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Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Sex 25 Ago 2017, 16:37

Mar de Atabea
(Escolha 1: +1 Vigor ou +1 Determinação)
"As vozes a noite irão encontrá-lo, as luzes o levarão para longe,
os dentes do diabo irão corta-lo, e os Monstros carregarão seu corpo.
Oh venha Atabea, e seja meu túmulo,
Ou então me de fortuna e a glória que eu espero."

- Canção do Mar de Atabea

Navios atravessando águas perigosas com olhos para o Novo Mundo de Aztlan encontram apenas mais perigo o esperando quando entram na corrente de ilhas cercando o Mar de Atabea. Uma série de ilhas circundando uma tumultuosa de águas e ancestrais de tudo que vive acima e abixo das ondas. Lendas dizem que os Rahuri uma vez fugiram do continente de Aztlan com medo da fúria de um grande deus, guiados pelo mar aberto. Lá, eles fundaram uma Nação espalhada em diversas ilhas e fizeram as pazes com o deus irritado. Em troca de segurança, eles prometeram cuidar do grande mar e seus habitantes, humanos ou não. Essa tarefa se provou arriscada ao extremo — porque o Mar de Atabea tem outro nome, traduzido para qualquer teano que ouse entrar nessas águas. O Mar dos Monstros.

História do Mar de Atabea

Não há história, para nós que vivemos sempre
desse modo. Nossos ontem estão tão vivos como hoje
e tão cheios de promessa quanto amanhã.

- Provérbio Rahuri

A História do povo Rahuri — e do próprio Mar de Atabea — se estende para a pré-história do mundo, informados por lendas e memórias diretas de seus espíritos ancestrais a qual os Rahuri contatam para orientação. Ainda assim até mesmo espíritos possuem memórias fracas, e as histórias que eles contam se transformam mais e mais em lendas a cada conto. No Mar de Monstros, não há uma única verdade adequada para os contos, mas histórias que acabam sendo maiores do que realmente são.

Bem antes do surgimento da Igreja do Vaticínio, o povo que agora habita as ilhas viviam no continente, no interior do que agora é Aztlan. Lendas passadas aos Rahuri dizem que eles tentaram viver em paz com os locais, mas as ações tomadas por um de seus antigos líderes irritou o mais protetor de Aztlan, a própria serpente de penas, Apocoatl. O antigo líder Rahuri tentou usar magia para liderar seu povo a um solo mais fértil em violação dos desejos do grande deus de manter seu povo isolado e protegido. O que quer que seja o caso, o povo Rahuri enraiveceu o deus serpente emplumado, e foram destinados a ser erradicados.

Foi então que, o que eles contam, um poderoso espírito da água apareceu aos líderes Rahuri e ofereceram a eles uma saída. Eles levaram os Rahuri abaixo do grande rio para o mar aberto, protegendo-os contra os perigos da profundeza. Os Rahuri velejaram por dias antes de encontrar abrigo em uma longa cadeia de ilhas circundando um escuro e profundo oceano. Lá os Rahuri chegaram a um acordo com o antigo deus, Apocoatl. Em troca por sua segurança, eles se tornaram os protetores e guardiões das ilhas e dos mares a volta e nomearam ao nome do espírito da água que os guiou a segurança: Atabea

Por muitas gerações os Rahuri se espalharam para mais longe do que as ilhas disponíveis. Eles se dividiram em pequenas colonias, colonizando as ilhas e estabelecendo rotas de comercio entre grupos diferentes. Conforme eles viajavam, o espiríto permaneceu com os Rahuri, recebendo um novo nome e posição: Mama Yaya, a mãe do oceano.

Quando outras Nações chegaram no Mar de Atabea, eles descobriram uma grande rede de vilarejos, lideradas por prósperas tribos rahuri, navegando pelo oceano e coletando as criaturas que viviam ali. Pescadores peritos, os locais se tornaram não só adeptos a capturar peixes e algas pra alimento e comércio, mas também especialistas em rastrear e matar os grandes habitantes submersos de Atabea. Essa prática se tornou o centro de seu comércio e dieta, já que uma grande criatura marinha podia alimentar uma vila inteira por uma estação. Os rahuri coletavam e enviavam as partes da criatura para outros ilhas, criando um vigoroso sistema de comércio entre as ilhas unindo os remotos vilarejos em uma unida Nação rahuri.

Por causa desse união, o oceano continua sob controle do povo Rahuri por centenas e centenas de anos. Nação menores chegaram e desafiaram os Rahuri por controle de território, e pequenas guerras mantiveram os assentamentos em volta de Atabea mutável e se remodelando. O centro do comércio de Atabea permaneceu, entretanto, estabelecido na povoado Rahuri central chamado de Naca'an na ilha mais setentrional da cadeia. Dali os líderes Rahuri, chamados de caciques, se juntaram de vários povoados e selecionaram um cacique para manter o bem-estar do Mar de Atabea, e como prometido para o grande deus a muito tempo atrás. Enquanto ninguém tenha uma data do primeiro Grande Cacique, registros indicam que 20 poderosos líderes foram e vieram antes dos primeiros navios teanos aportarem no mar dos Monstros.

E do Leste eles Chegaram
Os primeiros teanos a entrar no Mar de Monstros estavam pouco preparados para o que encontraram. Tempestades ferozes surgiram do nada e quebraram as embarcações nas formações rochosas submersas que eram invisíveis ao olho nu. Navios entraram em lagunas pristinas para encontrarem-se cercados por criaturas marinhas gigantes que podiam quebrar o casco da mais larga embarcação.

