Seven Seas

Pirataria, navegação, explorar os sete mares, seja um pirata ou alguém da marinha, esse é mais um RPG de forum conhecido como PbF.

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em Seg 26 Jun 2017, 16:34

Avalon
(Escolha 1: +1 Panache ou +1 Determinação)
“Neste país, a imortalidade é real.
Crie uma história para si e você viverá para sempre.”
— Jeremiah Berek

Ao norte e oeste da Théah continental ficam as Ilhas do Glamour, os Reinos Unidos de Avalon. Três coroas ligadas por um mesmo destino e dever, Avalon é um lugar misterioso e de realidade fantástica. Quem visita as ilhas jamais se esquece do orvalho que faz a relva cintilar feito esmeralda, das nuvens brancas como algodão que se estendem pelo céu azul-cobalto e das florestas altas, escuras e ameaçadoras.

Os visitantes dão a entender que Avalon poderia muito bem ser um conto de fadas que ganhou vida. Quando questionados, os avalonianos sorriem, dão uma piscadela e não nos deixam esquecer que não é bom andar sozinho à noite... não sem uma cruz de ferro como pingente ou sem um trevo de quatro folhas no bolso.

O que os teanos chamam coloquialmente de “Avalon” se trata, na verdade, de três reinos: Avalon, Inismore e as Highland Marches ou Terras Altas. Cada ilha tem suas peculiaridades. Avalon propriamente dita não é lá muito montanhosa, mas tem seus mares de morros, bocainas, charnecas e brejos. As ilhas recebem uma boa quantidade de precipitação, e a chuva intensa e o clima ameno permitem boas colheitas. As manhãs e tardinhas de Avalon sempre se cobrem com um nevoeiro denso que perdura durante toda a noite, uma cerração que nem sequer as geladas brisas oceânicas conseguem dissipar. A ilha principal e capital dos três reinos é Avalon, governada pela rainha Elaine, guardiã do Santo Graal. Tanto Inismore quanto as Terras Altas juraram lealdade à sua coroa.

Mas os seres humanos não são os únicos habitantes de Avalon. Os sidhe (CHI), uma raça antiga e poderosa, também moram lá. Tempos atrás, os sidhe fizeram um sacrifício para conceder aos habitantes das ilhas a magia do Glamour: a faculdade de conjurar o poder das lendas. Tanto os seres humanos quanto os sidhe têm esse poder, mas só quando fazem um voto sagrado de proteger Avalon de inimigos internos e externos.

Tecnicamente, os reinos insulares estão unidos, mas persistem as tensões políticas. Durante séculos, os monarcas de Avalon exploraram Inismore e as Highlands, subjugando o povo sob o ferro de suas botas. Mas aí, do caos da guerra civil, surgiu Elaine, portando o Graal. Mas como ela o obteve? Quem o entregou a ela? E será que ela realmente é digna de portar o Graal e usar a coroa? Só o tempo dirá.

Por outro lado, o rei de Inismore, Jack O’Bannon, talvez seja um semideus imortal ou um louco. Talvez as duas coisas. Ele jurou ser leal a Elaine enquanto ela continuar fiel a Avalon. E, no norte, o rei das Terras Altas, James MacDuff , também jurou lealdade a Elaine, mas muita gente se pergunta se ele não vem colocando seus próprios desejos acima dos interesses de seu povo.








Última edição por Teach em Sex 04 Ago 2017, 14:07, editado 2 vez(es)

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em Seg 26 Jun 2017, 16:46

Cultura
Em nenhum outro país a nobreza mantém uma proximidade tão grande com as pessoas comuns quanto em Avalon. Elaine costuma passear a cavalo pelos campos, detendo-se nos vilarejos e nas aldeias, onde se diz que o mero contato de suas mãos brancas e imaculadas é capaz de curar qualquer doença. As pessoas conhecem, identificam e amam sua rainha. Da mesma maneira, os nobres bons e imaculados podem esperar grande devoção e lealdade de seus súditos. Por outro lado, o nobre que se revelar um vilão cruel sentirá de longe o ódio de seus vassalos.

A estrutura social de Avalon – campesinato, clero e nobreza – é quase idêntica à do resto de Théah, mas duas novas classes – a dos mercadores e a dos marinheiros – se imiscuíram recentemente na hierarquia.

Nos últimos dois séculos, as guildas mercantis fizeram grande fortuna em Avalon, mas, como dirá qualquer acadêmico teano, de nada vale o dinheiro sem a propriedade da terra. Sabendo disso, os mercadores procuraram a nobreza que tinha terras, mas pouco dinheiro nas mãos, para fazer um acordo. A nobreza trocou títulos e terras por dinheiro, inserindo a classe mercantil nos escalões intermediários da hierarquia social.

