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Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Qui 31 Ago 2017, 15:50

Jaragua
(Escolha 1: +1 Vigor ou +1 Finesse)
"Não se engane, estamos em um perigo maior do que antes.
Por hora, nós temos algo a perder."
Capelã Nsõwaa Nkansa

Na maioria da história de Jaragua (ha-RA-gwa), chefaturas Rahuri brigavam pelas ilhas férteis com os melhores peixes, minerais e locais para plantação. Cem anos atrás, a ambição teana cobriu a ilha com plantações lucrativas e premiaram eles com uma bela cidade portuária, aglomerando os Rahuri locais nas montanhas. Mas quando a Companhia de Troca Atabeana tomou controle dessas plantações através de mentiras e trações, a Companhia adicionou um ingrediente crucial para realizar o verdadeiro potencial da ilha: escravidão.

A ganância e violência da companhia fiz com que incontáveis Rahuri e Ifrianos trabalhassem até a morte tornando Jaragua a sua posse mais lucrativa. Mesmo assim esses prisioneiros, os mais desfavorecidos e vulneráveis humanos vivos, desenvolveram um espírito inabalável que inspirou muitos a planejar fugas, para então fundar comunidades de fugitivos e redes de apoio para estender a liberdade de seus camaradas oprimidos.

Logo, esses Mawons — escravos fugitivos declararam guerra contra a Companhia — organizaram uma revolução na ilha inteira, usando estratégias brilhantes, superioridade numérica e pura determinação para sobrepujar a segurança da Companhia. Uma ilha de trabalhadores açoitados e violados se uniram para se tornar uma das mais improváveis Nações do mundo, uma mistura de cultura ifrianas e Rahuri e uma início de um centro de poder agrícola guardado por um exército que conseguiu o impossível.

A Companhia não quer que você saiba sobre Jaragua e sua histórias. Eles fazem você acreditar que escravidão não existe em Atabea, que não houve revolta, e nada de importância acontece em Jaragua. Mas a verdade é que Jaragua é a maior falha da Companhia, uma falha que eles não vão parar até apaga-la. Se alguma Nação entende de heroísmo, do seu mais humilde trabalhador ao seu maior general, é Jaragua. Porque o que é mais heroico que se librar de suas amarras para realizar a Justiça?

História
Quando os Rahuri migraram do continente de Aztlan ao Mar de Atabea, Jaragua estava entra as primeiras ilhas que eles colonizaram. A fertilidade da ilha levou ao estabelecimento de cinco chefaturas Rahuri, competindo politicamente e militarmente pelos melhores campos e locais de pesca. Quando os primeiros teanos chegaram a 100 anos atrás, a chefatura Mariana e a chefatura Higüey ao sul haviam engolido os outros três, dividindo a ilha entre eles. Quando os castilhanos e montenhos chegaram em 1568, ambas as chefaturas venderam rapidamente pedaços de terra em troca de tecnologia e artesanatos teano, esperando ter uma vantagem sob seus vizinhos. Os teanos fundaram uma cidade portuária, Cap-Carrefour, no cabo a leste, sua primeira parada, no Mar de Atabea, para navios de Ifri ou Théah.

Período Colonial
Intriga e conflitos entre o povo jaraguano permitiu a agricultores de anil, café, algodão, tabaco e especialmente açúcar a infestarem ambas as metades da ilha. Enquanto essas plantações eram rentáveis, o calor, umidade e perigo de colher e processa-los tornava contrataram e manter os trabalhadores um desafio. Quando Vespasien de Vicquemare se tornou o governador de Jaragua em 1636, ele trouxe uma solução: dar aos pobres teanos passagem de graça ao Novo Mundo, em troca de pagarem sua passagem com tempo de serviço na lavroura. Esse sistema de servidão, que era ilegal em qualquer lugar em Théah, funcionou bem para os agricultores jaraguanos.

Com isso, o problema de contratar estava parcialmente resolvido, mas o problema de contenção ainda permanecia — e os números nunca era o suficiente. Vicquemare se aliou com compradores chamados Rourke e Rudd, que realizavam reuniões entre os agricultores e agiotas por uma certa taxa.

Eventualmente, Rourke & Rudd se tornaram a Companhia de Trocas Atabeanas, e suas táticas evoluíram: a CoTa intencionalmente quebrava mercados locais enchendo eles com produtos baratos e comprava fazendas independentes em crise por toda Jaragua. Logo teanos pobres estavam trabalhando lado a lado com fazendeiros jaraguanos em crise. O futura, na forma das práticas de negócios inumanos da Companhia haviam chegado no litoral de Jaragua. Nada ali seria o mesmo.