Ainda assim outros navios que desejavam entra na passagem batizada de "Estreito do Diabo" nunca foram vistos de novo. Não há registros de exatamente quantos teanos se aventuraram pelo Mar da Serpente chegaram em Atabea antes da primeiro e oficial encontro entre teanos e os Rahuri, mas histórias sobre navios viajando a oeste, encontrando um oceano de Monstros e aventuras chegaram na corte castilhana, que organizou uma frota para atravessar o Mar da Serpente e descobrir o que havia do outro lado. Considerando histórias sobre pesadelos ao atravessas o Mar da Serpente, a corte castilhana decidiu não sacrificar seus próprios navios para a viagem e em vez disso completaram as três marinhas castilhanas com corsários. Dos seis navios, apenas um retornou.

O Mar de Monstros pegou sua parte e três navios foram perdidos para diversos monstros e desastres antes que os castilhanos deixassem seu orgulho de lado e contatasse a população nativa por ajuda. O Corsário-convertido a castilhano-explorador Alejandro Dantes e seu navio, o Sydonia, apostaram na ilha de Borequen em Primus de 1543 e fizeram o seu primeiro contato com o povo Rahuri.

A Chegada Castilhana
Apesar do primeiro encontro ter sido sem incidentes, as primeiras relações entre os recém chegados e os Rahuri foram tensas no mínimo. Os Rahuri desconfiavam dos visitantes, uma preocupação herdada da desconfiança de seus ancestrais por estranhos vindo do continente de Aztlan. Uma vez que os castilhanos ofereceram uma troca de comércio justa, os Rahuri começaram a encorajar interações com seus visitantes. Os castilhanos ofereceram tecnologia e métodos de produção já proeminentes em Théah, uma perpectiva que intrigava o cacique de Borequen o suficiente para endossar futuras negociações. O cacique marcou uma reunião para o Capitão Dantes e suas delegações com o Grande Cacique em Naca'an em Nonus de 1543. Até mesmo enquanto Dantes navegava para a reunião histórica, o Rahuri mandou mensagens para as ilhas vizinhas em caso de traição.

Relatos variam em dizer se os castilhanos planejavam negociar de modo junto ou com uma mão de ferro com a liderança central Rahuri. Eles nunca tiveram a chance de descobrir. Quando os castilhanos chegaram a Naca'an, eles foram recebidos por dois navios de Montaigne, o Cyrielle e o Le Alexandre, e o Galeão de Vodacce Egress já em seu porto.

Parece que vazaram informações da viagem castilhana e suas Nações vizinhas correram para mapearem sua própria roto para o novo mundo. A delegação de Vodacce chegou primeiro, liderado por Enrico Fontana. Seu navio aportou na ilha central de Kiskeya ao norte de Naca'an, enquanto Montaigne seguiu os castilhanos e navegou direto no coração de Atabea. Ambas as delegações receberam muitos danos durante a travessia e precisavam justificar os custos da jornada.

Cada país estava ansioso para estabelecer relações comerciais imediatamente, apesar dos registros indicarem que o grupo Vodacce planejava reinvidicar a cadeia de ilhas até se encontrarem com uma grande — e bem armada — presença Rahuri. Como todo bom empreendedor, os vodatianos decidiram que era melhor se ajustar as mudanças termos e em vez de lutar contra o mercado. Os três grupos teanos confrontaram-se no coração do povo Rahuri, supervisionado pelos 21º Grande Cacique, chamado Manicato. O poderoso líder Rahuri ordenou aos três grupos sentarem e negociarem pacificamente pelo direito de viajarem por suas águas ancestrais. Infelizmente os teanos tinham outros planos.



Última edição por Teach em Sex 25 Ago 2017, 16:38, editado 1 vez(es)

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em Sex 25 Ago 2017, 16:38

Primeiro Sangue na Água
Ninguém sabe quem atacou primeiro. De um lado dizem que o embaixador vodatiano tentou subornar o Grande Cacique, o ofendendo e acabando com as negociações. Outra história conta que, a delegação montenha tentou envenenar a comida dos outros grupos. Em seu diário, Capitão Dantes escrever que foi forçado a sair de sua cama com armas e arremessado para o mar. Os Rahuri estavam tão ofendidos pelos teanos, que esperavam que eles nadassem de volta a seus navios pelas águas infestadas de monstros. Muitos não sobreviveram esse pequeno trajeto.

Qualquer que seja o caso, os três grupos teanos retornaram a suas embarcações no porto de Naca'an e uma furiosa batalha começou. Os navios castilhanos não estavam preparados, e ainda danificados pela viagem foram despedaçados pelos canhões montenhos. O Egress se chocou contra o Cyrielle: uma decisão que afundou os dois navios. As tripulações caíram na água de Naca'an, agitando as criaturas que viviam nas profundezas.

Os Rahuri acreditam que o que aconteceu em seguida simplesmente era a natureza seguindo seu curso; relatos da tripulação a bordo de Sydonia concordo que algo desagradável e não natural apareceu para atacar seus inimigos vindo das profundezas. Capitão Dantes havia retirado seu navio do porto para escapar dos disparos de canhão. Quando ele voltou para entrar na luta, uma tentáculo massivo emergiu do oceano e destruiu qualquer  navio em seu alcance.

