Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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em Ter 11 Jul 2017, 11:17

Calendário
O calendário teano é parecido com o da Europa: um ano de doze meses, semanas de sete dias, dias de 24 horas e horas de sessenta minutos. É aí que as semelhanças terminam. Os dias da semana são soldi, veldi, amordi, terdi, guerdi, redi e voltadi.

O mês teano tem exatos trinta dias. O 15° e o 30° são dias de festa e celebram a obra, a sabedoria e a misericórdia do Criador.

O calendário teano original tinha dez meses de 36 dias, mas o acréscimo de outros dois meses levou à redução para trinta dias. Os dois meses novos foram batizados em homenagem a personalidades importantes da história da Velha República – o imperador Corantino e Julius Caius – e introduzidos antes do sétimo mês.

Os doze meses são primus, secundus, tertius, quartus, quintus, sextus, julius, corantino, septimus, octavus, nonus e decimus.

O ano de Théah se divide em quatro estações (primavera, verão, outono e inverno), cada qual com três meses de duração. No fim do ano, a Missa dos Profetas – uma celebração que chega a durar cinco ou seis dias – preenche os dias que faltam.

Conhecimento
Com a ajuda da Igreja dos Vaticínios, os teanos estão um pouco à frente do ponto em que nosso progresso tecnológico se encontrava em meados do século XVII. Os últimos dez anos da história teana produziu uma série impressionante de avanços científicos: o microscópio, o telescópio refletor, o conhecimento da anatomia humana e descobertas assombrosas nos campos da astronomia, física e química.

Infelizmente, com a ascensão da Inquisição ao poder, esses progressos correm o risco de desaparecer. A Inquisição alega que a era do conhecimento já passou e que os teanos devem se preparar para o fim do mundo, em vez de se meter com curiosidades científicas inúteis. Pode ser que o progresso sucumba à fogueira se ninguém impedir os inquisidores.

Arqueologia
No momento, a tecnologia arqueológica se limita a pás, pincéis, pesquisas históricas e caderninhos. Os teanos são perfeitamente capazes de desenhar as coisas que descobrem em escavações arqueológicas espalhadas pelo continente e estão, aos poucos, começando a entender esses objetos. Mas artefatos importantes muitas vezes são destruídos por acidente ou roubados para figurar mais tarde na parede de um colecionador particular. Os arqueólogos sonham em dividir suas descobertas com o resto de Théah e aprofundar o conhecimento que se tem da pré-história do continente.

Arquitetura e Construção
Os teanos são capazes de executar proezas  arquitetônicas impressionantes. Não sabem construiruma autopista, uma ponte pênsil nem um arranha-céu, mas ergueram cidades belíssimas e catedrais enormes que chegam aos 120 metros de altura. Dominam o segredo da fabricação do concreto, mas faltam-lhes as instalações de produção em massa necessárias para usá-lo em grande escala. Suas ruas são pavimentadas com paralelepípedos, os telhados muitas vezes são cobertos com folhas de flandres, e suas janelas, pelo menos nas cidades maiores, geralmente são feitas de vidro.

Astronomia
Os teanos entendem que seu mundo, Terra, é uma esfera que orbita o sol (chamado Solas) e é orbitada pela lua. Além disso, já descobriram outros cinco planetas que também giram em torno do mesmo sol. Pode haver mais deles, mas seus telecópios são primitivos demais para divisá-los.

Os teanos sabem o tamanho de Terra com uma margem de erro de um por cento e conseguem prever eclipses solares e lunares. Faz um século que Théah conhece o telescópio, mas, há alguns meses (1668), um astrônomo castilhano chamado Álvaro Arciniega construiu o primeiro telescópio refletor. E o invento permitiu aos teanos investigar os céus muito mais longe do que até então. Com o auxílio do Colégio Invisível, Arciniega apresentou sua invenção à comunidade científica e espera refiná-la ainda mais no futuro.