O período colonial chegou a um fim oficial e brutal quando Vicquemare arranjou uma reunião privada com as tribos Rahuri nativas — Higüey e Mariana — supostamente para discutir a divisão da ilha. Os jaraguanos não eram estúpidos, seus seguranças pularam para a ação quando as forças da Companhia apareceram para uma emboscada; mas após uma breve, e sangrento tiroteio, a Companhia capturou os dois caciques. A chefe de segurança Lærke Ulriksdottir então atacou os desorganizados e desmoralizados jaraguanos restantes, expulsando-os de suas terras ancestrais para as montanhas. Com isso, plantações com trabalho escravo da Companhia se encheu por Jaragua.

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em Qui 31 Ago 2017, 15:50

GEOGRAFIA
Jaragua é a maior massa de terra no Mar de Atabea, uma ilha tropical em formato de pipa na parte leste de cara com Théah e Ifri. Les Alpes Azurées, uma cordilheira nomeada devido a sua tonalidade azul,divide em dois a ilha. A temperatura, amena no inverno e quente no verão, seria agradável se não fosse pelas frequentes estiagens, inundações, terremotos e furacões. Os peixes são excelentes, se você não se importa de pegar alguns monstros marinhos. As fazendas ao norte e sul e os vales fluviais são bons. Explore as florestas do les Alpes Azurées, grotas escondidas e redes de caverna, como muitos escravos já fizeram, e você pode encontrar a vida selvagem exclusiva de Jaragua — ou um lucrativo veio de cobre, ouro, mármore ou calcário.


Escravidão em Massa
A Companhia começou a importar prisioneiros ifrianos em massa em 1642. Pela primeira vez, cada plantação em Jaragua esta completamente cheia e operando com o máximo de eficiência. Donos de plantações podia seguramente fazer os escravos morrerem de tanto trabalhar antes de troca-los.

Já que escravos não tinham nada a perder, esse período teve uma explosão de fugas. Muitos viajavam até les Alpes Azurées ou para manguezais, onde densas florestas e terrenos irregulares confundiam seus perseguidores. Logo, vários vilarejos Mawon começavam a se formar nas montanhas, cada um oferecendo asilo para qualquer escravo fugitivo. Reforçados por uma força sempre em crescimento, esses guerrilheiros frequentemente saqueiam as ricas plantações perto das montanhas por provisões, armas e pessoal.

A Maior Revolta de Escravos da História
O estopim foi em 1659. Após anos de operações uma rede secreta que permitiam escravos a escapar para territórios Mawin nas montanhas, Taiyewo e Kehinde — dois jovens Heróis da rebelião inicial, gêmeos nascidos na escravidão de Jaragua — se encontraram com a Capelã Nkansa e os chefes Rahuri de Mariana e Higüey nos mangues. Taiyewo e Kehinde proporam que o povo oprimido de Jaragua saísse das garras da Companhia de uma vez por todas, ordenando seus recursos e superioridade numérica a obter liberdade.

Capelã Nkansa e os chefes concordaram: já era hora da Companhia ser expulsa de Jaragua. Durante um festival a noite na tradição religiosa de Kap Sèvi, eles anunciaram sua rebeldia. Eles tomariam sua ilha de volta, não apenas para os Rahuri que perderam sua casa ancestral, mas para os ifrianos e teanos que foram trazidos para Jaragua como propriedade. Sua revolução iria unir suas forças contra seu inimigo em comum e viver num futuro que eles construiriam juntos.

A Capelã Nkansa organizou suas tropas de sacerdotes nganga como generais para implementar sua estratégia. Chefe Pablo de la Cruz se tornou o chefe de treino, ensinando táticas de guerrilha ao exército rebelde, lembrando a eles do que ele aprendeu sobre os teanos quando estava preso. Chefe Casiguaya coordenou o apoio naval, atacando por Atabea para roubar os navios da Companhia e confundir suas linhas de suprimento passando informações a piratas como a Irmandade da Costa e comprando munições de vários flibusteiros. Kehinde usou sua rede de resistência para coordenar os rebeldes por toda a ilha, até mesmo mandando pequenos animais para carregar mensagens quando humanos não podiam. Por fim, General Taiyewo liderou a frente com machete e pistola, usando sua genialidade tática para acabar com membros despreparados da Companhia.

Pelos próximos oito anos, as casualidades de ambos os lados foram altas, o ponto que Lærke Ulriksdottir teve que contratar mercenários de Théah para defender as posses da Companhia. A batalha final aconteceu em Cap-Carrefour. Quando chegou a noite, os jaraguanos se moveram, atacando seus inimigos com brutalidade, habilidade, armas e equipamentos roubados.