Apenas o Cyrielle conseguiu escapar enquanto os pescadores Rahuri lançavam suas rápidos embarcações ao mar para atacar a lula gigante e resgatar quaqluer sobrevivente que pudessem. Capitão Dantes liderou o Sydonia a ajudar em matar a lula, e desta forma ganhou respeito do Grande Cacique. Quando as águas se acalmaram mais uma vez, centenas de homens e mulheres foram perdidos para o mar. Os montenhos fugiram e deixaram Dantes para negociar em nome de Castilha.

Durante a noite, Capitão Dantes se encontrou com os membros sobreviventes de Montaigne e Vodacce. Eles contaram histórias de mentiras e traição. Então em um momento um da tripulação castilhana mostra uma carta a Dantes da coroa castilhana. O marujo na verdade era um espião para ficar de olho em Dantes, e se necessário "cuidar do Capitão a qualquer custo para garantir os interesses de Castilha".

Dantes estava indignado. Em vez de negociar por Castilha, ele negociam em prol de todos os corsários e piratas, estabelecendo um posto avançado na ilha ao leste de Borequen para servir com um pólo para o comércio teano e viagem para Atabea. O assentamento seria castilhano apenas em nome, controlado por um governador e aprovado pelos Rahuri, independente da influência de oficiais teanos.

A delegação castilhana estava furiosa, mas as ações heroicas de Dantes garantiu a eles o contrato comercial que tanto queriam. Fantes então levou a delegação para o mar e colocou eles no primeiro navio castilhano que avistou. O Capitão Dantes nunca retornou a Théah, em vez disso permaneceu no Mar de Monstros onde viveu sua vida como o primeiro governante do povoado de San Sancha, o pirata nomeado de "Amigo para Sempre" para o povo Rahuri. Relatos posteriores dos Rahuri explicam que as ações de dantes confundiram em muito o contato inicial deles com os teanos. Como pode um povo estar tão em guerra entre eles? Por que havia tanta desconfiança entre pessoas que diziam vir do mesmo local? O que esses teanos planejavam fazer quando viessem de tão longe para o Mar dos Monstros?

A Declaração de Lua Ris
A influência do Capitão Dantes na história não acabou por aí. Ele e sua tripulação passaram um tempo em Naca'an explicando aos líderes Rahuri sobre as realidades dos países teanos. Ele explicou as diversas culturas de Théah e como o sistema político de cada Nação funcionava. Dantes também ensinou a muitos Rahuri como ler e escrever em Teano Antigo, Avalon e outros idiomas comuns de Théah, tudo para prevenir quando chegassem as próximas delegações. Quando a segunda onda de delegações chegou de Théah, os Rahuri estavam precavidos com um entendimento maior de suas politicas, incluindo a história da Igreja dos Vaticínios. O Grande Cacique reuniu as novas delegações a um vilarejo no alto das montanhas ao norte de Naca'an para uma grande reunião.

Do amanhecer ao entardecer, o Grande Cacique escutou as delegações falarem sobre tudo de comércio a crenças religiosas e trocas econômicas. Delegações comerciais, navios piratas e dignitários do governo apresentaram-se pedindo acesso ao Mar de Atabea. Quando o sol se pôs e uma lua brilhante e vermelha surgiu, o Grande Cacique definiu as regras de comércio que ele aceitaria.

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em Sex 25 Ago 2017, 16:39


COMÉRCIO DE PRODUTOS DO MAR DE ATABEA
O Mar de Atabea serve tanto como um pólo para comércio como uma fonte de produtos exportados. Por volume, açúcar é o mais exportado, mas rum melaço, anil, café, tabaco, cânhamo e bananas são também a exportação primária. Enquanto ouro, prata e bauxita também são valiosas exportações, "óleo de baleia" e âmbar-cinzento são as duas mais valiosas exportação por quilo. Óleo de baleia é um termo genérico usado por caçadores de monstros do mar para descrever os similares óleos extraídos da gordura de todas os grandes monstros marinhos.


O anúncio se tornou conhecido como Declaração de Lua Ris. Os Rahuri permitiriam comerciantes a estabelecerem postos avançados em seu território, mas favoreceriam organizações privadas e corsários em vez do governo. O Grande Cacique disse que não haveriam outras regras na água além dos caciques abaixo e dos deuses acima. Qualquer tentativa de mudar o acordo resultaria em devastação para todas as regiões teanas.

Desde então, os governos de Théah tem tido dificuldade em estabelecer povoados permanentes em Atabea. Apenas três grandes cidades foram criadas, e toda vez suas construções encontraram-se apenas com relutante aceitação dos Rahuri. A primeira, San Sancha, foi governada pelo próprio Capitão Dantes até ele abdicar da posição e retornar a pirataria após a chegada das autoridades castilhanas em 1574. O segundo assentamento, Fortunato, foi estabelecido por Vodacce em 1561, mas após as tensões surgurem e se tornarem conflitos, os vodatianos foram expulsos e os Rahuri agora governam o suntuoso porto. O Último grande posto estabelecido é a cidade de Sylviette, um posto montenho para trazer a alta cultura teana em Atabea. Enquanto isso, a chegada de teanos aumentaram as tensões com os Rahuri a cada navio que chegava e cada pedaço de terra que era tomado. Isso apenas agravou as tensões com os vizinhos dos Rahuri em volta de Atabea, e recentemente, os Rahuri cederam muitas ilhas pequenas para outras nações ou para outros colonizadores teanos. Entretanto, sempre que os Rahuri se retiram de um território, aqueles que permanecem no local notaram um aumento significante nos ataques de criaturas marinhas. Frotas de pesca Rahuri e seus pescadores são frequentemente contratados para permanecer nas águas concedidas em esperança de que mantenha os monstros de Atabea à distância.

