Seven Seas

Seven Seas RPG, uma Terra em um universo paralelo no século XVII, a era de ouro da pirataria. Aventuras de capa e espada, batalhas navais e um mundo inteiro pra descobrir e explorar o aguardam.

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Herói
Missão
Francis
Interpretação
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em Ter 16 Jan 2018, 01:28



- Você está certo. Estou empenhado em encontrar quem está no comando e não tenho tempo para confiscar sua embarcação.

Hoon caminhava lentamente circundando o capturado.

- Garanto que deixarei sua tripulação ir embora, mas infelizmente o mesmo não valerá para você - Gawel mal terminou de falar e já levou habilmente sua mão até a szabla. Sacou-a, segurou-a com firmeza e logo após andou na direção do capitão capturado.

- Era disso que eu estava falando! Pensei que não iria matar ninguém, oras... - Lacie comemorou a iniciativa do losejas.

A passos sucintos, Gawel passou direto ao lado do mercenário e em vez de degolá-lo puxou uma corda extensa e a cortou.

- MAS O QUEEE? - Berrava o dievas surpreso e decepcionado.

- O manterei amarrado por um tempo, capitão Leifson. Há o risco de que me dê informações falsas e por isso irei levá-lo comigo como garantia de que não fará isso. E convenhamos: se liberar uma tripulação de criminosos já é ruim, liberar o capitão dessa tripulação é pior ainda - Hoon deixava claro que o capitão mercenário seria prisioneiro até o dia que fosse confirmado que as informações que ele daria não eram mentirosas. Mas na realidade era um blefe. Era apenas uma forma de garantir que ele não mentiria. Hoon o libertaria com sua tripulação e embarcação assim que terminase de contar o que sabia.

A revelação de que eles eram mercenários deixou o capitão samarciano ainda mais confuso e pensativo do que antes. Quem os contratariam para atacar navios na Comunidade Samártica? Por que fariam isso e a espera de que?

- Então, conte-me mais.

[Off] Ok. Minha intenção seria usar apostas de Convencer e fazê-lo falar sem necessariamente ameaçá-lo, mas estava em dúvidas. Agora  Se vai ser risco ou não vou ver o que vai decidr

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em Ter 16 Jan 2018, 18:38

[Off] Se quiser que ele conte algo específico, precisará rolar dados, por enquanto ele irá falar apenas o básico.



- Garanto que deixarei sua tripulação ir embora, mas infelizmente o mesmo não valerá para você

Cnut sente o suor escorrer em seu corpo ao ver a szlaba sacada pelo marinheiro, mas suas preocupações logo cessam ao notar que ele não saria cortado e sim ficaria amarrado e teria que acompanhá-lo

Cnut: Ok, entendo que queria me levar, mas deixe avisar meus homens para ficarem despreocupados, concertarem meu barco e me esperarem no lugar de sempre.

Cnut fora amarrado sem criar nenhuma resistência, ele agora esperava para quando pudesse fazer algo. E explicava um pouco a situação.

- Veja bem, não tem por que piratas atacarem tão perto em território ainda de alguma nação, é muito mais fácil esperarem eles em alto mar, assim evita muitos problemas e se tem menos resistência também...

Ele olhava ao fundo e notava que o galeão, com a batalha terminada se movimentava e ia até próximo à embarcação de Hoon, mas mesmo assim continuava o que estava falando.

- ... O que estamos fazendo aqui, ou melhor o que estamos sendo pagos para fazer aqui é causar problemas. Eu não ganho nada com a Samárcia tento problemas com mercantes ou não.

Étoile Bleue chagava o mais próximo possível e de lá interrompia qualquer conversa no momento, um sino tocava de lá e logo menos Noël se jogava ao mar para nadar até a Imperatriz.

Noël: Olá de novo haha, meu capitão permitiu isso aqui e se não for muito gostaria de ver até onde isso aqui chegaria e quem é o responsável por atacar o nosso galeão.

