Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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em Sex 12 Jan 2018, 15:36

Fundada em 1598 por Leandra Souza, uma estudiosa castilhana da província de Odisseia, a Sociedade dos Exploradores se encontra na vanguarda da pesquisa e descoberta arqueológicas há quase nove anos. Já revelou cidades syrneth soterradas, catalogou quase quinhentos artefatos únicos e mantém a maior mapoteca de Théah. Os integrantes ostentam publicamente sua filiação à sociedade, usando broches e anéis de prata que exibem com orgulho a bússola magnética. A sociedade cativou a imaginação do público, e sua fama chega a rivalizar com a dos Cavaleiros da Rosa e Cruz. Já se escreveram muitas peças e novelas protagonizadas por integrantes da sociedade.

Souza fundou a sociedade para desestimular os “cavouqueiros”: homens e mulheres que invadem as cidades syrneth e roubam os artefatos para vendê-los aos nobres. A sociedade se preocupa muito mais em classificar e estudar os artefatos do que em vendê-los. Os casacos de couro compridos usados pelos sócios muitas vezes são chamados de “casacos de cavouqueiros”. Os Exploradores poderiam passar muito bem sem esse epíteto.

Estranhamente, os oponentes mais fortes da Sociedade dos Exploradores estão na Igreja dos Vaticínios. O Terceiro Profeta denunciou a exploração das ruínas syrneth, alegando que a atividade levava à corrupção da alma. Alguns cardeais defenderam a sociedade, mas a posição da Igreja continua inflexível:“tal atividade é uma heresia e, se necessário, será castigada com a morte”. Desde essa proclamação, a sociedade passou a agir na clandestinidade e faz segredo de suas ações.

A atual sede da sociedade fica na cidade odisseiana de Lisso. Encontram-se sedes regionais em Montaigne, Vendel e na cidade aiseniana de Freiburg. Os sócios devem oferecer hospitalidade a todo filiado que a requisitar, até mesmo asilo para escapar de autoridades eclesiásticas, caso necessário. A sociedade tem postos espalhados por toda a Théah e também em outros continentes, entre eles Ifri, o Império do Crescente e o continente distante que os teanos andam chamando de “Novo Mundo”.

Favor junto à Sociedade dos Exploradores

A maior preocupação da Sociedade dos Exploradores são as ruínas antigas de Numa e Syrneth, e também os textos, as anotações ou os artefatos provenientes desses locais. A Sociedade dos Exploradores deseja conhecer e estudar o passado para que possa melhorar nosso futuro.

A Heroína que pertence à Sociedade dos Exploradores pode ganhar Favor das maneiras a seguir.
• Adquirir uma relíquia ou conhecimento perdido renderá 4 pontos de Favor se o conhecimento ou a relíquia for entregue aos Exploradores ou dividido com a sociedade para estudos. Esse conhecimento poderia ser a fórmula perdida para a fabricação do concreto numanari ou as notas de pesquisa de um arqueólogo já falecido.
• Encontrar uma ruína syrneth ou numanari e informar a Sociedade dos Exploradores valem 5 pontos de Favor. A Sociedade dos Exploradores valoriza as relíquias; mas, acima de tudo, valoriza o conhecimento. E a verdadeira fonte do conhecimento está nas ruínas de Syrneth e da antiga Numa.

A Heroína que pertence à Sociedade dos Exploradores pode pedir auxílio das maneiras a seguir.
• Ter acesso a um relicário custará 3 pontos de Favor. Um relicário da Sociedade dos Exploradores contém artefatos mágicos raros que seus agentes recuperaram em expedições por toda a Théah. Uma relíquia como essa funciona de maneira similar a um Pertence Característico, apesar de os efeitos de uma relíquia específica ficarem a critério da Mestre. Espera-se que um agente devolva a relíquia ao relicário depois de completada a missão; se o agente se recusar a fazê-lo, ele poderá ser declarado traidor.
• Ter acesso a uma escavação da Sociedade dos Exploradores custará 2 pontos de Favor. Ou seja, o integrante da Sociedade dos Exploradores que não deveria estar no sítio arqueológico poderá ficar por ali, mas provavelmente não terá permissão para remover relíquias ou artefatos, a não ser em circunstâncias no mínimo extremas.

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