Chegada da Companhia de Troca Atabeana
O respeito pela maestria marítima dos Rahuri durou até a chegada da Companhia de Troca Atabeana. Essa invasão dessa organização comercial marcou o começo do declínio do controle Rahuri sob grandes partes de Atabea. A frota mercante insinuou-se entre os portos como um parceiro lucrativo e potência econômica. Não demorou para que a cruel companhia espantace pequenos comerciantes do local, forçando a maioria das frotas a fazer negócios com eles ou ser empurrados para fora do comércio.

Com a sua base de poder assegurada, a Companhia começou a aprisionar e escravizar a população local incluindo e especialmente os Rahuri. Milhares foram arrastados em correntes pelos navios negreiros da Companhia, o que então atraiu teanos para os territórios livre de Rahuri e vendiam aos teanos escravos para ajudar a cuidar da terra. Muitos Rahuri perceberam que se tornaram escravos nas próprias ilhas que chamavam de casa.

O Grande Cacique exigiu uma respostas dos diplomatas teanos caso a paz com os Rahuri fosse quebrada, mas cada nação afirma não ter responsabilidade pelas ações da CoTA (Companha de Troca Atabeana). A coroa e o governa de várias Nações todas consideta a CoTA como algo fora de suas jurisdições, uma entinade de nenhuma Nação, mas fundada, abastecida e preservada por cidadães privados a meio mundo de distância.

Então enquanto os Rahuri agarravem-se em seus três ilhas centrais e suas compactas e mortais embarcações, Atabea se tonar mais e mais teana graças as ações da Companhia. Essa mudança significa desastre para muitos piratas independentes operando nessa área, assim como — aqueles que enfrentam a impressionante força da frota da Companhia e seus amigos influentes de Théah. Quanto mais mais as políticas na área se tornam cheias de perigo, o mar também se tornou mais tumultuoso e os monstros mais imprevisíveis.

Os Rahuri possuem uma função especial no Mar de Atabea — manter o frágil equilíbrio entre Monstros que nadam nessas águas — e a perda de tantos do se povo para a escravidão, assassinato e caos ameaçam destruir o equilíbrio de uma vez por todas. A Companhia de Troca Atabeana, entretanto, não ve nada além de um futuro brilhante à frente, mesmo que mais e mais de seus navios virem presas do Mar de Monstros.

O Rahuri: Povo do Mar
Há muitos tipos de pessoas de Montaigne,
ou daquela distante Ussura, ou Avalon. Você fala com
meia centenas de vozes a bordo de um navio. Entre
nós mesmos, podemos falar com uma única voz. Mas para
você eu digo, nós somos os Rahuri. E nós falamos pelo Mar.

Grande Cacique Jibaro
A principal população nativa em volta do Mar de Atabea é o Rahuri. A História Rahuri registra que sua fuga do continente de Aztlan começou quando um antigo líder, Locuo, irritou a serpente alada Apocoatl. Locuo descendia do próprio deus e arrogantemente acreditava que poderia mobilizar o poder da terra para proteger seu povo em vez de depender de Apocatl por proteção. A lenda retrata que Locuo criou grandes terremotos com suas magias, ele arrancou grande partes de terra até que que o deus serpente se irritou.

Apocoatl estava preparado para punir Locuo e todos os Rahuri quando o espírito da água — Mama Yaya — interviu e levou os Rahuri para fora de Aztlan em direção ao mar de Atabea. Lá ela ajudou o povo Rahuri a ganhar o indulto de Apocoatl. En troca pos suas vidas, o Rahuri juraram proteger e cuidar do mar de Atabea e de todas as monstruosas criaturas que vivem ali para Apocoatl, que usava lá como local de alimentação. Satisfeito, Apocoatl deixou os Rahuri se espalharem pelo Mar de Monstros, seus guardiões e protetores para sempre.

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em Sex 25 Ago 2017, 16:39

Território Rahuri
A sociedade Rahuri descendia de um único grupo, mas agora seus vilarejos se espalharam por milhares de quilômetros em Atabea. O território de suas ilhas consistem de três grandes massas de terra e uma série de ilhas pequenas.

Borequen
A ilha de Borequen fica na parte mais ao leste do território Rahuri, e serve como primeira parada para qualquer navio teano que chegam ao Mar de Atabea. Os Rahuri borequen são um povo caloroso que integraram os aspectos culturais de muitos de seus visitantes, especialmente os Castilhanos. Eles dividem seu tempo entre navegar pelo Mar de Monstros para caçar os monstro abaixo e aventurando-se no Mar da Serpente para explorar o que há ao leste de sua terra nativa. A própria ilha é densamente populada, e os Rahuri Borequen tem sido atacados por navios negreiros frequentemente. Diversas embarcações pesqueiras dos Rahuri retornaram para encontrar seus povoados dizimados e suas famílias arrastadas em correntes. Os Rahuri Borequen são os mais vocais contra a expansão da Companhia e suas práticas de escravidão. O termo boriqua — o nome comum para um guerreiro Rahuri — vem diretamente de Borequen, mesmo que muitos boriquas não sejam dessa ilha em particular.