Noël parecia não carregar muitas coisas, nada de espadas ou armas de fogo, o que faz sentido pois havia se atirado ao mar. Mesmo assim ele queria se juntar e esperava a permissão de Gawel para acompanhá-lo nessa missão.

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em Qua 17 Jan 2018, 01:54

- Poderá falar com sua tripulação assim que terminarmos nossa conversa.

Ao terminar de amarrar Cnut, Hoon ficou de pé fixando o olhar nele.  O ouvia atentamente.

- De fato, o que fala faz sentido. Seus grupos estão agindo diferente de meros bandos de piratas saqueadores que estou acostumado a ver - comentou.

Étoile Bleue, vitoriosa contra dois navios, aproxima-se da Imperatriz e seu capitão e tripulação são saudados pelos marinheiros por sua proeza em batalha.


- Foi uma batalha exemplar, capitão Gustave.  Ficaria feliz em vê-los em Samárcia num futuro próximo, seriam bem recebidos por causa dos seus feitos de hoje. Agora que seu caminho está limpo, poderá continuar a velejar com segurança e orgulho - disse Hoon aumentando a intensidade de sua voz para torná-la mais audível na outra embarcação. - Au revoir!

Noel inesperadamente pulou de sua embarcação e foi ao encontro dos marinheiros. Hoon consentiu de imediato assim que ele dissera que o acompanharia na missão.

- Não haveria melhor dádiva, Noel. Sua presença será enormemente apreciada na Imperatriz Fortuna. Darei o meu melhor para que sua curiosidade seja sanada. E você, está disposto a navegar como um Guardião Esplendente? - Hoon sorriu sutilmente ao novo companheiro.

Hoon então voltou a olhar para o mercenário. Havia pausado a delação para falar com a tripulação do galeão, mas não demorou para continuar a fazer o que fazia antes.


- Pois bem, capitão Leifson.  Primeiro vamos começar com a pergunta mais óbvia. Quem o contratou? Deve ser uma pessoa louca para ousar arrumar problemas com a Comunidade Samártica, se é que é uma pessoa somente - Hoon levou a mão ao queixo pensativo em elaborar mais perguntas. - Há também um ponto crucial que eu gostaria de saber: se quero encontrá-lo, para onde devo ir? Além disso, você também deve saber o motivo por trás de estarem contratando mercenário para nos atacar, ou não sabe?

Hoon chegou perto do capitão amarrado e colocou a mão sobre seu ombro.

- Sei que mercenários dificilmente estão a par de tudo a respeito de seus contratantes, mas espere que conte tudo o que sabe. Seu contratante não te matará por isso, afinal não ficará sabendo que você o dedurou para mim. Confie em minhas palavras.


[off] Panache (3) + Convencer (2) + O Favorito do Oceano (1)

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em Qua 17 Jan 2018, 01:54

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'd10' : 6, 9, 1, 3, 1, 9

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em Qui 18 Jan 2018, 00:15

Noel contente com a aceitação de Hoon sai de perto para olhar como era a Imperatriz e conversava com outros tripulantes para conhece-los melhor. Mas as perguntas ainda se mantinham e Gawel gostaria de sabe-las o mais rápido possível para compreender que situação toda era essa.

- Para me contratar é fácil, procure por alguma taverna, bar ou qualquer lugar na parte portuária de qualquer cidade que esteja no momento. Qualquer um que chegar com uma oferta não muito louca e dinheiro suficiente eu posso aceitar o trabalho. Claro que sempre metade adiantado e a outra metade com o serviço cumprido.

Cnut parecia confortável com a situação mesmo sendo interrogado, parecia que ele não estava mentindo, na verdade por que mentiria?

- Sobre o resto dos assuntos, eu sei que não sou de muita ajuda a isso. O motivo eu não faço ideia, ninguém conta aos ponta de lança todo o plano de batalha. Sobre quem me contratou posso contar facilmente, mas tenho certeza de que não é o real gênio por trás de tudo isso aqui.

Sua expressão nesse momento era de quem tentava se lembrar direito de como era a pessoa que o contratara e dava o máximo de descrição possível.