O segundo novo patamar na pirâmide social de Avalon só encontrou seu lugar recentemente. Quando Elaine assumiu o trono, a necessidade de ter uma Marinha foi mais forte que as formalidades. Ela anunciou que todos que navegassem sob a bandeira avaloniana seriam nomeados “nobres navegadores”, um título equivalente ao de um cavaleiro de Avalon. Além dessa honraria, todos os nobres navegadores ficam com uma porcentagem do saque adquirido sob a bandeira avaloniana, não importando como esse saque tenha sido demorou a superar todas as metas ambiciosas de Elaine.

Nomes
Durante a ocupação montenha de Avalon, ninguém falava a língua aborígene da ilha, o cymru (KIM-ri). As palavras e os nomes avalonianos foram substituídos por equivalentes montenhos. “Dyff d” virou “David,” “Ieuan” virou “Ian” e “Gwillim”, “William.” Até mesmo a comida mudou de nome: a carne bovina passou a ser tratada por “boif ”, a suína por “pork”, e a carne de gamo passou a se chamar “venison”.

A nostalgia é grande em Avalon desde que Elaine subiu ao trono, e as mudanças no idioma são as que mais refletem esse saudosismo. Homens e mulheres estão revertendo seus nomes para as versões mais tradicionais e as crianças são batizadas com os nomes dos grandes heróis da história de Avalon.

Nomes Masculinos Comuns: Aidan, Alan, Bran,
Dwyer, Edward, Finn, Harold, Jerome, Keith, Liam, Luke,
Malcolm, Michael, Morgan, Ossian, Quinn, Richard,
Shawn, Thomas, Walter
Nomes Femininos Comuns: Aileen, Alison, Bridgit,
Caroline, Denise, Elaine, Grace, Helen, Jane, Karen, Leila,
Maeve, Mary, Pamela, Sabbina, Sybil, Teresa, Veronica



Última edição por Admin em Qua 28 Jun 2017, 12:04, editado 1 vez(es)

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em Seg 26 Jun 2017, 16:50

Vestuário
Espera-se que um camponês vista calças simples, camisa, cinto e chapéu. Presa ao cinto vai uma bolsa com as ferramentas que o camponês ou artesão queira levar consigo, entre as quais sempre há uma faca. Os sapatos têm solado macio e são feitos de couro. Calças e camisas são feitas de lã e às vezes levam por cima uma bata mais pesada, um avental de couro ou, se estiver ao alcance do camponês, uma boa túnica. O chapéu geralmente tem abas largas e uma delas vai presa à copa por um alfinete. Os avalonianos costumam cultivar bigodes finos e barbas ralas e deixam crescer os cabelos. Não são muitos os que usam maquiagem e perucas, e aqueles que o fazem são considerados efeminados.

Os marinheiros avalonianos introduziram uma inovação na indumentária: os “bolsos”. São algibeiras costuradas por dentro das calças que livram o cinto do marinheiro de ferramentas que, penduradas ali, poderiam se enroscar no cordame. Os marinheiros costumam andar descalços e preferem a bata à túnica. Tanto as calças quanto a bata são feitas quase sempre de lona. As mulheres geralmente usam duas saias (uma delas presa sob o cinto), uma blusa de lã, corpete justo e chapéu. Os cabelos das mulheres são mantidos sob o chapéu, quando elas são casadas, ou em tranças, quando solteiras.

Moeda
A economia de Avalon tem como base a libra esterlina (“£”). Cada libra se divide em vinte shillings (“s”). Todo dinheiro avaloniano se apresenta em forma de moedas, embora os bancos já usem notas de papel para transações de grande valor. Elaine aceitou introduzir o guilder vestenês em sua economia – malgrado a vontade de seus conselheiros – para manter boas relações com o vizinho oriental. Nos últimos anos, o guilder vem ganhando terreno de pouco em pouco, tornando-se quase tão comum quanto a moeda de Avalon.

Costumes
Os avalonianos são famosos por sua hospitalidade, porém ainda mais por suas superstições. Longe das universidades castilhanas, é fácil para os avalonianos zombar das “provas científicas”, pois escutam o lamento da banesidhe ecoar sobre as colinas. Os avalonianos se aferram às suas superstições, pois sabem que o menor deslize pode lhes custar muito caro. Toda vez que o sal é derramado, eles jogam uma pitada por cima do ombro. Os pais penduram uma tesoura de ferro sobre o berço dos recém-nascidos. Sempre fecham muito bem as janelas antes do sol se pôr, cobrem a boca ao bocejar e nunca deixam de levar um penny de cobre dentro do salto do sapato esquerdo.

