tribo tranquila e feliz, aproveitando musica e tecelagem, dança e natureza. Mas ameace eles ou seus vizinhos e eles se provarão sobreviventes resistentes, capazes de aguentar qualquer coisa.

Nakor
A tribo dos irmãos de Abraão foi destruida na guerra que leovu ao Acordo. Ishamal tomou controle da tribo, e seus descendentes os levaram a paz e prosperidade nas colinas a leste de Salemoria. Considerados os príncipes das tribos Ishamalo, os Nakor são artesões e empreendedores ricos e bem educados, assim como os melhores produtores de óleos e cerâmica da Nação. Sua cidade de Ramaleh é um centro cultural e pólo de negócios na região.

Relações Exteriores

Anatol Ayh
Os povos anatoli e sarmianos tem uma longa história de amizade e não é diferente de agora. Prencisa atya é a mais próxima e confiável amiga de Safiye que conversa sobre qualquer assunto. O relacionamento entre os dois povos é algumas vezes a causa de disputas entre Sarmione as outras Nações do império que acreditam que Sarmion tem muito espaço no Império.

Ashur
Ashur gosta de pensar de si mesmo como a Nação mais tolerante cercada por uma Nação de Intolerância. Entretanto, qualquer rebbe que tenha visitado Ashur na esperanças de algum debate religioso pode dizer a você que a tolerância deles se extende tanto quanto suas fronteiras. Além disso, Sarmion está atenta a Ashur e seu Guardião do Primeiro Jardim, um homem não vinculado a ninguém com uma força de assassinos treinados que já influenciou demais a Nação.

Persis
A realeza de Persis e Sarmion tem muitos ideias distintos. Sarmianos são um povo tolerante que fortemente apoia o uso de magia, e a repressão persa de usuários de magia tem causado com que a opinião sobre Persis seja pior ainda. Enquanto Sarmion nunca começaria uma guerra contra Persis, a Nação tem colocado seu apoio político firmemente atrás da Imperatriz.

Tribes of the 8th Sea
Ajuda tribal durante a mais recente invasão numanari em Sarmion levou as Nações a criar um grande laço de amizade. Sarmion e as Tribos tem lentamente trabalhado juntos para aumentar suas relações e recursos de troca. Equívocos tem surgido, em sua maioria pela influência política de Persis, que teme perder um aliado no 8º Mar, mas muitos membros tribais esperam que o relacionamento seja um que dure.

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