- É claro, era um sujeito suspeito desde o inicio, ele possuía um sotaque estranho, ele tentava falar comigo em teano antigo, mas suas palavras eram arrastadas e puxavam para algo estrangeiro. Apo´s alguns minutos eu consegui entender o que ele me pediu para fazer... atacar e até afundar alguns navios que saiam de Samárcia. Causar problemas e evitar contratos comerciais. Acho que é isso que posso dizer...

Durante toda essa conversa, Cnut indica uma expressão de quem teve uma ideia. - Mas sabe, ainda podemos ter um encontro com ele para receber a outra metade do acordo.

Mesmo que simples ainda era uma ideia, mas tudo ainda dependia do que o capitão decidiria para o rumo de sua tripulação.



Provavelmente o Passo 1 já foi completado até aqui, pode adicionar um Passo 2 em Off para incluir na história.

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em Sex 19 Jan 2018, 19:01



- Entendo, seu contratante então não aparenta ser theano... - as revelações do mercenário faziam tornarem-se menos relevantes algumas convicções que Gawel havia sugerido antes da missão. O fato concreto é que, como relatado, o contratante não estava agindo sozinho. Havia algo grande e repleto de mistérios e o capitão samártico estava disposto a ir até o fim do mundo para solucioná-lo.

Gawel levou a mão ao queixo novamente, fritando os neurônios para decidir a melhor escolha para prosseguir com a missão.

Mas sabe, ainda podemos ter um encontro com ele para receber a outra metade do acordo.

- Acho que estamos nos entendendo bem, capitão Leifson. Vamos até o seu contratante e exigir a segunda parte do seu pagamento  - Gawel fez um sorriso maquiavélico e retirou as cordas do mercenário amarrado há poucos minutos. Ter poupado sua vida e optado por uma frutífera conversa resultaram em uma boa consequência. - Para onde seguiremos?

Gawel sabia que para um melhor aproveitamento da missão deveria levar Cnut Leifson. Pretendia deixá-lo partir com sua tripulação, mas sua presença era crucial.

- Você tem duas opções: viajar na Imperatriz ou no seu próprio navio - Gawel olhou para a "velharia" do capitão mercenário, que estava danificada e presa. - Quer dizer, se seu navio conseguir navegar...

Gawel indicou cordas amarradas na Imperatriz. Caso Cnut optasse por navegar com seu navio, poderia amarrá-las nele e contar com a Imperatriz como um reboque improvisado para se evadir do obstáculo.

[OFF] Agora é o terceiro passo, a gente concluiu o primeiro no ano passado lembra?conte me mais
Acho que as ações não são de risco agora então não rolei.
O objetivo do terceiro passo poderia ser algo do tipo "Encontrar o contratante e obter mais pistas".  

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em Sab 20 Jan 2018, 15:08

[Off]
Hue nem lembrava que tinha ido o Passo 2.



Cnut olhava para as cordas amarradas para voltar a seu barco, mas ele recusava a oferta. Parecia que ele iria viajar com a Imperatriz Fortuna e sua tripulação, mas antes ele dá um aviso a seus marujos.

- Atenção enguias bebedoras de rum, vocês devem reparar o que for possível para que volte a navegar o quanto antes e me encontre rio acima assim que possível. Nosso contrato não é mais valido ao nosso contratante. Fomos pagos para causar tumulto e não para perder nossos barcos em esquemas políticos ou o que quer que seja

Ele se dirigia a Gawel para dar instruções - Tamos que subir por outro afluente, aquele de onde desceu o galeão não chega perto de onde fui contratado.

O caminho era mais a leste, quase na fronteira com Ussura onde montanhas separavam o território de cada Nação. Lá havia um certo caminho pelo rio que desaguava ao mar da Bacia.

Estamos no caminho certo - Era o que Cnut dizia, ele estava olhando da proa procurando por algo à distância enquanto também olhava para as margens do rio. Esse lugar pode ser meio traiçoeiro se não prestar atenção, um trecho ou outro da margem é um pouco mais elevado, tem que tomar cuidado para não rala o casco.