Química
A química brotou recentemente de suas raízes místicas na alquimia (apesar de que, em Théah, a alquimia talvez tenha um fundo de verdade). Um avaloniano chamado Jeremy Cook escreveu O Químico Racional em 1661, que estabeleceu uma disciplina mais rigorosa baseada no método científico. Hoje restam apenas alguns alquimistas praticantes, pois a maioria passou a se dedicar à nova ciência da química. Em 1662, Cook criou a primeira bomba de ar, um ato que deveria ter provado a existência do ar. Infelizmente, àquela altura, a Inquisição estava chegando ao poder, e Cook foi morto com um tiro por causa de sua pesquisa herética. Sua obra sobreviveu apenas graças ao esforço do Colégio Invisível.

Matemática
Os matemáticos teanos desvendaram os mistérios da álgebra, trigonometria, geometria e do zero. Não conhecem o cálculo, mas é só uma questão de tempo. A probabilidade ainda não é uma disciplina rigorosa e, como disse o próprio Verdugo, “somente os apostadores estariam interessados em seus resultados”.

Medicina
Os médicos teanos são bem mais avançados que nossos médicos do século XVII. A teoria humoral, que afirma que o corpo é regido por quatro humores (sangue, fleuma, bile amarela e bile negra), foi condenada pelo médico vestenês Franz Deleboe em 1661. A Inquisição sumiu com ele no meio da noite, mas a notícia sobre a revelação que ele fizera vazou, e outros médicos conseguiram aproveitar o trabalho dele. Os teanos entendem que uma assepsia meticulosa durante as operações leva uma taxa de sobreviência mais alta, mas não sabem ao certo por quê. Para tratar um ferimento a bala, eles sabem que é preciso remover o projétil e suturar a ferida. Também sabem que é preciso trocar os curativos de quando em quando e ferver as ataduras para garantir que estejam limpas. Estão cientes de que os enfermos espalham doenças e, por isso, eles os mantêm em quarentena, mas ainda não descobriram os vírus e as bactérias.

O microscópio é conhecido em Théah desde 1608. Seu inventor, uma vestenesa anônima, o usou para enxergar corpúsculos sanguíneos, insetos e vegetais pequenos. Além de auxiliar a medicina, o microscópio também fez avançar bastante os campos da biologia, botânica e entomologia.

Filosofia Natural (Física)
O campo da física testemunhou avanços surpreendentes nos últimos anos, apesar de todo o afã da Inquisição. A primeira máquina eletrostática, um globo de enxofre que girava em torno de um eixo, foi criada em 1662. María Alvarado, uma acadêmica castilhana, inventou a máquina como parte de seus estudos universitários. Foi a primeira demonstração prática em grande escala da eletricidade estática.

A Inquisição não era tão poderosa na época para impedir o experimento de Alvarado – ela era uma cientista eminente e muito respeitada –, mas chegaria quase a destroçar um outro avanço da física quatro anos mais tarde. O castilhano Álvaro Arciniega descobriu o espectro da luz usando uma série de prismas caseiros. A Inquisição, ao se inteirar dessa teoria, tentou enforcá-lo, mas Arciniega era um espadachim habilidoso e matou três inquisidores antes de fugir do país. Foi lá que ele aperfeiçoou o primeiro telescópio refletor, explicado na seção “Astronomia”.

Navegação
Os teanos possuem bússolas magnéticas e astrolábios, mas ainda não têm um cronômetro suficientemente preciso e resistente à umidade do ar marinho para permitir a mensuração da longitude. Os montenhos têm um método que funciona, mas exige que um nobre dotado da magia Porté se teletransporte para casa e consulte um relógio, retornando em seguida. Obviamente, esse método não é muito usado, mas é por causa dele que a Marinha de Montaigne possui os melhores mapas de Théah.

Armas e a Arte da Guerra
No momento, os mosquetes são as armas preferidas em batalha, geralmente com o apoio de uma linha de piqueiros. Os teanos ainda não têm fuzis e, portanto, a precisão dessas armas não é tão boa quanto poderia ser. Também desenvolveram canhões, mas ainda não têm o conhecimento necessário de balística para criar morteiros. Os montenhos também desenvolveram granadas primitivas, mas essas armas se revelaram tão pouco confiáveis que, em batalha, são carregadas somente por recrutas plebeus (granadeiros). A longevidade média de um granadeiro é de três batalhas. Nos duelos de honra, as rapieiras e outras armas de esgrima costumam ser usadas, ficando o sabre reservado para os valentes soldados da cavalaria.

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