Kiskeya
Fica ao centro do território Rahuri a qual os Borequen muitas vezes recorrem, para ilha de Kiskeya e para o Grande Cacique em Naca'an. Kiskeya é uma ilha selvagem, cheia de selvas separado muitos dos vilarejos Rahuri. A cidade central de Naca'an fica em uma grande enseada na costa encarando o Mar, e é um ponto de beleza da cultura Rahuri. Seu salão central, o Grande Bohio (Grande Redoma), é uma elevada estrutura no centro da cidade feito de madeira entralhada das primeiras embarcações Rahuri que chegaram em Atabea. De lá, Grande Cacique Jibaro, descendente de Manicato, governa como guardião da paz e mantém a barganha feita com Apocoatl tempos atrás.

Grande Cacique Jibaro é a epitome de Kiskeya, um homem forte com profunda crença espiritual e uma conexão com seus ancestrais. O povo de Kiskeya está profundamente conectado com a história dos Rahuri, e seus contados de histórias e anciões frequentemente discutem a importância do antigo pacto como se a barganha com Apocoatl tivesse acontecido ontem. Para os Rahuri Kiskeya, sua conexão com o Mar dos Monstros, sua dívida antiga ao grande deus e seu dever com o oceano não é um assunto do passo, mas o aqui e agora.

Yamaka
Se Kiskeya serve como o coração político e espiritual do povo Rahuri, Yamaka é seu pulsante coração guerreiro. Yamaka é o mais antigo povoado Rahuri e fica na ponta oeste de Atabea, entre o Mar de Monstros e o Continente de Aztlan. Os Rahuri primeiro aportaram em Yamaka gerações atrás após deixar Aztlan, e as relíquias de seu tempo no continente descansam na parte mais profunda das florestas Yamaka. Os Rahuri de Yamaka são os mais isolacionistas dos grupos Rahuri, focados em manter suas tradições e culturas da intromissão de outros. Eles são os mais agressivos sobre suas fronteiras e seus guerreiros saem de Yamaka para patrulhar o Mar, defendendo seu povo sempre que precisarem. Seus olhos frequentemente olham em direção ao continente de Aztlan, pois invasores de lá não são incomuns. Eles também acreditam que um dia, o antigo deus Apocoatl pode se voltar contra eles mais uma vez. E se isso acontecer, os guerreiros de Yamaka planejam estar preparados.

Paraíso Perdido
Os Rahuri acreditavam que enquanto eles continuassem fiéis ao seus deveres com o Mar, eles viveriam em hamonia com Atabea como seu povo e protetores. Esse sentido de propósito manteve os rahuri unidos por incontáveis gerações. Contudo, a destruição de tantas vilas por escravagistas e invasores teanos, e também invasões de Nações vizinhas, isso tudo desestabilizou a sociedade rahuri.

Discórdia nasceu entre os Rahuri e seus líderes, que continuam a negociar com os teanos e a CoTA apesar da crescente tráfico de escravos. Enquanto os caciques negociam e trocam com a CoTA mais por medo de um conflito aberto, os Rahuri cansaram de esperar por ajuda enquanto mais vilarejos Rahuri, ou ilhas inteiras desaparecem e são reconstruídas como assentamentos teanos. Uma resistência chamada de Riroco se juntou para parar navios negreiros e aqueles que empregam escravos, onde quer que estejam. Até agora, as atividades dos Riroco tem sido limitadas já que eles não possuem números nem equipamentos ainda para um ataque direto na Companhia. E enquanto os negociadores tentam parar com o comércio de escravos por meios pacíficos, a Companhia caça sem piedade os Riroco e aniquila suas fortalezas. Sem armas e suporte, a resistência pode acabar sendo destruída antes que possa fazer o bem. Ainda assim os rahuri tem uma inesperada arma escondida em suas mangas: o poder de trazer seus ancestrais de volta para se juntar a luta.

A Magia de Soryana
Para proteger e ajudar os Rahuri, Apocoatl a muito tempo estabeleceu uma casa para seus espíritos ancestrais nas profundezas do Mar de Monstros chamada de Soryana. Essa ilha existe principalmente na Terra dos Mortos, apesar de que possa ser achada por marinheiros se procuraram bastante. Os Rahuri sempre reverenciaram seus ancestrais e acreditavam que em vez de se perderem após a morte, seus falecidos simplesmente iam para o "outro lado da ilha", onde eles residiam esperando serem chamados. Caso precisassem de ajuda, o rahuri pode chamar por seus ancestrais por orientação, ou caminhar pelas entradas do submundo e chegar a Soryana para trazer seus ancestrais a ajuda-lo com tarefas. Essa tarefa pode ser tão simples quanto ajudar em uma caçada contra um monstro ou batalhar pela sobrevivência de uma ilha contra invasores.

