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Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Ter 12 Set 2017, 09:29










COMPANHIA DE TROCA ATABEANA

FORTE LIBERDADE, 5 de Janeiro de 1668.

Carta aos Acionistas


Senhoras e senhores, eu espero que essa carta chegue a vocês tão felizes quanto as atuais fortunas da Companhia de Troca Atabeana. Nós estamos na crista de uma tsunami de progresso, que eleva nossos navios ao topo. O números comprovam: nesse ano que se passou nós diversificamos o nosso comércio em 51%. Nós conseguimos esse feito graças a nossas novas parcerias no comércio de partes dos corpos dos Monstros Marinhos. Nossa tomada de diversas tribos indígenas e a substituição de seus antigos executivos pelos nossos também ajudou. Parcerias com contratantes independentes subiram magnificamente em 208%, apesar de sentirmos falta do nossos velhos amigos a bordo do belo navio "Traição" para o Wu'a. E impressionantemente, nosso departamento de escravidão aumentou seu tráfico em 60%, devido a novos pontos de origem, e ao nosso novo foco em aquisição em vez de longevidade. Por que nossa base de acionistas ter se expandido tanto esse ano, eu peço por perdão aos nossos amigos de longa data enquanto conto minha história para os recém-chegados.

Quase trinta anos atrás, eu fundei a Companhia de Troca Atabeana com um sonho: um sonho de verdadeira liberdade e auto-determinação para todos os homens e mulheres de mente e personalidade forte. Como um jovem estudioso em arqueologia, eu viajei Théah e vi, em todo lugar, seres humanos se curvar e quebrar em ordens sociais sem nenhum valor ou importância, governados por lordes e monarcas que não fizeram nada para merecer seus títulos — ou por clérigos que tomavam e nunca dividiam suas bençãos com os mortais. Todos a minha volta eram bons homens e mulheres esforçados e trabalhadores com mentes brilhantes, cujo dever a hierarquias os seguravam de seus verdadeiros potenciais. Eu aceitaria isso? Não! Na Liga Vendel, onde eu negociei e naveguei e empreendi com com as mentes mais geniais de nosso tempo e pensadores não convencionais, eu vi potencial para mais. Aqui, trabalho duro e boas ideias definem a pessoa — recompensando eles com algo inegável, algo transcendendo as fronteiras arbitrárias e alianças fúteis, algo que nenhum deus ou rei pode nevar: capital. E é esse capital, coletado pelos astutos e fortes em direta proporção de seus valores que irão libertar-nos

Mas a Liga Vendel é Vendel ainda assim; e pelo todo bem que ela faz a nós, eu sabia que poderia fazer mais se eu tomasse um novo passo ao desconhecido. Agora, eu tive meu começo como aventureiro. Eu vi em primeira-mão como um pequeno e dedicado time poderia fazer algo diante de nenhuma fronteira ou regra, não respondendo a ninguém além deles mesmos. Mas e se eu foze expandir o modelo de uma companhia de aventureiros para além de meia dúzia de indivíduos? E se eu pudesse criar uma organização com os números de uma guilda mercante e a liberdade de um grupo de heróis? E se essa companhia não respondesse a nenhuma autoridade nacional, tendo as próprias regras para o bem de todos que contribuíssem com ela?

Como é de se esperar, os reis e lordes no mundo decadente tentaram acabar com maus planos. O primeiro escritório que eu construí para realizar esse plano, em Montaigne, foi destruido até não sobrar nada. O Imperador Alexandre, a personificação de tudo que eu sou contra enviou seus mosqueteiros com pólvora e fogo e aço para queimar o que eu criei. Muitos trabalhadores morreram ou sofreram algum ferimento aquele dia, por nenhum crime além do desejo de manter o que a gente lucrou. O jovem e ingênuo Presidente Rourke aprendeu nesse dia que até mesmo um homem de paz deve se preparar para a guerra, pareando força de vontade com a força de suas armas.

Esse incidente também me inspirou a olhar além do horizonte, para a longínqua Atabea. Eu devorei os relatórios das maravilhas que os pioneiros encontraram por lá: criaturas ferozes, nativos estranhos e selvagens, ilhas cheias de jóias. Onde outros viram apenas perigos, eu vi algo que ninguém mais viu: potencial inexplorada e liberdade ilimitada. Essas ilhas eram como meus estimados parceiros de negócios, esperando apenas um líder visionário para uni-los para fazer uns aos outros maior ainda. Eles me disseram que eu era louco, mas eu coloquei todos os recursos da companhia em uma frota comercial e a mandei atravessar o oceano. Em uma ilha sem nome, eu conquistei os nativos bestiais e limpei a selva mortal, criando a única e verdadeira cidade livre do mundo: Forte Liberdade. Desse quartel general eu enviei nossa frota para trazer razão e civilização aos nativos, fogo e aço para os monstros e plantações e propriedade para a ilha. Enquanto minha frota carregava recursos de um lado para o outro, minhas forças de segurança — lideradas por Lærke Ulriksdottir, minhas fiel chefe de segurança — derrotavam os nativos e os piratas imundos que ameaçavam os bons, sábios e pacíficos, trazendo aqueles que entendiam nossa filosofia ou acabando com aqueles que não entendiam.