Ifrianos e Rahuri dentro já estavam cientes da hora do ataque, preparando para ajudar de dentro. Eles fingiram uma tentativa de fuga, para distrair os guardas que vigiavam nas paredes. Com os defensores ocupados, os rebeldes usaram essa oportunidade para escalar as paredes dos fortes e tomar controle das torres de armas, permitindo rebeldes na cidade enquanto davam cobertura para os escravos lá dentro. Uma longa noite de combates cruéis aconteceu. Ao nascer do sol, agentes da companhia e mercenários nadavam por suas vidas para os navios da Companhia que zarpavam do porto enquanto o General Taiyewo cruzava sua machete com a rapieira e adaga do Governador Vicquemare, eventualmente acertando ele com um poderoso golpe que o derrubou no chão. Marinheiros da Companhia puxaram ele para o mar em um antigo navio negreiro, sangrando de uma dúzia de ferimentos.

Nação Independente
Com o fim da Companhia, os líderes rebeldes criaram um governo provisório. General Taiyewo tomou conta da parte militar, Chefe Casiguaya se tornou almirante, e Kehinde se encarregou dos assuntos internos como as operações de plantações recuperadas. Capelã Nknsa recusou a se juntar ao governo provisório, explicando que ela não "tem um dia de descanso em quinze anos. Eu vou sentar na praia e ler um livro."

Chefe Pablo de la Cruz não estava tão feliz de receber uma posição no novo governo. Em uma reunião no dia seguinte que expulsaram a Companhia de Jaragua, ele expressou choque e incômodo ao saber que Mariana e Higüey não voltariam para seus donos originais. "Mas para onde os ifrianos iriam?" perguntaram os outros. Alguns desejavam voltar para Ifri, mas nem todos podiam — e em Ifri, eles poderiam ser vitimas de escravagistas mais uma vez. Porque eles não poderiam dividir a terra que eles lutaram juntos?

Mas o Chefe de la Cruz estava inflexível. Ele queria Jaragua de volta. Se ele não pudesse ter a ilha toda, então ele queria o território original de Mariana de volta, norte de les Alpes Azurées. A discussão durou o dia todo, mas não importa o quanto fosse falado ele não mudaria de ideia. No fim, os oligarcas concordaram, desolados, em retornar o segmento norte da ilha. A mágoa só aumentou quando no ano seguinte Mariana começou a vender suas plantações novamente — não para a COmpanhia pelo menos, mas para agricultores castilhanos.

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em Sex 01 Set 2017, 16:24

Retorno dos Colonos
Agora o governo provisório teve que voltar ao trabalho. Uma nação de soldados cansados deve retornar ao trabalho — em muitas das plantações que eles lutaram para escapar, alguns converteram para produção de comida e outros ainda geram dinheiro com as muitas das plantações que muitos Rahuri e ifrianos morreram para produzir. Um novo governo devia ser estabelecido. Diplomatas devem viajar para terras estrangeiras, formando laços diplomáticos e construindo novas alianças. E a Companhia de Troca Atabeana continua a espreitar nas cidade de Jaragua e nas ilhas em volta, esperando para frustar os esforços jaraguanos.

Ao norte, uma nova cidade já apareceu: Porta Ozama, uma cidade teana construída para servir as necessidades dos agricultores teanos, com um governador castilhano no lugar. A Companhia de Troca Atabeana é formalmente banida da ilha, mas quem sabe quantos desses agricultores não trabalham secretamente para a Companhia?

Pior ainda, muitas das plantações teanas no território de Mariana usam trabalho escravo... de novo. Isso é um segredo bem guardado. Nenhum das plantações dependem apenas de trabalho escravo, pois isso atrairia muita atenção do governo jaraguano. Em vez disso, eles usam uma combinação de trabalho voluntário, trabalhadores contratados e escravos — teanos (especialmente presos), Rahuri e ifrianos. Trabalhadores pagos são proibidos de discutir o quando ganham um com o outro, para manter as identidades dos escravos o mais obscuro possível. Qualquer trabalhador que falar o que não deveria perde seu emprego... ou pior.

No sul, relações teanas são muito menos desastrosas. Eustache Dubois, o filho de um antigo governador, Alexandre Dubois, retornou ao fim da rebelião da sua casa em Montaigne, trazendo produtos e apoios críticos para tempos desesperados. Como metade jaraguano / metade montenho, Dubois já está trabalhando para conectar a oligarquia provisória com revolucionários em Montaigne enquanto viaja entre Théah e Jaragua. ele criou uma nova sala do capítulo para a Sociedade dos Exploradores, induzindo novos membros à organização na esperança que ele posa liderar uma expedição à uma ruina Syrne abaixo das montanhas.