Não importa a tarefa, o processo é o mesmo. O suplicante deve achar um desbravador — im bohiti — para leva-lo a Soryana por uma entrada, geralmente acadas em cavernas e aberturas marcadas na terra de cada ilha em Atabea. Dali, o bohiti e o suplicante devem encontrar e pedir ao espírito ancestral por ajuda. Se o espírito concordar o grupo deve encontrar Locuo, o Rei de Soryana, e convence-lo que o espírito é necessário no mundo dos vivos. Se Locuo concordar, o espírito pode deixar Soryana pelo tempo que demorar até a tarefa ser completado, ou até o tempo que Locuo diga que o espírito deve retornar. Caso o espírito tente ficar no mundo dos vivos além do tempo limite, ele fica loudo e se transforma em um fantasma devorador — ele se torna um "Perdido", de acordo com os Rahuri, um Mabuya — flutuando pelo mar aberto em busca de almas para levar as profundezas. Magia Rahuri pode ser surpreendente para estrangeiros não acostumados em ver as formas esverdeadas dos ancestrais fantasmagóricos a bordo de embarcações Rahuri ou andando em vilarejos. Para o Rahuri, pegar emprestado um espírito de Soryana é um método conhecido e tão simples quando pegar emprestado um livro de uma biblioteca teana. O dia a dia é repleto de Rahuri chamando ancestrais por conselhos ou ajudas em tarefas importantes, ou até mesmo ensinando os jovens membros da tribo para suas futuras profissões.

Pequenos sapos chamados de coquí são conhecidos como os mensageiros dos mortos. Toda noite, as florestas em volta dos vilarejos Rahuri se enchem com seu coaxar. Se um espírito precisar enviar uma mensagem a alguém, um coquí encontrará o destinatário e sussurrará a mensagem do espírito. Eles nunca falam sem ser desse modo. Esses coquí frequentemente se aglomeram em bolsões de terra que tenham conexão com Soryana e servem como lugares para os rahuri conversarem com seus ancestrais. Geração de rahuri escreveram os nomes de seus ancestrais em paredes e trazem oferendas aos mortos.

Uma vez que o Rahuri encontra o nome de seu ancestral em uma parede, ele o presenteia com uma oferenda de água fresca e pode tentar contata-lo. Se o falecido desejar conversar, o Rahuri logo se encontra em uma profunda conversa com alguém que há muito tempo já morreu. Além dessas cavernas com nomes está as entradas da própria Soryana, portões para "o outro lado da ilha" onde os mortos vivem em vilarejos parecidos com o da terra dos vivos. Lá eles esperam ser chamados por seus descendentes, prontos para ajudar mais uma vez sua Nação.

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em Sex 25 Ago 2017, 16:40

Sociedade Rahuri
Entre o povo de Atabea, os Rahuri são considerados um povo caloroso e receptivo, aceitando aqueles que respeitam sua autoridade no Mar. Uma vez que visitantes provem que podem ser confiáveis, a comunidade rahuri dividem o que possuem com o recém-chegado e oferecem a inclui-lo em todos os aspectos da vida no vilarejo, incluindo viagens para caçar os Monstros de Atabea. Miscigenação em uma tribo é comum, apesar de aqueles que permanecem em uma comunidade Rahuri são esperados de criar seu filho com rigoroso respeito e aderência aos princípios da tribo.

Entre os Rahuri, grupos familiares consistem de várias gerações vivendo sob um mesmo teto. Famílias, como toda a sociedade Rahuri, são igualitárias, com cada homem ou mulher sendo capaz de ser o principal chefe da família, escolhido por ser o mais sábio e capaz de prover à famílias. Casamentos são negociados entre famílias, apesar deles requererem consentimento de ambas as partes antes da cerimônia ser realizada. Casais de mesmo sexo não são incomuns e são tratados no mesmo nível que todos da comunidade. Os Rahuri possuem um profundo e eterno amor pelo mar e turo que lhe provém. Suas roupas assim como suas posses, são formados pelos que eles recuperam do Mar. Suas casas são adornadas com armas e mobílias de ossos, velas feitas com gordura de baleias, e peles retiradas de criaturas das profundezas do oceano. Crianças transitam para a fase adulta entre as idades de doze e catorze, quando eles são mandados para sua primeira caçada.

Esses novos caçadores tradicionalmente trazem de volta pedaços de seu primeiro abatimento para ser colocado em armas ou joalherias e entregues como presentes para seus parentes como um agradecimento por tudo que eles forneceram na infância. Quando eles conquistam sua primeira caça, os jovens são considerados adultos e podem falar em reuniões e fazer suas próprias decisões. Casamento, no entanto, só acontece bem mais tarde quando os adolescentes tem sua casa e aprendem uma profissão. O idioma central Rahuri, Taiya, é falado por toda Atabea e se tornou um dos idiomas de comércio por piratas e colonizadores.

Nos Braços de Mama Yaya
Vivendo junto com os mortos de sua tribo ajudou aos rahuri a manter uma profunda conexão com sua herança espiritual desde o tempo no continente. Os Rahuri acreditam que o poderoso espírito Mama Yaya levou eles em segurança para longe da fúria de Apocoatl no Atabea. Foi Mama Yaya quem forjou o pacto com Apocoatl e ligou os Rahuri com o Mar e ajudou a criar Soryana para ser a casa dos mortos. Os Rahuri veneram Mama Yaya, assim como todos os outros espíritos da água ar e elementos que são suas crianças, além de prestar respeito a sua prole, os grandes Monstros sencientes que nadam no Atabea. O símbolo de Mama Yaya é a tartaruga, e seus principais filhos são a lagosta, golfinho, tubarão e gaivota.

