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em Seg 04 Set 2017, 16:39

La Bucca
(Escolha 1: +1 Panache ou +1 Argúcia)
"Ouro não é um objetivo, é um meio
para o fim. E isso, meus amigos, é liberdade."

- Allende

La Bucca, a Ilha da Tentação, foi a mais notória ilha prisão em Théah, mantendo criminosos violentos  e prigosos prisioneiros políticos. Agora, a ilha é uma das Nações livres de Théah, funcionando com uma mistura frágil de democracia direta e liderança severa. Supostamente, todos são iguais... mas a verdade é um pouco mais complicada.

La Palabra de Dios
O propósito original de La Bucca era uma ilha prisão para os mais notórios criminosos de Théah, e mais tarde prisioneiros políticos. A ilha foi originalmente descoberta pelo cardeal Alfonso Ordunez por acidente. Seu navio saiu de rota durante uma tempestade terrível. Eles acabaram parando em uma um uma pequena cadeia de ilhas a oeste de Catilha e Ifri latada com uma população de suínos e água fresca. Eles nomearam ela como La Palabra de Dios, já que a ilha salvou suas vidas.

A tripulação passou alguns dias repondo as provisões no navio, e o Cardinal e alguns de seus membros da igreja escoltaram a ilha, mapeando ela para futuras viagens. Eles encontraram na ilha uma ruína Syrne, e um único artefato dentro com diversas tabuletas de desenhos estranhos, todos incluindo o que pareciam ser um estranho monstros com tentáculos. Ordunez não percebeu a importância do artefato até eles tentarem sair da ilha alguns dias depois.

Quando zarparam, eles avistaram uma enorme criatura marinha, monstruosa em tamanho e forma, circulando a ilha. O Cardeal reconheceu como a criatura retratada nas tabuletas das ruínas. O navio foi forçado a voltar para o porto pela criatura, e agressivamente defendia as saídas da baía onde estavam ancorados. A tripulação queria matar a criatura e escapar, mas o Cardeal voltou para tentar entender as tabuletas e o artefato que ele havia encontrado.

O Artefato Misterioso
Em uma semana, o Cardeal entendeu o básico do funcionamento do artefato. Ele podia controlar os movimentos da criatura de um modo, direcionando ele para um lado ou outro da ilha. Ele dividiu esses segredos com ninguém, nem mesmo escreveu em papel com medo que alguém aprenderia o que ele aprendeu com as tabuletas.

O Cardeal mandou a criatura para o outro lado da ilha, permitindo seu navio uma passagem segura para longe da criatura. A algumas milhas do litoral, ele destruiu a maioria das tabuletas, jogando seus pedaços quebrados no oceano para serem levados. O Cardeal estava atraído para a ilha, obcecado com o artefato. Ele queria voltar, e viu nesse lugar uma magnifica fortaleza. Ele manteve o artefato guardado por uma chave, acreditando que —não incorretamente — isso seria a chave para libertar as oportunidades únicas da ilha.

A Prisão Perfeita
Antes do uso de La Bucca, execuções públicas eram algo comum em Théah, apesar das objeções da igreja do Vaticínio. O Cardeal viu nessa ilha uma oportunidade de mudar isso. Ele incentivou as Nações, através da igreja, de salvar as almas dos condenados e retirá-los da sociedade em vez de mata-los. De começo, Castilha mandou os mais indesejados prisioneiros, aqueles que cometeram os piores crimes. Eles construíram casernas e casas de guarda para todos viverem. Logo, as outras Nações começaram a seguir a ideia, porém em vez de mandar criminosos, eles mandaram prisioneiros políticos — pessoas mais perigosas como mártires do que simplesmente mandarem para exílio.

Ordunez se tornou o administrador e líder moral da prisão, a Igreja colocou ele em total comando da ilha. Ele trouxe o grupo de guardas leais a ele e alguns padres, esperando converter os criminosos a uma "estilo de vida mais filosófico". O Cardeal sonhava em criar ordem do caos e redimir prisioneiros da ilha, olhando para eles como seus filhos ou algo assim. Ele também devotou muito de seu tempo na ilha para entender e eventualmente dominar o monstro que viviam nos arredores.