Apesar de sinais de um futuro esperançoso, as trevas do passado de Jaragua tem sobrevivido a revolução. Com inimigos por todos os lados e uma transição difícil a sua frente, será que os violentos rebeldes do passado podem se tornar os pacíficos líderes do futuro?

Povo e Cultura
O etnônimo "jaraguano" abrange uma miríade de etnias presentes na ilha. A Companhia de Troca Atabeana propositalmente comprou escravos dos mais diferentes grupos étnicos possíveis, para confundir suas comunicações e evitar que quaqluer um organiza-se uma rebelião contra eles. O idioma da ilha é Patwa Haragen, um créole rápido com raízes montenhas e do oeste de Ifri. Muitos dos Jaraguanos podem diminuir a velocidade e falar o idioma montenho claramente para estrangeiros.

Aparência
Jaraguanos — vindo do Mar de Atabea, Théah, Ifri e até de mais longe — são um bando diverso. Um bom número de jaraguanos  possuem pele marrom escura e cabelos negros encaracolados... mas é aí que as similaridades acabam — mesmo essas generalizações são forçadas. Jaraguanos de ancestralidade indígena Rahuri ou ifriana podem ter a pele em um marrom mais claro e cabelos negros e lisos. Seus cabelos variam de natural a encaracolados a dreadlocks para raspados com padrões feitos com navalha. Jaraguanos possuem todo o tipo de corpo imaginável, apesar que amarras e guerras deixaram cicatrizes, membros faltando e desabilidades comuns.

Camadas Sociais
A escravidão deixou uma perspectiva confusa em Jaragua. No oeste de Ifri, a fonte de escravos da CoTA, vários grupos culturais seguem sistemas diferentes de casta: alguns possuem linhagem nobre, outros classes de guerreiros, outros meritocracias ou castas definidas economicamente. Entretanto, as circunstâncias de escravidão deixaram uma predominância de soldados jovens, fisicamente em forma entre esse povo, mas essas distinções evaporaram durante a infernal travessia para o oeste.

Quando a escravidão explodiu na ilha, a Companhia encorajou um tipo de meritocracia entre os escravos. Trabalhadores inábeis tinha as piores tarefas, no campo e nas casas de fermentação de açucar. Escravos com habilidades técnicas — ferreiros, criados, carpinteiros — e escravos treinados como serventes tinham um trabalho seguro próximo de seus captores teanos. Enquanto perto da fonte no caso de mestres cruéis, esses escravos eram altamente valiosos, algumas vezes até mesmos pagos em pequenas quantidades de dinheiro. Eles eram considerados incomuns demais para trabalhar até a morte no campo.

Flemming Rudd aconselhou aos mestres dos escravos ensinar que os "escravos de casa" eram diferentes dos "escravos de campo", encorajando classismo e elitismo entre os escravos para distraí-los do seu real inimigo. Não era egoismo ou inveja que separou as duas classes; algumas vezes, quando você está cansado, você não consegue fazer outra coisa a não ser concordar com o que é dito. Ou, passar tanto tempo fingindo que você começa a acreditar que é verdade.

De qualquer modo, a revolução complicou isso, até mesmo quando deu certo; mas em geral, senhorios viram seus "leais", "devotados" e "bem tratados" escravos rapidamente se juntar aos rebeldes. Na verdade, alguns senhorios aprenderam tarde demais daqueles que cozinham sua comida, lavam suas roupas e preparam sua cama estão posicionados bem demais para causar um golpe fatal nos momentos iniciais da revolução.

Com a vitória, essas divisões foram enforcadas como o corpo dos criminosos: elite ou plebeu, casa ou campo, ifriano ou rahuri. Muitos ex-escravos que costumavam trabalhar no campo tiveram oportunidades que eles acharam ser impossíveis — se tornou uma prática comum temporariamente confiar as plantações para escravos livres — mas eles acabaram dependendo daqueles que eles costumavam desconfiar para cuidar dos estábulos, livros e vender produtos no mercado. Essas velhas desconfianças não são limpas com sangue, e ninguém sabe o que o futuro aguarda para os jaraguanos que uma vez odiavam uns aos outros tanto quanto seus senhores.

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em Sex 01 Set 2017, 16:25

Arte e Música
Jaragua usa tambores para tudo desde comunicação a longas distâncias para cerimônias religiosas para dança social. Polirritmias ifrianas são comuns, com bateristas tocando em tempos diferentes com a mão esquerda e a direita. Dançarinos representam uma grande diversidade de tradições ifrianas, teanas e Rahuri, mas a maioria dos passos são simples e repetitivos em sua base, fácil para novatos aprenderem enquanto permite acrobacias e exibições de improvisos baseado no tema.