Um número de embarcações comerciais independentes com espírito aventureiro precedia a gente no Mar de Atabea, mas não possuía liderança ou visão para se unir. Muitas dessas embarcações brigavam entre si. Nos todos sabemos o nome aplicado a esses comerciantes: "piratas". É claro que esse rótulo é frequentemente apto; mas novamente, onde outros os viam como meros criminosos, eu olhava para um potencial inexplorado. Piratas não são empreendedores como qualquer outro? Eles não são levados a suas escolhas pela tirania das Nações, pelo desejo de ser livre? Então a companhia começou a contatar piratas para dar a eles as oportunidades e benefícios que eles nunca teriam. Os mais sábios escolheram ser nossos parceiros. Você pode ficar tranquilo, pois nós vigorosamente investigamos qualquer relato que chega sobre atividades violentas ou roubos por nossos contratantes. Como eu fiz isso? Estou feliz que tenha perguntado. Primeiro, buscar por potencial. Um entendimento de oferta e demanda. Uma força de vontade forjada por um acordo lucrativo. E escravidão.

Veja, já me perguntaram muitas vezes, "Presidente Rourke, como um home  tão dedicado a liberdade escraviza outro ser humano?" E eu estou sempre feliz em responder essa questão. Preste atenção, nós somos recompensados nesse mundo por nossa força de armas, caráter e mental. Aqueles que sucedem — aqui especialmente no meio de Atabea — conseguem porque eles mereceram seu sucesso, diferente do velho mundo, onde homens escravizam outros por virtude de um senhorio ou por um suposto deus. No velho mundo, homens são escravos de um ficção, uma ideia. Mas quando a Companhia escraviza um criminoso teano ou um caçador Rahuri ou um prisioneiro de guerra ifriano, nós fazemos isso impondo nossa vontade e força no ser mais fraco — um ser de tão pouco valor interno que ele merece, não, deseja que o amarrem! Por isso, eu tenho permitido esses pobres coitados a realizar um potencial além do seus sonhos. Além disso, os melhores entre eles ganham dinheiro suficiente para comprar sua própria liberdade. Eu sou a onda que ergue eles também. Os melhores deles me agradecem por te-los trazido até aqui e os piores logo se tornam agradecidos — ou morrem na ignorância, para ser substituido por alguém melhor e que mereça mais.

E devo também agradecer aqueles de origem nobre que chegou tão longe com a gente, e aqueles de convicção religiosa. Apesar de não compartilhar da mesma perspectiva, eu aceito desafios a minhas ideias. Liberdade de pensamento e força mental só podem existir em uma atmosfera de competição. Eu mesmo tenho tecnicamente origem nobre, apesar de voluntariamente eu deixar de lado esses privilégios para provar a mim mesmo e ao mundo que vitória vem não do nome que você nasceu, mas do conteúdo da sua personalidade.

Eu também apoio completamente a busca religiosa de outros, mesmo se eu compartilho ou não de suas convicções espirituais. Meu chefe oficial de suprimentos, Flemming Rudd, é um devoto Vaticínio que irá explicar com prazer a missão da Companhia, e nosso departamento de escravidão em particular, são instrumentais em trazer a sabedoria dos Profetas para os ifrianos e atabeanos pagãos, que de outra forma morreriam sem esclarecimento. A Companhia facilita um estimado de 68% de missões religiosas no Mar de Atabea. Dessas missões, 92% obtém sucesso, estabelecendo uma presença a longo prazo no Novo Mundo e conseguindo uma media inédita de 75% de convertidos.

Nós vivemos em um mundo degenerado de falsos mestres e escravos desmerecidos, mas a Companhia de Troca Atabeana, a aventura que você contribuiu sus investimentos e sua paciência na confiança de uma recompensa maior, te mostra um outro caminho. Esse mundo não precisa de deuses e reis. Ele precisa de liberdade, porque liberdade gera Heróis. E é isso que nós fazemos aqui, amigos. Nós estamos no mercado de Heróis.

Escrito por: George Rourke.




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