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em Ter 05 Set 2017, 16:21

A Revolução Silenciosa
A ilha serviu como uma prisão para pessoas de todas as Nações de Théah por muitos anos até uma fatídica manha no fim do inverno, quando os prisioneiros tomaram a ilha para si mesmos. Sob a direção de uma mulher em máscara de veludo que se chamava Allende, os prisioneiros armaram um golpe fingindo estarem doentes.

Allende e diversos outros prisioneiros trouxeram o que parecia ser um corpo coberto de bolhas que soltavam um pus branco e leitoso no escritório do Cardeal ordunez. O homem claramente sofrendo a Peste Branca — uma doença antiga responsável por matal aproximadamente um terço da população teana nos séculos XII e XIII.

Allende informou ao Cardeal que o homem era quem carregava a água para a casa dos guardas, e eles não tinham certeza de quanto tempo ele estava doente antes de o acharem. Ele provavelmente contaminou o suprimento de água inteiro. dentro de uma hora, o Cardeal se juntou a seus guardas e tripulação e com todos os navios no porto zarpou da ilha. Ordunez esperava que a praga se fosse em alguns anos, e ele poderia retornar a ilha para retomar a prisão. Até lá os prisioneiros poderiam se virar. Mas o que ele não sabia era que os prisioneiros haviam encenado tudo aquilo.

Allende imediatamente organizou um regime representativo, com os prisioneiros elegendo seus líderes e Allende servindo do a presidente de fato até que eles pudessem se ajeitar. O maior problema que os prisioneiros tinham que enfrentar era como lidar com o que eles chamava de "a Criatura". Ninguém realmente sabia o que era aquela coisa, além de que era capaz de afundar navios, e algumas vezes os guardas a alimentavam com prisioneiros que causavam problemas quando eles pensavam que o Cardeal não notaria. O Cardeal claramente tinha uma maneira de controlar a criatura, porque navios de prisioneiros e suprimentos iam e vinham da ilha, mas se um prisioneiro fosse capaz de roubar um navio, ele iria afundar. O melhor que Allende e seus partidários podiam fazer era colocar a fera para dormir, usando um único texto encontrado no caos que Ordunez deixou.

Boatos logo se espalharam paras as diferentes nações que a Peste Branca apareceu em La Palabra de Dios. O Cardeal contou como o Criador julgou os prisioneiros indignos de viver.
Ele afirmava que ele teve que abandonar a ilha para salva-la. Até o fim do ano, ninguém ousou vitirar a ilha da Morte Branca.

Tratado de Três Esquadras
Dois anos depois, o Cardeal Ordunez arranjou apoio para retornar a ilha, na esperança de resgatar o que sobrou. Os rumores de piratas e monstros marinhos tornaram difícil de encontrar capitães que quisessem ir, e no final, ele apenas conseguiu um único navio para velejar com ele. Ele pagou em ouro, o que ele havia arrecadado, esperando que ele pudesse de algum modo reconquistar sua antiga posição.

A Liga Vendel ouviu que ele estava retornando e também enviou um navio, esperando que fosse mais rápidos e tomar a ilha para eles. Um terceiro navio zarpou de Vodacce, enviado pelo Príncipe Marcante Vincenzo Caligari, que esta interessados nos rumores de ruínas Syrne na ilha.

Três navios velejaram para a ilha, mas quando eles chegaram, eles esperaram. Ordunez estava preocupado que os ilhéus haviam ganhado controle de sua Criatura, e não queria arriscar o seu navio. Os outros, avistando a vela de cada um se recusou a ser o primeiro a se aproximar da ilha e ficar de costas para o que poderiam ser seus inimigos. O pouco de comunicação que se passou entre os navios rapidamente levou a todos os capitães a dividirem os medos de Ordunez. Logo, cada navio era uma ilha, relutantes de enviar até mesmo mensageiros com medo de atrair a Criatura.