Tradições ifrianas de arte visual também sobreviveram a travessia do oeste intacta. Escravos jaraguanos construindo itens de significado religioso frequentemente passavam eles como trabalhos de arte seculares ou símbolos do Vaticínio, apesar de que seus mestres algumas vezes roubavam seus trabalhos mais impressionantes para vender. Decorados criativamente ou itens embelezados para uso prático — bastões, tigelas, lápides, instrumentos musicais, tabuleiros de adivinhação — eram abundantes. Esculturas humanas estilizadas esculpidas em madeira são outro clássico, muitas delas para vender fora da ilha e gerar renda para a pobre Nação. Uma distinta tendência jaraguana é a criação de esculturas ou outras peças de arte do lixo ou usar materiais como troncos boiando e pedaços de metal.

Vestuário
A Companhia forçou escravos ifrianos e Rahuri em Jaragua a usar trapos teanos, esperando negar suas identidades étnicas. Embora, escravos fizeram um tipo de arte aos trocar e recombinar os trapos que eram dados para criar roupas chamativas — ou para alterar suas silhuetas e se misturar ao fundo quando correr para as montanhas. Quando os Mawon retomaram a ilha, eles ganharam possessão de muitos uniformes da Companhia de Troca Atabeana, o que divertiu eles em usar essas roupar, combinadas despreucupadamente com outras roupas.

No inicio da expulsão da Companhia, estilos de roupa do continente ifriano aumentou, especialmente em cidade e vilas: solto, camisetas largas, saias, vestes, calças e túnicas de padrões coloridos, com turbantes ou chapéus para complementar. Cintos, chales e cachecóis aumentaram essa moda e para ficar mais fácil de carregar itens. Tornozeleiras, braceletes e colares de pedras coloridas e ostensivas conchas de búzios. Tatuagens não são comuns entre jaraguanos, mas certos grupos étnicos realizam rituais de cicatrização logo após o nascimento para marcar sua afiliação tribal.

Moeda
Jaragua atualmente usa sobras de Guilders da Companhia para comércio com o mundo afora, mas a Oligarquia Provisória está no processo de trocar a para um estilo ifriano de conchas como moeda, usando conchas duras marcadas com o carimbo nacional. Os jaraguanos tentam manter uma taxa justa — uma concha para um Guilder — trabalhando com o representante local da Liga Vendel, Herlief Asgersen.

Asgersen é um homem velho com uma longa barba cinza que se voluntariou a viajar para Jaragua duas décadas atrás porque ninguém mais queria ir. Ele era um horrível mercador, um guerreiro muito melhor e um cúmplice interessado na revolta. Ele nunca gostou de escravidão e teve uma pequena participação no sucesso da revolta, fornecendo inteligência aos revolucionários sobre movimentos da CoTA sempre que possível. Ele tentou contar a Liga Vendel sobre o que realmente aconteceu em Jaragua, mas a CoTA está fazendo o seu melhor para interceptar e descreditar suas mensagens.

Governo
Na Oligarquia Provisória, General Taiyewo está encarregado da parte militar, Kehinde dos assuntos internos, e Chefe Casiguaya dos assuntos marítimos. Chefe de la Cruz era o governador mais experiente entre os oligarcas; sua recente saída deixou o governo com uma desconfortável falta de experiência. Capelã Nkansa tem repetidamente dito que ela está "cansada com liderança por enquanto", mas as crises semanais da Oligarquia frequentemente fazem ela voltar. Muitos jaraguanos acreditam que é apenas um tempo até que Nkansa tenha que assumir e ter uma posição de liderança mais formal para manter a Oligarquia funcionando.

O plano para o futuro próximo é criar um novo governo com representantes eleitos de cada distrito das plantações, mas uma aparente interminável lista de tarefas precede essas eleições. O governo precisa organizar as operações das plantações, determinar quais devem ser transformadas para propósito de alimentação e quais para fontes econômicas, cavar minérios em les Alpes Azurées... e determinar o que fazer sobre a crescente hostilidade de Mariana e seus muitos convidados teanos; Muitos revolucionários leais estão começando a murmurar que a foi a parte fácil... governar está provando ser muito, mas muito mais difícil.

Relações Exteriores
Agora que a revolução acabou, a Oligarquia Provisória começou a perceber que ela deve alcançar governos e organizações próximas, para eventualmente estabelecer laços diplomáticos e alianças formais. Mesmo que anos de guerra e escravidão tenham deixado Jaragua sem um governo funcional ou equipe diplomática... tudo que os jaraguanos sabem é que eles precisam ter como se manter em sua ilha vulnerável.

