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Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Sex 12 Jan 2018, 15:55

Os Rilasciare [ri-la-CHA-re] formam uma das organizações mais clandestinas de Théah. Sem uma hierarquia, sem um líder de verdade, também é a mais caótica e desestruturada. Mas é assim mesmo que eles querem que seja.

Seu enigmático criador — uma personagem misterioso chamado “Uppman” — fundou a ordem em algum momento no passado remoto. Há quem diga que tenha sido durante a antiga República Numanari. Outros dizem que foi há apenas dez anos. As histórias que falam de Uppman e seus primeiros seguidores são mitos urbanos contraditórios. Há quem diga que ele foi o mentor de el Vagabundo. Outros dizem que ele foi o professor misterioso que fundou os Cavaleiros da Rosa e Cruz. Pode ser que tudo isso não passe de boatos e ilações, mas uma coisa é certa: o Código e os seguidores de Uppamn continuam a afetar os rumos de Théah.

Os Rilasciare sonham em conduzir a humanidade para um lugar melhor, feito de autodeterminação e liberdade. “Nada de Deuses, Nada de Reis.” Os Rilasciare entendem tanto a religião quanto a monarquia como as “Duas Grandes Tiranias”, criadas com o único propósito de colocar algumas pessoas sob o controle de outras. Mas como é que eles combatem adversários tão poderosos?

Objetivos
“As palavras mais perversas já ditas:
‘porque sempre foi assim.’”
— Diário de Uppman

O símbolo dos Rilasciare é uma pedra e uma gota solitária de água. A água que lenta e inexoravelmente erode a pedra que parece invencível. A água é capaz de esculpir canyons e esfacelar montanhas. O processo leva tempo, gerações e gerações de vidas humanas, mas é inevitável.

O objetivo dos Livre-Pensadores é vencer as Duas Tiranias... uma gota de água por vez. Matar um rei ou hierofante não quer dizer nada. A coroa permanece, o trono permanece. A ideia das duas tiranias permanece. O que precisamos fazer é matar a ideia de monarca. Matar a ideia de hierofante. Aí, sim, todos estarão livres da tirania. Mas só quando todos se convencerem de que ela é perversa e corrupta.

Essa forma especial de arte da guerra — a guerra aos mimeme (singular “mimema”, que vem da palavra numanari para “imitação” e também é o radical de “mímica”) — lança os Livre-Pensadores contra as ideias e os conceitos que envenenam o espírito humano. “A escravidão da mente”, como dizem alguns Rilasciare. Outros chamam isso de “a tirania da tradição”. Fazer as coisas como elas sempre foram feitas porque sempre foi assim.

Os Rilasciare entendem que questionar a tradição é um dever sagrado, chegando até mesmo a utilizar a irritante mosca como um de seus símbolos. Eles apelam aos antigos filósofos numanari, os mesmos que arriscaram a própria vida para questionar os motivos e métodos do Império. Essa é a tradição deles. Questionar a cultura, atacar a tradição, substituir os mimeme venenosos por mimeme saudáveis.

O Código
Até onde qualquer integrante dos Rilasciare sabe dizer, o Código de Uppman faz parte da ordem desde seu começo... seja lá quando tiver sido. Propicia não só um regulamento, mas também um objetivo e uma filosofia para os Livre-Pensadores. Matar deliberadamente é roubar a maior das dádivas. Também é o recurso de um vilão para manter a ordem.

Questione tudo, até você mesmo. Que nenhum homem, mulher ou criança passe necessidade. Destrua o poder absoluto com as palavras, os atos e os medos do poder absoluto. Não se juntem em mais de cinco. Organização Os Rilasciare não têm um líder de verdade. Muitos especulam se Uppman não passaria de uma lenda. Mas pode ser que um Livre-Pensador retruque: “E daí?”.

Os Livre-Pensadores formam assembleias de até cinco pessoas. (Não se juntem em mais de cinco.) Costumam chamar essas reuniões de “a mão”; por exemplo, “a mão vai se juntar hoje à noite”. A mão decide o que fazer por votação e se reúne com regularidade para compartilhar informações. Os grupos não têm vínculos oficiais uns com os outros e, portanto, a organização não tem uma estrutura que possa ser atacada. Naturalmente, trata-se de uma faca de dois gumes. A coisa toda é desarticulada e impossível de identificar. Também é desarticulada e impossível de organizar. E, apesar de haver alguma comunicação entre uma mão e outra, a falta de uma estrutura significa que é cada grupo por si.