Em La Bucca, os bucaneiros se reuniam com Allende. Muitos temiam que uma batalha marítima seria o fim deles. Allende nunca achou uma maneira de controlar a Criatura da ilha, e ele sabia que seria uma questão de tempo até que os navios entrassem no porto, percebendo seu blefe.
Desesperada por uma mudança de sorte, ele juntou os prisioneiros e chamou por voluntários para nadarem à distância com nadadeiras e vinhas torcidas para que parecessem tentáculos e enganar o Cardeal pelo tanto que fosse possível. Diariamente quando a noite chegava, Allende mandava seus voluntários para a água, parecendo circular entre os navios e a ilha, ocasionalmente atacando os suprimentos e água dos navios enquanto era noite. Apesar dos ataques e avistamentos estranhos, os navios se recusaram a se aproximar... ainda assim eles também se recusavam a voltar.

Após um mês de táticas de guerrilha, Allende sabia que os navios estavam sem suprimentos e incapazes de realizar uma viagem de volta a suas Nações. Ela ordenou aos ilhéus a preparem um porco defumado e água fresca e enviou um emissário a cada navio, carregados com barris de comida e água e a promessa de uma passagem segura além da criatura. Naquela tarde cada navio tinha aportado se rendendo para a ilha Nação.

Allende deu a cada membro das tripulações uma opção: estocar seus navios e deixar a ilha, ou continuar como cidadãos de república. Ela até escreveu um contrato e fez cada um assinar, que ela chamou de Tratado das Três Esquadras. Cardeal Ordunez estava entre aqueles que continuou na ilha.

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em Qua 06 Set 2017, 09:29

La Bucca Hoje
A ilha, apesar de sua reputação, se tornou um destino popular. A ilha Nação da boas vindas a convidados e visitantes, especialmente ao dinheiro em suas carteiras. Enquanto muitos personagens desagradáveis populam a ilha, ela continua como uma dos poucos locais onde um pessoa pode encontrar praticamente qualquer coisa, por um preço. A democracia de Allende dá a ilha um ar de liberdade política, e atrai embaixadores teanos e agentes de todas as Nações.

Cada navio que entra em seu porto recebe um presente de porco defumado e água como um presente de boas vindas dos ilhéus. Isso é muito provavelmente a única coisa que você pode esperar receber de graça, ainda assim Allende se recusa a abandonar essa tradição. Ela afirma que é uma das poucas coisas que diferencia a ilha como uma Nação civilizada, ao posto de um depósito para lixos humanos, o que pode ser uma descrição mais precisa.

Os bucaneiros são um grupo de diversas nacionalidades e aparências, e mesmo assim todos possuem certas similaridades: uma vontade de trabalhar e uma lealdade inabalável a Allende. Apesar dessa lealdade, brigas e divergências ainda ocorrem entre eles. Para manter a ordem, os bucaneiros estabeleceram as Vertentes. Cada vertente toma conta de uma área específica da vida na ilha. Para a maioria dos residentes, uma vida separada das outras nações é suficiente. Mas para aqueles em uma Vertente, é a chance de ser parte de algo maior, protegendo seu pequeno pedaço de liberdade.

Democracia em La Bucca
Quando Allende tomou a ilha, ela tinha um grande plano de como comandar uma Nação. Ela acreditava em um governo representativo para o povo, controlado pelo povo. E nos primeiros dias após a partida do navio do Cardeal que deixou a ilha para os prisioneiros, ela realizou eleições gerais para cargos como mestre da guarda, mestre comissário e supervisor. Prisioneiros se voluntariaram para esses cargos, alguns mais honestos do que outros.

Naquela hora, Allende usou uma máscara de veludo, uma parte de suas amarras como prisioneira da ilha. Ela prometeu não retirar a máscara até eles fazerem as eleições para presidente, para lembrar a todos que ela era uma prisioneira também. Rumorei cruéis se espalharam sobre sua identidade, mas aqueles que trabalhavam com ela para tomar a ilha falavam a seu favor sobre sua liderança.

As eleições presidenciais ocorreram um mês depois — ela era a única que se candidatou — e Allende foi unanimemente votada para o cargo. Cumprindo o que foi dito, Allende removeu sua máscara, dizendo aos prisioneiros que ela queria que eles conhecessem ela e sentissem que pudessem falar com ela sobre tudo. Ela iria usar a máscara em frente de visitantes, para lembrar a eles das raízes dessa ilha Nação.