Após certo tempo e com a pouco ajuda do vento eles chegam em uma lago ainda não congelado, há uma espécie de porto ali com 2 embarcações maiores e 1 ou 2 menores como canoas e barcos de pesca. Perto desse porto havia uma única cabana de madeira,
porém ela era grande e fechada, mas música e barulho era possível de ser escutado vindo de dentro daquele lugar.


- É isso rapazes, chegamos. Entrem e vamos arranjar uma mesa, se meu contratante não estiver lá o jeito é esperar.

Por dentro haviam o que há de se esperar ali, pessoas bebendo e cantando, alguém com uma viola e tambores tocando em ritmo enquanto havia apenas um sujeito barrigudo e barbudo no balcão atendendo e colocando pedidos em cima dele para os clientes pegá-los. O salão já parecia grande de fora, mas dentro parecia ainda maior. A sua porta sempre se mantinha fechada, talvez pra abafar um pouco o som de dentro, mas também era a neve que vazava para dentro assim que ela era aberta.

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em Dom 21 Jan 2018, 16:54


Após navegarem com atenção por entre profundidades distintivamente perigosas baseados nas orientações de Cnut, finalmente chegam ao local de encontro, um porto pouco movimentado próximo de Ussura. Enquanto a Imperatriz era atracada, Hoon vai até os seus aposentos e depois desce da embarcação com um manto marrom em mãos.

Antes de adentrar na taverna, orientou a tripulação a se sentar numa mesa distante ao passo que ele se sentaria com Cnut e Noel. Em seguida, cobriu seu corpo com o manto e guardou sua boina. Era uma medida para se disfarçar e evitar de alarmar o contratante ao ver seu mercenário sentado à mesa na companhia de um marinheiro samártico.


- Hidromel, por favor - Hoon, ao entrar na cabana,  fez seu pedido no balcão e se acomodaria no local que Cnut indicasse.

- Capitão Leifson, ele está por aqui? - Perguntou ao mercenário a respeito do contratante e olhou pelo canto dos olhos as pessoas sentadas no recinto.

[OFF] Argúcia (2) + Esconder-se (0) + Pericia Impar (1) (Em nome de Theus, vou conseguir 3 apostas Jesus Riu )

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em Dom 21 Jan 2018, 16:54

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em Seg 22 Jan 2018, 23:49

- Capitão Leifson, ele está por aqui? - Talvez a pergunta mais importante naquele momento para Gawel, a ansiosidade de encontrar logo e descobrir o que isso tudo quer dizer. Mas Cnut parecia dar uma olhada por cima no bar e logo respondia.

- Não parece que está por aqui, mas ei... beba, cante, espere que ele possa aparecer.

O capitão parecia despreocupado, ele estava com uma caneca em mãos também e indicava um lugar para Hoon sentar. Porém, ele apesar de próximo estava em pé cantando com outras mesas e rindo alto como se não se importasse com o que tivesse que fazer e estava aproveitando o máximo disso, algo que poderia com certeza irritar os outros.

O tempo passa ao que parece uma longa hora até que Cnut se aproxima para contar algo a Hoon.
- Ele chegou, não ache que estou fazendo nada. Irei falar com ele agora.

Gawel estava escondido em uma mesa afastada de onde o capitão Leifson se dirigia, mas ele chegava perto de um homem, de aparência comum e obviamente menor que Cnut, sua estatura era talvez alguns centímetros menor que Gawel, e com a chegada de Leifson ele se virava para conversar sobre algo. Com a distância que Gawel estava era difícil de escutar algo, caso quisesse permanecer ali sem ser notado ele teria que se concentrar além da música, das outras conversas, piadas e risos. Ou será que ele possuía algum plano para escutar a conversa?

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em Sab 27 Jan 2018, 20:05



Como o contratante ainda não estava no local, Hoon se preocupou apenas em ficar quieto com sua bebida. Por outro lado, Cnut se sentia em casa curtindo a música e importunando outros clientes.