Aztlan
Apesar dos esforços de emissários jaraguanos, os poderosos impérios de Aztlan parecem desinteressados ao que ocorre no Mar de Atabea. Ambas as Alianças Nahuacan aos o este e as cidades estados Tzak K'an ao sul receberam convidados jaraguanos, mas ofertas para que oficiais viagem a Jaragua para algo mais formal são educadamente recusadas. Jaraguanos não tem certeza do porque Aztlan mantêm distância do povo do Mar de Atabea, mas parece que a condição política de Jaragua não é uma razão suficiente para eles quebrarem sua tradição.

Com isso, um jaraguano — Hangbe — recentemente viajou a mais sul do que qualquer jaraguano tenha viajado: passando de Tzak k'an, até o Império de Kuraq. Ela relatou que a Imperatriz Kuraq estava chocada pela história de escravidão e sacrifício contara por Hangbe, e desejou estabelecer um vínculo diplomático formal com o povo jaraguano, enviando presentes de ouro como um símbolo de respeito. Apenas o tempo mostrará se isso será rentável para a Oligarquia Provisória.

Irmandade da Costa
Alguns jaraguanos acreditam que o governo deve conduzir relações amigáveils com a Irmandade; afinal, eles possuem um inimigo em comum sendo a Companhia de troca Atabeana. Almirante Casiguayam, em particular, ocasionalmente deixa escapar que ela ve eles mais como aliados do que inimigos. Mas a irmandade é feita de piratas, e muitos pensam que é apenas uma questão de tempo antes que seus carregamentos de Guilders fracamente guardados se tornem tentadores demais para a Irmandade ignorar. E se Jaragua quiser se tornar uma Nação, com todas as alianças e tratados que um nação acarreta, então muitos de seus aliados não olharão favoravelmente para eles se trabalharem com piratas e ladrões.

Théah
Relações com as Nações teanas são um fracasso. Após oito anos de revolução, Jaragua não é uma Nação, mas uma história fantasma para muitos no mundo fora do Mar de Atabea. Em Théah, a Companhia de Troca Atabeana tem convencido com sucesso os governos e Heróis que escravidão em Atabea é um mito disseminado pelos inimigos políticos do Presidente Rourke para manchar a boa reputação da Companhia. Os poucos que escaparam ou antigos escravos que chegaram a Théah no começo da revolução desapareceram logo após suas primeiras declarações públicas — ou então nervosamente recontaram seus contos enquanto os agentes da Companhia observavam eles das sombras.

A Companhia de Troca Atabeana acredita que eles pode eventualmente retomar a ilha — a joia da coroa deles em Atabea — mas eles temem que a Oligarquia Provisória irá encontrar novos aliados e recursos entre os teanos. Afinal, escravidão é ilegal em Théah! Mas se eles conseguirem intimidar, silenciar ou assassinar todos os jaraguanos que buscam ajuda e conforto... talvez Jaragua possa ser deles de novo antes que muito dano seja feito.

Para enfrentar os esforços de propaganda da CoTA, a Oligarquia Provisória substituiu um número de Oficiais Mawon para um novo tipo de diplomata. Essa nova tropa de diplomatas requer a sutileza jaraguana e carisma em medidas iguais; os diplomatas se disfarçam como ricos, cortesões, e membros da alta sociedade para se misturar entre outros elites das Nações quietamente buscando potenciais investidores e outras pessoas poderosas que possam simpatizar com a causa de Jaragua. Eles não ousam operar abertamente da Oligarquia, porque a Companhia está sempre de olho.

O segredo dessas tropas diplomáticas é ainda mais intenso quando eles vêm para as colonias teanas do Mar de Atabea. A Companhoa possui uma grande autoridade nesses povoados distantes, tanto que muitos colonos começaram a duvidar se a CoTA não possui maiores interesses. Ainda está pra ser visto se os diplomatas jaraguanos serão capazes de construir algum tipo de relacionamento para que as colonias se voltem contra a Companhia no Mar de Atabea.

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em Seg 04 Set 2017, 10:30

Religião
Enquanto Jaragua possui alguns da Objecionistas e Vaticínios, assim como um grande contingente de tradicionalistas Rahuri e ifrianos praticantes da religião do Crescente, Kap Sèvi é a maior religião de Jaragua.