A ILHA DA TENTAÇÃO
Pessoas de outras Nações chamam a ilha de "a Ilha da Tentação" devido a seus viciante e saboroso porco defumado que prisioneiros fazem e exportam para o continente. Cocteau Genet, um famoso poeta montenho, apelidou a ilha "La Bucca", e o nome ficou. Habitantes da ilha começaram a se chamar de bucaneiros em uma tentativa de reganhar seu orgulho. Eles só não perceberam, que fora da ilha, teanos começaram a usar esse termo para se referir universalmente para qualquer criminoso.


Eleições em La Bucca
Todo ano, Allende realiza eleições gerais para os chefes das Vertentes, para capitão da guarda e presidente da ilha. As eleições são abertas; qualquer um pode concorrer, e o voto de todos contam igualmente para determinar o resultado. Todo anos as mesmas pessoas concorrem e são votadas para seus cargos. Apesar de toda a conversa sobre verdadeira democracia, é claro que nem todos concordam com o ideia utópica desse sistema de governo. Ninguém se atreve a concorrer a presidência contra Allende — ela otimisticamente acredita que sua liderança é inspiradora demais para ser oposta — e ameaças e subornos correm livremente nas eleições todos os anos para assegurar os outros cargos do governo.

Allende não é completamente ignorante sobre a corrupção em seu sistema, mas ela não sabe como parar isso. A ordem que ela impôs nos prisioneiros parece ter se mantido, e ela mantêm ela enquanto possível. Ela sabe dos planos políticos contra ele, mas está presa em uma posição a qual tem medo de que se ela não estiver mais no cargo, a ilha cairá em completa anarquia e atividade criminal, por isso ela deixa a corrupção continuar para garantir a lealdade daqueles que se beneficiam dela.

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em Qua 06 Set 2017, 11:11

Regra de Allende
O governo de Allende não ocorreu sem nenhuma disidência; seus maiores difamadores são um irmão e irmã de Eisen, Uwe e Greta Lehmann. Esses dois vieram a ilha em busca de fortuna e poder apenas para descobrir que seus esforços barrados pelos membros das Vertentes. No verdadeiros espírito bucaneiros, eles decidiram que se eles não podiam conseguir o que queriam, então eles iriam começar a pegar daqueles que já conquistaram o que eles queriam. Allende é vagamente ciente de que os dois querem seu poder, e ela abertamente lembra a todos que qualquer um pode concorrer a presidência da ilha todo ano. Mesmo assim os Lehmanns vêem isso como uma ameaça, forçando eles a trabalhar em segredo.

Outros, especialmente os chefes das Vertentes, estão felizes com as coisas como estão. Enquanto Allente tenta deixar as eleições mais democráticas e luta contra a corrupção, essas pessoas simultaneamente atrapalham suas tentativas e ativamente trabalham para deixa-la no poder, acreditando que ela é o fantoche perfeito para promulgar seus desejos. Ninguém parece entender como a tentativa de um sistema de governo é, e o fato de que se qualquer um dos jogadores perder seu carogo, tudo iria ruir sobre suas cabeças, acabando com a jovem Nação.

A lenda de Allende fora da ilha é cheia de rumores e mitos. Poucas pessoas sabem sobre o estado democrático até eles chegarem na ilha, e muitos apenas escutam sobre Allende como a líder da ilha. Poucos sabem alguma coisa sobre ela antes de aportar, e ela já foi descrita de tantos modos diferentes quanto o tanto de pessoas que espalham rumores: ela é um homem, ela é uma temível pirata aposentada na ilha, ela é a filha ilegítima do l'Empereur e por aí vai. Alguns até relatam que Allende morreu anos atrás e um de seus muitos seguidores tomou seu cargo e nome para enganar a população.

A verdade, é claro, é bem menos animadora e consideravelmente mais frágil. Allende está apenas parcialmente em controle do sistema que ela construiu, mas ela é a única líder em La Bucca que até agora está disposta a garantir que a ilha não caia nas mãos daqueles que transformaram ela em uma prisão.