- Levante, ele pediu para você cantar - insistiu Lacie.

Hoon aparentemente não atendeu ao pedido, pois permaneceu sentado fazendo de conta que não estava junto com Cnut. Assim que o mercenário avisou sobre a chegada do contratante, olhou para onde ele iria e então voltou a beber o hidromel. Não chegou a tomar nem metade da caneca e suas bochechas começavam a ficar vermelhas.


- Senhoras e senhores... Mexam os calcanhares! - Disse Hoon em voz alta, dando um salto da cadeira. Fez uma dança tradicional, jogando as pernas para frente e para trás e batendo palmas de acordo com o andamento da música.

- Não é assim que se faz, marujo! - Disse Hoon a Noel e o puxou da cadeira sem querer saber se ele queria dançar ou não. - Imite meus passos.

Estava ele realmente bêbado? Talvez não tanto, mas fazia parecer que sim. Seus passos eram desengonçados e sua fala arrastada. Ele percorreu boa parte da taverna dançando cambaleante e só terminou de fazer isso ao chegar perto de Cnut.

- Escuta aqui!!! - Hoon encarou uma cadeira e parecia estar prestes a bater nela. - Quem você está achando que é, Lacie!?!?!?

Hoon estava próximo o suficiente para escutar a conversa dos dois. Agia como apenas um homem tão bêbado que brigava com uma cadeira vazia, e que, portanto, não representava ameaças. Evitou tentar interagir com eles para não interromper a conversa e para assim ficar a par do que o contratante estava falando naquele instante.

[Off] Panache (3) + Atuar (1) + Pericia Impar (1)

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em Sab 27 Jan 2018, 20:05

O membro 'Yves' realizou a seguinte ação: Rolar dados


'd10' : 6, 5, 6, 2, 9

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em Dom 28 Jan 2018, 14:33

- Escute aqui Liefson este não era o planejado...

- Veja, meu navio está em reparos enquanto tive que vir até aqui para poder encontra-lo, Não tivemos sorte, mas o trabalho foi feito não foi? Criamos tumulto nas águas de Samarcia. Me de a outra parte. Sem dinheiro não repararei meu navio e não terá como me contratar para isso novamente.

Com certa relutância o contratante entregava uma pequena bolsa com moedas a Cnut. Que ao olhar parecia não ter gostado nem um pouco disso.

Cnut: Esse não era o combinado, você está querendo me enganar?

- Escute aqui, seu tamanho não é imponente, já teria cortado sua garganta se estivéssemos em meu país. Use isso para reparar seu barco. Não esperava encontra-lo hoje para ter que pagar. Esses foram meus últimos gilders terei que arranjar mais agora.

Cnut ainda não parecia feliz, mas mesmo assim ele havia aceitado o dinheiro, vendo Gawel bêbado, ou se passando por um ele decide perguntar algo a seu contratante. - Hmpf, Tudo bem, mas irei cobrar o restante. Olha foi uma sorte encontra-lo hoje, não sabia o que fazer se você não tivesse vindo hoje... Lembrei que nunca se apresentou para mim poderia perguntar ao garçom se você já havia passado hoje se soubesse...

- É de se esperar de um idiota como você, me chame de Nosrati, e não acho que precise saber mais que isso. Tolo imbecil, como se soubesse algo com meu nome. Já fiquei tempo demais por aqui devo ir embora.

- Espere um pouco por que não bebe um pouco comigo? Cnut tentava com que Nosrati permanecesse um pouco mais de tempo, ele gostaria de arrancar mais informações de seu contratante, mas parece que não seria mais possível.

Noel: Ei Hoon nosso homem está indo embora.

Noel indicava a Hoon enquanto também se mesclava a multidão e escutava a conversa também. Cnut parecia que iria perde-lo, o homem irritadiço parecia não querer participar de mais nada naquele local, como se algo o impedisse de ficar mais tempo lá.




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