Já que os Rahuri vivem e trabalham tão perto de espíritos o tempo todo, suas crenças espirituais são consideras menos fé e mais senso comum. Não é preciso um salto de fé para ver a mão de Yaya no dia a dia da vida rahuri, como os mortos andam em seus vilarejos e ajudam a servir a tribo. Sacerdotes e líderes sagrados dos Rahuri são venerados não como mestres de conhecimento desconhecido, mas como líderes que guiam seu povo da melhor maneira para servir ao Mar. Eles ensinam que a magia dos mortos é um presente e não é para ser temida ou venerada, mas para ser usada como ferramenta para ajudar seu povo. O presente de seus ancestrais é para ser usado apenas para servir a tribo e não para propósitos egoístas, os sacerdotes ensinam, senão os espíritos se perderão e se tornarão monstros corruptos feitos para a destruição.

O método prático para a magia e espíritos levou a um conflito direto entre os Rahuri e missionários e emissários do Vaticínio que apareceram para atrair novos seguidores. Os Rahuri vêem o foco do Vaticínio na ciência e a condenação da magia como uma negação do poder a sua volta, e questionam se a Igreja não é baseada em controlar em vez da verdadeira fé. Ainda assim, a polidez social e o desejo de manter a paz, permitiu que representantes do vaticínio construíssem lugares de adoração por toda Atabea que atriu alguns Rahuri curiosos. Aqueles que se converteram são frequentemente visto como almas confusas por seu povo, que riem e imaginam porque eles negariam e difamariam o que eles tem protegido e servido por gerações do seu povo.

O Direito de Liderar: Política Rahuri
A expansão dos Rahuri pelas dezenas de ilhas em Atabea exigiu a criação de uma estrutúra política organizada para manter a união do povo. Junto com uma único e unificado idioma e crença, os caciques criaram uma estrutura de liderança que é honrada de uma ponta da Nação até a outra. Cada povoado Rahuri, do menor vilarejo para a maior das colonias teanas, tem sua própria estrutura de comando respondendo a autoridade central da Nação. O Rahuri em uma área em particular se unem a um único cacique, ou chefe, cujo trabalho é proteger a comunidade. Os caciques escutam os pedidos de ajuda, oficializam cerimonias, exerce a função de mediador durantes disputas e agem como juízes quando crimes são cometidos.

O cacique é o líder de guerra e paz, permanecendo como a frente do bando de guerreiros durante conflitos, e inicia todos os jovens da tribo a fase adulta após sua primeira caçada. É também o cacique que aprova todos os suplicantes que querem visitar Soryana e trazer de volta um ancestral. O trabalho do cacique dura até sua morte ou até que um desafiante se prove uma melhor alternativa do que todos os adultos da tribo. Na morte do cacique, sucessores são escolhidos pelos seus feitos e conquistas e selecionados por voto de todos os adultos da tribo, informados pelos ancestrais com conselhos que escolhem se envolver nos negócios de sucessão. Esses sucessores muitas vezes são escolhidos pelo concelheiros do cacique, ou dos próprios filhos do cacique. Um filho de um cacique não tem garantia de sucessão apesar de muitos os chamarem de príncipes e princesas. Na verdade, os Rahuri são receosos de dinastias e requerem que filhos do cacique provem que são mais dignos do que qualquer outro membro da tribo antes de possaram o manto de líder.

Já que o território Rahuri se expande em tantas partes do Mar, cada assentamento individual pode ter seu próprio cacique, com múltiplos caciques em uma única ilha. Por sua vez, cada cacique responde ao Grande Cacique em Naca'an enviando um embaixador para servir ao coração da sociedade Rahuri. Esses embaixadores agem como o Concelho de Renome em todos os assuntos Rahuri, negociando com outros em nome de seus povoados e resolvendo qualquer disputas que possam surgir. Diplomacia é muito importante entre os povoados, já que os Rahuri lutam para manter uma Nação unida, e uma guerra entre os povoados é considerado uma falha de todos os envolvidos.


REBELDES DE ATABEA: O RIROCO
O devastador comércio de escravos da Companhia de Trocas Atabeana levou a criação d eum movimento chamado de Riroco, ou "Memória Valorosa". Liderada pela princesa Rahuri Ranama, o Riroco possui grupos em toda Atabea, atacando a CoTA com invasões de guerrilha e sabotagem onde quer que possam. Enquanto libertar os escravos capturados e levar eles à liberdade em território Rahuri é o objetivo primário, alguns focam em capturar navios e transforma-los em navios de guerras para atacar os navios da Companhia e invadir suas reuniões.


Dever para com o Mar: Lei Rahuri
A lei Rahuri é relativamente simples. Cada família deve manter ordem entre seu pessoal, animais e propriedades. Qualquer transgressão, as famílias devem negociar entre elas mesmas com um princípio em mente: Que resultado é melhor para a tribo? Caso as duas famílias não chegarem a um acordo, o cacique deve intervir para negociar.

Códigos penais oficiais são incomuns. Se alguém roubar ou ferir a propriedade de outro, deve pagar pelo prejuízo ou servi-los até que a dívida seja paga. Um Rahuri que violentamente machucar outro da tribo será punido servindoa  família do Grande Cacique ou de todo o vilarejo sob vigilância da guarda do cacique, com a duração da pena equivalente a severidade da lesão.

Assassinatos entre os Rahuri sofrem uma punição mais complicada. Não só o assassino deve pagar à família da vítima um valor monetário, ele também será forçado a ir até Soryana para pedir perdão à vítima. O espírito da vítima deve acompanhar o assassino em uma tarefa especial que deve servir à vila como um todo. Essas tarefas usualmente são dolorosas e angustiantes, com os assassinos muitas vezes falecendo ao tentar completar a tarefa. Se ele retornar com sucesso, ele pode retornar à sociedade Rahuri. Se ele falhar, ele será banido da tribo para sempre. Assassinos em série são executados pelo cacique na frente de toda a vila, afogado no oceano e dado de comida para ons monstros de Atabea, e suas almas destruídas ao entrar em Soryana pelo próprio Locuo.