As Vertentes
O governo de La Bucca inclui cinco Vertentes, cada uma responsável pela manutenção e operação da ilha: o Olho, o Tentáculo, a Nadadeira, a Escama e a Caneca. Cada nome — exceto a Caneca — vem de uma parte diferente da Criatura que dorme abaixo de La Bucca. Originalmente, as pessoas que ajudaram Allende a realizar os rituais necessários para domar a Criatura ganharam esses nomes. Os nomes se espalharam do indivíduo para o cargo eleito, e eventualmente as Vertentes se formaram desses cargos.

• O Olho cuida de toda comunicação e segurança dentro da ilha. Membros carregam um lenço com um olho estilizado designado a denotar sua filiação. A Vigília da Cidade são a mais proeminente presença dessa Vertente, composta dos antigos residentes de La Bucca. O chefe atual do Olho é uma homem quieto chamado Alesio. Eles dizem que ele apenas fala quando algum problema está chegando.

• O Tentáculo cuida das questões de transporte, incluindo atravessar as pontes de corda quando a mare está alta e os arcos da praia que levam a fortaleza estão submersos. De muitas maneiras, eles servem como os guias da Nação, ajudando convidados a encontrar o que eles querem. Allende serve como a chfe do Tentáculo, mas deixa seu funcionamento a seus subordinados.

• A Nadadeira cuida das comunicações entre a ilha e as outras nações. Membros da Nadadeira são mestres de pelo menos três idiomas e mantêm registros de todos os acordos com as outras Nações. Eles servem como mestres do porto, mantendo registros de quem chega e sai de La Bucca e concedendo autorização para os navios aportar e zarpar. Para a Nadadeira, segredos e informação são a comodidade mais importante, a única coisa digna de troca. O atual e infame chefe dessa Vertente é o Barão Victor Maison.

• A Escama está encarregado de todos os problemas residenciais e alocação de terra e espaço para qualquer iniciativa comercial. Residentes devem criar pelo menos dois porcos por ano e contribuir com o suprimento de porco defumado da Nação. A Escama mantem registro de todos os negócios e empresas monetárias em La Bucca, decidindo as taxas de venda de itens domésticos e estrangeiros. Eles também estão encarregados da vasta tesouraria, usado para financiar trabalhos públicos. O chefe atual da Escama é a Mãe de La Bucca.

• A Caneca representa e entretenimento da ilha — tavernas, pubs, bordéis, músicos e coisas do tipo. A Liga Vendel tentou assegurar um espaço em La Bucca, mas a Caneca mantém eles longe. Pelo menos por enquanto. O chefe atual da Caneca é um antigo prisioneiro chamado Gwyn Sharps.

Bucaneiros falam de uma mítica sexta Vertente — a Sereia. Um bicho-papão que mantêm negócios de La Bucca em segredo e respeitados: "As sereias do mar irão vier para pegar você", os nativos provocam. Apesar, de que alguns afirmam ter encontrado a sexta Vertente, contando sobre lindas e mortais agentes que usam sedução para silenciar transgressores, matando eles em seu sono. O Olho oficialmente nega que as Sereias existem, mas os rumores persistem.

A VERDADE SOBRE AS SEREIAS
As Sereias são realmente reais, mas não como os rumores indicam. Quando alguém quebra os protocolos de privacidade ou é um perigo para a ilha, os Chefes das Vertentes chamam por Bucaneiros confiáveis para aplicar justiça, rapidamente e silenciosamente. Cada um dos cinco selecionam um individual e esses cinco trabalham juntos para cumprir a missão dada.
Sereias oferecem oportunidades de narração para quem deseja jogar algo mais focado em furtividade e histórias orientadas em missão, além de interações diretas com os principais chefes de La Bucca.


A Vigília da Cidade
A Vigília da Cidade em La Bucca mantem um tipo de ordem, apesar da atmosfera de que pode tudo. Certos crimes são condenáveis, até mesmo para criminosos — a maioria são aqueles que ocorrem em público. A Vigília tem controle da cidade, permitindo entrarem em quaqluer estabelecimento a qualquer hora, para manter a paz. Eles separam brigas de bares e acalmam tumultos, punindo aqueles que causam problemas que ousam agir em público. A Nadadeira proíbe os Vigílias de entrarem em navios sem a explícita permissão de seus Capitães. A Caneca tenta limitar a presença da Vigília em casas de aposta e bebidas, muitas vezes pagando um bom dinheiro para pularem seus estabelecimentos em seus turnos.