Apesar da falta de comunicação, os Livre-Pensadores conseguiram muita coisa no decorrer dos séculos (caso você acredite nas histórias). Sua tática nada ortodoxa arruinou alguns dos homens e mulheres mais poderosos de Théah. Sim, pode-se culpá-los por pregar propaganda política nas paredes das sedes do governo, mas também pode-se culpá-los por embebedar funcionários públicos corruptos, que, entregues à devassidão, acabam na cadeia e expulsos da cidade, cobertos de piche e penas. Completamente humilhados. Também são famosos por trocar os hinários das igrejas por exemplares idênticos contendo letras mais provocativas para as canções. Alguns grupos já emboscaram emissários diplomáticos e os substituíram por imitadores vulgares e irreverentes para sabotar negociações financeiras delicadas. Já destruíram cadastros de devedores, libertaram pessoas encarceradas por causa de dívidas, surrupiaram caixas abarrotadas com a coleta de impostos, redistribuindo o dinheiro entre os pobres que mal conseguiam arcar com os tributos. E chegaram ao ponto de substituir personalidades públicas por “satiristas” muito bem disfarçados, para destruir permanentemente suas reputações.

Cada grupo tem os próprios objetivos, os próprios planos e métodos. Mas um propósito se eleva acima de todos os outros: a destruição das Duas Tiranias.

Favor junto aos Rilasciare
As maiores preocupações dos Rilasciare são a autoridade e a tirania. Mais especificamente, estão interessados em destruir uma e outra. De acordo com os Rilasciare, ninguém dever ser rei, porque nenhum rei é justo. Sonham com uma Théah livre de reis, livre da nobreza, da igreja, dos políticos, vereadores, prefeitos e governadores. Sonham com uma Théah onde todo homem é seu próprio rei, e toda mulher, sua própria rainha.

A Heroína que pertence aos Rilasciare pode ganhar Favor das maneiras a seguir.
• Derrubar um governante de origem nobre vale 6 pontos de Favor. Os Rilasciare acreditam que a árvore da nobreza morreu e está apodrecendo em pé. Não existe rei bonzinho, porque, por natureza, o conceito de rei já é perverso.
• Frustrar os planos de uma autoridade eclesiástica Vil vale 4 pontos de Favor. Os Rilasciare querem ver a Igreja inteira no chão, mas percebem que existem almas boas na hierarquia religiosa.

A Heroína que pertence aos Rilasciare pode pedir o auxílio dos Livre-Pensadores das maneiras a seguir.
• Reunir um Pelotão de Brutamontes de Força 10 custa 3 pontos de Favor. Essa Turba de Rilasciare é formada por açougueiros, ferreiros, carpinteiros e outros plebeus munidos de armas improvisadas. A cada 3 pontos adicionais de Favor que você usar, a Força da Turba aumentará em 10 pontos. A Turba seguirá uma instrução simples emitida no momento em que for reunida (por exemplo, “assaltem o castelo” ou “joguem todo o chá na baía”), mas a Heroína não terá mais o menor controle sobre a multidão assim que a liberar. As Turbas de tamanho exagerado se desfazem e se entregam ao caos quase no mesmo instante. Os Rilasciare tomam cuidado e tentam evitar esse tipo de coisa; portanto, pode ser que restrinjam o tamanho da Turba que colocam à disposição de seus agentes.
• Designar alguém Amigo(a) de Uppman custa 2 pontos de Favor. Na condição de Amigo de Uppman, o indivíduo receberá proteção e atenção especiais dos Rilasciare. Ficará imune às ações punitivas dos Rilasciare, e os agentes da organização provavelmente vão ajudá-lo se estiver em perigo. Se o indivíduo a ser designado Amigo de Uppman for um nobre ou uma autoridade eclesiástica, o custo será de 6 pontos de Favor. Os Rilasciare não gostam mesmo de nobres e sacerdotes. Se alguém designado Amigo de Uppman por você agir deliberadamente contra os interesses ou ideais dos Rilasciare, essa pessoa perderá a proteção e você perderá todo o Favor junto aos Rilasciare.

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em Sex 12 Jan 2018, 15:57

SAUDAÇÃO

Identifcar outro integrante de uma sociedade tão clandestina é, na melhor das hipóteses, complicado. Os Livre-Pensadores têm uma saudação padronizada, criada para que pudessem se identificar.

Os Rilasciare trazem símbolos identificadores nas roupas: “o Código do Casaco”. Mas qualquer um pode vestir um casaco, principalmente o bandido que o surrupiou do cadáver de um Livre-Pensador. Daí, ao ver um desses símbolos, o Livre-Pensador estende a mão esquerda, com a palma voltada para a frente e os dedos bem separados. Se o outro responder com o mesmo gesto, os dois Livre-Pensadores apertam-se as mãos. O primeiro a erguer a mão enceta a conversa a seguir:
A: Belo casaco.
B: Foi Uppman quem o deu para mim.
A: Parece que me serviria.
B: Serviria em todos da minha família.
A: Então tenho a sorte de ser seu irmão/sua irmã.
Aí os dois se abraçam.

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