Nomes
Nomes Rahuri são passados de pais e mães para seus filhos, com uma longa história de gerações passadas. Eles são herdados baseados no legado que os pais querem que seus filhos continuem, inspirados pelos traços de seus ancestrais, como bravura e sabedoria, e coisas desse tipo. Nomes muitas vezes vem da natureza, e de espíritos protetores a quem os Rahuri veneravam antes de sair do continente. Um nome completo Rahuri é a combinação do nome dado à pessoa, sua profissão e então o nome de seu vilarejo, cidade ou ilha. Por exemplo, a pescadora chamada de Kaeaya do vilarejo de Narita e da ilha de Kiskeya se apresentaria como: "Karaya a pescadora de Narita-Kiskeya".
Nomes Masculinos Comuns: Abey, Ameyro, Arieto, Aymaco, Batea, Cacimar, Colibri, Comerio, Guey, Juracan, Kaiman, Liren, Loquillo, Maboyas, Mucaro, Nasa, Ralay, Tabonuco, Yabisi Yacahu
Nomes Femininos Comuns: Ana, Acindina, Anacaona, Aji, Aramana, Ayiti, Cajaya, Casiguaya, Guama, Jadzia, Kakata, Karaya, Liani, Mayneri, Nimita, Tinima, Tonina, Xiomara, Yari, Zemi

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em Dom 27 Ago 2017, 15:41

Mama Tortuga, a Gigante Tartaruga Marinha
Distante no horizonte há uma ilha descansando. Ela é grande e coberta de verde, e não estava lá a alguns momentos atrás. Ela se move no horizonte mesmo se observada, um lembrete constante do inimaginável, estranho e maravilhoso Mar de Atabea.

Por gerações, marujos contam sobre uma gigante tartaruga marinha atravessando o Mar de Monstros conhecida como Mama Tortuga, ela é conhecida pelos Rahuri como mama Yaya e considerada por muitos como um sinal boa sorte se avistada em uma longa viagem. Mais do que boa sorte, Mama Tortuga é uma gigante tartaruga marinha senciente cuja natureza generosa tem salvo muitos marujos e pescadores da morte.

A lenda diz que quando o povo Rahuri chegou no mar de Atabea, Mama Tortuga estava lá, presa em uma grande barreira afundada. Os pescadores Rahuri avistaram ela e trabalharam cuidadosamente para soltá-la de suas amarras. A tartaruga anciã agradeceu os pescadores atônitos e prometeu retornar o favor. Desde então aqueles perdidos ou varridos para o mar podem se encontrar nas costas de uma tartaruga marinha cuja doce voz acalma eles até dormirem antes de deixá-los em segurança.

Tiburon, o Tubarão que a Mandíbula Consome
Se Mama Tortuga é a protetora benevolente dos marinheiros, o grande tubarão Tiburon é o pesadelo que atormenta seus sonhos. Esse mega tubarão senciente emerge debaixo de navios para deixar buracos gigantes no casco e é conhecido por devorar pequenas embarcações inteiras. Ele mal pode ser visto abaixo da superfície, por causa de sua coloração escura interrompida apenas por tiras brancas como um tigre. Tiburon é o lembrete de que está sempre em movimento, que nunca dorme e que a morte está abaixo das ondas de Atabea. Apesar de seu tamanho monstruoso e apetite sem fim, Tiburon não é simplesmente um monstro para ser temido. Lendas dizem que ele pode se transformar em um homem, ou então colocar seu espírito no corpo de um homem para andar em terra, para checar o bem estar de seu povo. Ele serve como guardião dos Rahuri, caso seu povo encare um grande perigo é capaz de pedir por sua ajuda.

Grandes Cacique já chamaram Tiburon três vezes para surgir e destruir seus inimigos: a primeira contra invasores de Aztlan, e duas vezes contra invasores de Nações próximas. Cada uma das vezes as frotas foram consumidas em um pesadelo de embarcações quebradas e marujos morrendo, um conto de alerta do cataclisma que pode surgir das ondas.

Jovens Rahuri muitas vezes buscam pelo grande tubarão como marca de maioridade e pedem ao grande tubarão por um dos seus dentes. O jovem deve escalar à boca do tubarão para extrair o dente, e — caso seja digno — o tubarão permitirá que ele vá embora sem nenhum arranhão. Caso seja julgado indigno por Tiburon, ou caso eles se cortem em uma das muitas fileiras de dentes em sua boca, Tiburon irá comsumi-lo inteiro. É dito que esses guerreiros engolidos renascem como filhos de Tiburon, tubarões menores que nadam junto com seu pai para sempre.

A maioria dos teanos inicialmente descartaram os mitos e lendas sobre Tiburon, mas após alguns anos a sua chegada muitos se tornaram crentes. É difícil negar sua existência quando tantos marujos tremem quando é mencionado o nome do grande tubarão. É claro, muitos teanos estão felizes em culpar Tiburon para qualquer acidente náutico, navios mercantes perdidos ou prejuízos em gerais no Mar Aberto. Só porque alguém te contou que viu o grande tubarão não significa que ele realmente apareceu.

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