Enquanto atividades criminais são comuns em La Bucca, poucos questionam a autoridade da Vigília da Cidade. Muitos residentes sabem como conduzir negócios inescrupulosos entre quatro paredes e fora do olho público, ou arriscar a dura punição da Vigília. Cada uma das Vertentes ajuda Vigília, apesar de que o Olho — e desta forma Alesio — é o verdadeiro patrono. É por seu apoio que a Vigília pode praticar violência em qualquer um que pertube a paz em la Bucca.

Diferente de outros figurões das diferentes Vertentes, o capitão da Vigília é uma posição eleita. A capitã atual é Lucia, uma bruxa vodatiana que chegou na ilha a cinco anos atrás. Elas tem uma mão de ferro na Vigília; ela proíbe seus oficiais de beber em serviço e deve passar por ela qualquer suborno ou dinheiro que mude de dono. Ela é a única coisa impedindo a Vigília de ser qualquer outra coisa além de um grupo de bandidos organizados, e os chefes das Vertentes dão a ele livre controle para organiza-los como quiser.

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em Qua 06 Set 2017, 12:29

Vivendo em La Bucca
Originalmente populada pelos mais indesejáveis de todo o mundo, não há Nação mais cheia até a boca de diferentes culturas do que La Bucca. Certas regiões da ilha são distintamente multiculturais, enquanto outros regiões, certos idiomas ou tipos musicais são mais favorecidos que outros. É comum para um distrito se tornar distintamente Vesten, apenas para os castilhanos expantas os Vesten e conquistar o distrito para eles um mês depois. Apesar de ser longe de uma cidade cosmopolitana, a ilha se tornou um centro de diversidade e celebração de vícios e liberdade.

Bucaneiros tem uma aliança instável uns com os outros, uma promessa não falada para manter o local civilizado e não roubar ou matar uns aos outros a noite. Essa aliança chega até aí, e rivalidades mortais e disputas surgem constantemente. Visitantes não possuem esse luxo, e são presas de criminosos e bandidos. Qualquer um visitando La Bucca pode jurar que a maios porcentagem de seus residentes são crianças. Enquanto muitos dessas crianças nasceram na ilha, a maioria são órfãs. Ninguém realmente sabe de onde todos esses órfãos vem, já que novos parecem surgir diariamente. É claro, é difícil de dizer já que seus rosotos e roupas sujas se misturam depois de um tempo. A Mãe de La Bucca, chefe da Escama, mantém uma residência designada aos órfãos, e parece dar um cuidado especial a eles.

Ganhando uma residência na ilha é um assunto complicado. A Escama aceita inscrições de residência por uma pequena taxa. A própria Mãe vai até o local e decide quem fica ou quem sai. Ela considera o que cada indivíduo pode contribuir para melhorar a ilha, e sua decisão é final. Ninguém realmente sabe o que é preciso para passar, mas parece que habilidades únicas são valorizado acima de tudo.

BANDEIRAS RESIDENCIAIS
Residentes desenvolveram um sistema de símbolos para se comunicar com a Vigília da Cidade quando estranhos estão presentes. Por exemplo, um bucaneiro sob pressão pode oferecer a pagar uma bebida a um membro da Vigília "uma bebida a sua escolha". Enquanto a oferta parece inocente, todos os residentes sabem que a Vigília evita beber durante seus turnos. Isso informa que o cidadão está com medo e incapaz de pedir por socorro. Ofertas subsequentes indicam o problema do bucaneiro; rum sugere um problema no porto, gin implica um sequestro, e vinho significa que os Chefes da Vertente estão em Perigo.
Outro meio de comunicação inclui pendurar roupas de baixo visíveis na janela. Branco é um pedido de ajuda, enquanto um par preto significa ajuda em mover contrabando ou corpo, sempre com a promessa de um pagamento não importa o pedido.