The Lwa of Ifri
As várias religiões ifrianas trazidas à força para o Mar de Atabea são diversas, mas muitos escravos encontraram certas semelhanças entre elas. A maioria possuem um único deus todo-poderoso, algumas vezes associado ao sol, chamada de Bondye em Patwa Haragwen, e muitas vezes referido como Theus quando em conversas com teanos, crescentinos e outros monotheistas. Mas esse deus não possui nenhum papel no dia dia da vida de um praticante comparado ao Lwa.

Um Lwa — literalmente "rei" em Patwa — é uma entidade mais divina que um humano, mas menos divina que Bondye ou Theus. Alguns filósofos chamam o Lwa de uma subdivisão d alma de Bondye. Outros descrevem eles como serafins ou demônios, embora seja mais um elogio do que difamação. Junto com espíritos ancestrais reverenciados, Lwa caminham em um reino espiritual não tão removido do mundo mortal, e uma vez foram os aliados das sacerdotisas mulheres que praticavam Kurwa, um ritual religiosos em que a sacerdotisa peticiona ao Lwa por favores ou conhecimento em troca de oferendas — geralmente substâncias difíceis de conseguir no mundo espiritual, como tabaco ou alta gastronomia.

Como os horrores de Jaragua chegavam aos capturados e escravizados ifrianos, muitos começaram a pedir aos Lwa por novos recursos, oferecendo seus próprios corpos como receptáculos para o Lwa habitar. O Lwa, talvez desejando providenciar alívio da escravidão que seus seguidores aguentavam, começaram a responder ambos os homens e mulheres, habitando seus corpos assim como oferecendo favores para transmitir sabedoria ou truques antes de sair do seu hospedeiro. Desde que vieram para Jaragua, a pratica se espalhou o suficiente para aqueles que podem hospedar Lwa em seu corpo serem conhecidos como Sèvitès, apesar de que o nome — Kap Sèvi — é um exônimo, derivado da resposta que seus praticantes dão quando perguntado de que religião eles são. Não há estrutura formal; cada praticante tem o sue próprio processo para invocar um Lwa e sua própria relação com o Lwa que ele sabe como invocar.

Artifício Sincrético
Quando a Companhia de Troca Atabeana trouxe os ifrianos para a ilha, eles tiveram a certeza de sequestrar qualquer pessoa sagrada do resto da população e enforca-lo publicamente. A Companhia pensou que destruir a moral dos escravos e sua cultura ajudaria a doutriná-los em uma vida de servidão. Esse pensamento, junto com alguns ensinamentos de padres corruptos do Vaticínio pagos pela Companhia, tornou difícil a vida dos prisioneiros Rahuri e ifrianos. Eles não iriam desistir de suas fés. Mas como eles poderiam continuar a venerar e invocar figuras religiosas não-teanas sob os olhares opressores do Vaticínio?

A resposta veio mas litografias do Vaticínio distribuído aos escravos. Religiosos ifrianos adotaram os nomes e imagens das figuras religiosas do Vaticínio, conhecidos por todo escravo não importando seu local de origem como um código para o nome das divindades ifrianas. "Hoje teremos uma cerimonia em nove do segundo profeta" o jaraguano pode dizer, apontado para um litografo do segundo profeta. Mesmo que um missionário passando concordasse com a devoção dos escravos, eles sabem, vendo o cajado do profeta, que o ifriano estava falando sobre Ahron, o guia espiritual que carrega um cajado. "Aqui está nosso altar para o terceiro profeta," podem dizer para o missionario, mostrando a imagem de madeira com a espada flamejante — mas todo ifriano que olhasse saberia que esse altar na verdade é para Jakuta, o rei guerreiro do fogo e tempestades.

Desta maneira, Kap Sèvi une as tradições ifrianas e Rahuri e as obscurece sob o véu do Vaticínio. Essas tradições incluem sacrifício de animais, dança e música sagrada, e um sistema para se comunicar com as deidades por transe e advinhação. Enquanto jaraguanos praticam abertamente o começo de uma revolução bem sucedida, provocadores jaraguanos espalham suas tradições em segredo para outras ilhas de Atabea, para aqueles que ainda sofrem com a escravidão possam venerar com uma certa liberdade.

Adivinhação Ifri
A Religião ifriana foi fraturada, fragmentada e reformada repetidamente no seu infeliz caminho pelo mar. Uma das mais comuns tradições era adivinhação. Várias formas de adivinhação chegaram do outro lado do oceano, algumas províncias possuem escolas de adivinhos e outras de uma maneira mais distribuída, mas uma das mais simples e mais comum era arremessar kola — virar as metades das sementes da árvore de cola (ou algo local equivalente, como Guilder) em uma tigela ou tapete.