Todas essas crenças derivam da relação concreta de Avalon com o Bom Povo, os sidhe. Os sidhe são semelhantes a um tempestade de verão: belos, terríveis, coléricos e livres de culpa. Com esse tipo de poder vagando por Avalon e exigindo respeito, é fácil ver por que os avalonianos são tão educados com os desconhecidos: nunca se sabe quando alguém vai topar com um nobre sidhe disfarçado e disposto a transformar em árvore qualquer um que venha a ameaçá-lo ou tratá-lo de maneira desrespeitosa.

Arte e Música
Os avalonianos adoram cantar e contar histórias. Nos últimos quatrocentos anos, a Igreja reprimiu a religião nativa. Em vez de desaparecer, porém, as crenças e tradições se transformaram em baladas e contos populares. Deuses antigos viraram reis, heróis tornaram-se cavaleiros, vilões transformaram-se em monstros e ritos antigos do plantio e da colheita, em danças. As tradições podem ter perdido uma parte de seu significado, mas ainda estão presentes para quem se dispõe a procurá-las.

Existem padrões nas histórias narradas pelas cantigas, e quem conhece esses padrões geralmente consegue acompanhar o estribilho, mesmo que nunca tenha ouvido a canção antes. As melodias sempre parecem familiares e levam as pessoas marcar o ritmo com os pés. As canções são obscenas e desregradas, falam de donzelas que, de bom grado, abrem mão da virtude, como se esta fosse um peso, e de rapazes que confiam nessas moças e acabam desgostosos. As cantigas lembram os autos moralistas, mas, nas entrelinhas, o intérprete parece rir da moral que prega. É uma dicotomia estranha que torna ímpar a música popular avaloniana.



Última edição por Admin em Qua 28 Jun 2017, 12:05, editado 1 vez(es)

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em Seg 26 Jun 2017, 16:56

Religião
As políticas públicas de Elaine levaram ao ressurgimento das Tradições nos lares avalonianos, uma tendência que a rainha parece feliz em ver fl orescer. “Ignoramos o Bom Povo há demasiado tempo”, ela disse. “Vamos convidá-los a voltar ao nosso país de braços e corações abertos.” Apesar da reforma religiosa de Elaine, os fiéis avalonianos ainda estão apreensivos. Os tradicionalistas tentam completar a transformação de Avalon, removendo inteiramente a influência da Igreja, ao passo que a Igreja procura fazer a mesma coisa com seus colegas tradicionalistas. Muitos vaticinistas leais abandonaram Avalon, mas restam alguns fiéis. As universidades da Igreja também permaneceram. Elaine ofereceu aos acadêmicos a oportunidade de ficar, garantindo-lhes que ela não tinha a intenção de monitorar cada um de seus passos como a Inquisição vinha fazendo havia anos. Os estudiosos concordaram e quase todos eles hoje são seguidores devotos da Igreja de Avalon.

Governo
O governo avaloniano começa com a rainha. Sua soberania é quase absoluta, a não ser pelo Parlamento, que só pode se reunir com a permissão da monarca. Os parlamentares representam as diversas reigões da ilha. A rainha não pode declarar guerra sem a permissão do Parlamento. Ela também precisa da permissão deles para aprovar algumas leis. Sendo essa a sua vontade, a rainha convoca o Parlamento, apresenta sua proposta e pede que os representantes votem.

Apesar de o Parlamento só poder se reunir com a permissão da rainha, seus membros ainda se encontram informalmente, desde que essas conferências não reúnam representantes suficientes para uma votação. Elaine permite essa brecha, chegando até mesmo a fazer vista grossa quando necessário.
Ela entende que a nobreza de Avalon detém um bocado de poder e não tem vontade alguma de enfurecer essa camada social. Do mesmo modo, uma parte significativa do Parlamento respeita a autoridade da rainha – que se fundamenta na posse do Graal – e a mantém no poder.