O Livre Mercado
La Bucca é um centro de comércio e intriga, com navios de todas as Nações em seu porto. Espiões se juntam para vender segredos, diplomatas se encontram no único local neutro do Mar de Atabea e mercadores na esperança de encontraram itens raros e ilícitos para trazer para casa. Tem muito o que se fazer em La Bucca, e muitos problemas pra encontrar enquanto estiver por lá.

La Bucca possui um verdadeiro livre mercado, permitindo tudo e qualquer coisa ser comprado e vendido em terra, de artefatos a arte cara a itens ilegais e até mesmo escravos. Visitantes podem suprir seus navios com comida e água e contratar mercenários ou tripulantes, pelo preço certo. Quanto mais dinheiro gasto em La Bucca, melhor para a ilha. Ambos o Tentáculo e a Nadadeira trabalham para manter os portos abertos a toda hora para qualquer navio, permitindo um fluxo constante de pessoas.

Vários navios mercantes de outras nações decidiram manter barracas temporárias na ilha — com uma generosa doalão da Escama — tornando disponível uma grande variedade de itens e serviços. Tudo que alguém precisa fazer é encontrar o que eles estão procurando e perguntar nas docas. Todo mundo conhece todo mundo, e nada é ilegal demais para se perguntar no mercado das docas, exceto talvez por assassinos e espiões. Muitos donos de lojas oferecem seus serviços de barracas a estações perot dos portos, mas alguns mantêm seus negócios em suas próprias casas — dando aos convidados uma boas vindas mais pessoal.

Os itens a venda mais procurados, alguns dos mais valiosos mapas náuticos. Nações tentam manter seus mapas em segredo, mas em La Bucca, tais itens são fáceis de encontrar, se não de adquirir. Ninguém sabe onde os marcadores de La Bucca conseguem esses itens, mas alguns dos clientes mais comuns são diplomatas teanos.

O segundo item mais procurado é entretenimento. A Caneca nem se importa de monitorar a sua indústria de entretenimento, preferindo deixar com que cada taverna e bar cuidem de seu próprio negócio. A Caneca apenas se envolve quando dinheiro ou crime se torna um problema. La Buca oferece a maior variedade de entretenimento, saciando os maiores depravações de Théah.

Mercadorias Ilegais e o Mercado de Aperto
Mercadorias e serviços normalmente considerados ilegais, até mesmo para os padrões de La Bucca, são também fáceis de achar se você souber onde procurar. Algumas vezes, os melhores mercados não são imediatamente evidentes. Esses mercados negros — chamados de marché noir — são onde o verdadeiro comércio ocorre. Como a Escama permite que outras embarcações conduzam comércio em seus portos, a ilha possui muitos locais escondidos para visitantes interessados. As muitas tavernas, estalagens e bordéis da Caneca oferecem salas privativas e locais seguros para qualquer negócio adicional que requeira uma maior privacidade. Desde que esteja disposto a pagar a Caneca pode prover. Se você não puder pagar — bom, você pode oferecer algo mais valiosos: um favor.

Em La Bucca, um favor vale mais do que ouro. Os locais chamam essa silenciosa economia de favores "o mercado de aperto". Em outras palavras, o aperto de mão para fechar um negócio. Favores são tidos com um grande respeito em La Bucca, e a promessa de um bucaneiro as vezes vale mais do que Guilders. Enquanto muitas outras promessas podem não aguentar o teste de tempo ou distância, um bucaneiro que deu sua palavra espera mantê-la até cumprir ou morrer. Aqueles que comerciam com favores, e então se recusam a pagar, se encontram no fundo do oceano. Para um bucaneiro, sua palavra é sagrada, e o mercado de aperto não oferece segundas chances. Lembre-se disso na próxima vez que você estiver em um navio pirata e reconhecer o capitão como um bucaneiro.

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em Qua 06 Set 2017, 14:19

O Nascimento dos Corsários de La Bucca
A vasta variedade de serviços oferecidos e distrações providenciadas em La Bucca é um ramo do fato de que a maioria dos bucaneiros precisam de algo para fazer enquanto esperam por um novo contrato. Esses trabalhos paralelos providenciam uma renda aceitável quando cuidando dos assuntos dos menos favorecidos em celebração da sua liberdade dos trabalhos diários. Poucos em La Bucca possuem apenas um meio de ganhar dinheiro.