Qualquer um pode arremessar noz-de-cola e ler os resultados, baseados em onde as nozes caírem, a direção que elas apontam e que face está para cima. Essas previsões do futuro não são consideradas precisas e são mais sugestões de tópicos — apesar de que quando um ancestral tem algo importante a dizer, eles frequentemente dizem através de kola. Os Rahuri acham essa última parte confusa, já que seus ancestrais tendem a aparecer e gritar com eles diretamente.

Nganga e Obayi
Um nganga é um sacerdote, herborista e líder da comunidade trinado na tradição ifriana. Possíveis nganga treinam suas vidas todas em obayi —suas embarcações religiosas — aprendendo uma diversidade de disciplinas de poesia e história oral a medicina e toxicologia a meditação e terapia. Seus trabalhos ficaram mais difíceis quando agentes da Companhia apareceram para matar qualquer um que praticasse isso abertamente na fauna e flora desconhecida substituindo séculos de observação empírica e testes por suposições.

Uma das primeiras descobertas no Novo Mundo era uma pasta que pode curar os estigmas que os agricultores aplicavam nos escravos, um segredo que eles mantiveram bem guardado que os agricultores acreditavam que os ifrianos e Rahuri eram capazes de se recuperar disso devido a sua pele escura. Quando a rebelião começou, Capelã Nkansa estabeleceu a posição de autoridade dos nganga. Ela argumentou que os sacerdotes liderariam mais eficientemente, se menos profissionalmente do que oficiais militares, já que os rebeldes eram civis irritados com machetes e equipamentos de fazenda do que soldados treinados. De acordo, estratégias rebeldes fizeram extenso uso das habilidades dos nganga. Eles usaram misturas de plantas para poluir a água da Companhia e suprimentos de comidas, toxinas que foram retirada da vida marinha, plantas para envenenar flechas e pastas botânicas para cobrir os ferimentos dos Mawon.

Nomes
Já que culturas de diferentes origens possuem costumes diferentes sobre seus sobrenomes, muitos dos quais a Companhia de Troca Atabeana forçadamente apagou, muitos jaraguanos usam um único nome. Os nomes abaixo vem do Oeste de Ifri. As listas de Nome Rahuri, castilhana ou montenha também são apropriadas.
Masculinos: Adisa, Bamidele, Chukwuemeka, Dzigbode, Emeka, Fela, Gaddo, Hogan, Ikenna, Jawara, Kofi, Lanre, Mamadou, Nnamdi, Okoro, P, Qwao, R, Senghor, Tomi, Uzochi, Yohance, Zebenjo
Femininos: Akosua, Bosede, Chidimma, Dada, Ebele, Funanya, Gbemisola, Ige, Kunto, Lumusi, Mojisola, Nkiruka, Oni, P, Q, R, Simisola, Thema, Urbi, Zinsa
Unisex: Ayo, Baako, Chi, Dubaku, Ekundayo, Folami, Gameli, Hauhouot, Ime, Kayin, Lebenε, Makafui, Ngozi, Opeyemi, Pereko, Quaco, R, Senyo, Temitope, Uzoma, Xoese, Yayra

KÒ NAN ENSPEKTÈ
Após a vitória em Kap-Kalfu, mas antes de estabelecer o governo, Capelã Nkansafundou o Kò nan Enspektè, uma tropa de inteligência dedicada a proteger o estado jaraguano contra ameaças súbitas. Algumas vezes essas ameaças são Monstros, como carniçais e aparições que parecem vagar a ilha sem nenhuma razão aparente. Algumas vezes são bruxas, o nêmese ancestral dos nganga. Mas a ameaça mais amedrontadora vem dos agentes da Companhia que querem sabotar o estado Jaraguano. Esses detetives andam não só por Jaragua, mas também pelas ilhas em volta, observando essas ameaças escondidas e comunicando o que eles encontram para os agentes diplomáticos que trabalham para mudar o mundo para a causa jaraguana.


GÊMEOS JARAGUANOS
Muitas tradições e crenças de Ifri foram perdidas durante os longos anos de escravidão e ocupação em Jaragua, mas poucos sobreviverem. A crença de que gêmeos possuem um poder especial poque suas almas estão conectadas de maneiras que ninguém entende é uma dessas tradições. Gêmeos possuem uma grande capacidade neles, para o bem ou para o mal, e pais de gêmeos devem ter cuidado em cria-los para que se tornem uma força para o bem. Rumores dizem que há um certo Lwa gêmeo que apenas habita o par de Gêmeos ao mesmo tempo, mas garantem a eles incríveis habilidades. Mas se é assim, o conhecimento sobre eles é protegido, se não foi perdido por aqueles de Atabea.

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