Forças Armadas
Uma das primeiras preocupações de Elaine ao subir ao trono foi reconstruir as forças armadas de Avalon. Anos de guerra civil haviam diluído seus exércitos, deixando a ilha vulnerável a invasões. Em vez de recrutar os jovens avalonianos para derramar seu sangue pela nação, ela procurou a corte e ordenou que construíssem navios. “Se tivermos a Marinha mais poderosa do mundo, não precisaremos temer exército algum.” Além disso, ela prometeu que todo nobre que contribuísse com uma nau à sua Marinha ficaria com uma parte do lucro que a embarcação angariasse. Nem é preciso dizer que a nobreza acossada de Avalon agarrou a oportunidade de renovar suas fontes de renda. Construíram a nova frota avaloniana em tempo recorde. Garantida a segurança das costas avalonianas, Elaine voltou sua atenção para o interior. Mandou mensageiros a Eisen, instando os líderes guerreiros e sem terra de lá a vir para Avalon e ensinar sua gente a lutar. Muitos aisenianos eram orgulhosos (ou supersticiosos) demais para ir à “Ilha do Glamour” e servir uma coroa estrangeira, as alguns objecionistas não viram problema algum em abandonar seu país devastado pela guerra e recomeçar em outro lugar. Ela estendeu o convite aos guerreiros altivos de Numa e, em menos de um ano, rostos inusitados agraciaram as costas de Avalon pela primeira vez. De pele escura e costumes estranhos, eles enfrentaram dificuldades para viver em Avalon no começo, mas, passados alguns anos, foram acolhidos como todo mundo.Com os aisenianos e numanari no país, ela ordenou o desmantelamento de todos os exércitos permanentes de Avalon, tirando das mãos da nobreza a possibilidade de um golpe militar. O único exército permanente em Avalon seria o dela, mas a nobreza poderia manter pequenas guarnições –dez a vinte soldados – para proteger suas propriedades rurais. Quando os nobres reclamaram, ela voltou a lhes garantir que, com uma Marinha forte, não havia a necessidade de manter um Exército. Ela também afirmou que o tesouro real conseguiria manter um Exército ou uma Marinha, mas não ambos. Diante da opção de perder os lucros que a frota trazia para Avalon, a nobreza logo desistiu de argumentar.

Relações Exteriores
Se quiser entender o que os avalonianos pensam de outros teanos, o melhor a fazer é consultar diretamente a rainha Elaine. Eis algumas declarações seletas de Sua Majestade sobre as outras nações teanas e suas relações com Avalon.

Castilha
“Graças a Theus, o coração da Igreja dos Vaticínios ainda está se recuperando da invasão montenha, do contrário estaria fazendo de tudo para que nosso coração lhe fosse servido numa bandeja de prata. Sabemos que tramam contra nós, mas eles não têm como implementar seus planos. Que continuem tramando. Quanto mais dividirem sua atenção, menos vão se concentrar em nós.”

Comunidade Sarmática
“Estão muito longe de nós para que sejam considerados inimigos, mas também estão longe demais para serem considerados amigos. Sua monarquia é como a nossa: centrada na vontade e no bem do povo. Se estivessem mais próximos, talvez tivéssemos laços mais fortes.”

Eisen
“O deserto que foi outrora o altivo reino de Eisen nos propiciou uma milícia para defender nossas fronteiras. Concordamos apenas com metade do que pensam, mas em nada discordamos. Alguém terá de ajudá-los a recuperar o poder, mas, infelizmente, não seremos nós.”

Montaigne
“Durante mais tempo do que nos sentimos à vontade para discutir, nosso país foi governado pelos montenhos. Não voltará a se repetir. Nós os conhecemos bem, e seus truques de hematomancia não funcionam mais aqui. Contudo, enquanto estiverem focados no sul, manteremos uma relação cordial com nossos vistosos irmãos.”

Nações Piratas
“A Irmandade da Costa é só um pretexto para criminosos se alastrarem por nossos mares. La Bucca, porém, já provou ser um lugar promissor para o recrutamento de bons Lobos do Mar.”

Ussura
“Distante e calada, Ussura é um mistério para nós. Pouco vimos ou escutamos falar deles, mas entendemos que há uma forma de magia enraizada em seu sangue e ligada à sua terra. Um de nossos exploradores nos disse que sua magia é muito parecida com o Glamour, e a mulher que eles veneram apresenta várias características semelhantes às dos sidhe. Talvez sejamos parentes, afinal. Será?”

Vestenmennavenjar
“Pode parecer que o povo das terras geladas mudou, mas eles continuam iguais. Ainda são saqueadores... Só encontraram uma nova maneira de roubar o dinheiro de nossos cofres. Em vez de invadir nosso país com espadas e tochas nas mãos, agora o fazem com sorrisos e contratos. Mas ainda são o que sempre foram.”

Vodacce
“Traição é a palavra de ordem para os vodatianos. Falar com qualquer um dos príncipes vodatianos é como percorrer uma exibição de vasos de vidro, todos cheios até a borda e equilibrados no alto de pilares finos, com o chão coberto de ovos. São treinados desde o berço para desvelar qualquer segredo, por mais bem guardado que seja, e aguardam, com seus olhos feiticeiros, o momento certo de fazê-lo. São vilões talentosos, mas vilões mesmo assim.”

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