Um mercado secundário em La Bucca é a Carta de Corso. Diplomatas e agentes de várias coroas teanas vem a La Bucca pelo único proposito de contratar corsários. Eles oferecem autoridades reais para exercer seu trabalho no mar aberto, e coletam uma porcentagem da pilhagem no nome de qualquer rei ou rainha que eles servem. La Bucca abraçou essa prática e formalizou isso em um negócio.

Enquanto tais atividades normalmente levariam a tensões entre as Nações, a ilha oferece um nível de separação entre as coroas e seus agentes. Contratados recebem documentos dizendo que eles estão agindo oficialmente, enquanto a Nação nega. Em essência todos ganham o que querem, exceto, os navios na mira dos canhos bucaneiros.

O SOLO DE MINHA NAÇÃO
Nações não possuem embaixadas, apesar de quem alguns diplomatas e embaixadores abrem as portas para seus compatriotas . Alguns teanos nativos buscam asilo com os embaixadores de sua Nação, esperando evitar a Vigília da Cidade ou outro problema em La Bucca. Esse tipo de segurança vai até onde o embaixador está disposta a garantir, sacrificando a identidade nacional pela boa vontade da ilha. A maioria dos embaixadores entregam qualquer fugitivo para a Vigília para manter boas relações com os poderes locais.


A Mãe de La Bucca
Todos conhecem a Mãe de La Bucca, chamada simplesmente de Mãe. Ela é uma gentil mulher sempre cercada de crianças, cuidando dos órfãos e ajudando os residentes de La Bucca. Muitos tentam adivinhar seus motivos, tentando recompensar os erros de seu passado, dando oportunidade a aqueles que nunca tiveram chance.

Mesmo assim ninguém realmente conhece ela — nem seu nome e nem de onde ela veio. Elas está na ilha a tanto tempo que alguém pode se lembrar, mas ninguém sabe se ela era uma prisioneira ou qual Nação a enviou para viver entre os bucaneiros. Mas a Mãe parece nunca envelhecer, e ela comanda o Vertente da Escama com uma mão de ferro desde o dia de sua criação, a muito tempo atrás, quando Allende começou seu governo.

A Mãe de La Bucca já foi Sophie-Angélique de l'Écuyer, uma cortesã nas cortes de Montaigne e uma poderosa sorcier. Um infeliz acidente com um espelho enviou ela ao lugar entre lugares por quase um século. Como ela sobreviveu, até mesmo ela não se lembra. Um dia, ela acordou em uma ilha, nas selva em uma ruína Syrne e uma voz falando com ela. Ela se lembra de fazer um acordo, em troca de sua liberdade do purgatório que ela estava. Ela deveria trazer crianças para a ilha. Esse foi o preço de sua liberdade.

Desde então, ela tem usado Porté para viajar por toda Théah, mas sua feitiçaria não é a mesma que a dos outros. Ela pode se mover para qualquer lugar, mas apenas para aqueles que precisam dela. Ela não consegue controlar para onde vai: ela escuta o choro de uma criança em seu sangue e sente onde fica sua localização. Ela ensinou a seus filhos sobre um truque secreto que nenhum sorcier conhece: sussurrar através do sangue.

A Mãe não sabe como ela foi parar na ilha, ou com quem ela conversou quando ela chegou. Mas ela não envelheceu desde que chegou a meio século atrás. Ela suspeita que possa ter sido o Porté, ou associado com seu tempo na passagem. O que quer que seja, ela não deseja abusar da sorte. Ela protege a ilha, e todos os seus habitantes, mas especialmente as crianças que ela trás para a ilha. Ninguém machuca as crianças em La Bucca — não sem perder a vida ou um membro. E porque a ilha quer tantas crianças? Ela prefere pensar das razões menos e menos enquanto trás mais órfãos para La Bucca.

LOS NIÑOS
As crianças que a Mãe trouxe a La Bucca são mais do que um bando de órfãos; eles se tornaram uma robusta rede de espionagem e informação funcionando pela ilha. Por hora, essa rede apoia Allende... mas a Mãe é interessada na segurança de suas crianças mais do que ela se importa com a democracia frágil e vulnerável que Allende criou em La Bucca.

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